Quem diria, um campeão em Roma decidido no saque. Alexander Zverev acertou incríveis 80% de seu notável primeiro serviço, só perdeu dois pontos nas 39 vezes em que encaixou a bomba e ainda ganhou sete dos 10 lances em que precisou do segundo saque. Claro que o chileno Nicolas Jarry não arrancou um break-point sequer, mas nem por isso deixou de fazer uma partida bem equilibrada, também na base da potência do saque, mas com percentuais suficientemente inferiores para entregar dois games de serviço e ficar com o vice.
Seria leviano se pensássemos que Zverev venceu apenas por causa do serviço. Sua campanha em Roma foi consistente, ainda que não um primor. Sequer cruzou com qualquer top 10 e fez rodadas decisivas contra Taylor Fritz, outro que depende demais do saque, e diante do pouco experiente Alejandro Tabilo, esse sim um oponente bem perigoso, que ficou muito perto da surpresa. Aliás, é um nome que merece ser olhado com cuidado quando sair a chave de Roland Garros.
Sascha viveu um grande momento no saibro em 2022, encarando de igual para igual o multicampeão Rafael Nadal até acontecer a torção grave de tornozelo. Além disso, já somou outras duas finais em Roma, com um título em 2017. O bi deste domingo o coloca de vez como candidato a ir bem longe em Paris, ainda mais diante de tantas incertezas entre Novak Djokovic, Carlos Alcaraz e Jannik Sinner e o momento irregular de Casper Ruud. Num torneio tão aberto, por que não dar créditos a Sascha?
O próprio Jarry pode concorrer a uma ‘zebra’. Ainda o acho um pouco inconsistente na base, o que o leva a depender demais do saque e de um saibro mais veloz, um fator imponderável em Paris. Seu forehand é imponente, porém o esforço para cobrir o lado esquerdo custa erros. Admirável no entanto a agilidade para seus 2,01m e a confiança que tem nos momentos duros.
Se o masculino verá este Roland Garros sem um grande favorito em sua largada, Iga Swiatek segue nadando de braçadas no saibro europeu. Se as condições mais velozes de Madri permitiram que Aryna Sabalenka virasse ameaça a seu título então inédito, Roma sacramentou um domínio assustador sobre o circuito. A número 2 do mundo não teve qualquer chance e nem ela tirou um set da polonesa.
No esporte, e mais do que tudo no tênis, ninguém vence na véspera. No entanto parece que apenas a soma de um dia ruim com uma atuação impecável das adversárias poderá impedir que Swiatek chegue ao tetracampeonato de Paris. Vai chegar lotada de confiança e com alguns elementos importantes acrescentados ao saque, seja o primeiro mais contundente pelo centro e o segundo mais alto na cruzada, assim como uma devolução cada vez mais agressiva. Seu trabalho de cobertura de quadra continua impecável, o que lhe concede contragolpes muito precisos o tempo todo.
Sabalenka é uma tremenda competidora e consegue tirar qualidade mesmo sobre o saibro e fora de suas condições físicas ideais. Ficou assustada no começo de partida final com a atitude proativa da polonesa e jamais achou um plano B. Falta-lhe na terra certa compreensão de que precisa fazer a adversária jogar, diminuir o padrão Las Vegas que impõe o tempo inteiro. Nos pisos mais velozes, há margem para reação. No saibro, fica bem mais difícil.
Começa Roland Garros
O tênis brasileiro já tem Beatriz Haddad Maia e Thiago Wild garantidos na chave principal de simples e quatro nomes iniciam a luta para chegar lá. As tarefas parecem mais possíveis para Thiago Monteiro, em ótima fase, e Felipe Meligeni e Laura Pigossi, que pegaram quadrantes promissores para atingir ao menos a terceira e última rodada. A dificuldade maior está com Gustavo Heide, até porque seu retorno no saibro europeu não empolgou.
O quali masculino tem a ilustre presença de Dominic Thiem, duas vezes finalista, que já anunciou aposentadoria no fim da temporada. De forma até inesperada, ele não ganhou convite. Teve sorte e deve passar se jogar decentemente. Outro setor curioso é o do cabeça 1 Cristian Garin, que tem chance de decidir a vaga com Diego Schwartzman, que foi semi em 2020.
Enquanto rolam o quali e as esperanças, teremos uma situação um tanto atípica no circuito desta semana pré-Slam. Tenistas com evidentes chances de grande campanha em Paris optaram por jogar aquecimentos, casos de Novak Djokovic e Casper Ruud , com companhia de Taylor Fritz e Ben Shelton, em Genebra e de Ugo Humbert e Francis Cerúndolo em Lyon. Sinais evidentes de que todo o calendário de saibro não foi suficiente para eles.
Cabeças e dificuldades definidas
Ainda não se sabe se Sinner irá mesmo a Paris, mas se felizmente ele jogar teremos quatro campeões de Slam e mais três finalistas entre os 10 principais inscritos. Isso reforça ainda mais a imprevisibilidade desta edição de Roland Garros.
Ao ganhar Roma, Zverev garantiu a cabeça 4, atrás de Djokovic, Sinner e Alcaraz, deixando Medvedev, Rublev, Ruud e Hurkacz na vaga de 5 a 8. A importante faixa de 9 a 12, em que se evita cruzar com os quatro favoritos nas quartas, terá Tsitsipas, Dimitrov, De Minaur e Fritz, deixando o problema para Rune, Paul, Shelton e Humbert.
Nomes competentes como Jarry, Khachanov, Baez e Cerúndolo fogem dos oito favoritos na terceira rodada, perigo que ronda Tabilo, Tiafoe, Korda, Etcheverry, Musetti, Navone e Norrie. É porém um grupo perigoso. Até agora, a única ausência de peso garantida é a de Jiri Lehecka.
No feminino, Swiatek, Sabalenka, Gauff, Rybakina, Pegula, Vondrousova, Sakkari e Qinwen Zheng são as oito cabeças, pela ordem. Bia garantiu a condição de cabeça 14 e isso a coloca no risco de cruzar com uma das quatro líderes do ranking já nas quartas e com uma das tenistas entre cabeça 17 e 24 nas oitavas, lista que tem Svitolina, Alexandrova, Kostyuk, Azarenka e Pavlyuchenkova. Um bom sorteio é importante.











Fase ótima do Monteiro! Excelentes resultados em Madri e Roma e agora a merecidíssima classificação para a chave principal de Roland Garros.
Voltou tb a estar entre os 100 melhores do mundo no que se propõe a fazer.
Resumindo, passeou por cidades maravilhosas, comeu umas paellas e uns risotos, sentiu o carinho da torcida e ainda vai voltar com uma milha no bolso.
Mês difícil para os experts e haters.
Atleta come isso aí?
Com certeza. Carboidrato, proteína e gordura são a base da alimentação dos tenistas.
Será que só eu que vi esse adversário do Monteiro passar o pé na marca e chamar a juíza? Bom, pelo menos tomou a entubada que fez por merecer…
JOSÉ NILTON, já que nossa confraria é adepta da tal moderação textual, gostaria de lhe pedir que ao editar os comentários dos seus colaboradores, o faça com um pouco mais de desvelo, a fim de que a grafia, a concordância e sobretudo o sentido, não acabem comprometidos…
Favoritos em RG: entre os homens Djoko e Zverev. Entre as mulheres: Iga e Rybakina.
Discordo apenas do Djoko.
Zverev logo após o título em Roma: ” Agora posso sonhar de novo”.
O “sonho” dele: Nadal logo de cara. Ou seria pesadelo?
B I A – – – Pelo andar da carruagem, ela não vai conseguir defender pontos de semi em RG, fato que ninguém irá estranhar. O que me causa estranheza na verdade é ver comentário irônico aqui no blog no qual o colega parece sentir prazer a cada derrota dela.
Ainda bem que ela está ocupada com coisas + importantes. Está lá em cima, e esses pedregulhozinhos vindos tão de baixo não a alcançam.
Até aquela sorte nos sorteios já era, possivelmente Rafa deve cair na primeira rodada de RG. Claro q um resquício de esperança sempre existe, mas não há como negar a realidade…
Ele não tem quase nada a perder. Se ganhar, a chave se abre. E se perder, não perdeu pra qualquer um.
Sem dúvida, de acordo, mas a maior chance é perder, concorda?
Bom sorteio pro Djoko em RG e melhor partida do que a de ontem em Genebra.
Quando o Sr vai lembrar que o coitado do Holandês, jogou mais cedo TRÊS Sets contra Shapovalov ????!. O Sr deu seus costumeiros chiliques lá no Site ( como tem fanáticos para ouvi-lo) , mas também não lembrou que Casper Ruud continua firme no fortíssimo ATP 250 …. Rsrsrs, Abs!
Copiando-colando o próprio comentário q fez lá na matéria sobre a vitória do Djokovic…
Kkkkkkkk
Leia o comentário novamente lá no Site . Parece idêntico mas não é. Embora ambos espelham a realidade caríssimo rsrs. Abs!
A palavra que foi tirada deste comentário pela moderação, é absurda. Não tem nada além de uma brincadeira. É decepção diária com uma perseguição que ultrapassa todos os limites. Absolutamente lamentável não respeitar um colaborador de tanto tempo. Está muito claro o real objetivo…
Não é permitido a ninguém usar termos ofensivos diretamente a um interlocutor. Pode até ser brincadeira, mas talvez a outra pessoa não acha tão divertido assim.
Exato Dalcim.
Brincadeiras só são permitidas a quem concede que se brinque.
E é óbvio que este que concede és tu , espertissimo L.F . 2 kkkkkkkk. Abs!
Enganas, para variar.
Jamais permitir brincadeiras comigo, vindo de você.
Lembras do “mané”?
Mané é uma gíria Carioca . E é óbvio que não é teu caso , mal humoradissimo , L F 2 . E que na tua imensa cultura paulista , não conheceu MANÉ Garrincha. Abs!
O termo, segundo os próprios dicionários, é uma gíria de cunho depreciativo.
Primeiro, não é perseguição pq muitos de nós já tivemos nossos comentários ou bloqueados ou editados qdo nos excedemos e/ou desrespeitamos colegas.
Segundo, vc querer tratamento diferenciado pq participa sempre e há muitos anos é a famosa carteirada “vc sabe com quem tá falando?” ou o jeitinho brasileiro que todos nos odiamos qdo políticos e autoridades fazem.
Tu não sabes qual a palavra que não deveria ser retirada , a meu ver , e eu não sei a que Gustavo estou me referindo. Seria o Juiz de Calça Jeans ??? . Simples assim . Abs !
Jogou 1 set e meio hoje e descansou bastante graças à chuva. Resposta completa para o Sr. por lá.
Rsrs, abs!
Descansou bastante ???? . Já entrou indo a 5 x 7 no primeiro set contra o ” goat ” …Sei . Abs!
O holandês não foi o primeiro a jogar mais de um jogo por dia na história, tampouco foi o primeiro a perder por isso.
Alguns até já ganharam.
Guga em Cincinnati 2003, encerrou a categórica vitória sobre Tim Henman na SF e cerca de 2 horas depois, fez outro jogo contra Patrick Rafter. Vitória maiúscula, por 2 Sets a 0 numa de suas maiores apresentações, pra sagrar-se campeão…!!!
Até tu , caro Levi ? . Então é ótimo jogar uma partida inteira e mais outra no mesmo dia ? . Veja a matéria e a declaração de Djokovic. Pela mor … Abs!
Aquilo foi um primor de jogo.
Rafter, fiel ao seu saque-voleio, tomava passadas de backhand a torto e a direito. Guga com um percentual de saques perfeitos, astronômicos. Um dos melhores jogos/torneios dele.
Ótimo. Logo o ” goat ” não deveria reclamar como sempre faz dos organizadores…Abs!
Quem está reclamando é você.
Nenhuma novidade.
“FELIZ POR VENCER EM DOIS SETS, mas ainda posso melhorar”. Um dia após proferir esta frase com teor, digamos, ficcional, por conta de sua vitória sobre a americana Emma Navarro, Beatriz, como de costume, não nos surpreende e leva uma surra da russa Luidmila Samsonova, ou seja, foi Beatriz sendo Beatriz mais uma vez. Samsonova comprovou que é no mínimo duvidosa a fábula de que a brasileira pode melhorar. Para tanto, até pegou um Goodyear emprestado com a dona do mundo, Iga Swiatek…
VALMIR BATISTA, por que você tem tanto rancor da Bia? Ela é a melhor tenista brasileira da era aberta disparada. Não acho que ela vá ganhar um master 1000 ou fazer uma nova semi final em algum Slam. Inclusive eu acho que agora ela vai começar a despencar no ranking. É por causa das respostas clichês nas entrevistas ou por causa da falta de variação e a dificuldade em ler o jogo?
RODRIGO LIGHTMAN, eu não tenho “tanto rancor da Bia”, minhas avaliações a seu respeito é basicamente em cima do que ela não tem jogado( faz tempo ), acarretando em você e outros desta confraria o que ela não tem merecido de aplausos, justamente por não estar jogando nem para um pingado na padaria da esquina. Se você pegar as publicações de mais ou menos um ano e meio para cá do JOSÉ NILTON e consequentes comentários sobre tais artigos, perceberá que os louros a Beatriz se devem ao fato de ela se manter entre as vinte primeiras do ranking há cerca do mesmo um ano e nunca por ela ter jogado ou estar jogando bola pra caramba ou porque tem conquistado títulos, a propósito, durante o referido período, Be atriz conquistou apenas um mísero troféu e mais nada. E antes que você me venha com Roland Garros/2023, devo salientar que a boa campanha até a semifinal foi um fator isolado, e além do mais, isto não é troféu. O que quero dizer( e digo ), RODRIGO, é que minhas opiniões a respeito de Beatriz são reações em cima dos exageros cometidos por nossos( seus? ) colegas de confraria. Eu é que não vou ficar tendo surto de patriotagem apenas porque tem uma brasileira em jogo. Mas pode ter certeza que se ela jogar bola como se deve, emplacar mais de duas ou três boas sequências nos torneios e conquistar dois ou três troféus importantes( !!!! ) por ano, além de bater palmas para ela, farei o mesmo aos torcedores estilo futebolês desta confraria…
Tens minha anuência.
O sérvio #1 pelo qual sempre torci, está viajando na contramão da brasileira.
Teve um ano magnífico em 2023 e um péssimo 2024 até agora.
Mas, como ao contrário da brasileira, já ganhou tudo, então, não se pode, como diz você, falar que NÃO JOGA BOLA PARA CARAMBA, não é mesmo?
Muito obrigado, LUIZ…
Nadal x Zverev… Aff… vai voar pena pra tudo que é lado.
Se por um lado estão considerando que o multicampeão ibérico não deu sorte, por outro lado o alemão também não deve estar pulando de alegria “dessa altura” não.
E o começo do fim para o Nadal ! Ou então o fim do Zverev se não ganhar
Essa resposta foi boa, bem isso.
SANDRA, a respeito do “começo do fim para o Nadal”, caso perca para o alemão amarelão, eu até concordo. Por outro lado, considerar que será “o fim do Zverev se não ganhar” a partida contra o espanhol, é uma enorme viagem sem noção da sua parte. Você só pode estar de brincadeira, já que Alexander conta apenas 27 anos de idade…
Se o Zverev não ganhar do Nadal, vai ganhar de quem? O Nadal ganhou 14 vezes, mas esse era outro Nadal. O Nadal de hoje não consegue nem sacar direito.
Claro que não. Até Djokovic disse hoje que Nadal em RG , jamais não será o favorito. Mas a lesão cruel de Sasha na Semi de 2022 contra Rafa ( 6 x 7 , 6 x 6 ) , lhe custou bastante pois estava pronto para assumir o N 1 depois do Show contra Djokovic nas Olimpíadas. Lembrando sempre que STANIMAL venceu seu primeiro SLAM próximo aos 29 anos e Zverev possui 27 . Abs!
Ps . Favor desconsiderar Sasha assumir o N 1 em 2022 depois de bater Djokovic nas Olimpíadas ( 2020 ) . Alcaraz é que terminou como N 1 em 2022 . Apagão total . Sorry !!! . Abs!
2021
Será o alemão o terceiro homem a bater Nadal em Rolanga?
Sim o alemão bate o nadal
Emocionante esse qualifying de RG para nós, brasileiros, com a inédita perspectiva de termos quatro guerreiros chegando à chave principal. Não é lá muito provável mas também não chega a ser impossível. Espero que o emocional e pressão não os impeçam de jogar bem e avançar. Seria maravilhoso.
Boa noite, Dalcim. Hoje gostaria de perguntar sobre o torneio WCT.
Li em algum lugar, muito tempo atrás, que o poderoso Rod Laver, apesar de ter feito o Grand Slam, nunca conseguiu ganhar o WCT. Era o antigo Finals ou não? Foi simplesmente extinto ou foi substituído por outro? Grato desde já.
World Championship of Tennis era uma série de torneios, bancado a partir de 1967 pelo milionário Lamar Hunt, que acontecia nos EUA e tinha um ‘Finals’. Era rival direto do circuito ITF, que depois virou ATP, que conseguia dar premiação muito superior e assim contratava nomes de peso e os tirava do circuito tradicional. Assim por muito tempo seus resultados não eram considerados pela ATP. Por fim, houve um acordo.
Muito obrigado e bom dia.
WCT perturbou até 1989 , caro Maurício. Mas no Brasil ( Ibirapuera lotado ) : 1974 Borg 2 x 1 Arthur Ashe , 1975 Laver 2 x 0 Pasarell, 1976 Borg 2 x 0 Guillermo Vilas . A partir daí ATP tomou conta em Sampa . Mas no acordo citado pelo Dalcim , estes resultados foram computados . Ps. Em 74 e 76 , Thomaz Koch caiu nas Semis para o Sueco. Mas o bateu em Bastad em 75 nas Quartas jogando muito. Abs!
Brigadão, Sérgio.
A Wozniacki, que foi contra a Halep receber convites, provou do próprio veneno ao não receber convite para RG
Kkkkk
A CAROLINE WOZNIACKI nunca gostei dela, sempre me pareceu uma criatura fútil…
Não foi uma boa partida do Djoko. Sofreu pra fechar o primeiro set e escapou de levar um 4-0/5-0 no segundo, mas depois emendou 6 games seguidos.
Bela homenagem em quadra com bolo e tudo para o lobo comedor de fígados escabeche!
Até o segurança se divertiu com o chocolate suíço oferecido pelo sérvio.
Dalcim, que pena essa ocaso da carreira do Thiem tão precoce e apagado hein. Gostava muito de vê-lo jogar, especialmente no saibro. Achei que em algum momento ele recuperaria seu jogo mas não passou nem perto disso. Confesso que tá duro de achar alguém pra torcer pós-Big3, viu…
Sem dúvida, também torci muito para ele se recuperar, mas foram muitas situações adversas e acredito que a parte emocional foi o que mais pesou, Vitor.
Eu acredito que a mudança de empunhadura pesou tanto quanto o emocional. Muito difícil mudar assim e querer os mesmos resultados. Porque alguns tipos de efeito nos golpes só se consegue dependendo do tipo de empunhadura.
Neve e agora chuva nesse Genebrão. Onde que o Craque foi se meter…
Felizmente já fechou o jogo de hoje.
Saiu de um 0x3 e 30×40 no segundo set, aplicando um “pneu”.
Pneu moral, rsrs.
Caro Dalcim, saberia informar se o ingresso para o qualy de RG dá acesso a todas as quadras, à escolha de quem assiste ou são lugares e quadras marcadas?
Tenho visto alguns jogos, de otimo nível técnico, e com uma atmosfera festiva e muito divertida na arquibancada. No 1o dia na Suzanne Lenglen havia até uma bateria e alguns pistões, divertidíssimo.
Assentos livres em qualquer quadra, Paulo.
Que massa. Ano que vem estarei lá. Merci beaucoup.
Dalcim, na sua opinião o Heide tem bola pra top 100?? Até onde vc acha que ele pode chegar?
Acho que ainda precisa de muita consistência, Belarmino. Acho que o saque dele melhorou de uma forma geral e seus golpes de base têm potência, sem ser espetaculares. Então para top 100 ainda vejo necessidade de melhorias em todos os aspectos, incluindo aí o preparo físico e o mental mais determinado.
BELARMINO JR, “na sua opinião o Heide tem bola pra top 100? Até onde vc acha que ele pode chegar?”
Parabéns ao goat incontestável do tênis e atual número 1 do mundo pelos seus 37 anos de idade. Que venham mais Big Titles para ampliar a sua hegemonia. Idemo!!!
Número 1 do mundo com 37 anos?
Ninguém nunca vai chegar perto.
Parabéns para o GOATaço!
Este realmente imbatível. O Craque Suíço atingiu 36 anos e 10 meses , vencendo ATP 500 de Roterdã e com seus oponentes em forma. O ” goat ” atingiu perdendo TODOS os últimos 5 Torneios , e com seus três principais oponentes lesionados. Feito impensável do ” goat ” …rs. Abs!
Como #1 inconteste do mundo!
“ESTA É A ÚLTIMA canção/Que eu faço pra você” – Paulo Sérgio, na infame e oportuna “Última Canção”, do Carlos Roberto Nascimento…
Saíram as listas de entrada de Wimbledon. Por enquanto, só para a chave principal de ladies e de gentlemen. Bia, Wild e Monteiro incluídos, naturalmente. Nadal também. Eu, que não sou nadalete, confesso que estou um pouco emocionado com essa turnê de despedida. Tomara que ele consiga jogar dignamente os 3 Slams restantes, sem pegar um top 10 logo de cara e sem lesão para atrapalhar.
A lista do quali sai na próxima segunda-feira. A boa notícia é que, além das presenças do Meligeni e do Heide, a do João Fonseca também deverá ser confirmada. Ele é o n° 229 no live ranking. O último a entrar deve ser o 235. Com os resultados até agora de Genebra, Lyon e dos três Challengers dessa semana, só restam dois tenistas que podem ultrapassá-lo, a saber, Skatov em Augsburg e o Sekulic em Kachreti, mas só se chegarem à final. Lembrando que os que estão jogando o quali de RG só incorporarão os pontos eventualmente ganhos no ranking que sairá depois do fim do torneio, ou seja em 10/06.
Muito boa a sua análise, André.
Valeu, Maurício!
Dalcim, não sei se você acompanha a F1, mas de uns tempos pra cá eles mudaram drasticamente, e hj a audiência só aumenta, eu, inclusive sou mais fã agora do que era na época de Rubinho, Massa e Zonta.
Eu sei que é muito difícil se fazer mudanças, mas quais mudanças drásticas você faria para melhorar o circuito?
As minhas:
Finais em dia de semana com mais frequência, desde a temporada passada implementaram isso, mas só na Ásia
US Open terminando no fim de Agosto, 15 ou 20 dias depois seria a final da Copa Davis, formato 32 seleções, e o país vencedor pode levar até 2000 pontos, mas a pontuação contando por jogador, podendo cada seleção ter 10 jogadores
Laver CUp, que eu acho excelente, mas não tem sido mais tão bem aproveitada como antes, seria no final da temporada, o último torneio do calendário, que poderia ser um evento de uma semana juntando Next Gen + Laver Cup, Next Gen de domingo a quinta, e Laver Cup de sexta até sábado. Vencedores da Laver Cup classificam o país automaticamente pra a Davis do ano seguinte, e iria roda rodar o mundo, embora a Laver CUp faça isso a Next Gen não, e piso escolhido por sorteio.
ATP Finals mudando de sede a cada ano, também por sorteio, podendo ser na grama, no saibro ou na quadra dura.
GS em 2 semanas, é claro, porém a partir da segunda semana já pode ter ATP 250, pra os eliminados em primeira rodada não ficarem uma duas semanas sem fazer nada. Teve isso em 2020, não sei pq abandonaram
Mais torneios de seleção, valendo ponto pra ATP, como a Laver CUp e a United
Manteria 9 Masters 1000, mas 9 ATP 500 e 9 ATP’s 750, não podendo ser na mesma semana, só podendo ter 250 na mesma semana destes.
Masters 1000 até pode ter 2 semanas, ou uma e meia, mas na segunda semana do torneio, já pode ter 250
WTA e ATP juntarem o calendário pra pelo menos nos Masters 1000 ter duplas mistas
Duplas masculinas sem esse negócio de Super Tie Break
GS simples tudo bem terminar no tiebreak, mas um tie break normal, n um super tie break, pq eu n vejo lógica nenhuma nisso, só não é pior que o 12-12 tie break, embora o 12-12 seja mais marcada pela amarelada história do que pela regra em si
Não tem aquele negócio de descarte de pontos. Ou seja, se o tenista jogar 30 torneios, vai somar pontos no 30, tem que dar méritos pra que tem resistência pra jogar muitos torneios, como a leda David Ferrer
Fim da temporada não ter só torneios em quadra dura, ter torneios no saibro e na grama, principalmente pós US Open.
Pontuação entrar até o Finals, depois disso só no ano que vem, mas não deixaria de ter ATP’s 250, pois essa pausa prejudica jogadores que se lesionaram durante a temporada e ficaram muito tempo parado, e ainda pós Finals só poderem jogar apenas Challenger
Ranking tanto pra grama quanto pra saibro e quadra dura, ou seja, no AO e no US Open o ranking seria dos 32, mas a ordem se daria pelo aproveitamento em quadra dura,justamente pra os melhores se pegarem no fim.
Durante o período de Finals ( ou Laver CUp) até a United CUp, pode ter pisos diferentes do tradicional, como madeira, carpete ou saibro azul, mas claro, desde que não prejudique a segurança do atleta
Qualy não valendo ponto nenhum, assim como tenista que entrar no Mastees entra sem ponto nenhum, pq as vezes o cara já ganha 10 pontos por entrar. Só começa a valer ponto depois que o tenista ganha a primeira rodada
Essa pode até ser descartável, mas ter disputa de terceiro lugar, com o terceiro ganhando 20% a mais dos pontos de que sai na semi
Torneios de seleção só iriam até 750 pontos, e o número de jogadores por seleção varia de acordo com a pontuação, ou seja, 750, 5 jogadores, 500,4 jogadores, 250 três jogadores, e todos os torneios com a mesma pontuação tem q ter o mesmo padrão
Masters 1000, todos com o mesmo número de jogador pro chave, ou seja, ou chave de 128, tirando os cabeça, ou de 64 tirando os cabeças
Jogador eliminado como Rublev foi em Dubai não perde pontos, apenas premiação, pois ele conseguiu aqueles pontos vencendo os rivais.
Olha, é muita coisa para eu comentar. Mas eu diria que sou favorável a ter 250 na segunda semana dos 1000 e sempre achei que valia colocar a disputa do terceiro lugar, com tabela de pontos e premiação diferenciada, o que encheria mais o dia da final. Quanto ao ranking, sempre gostei mais do critério de média, ou seja, número de pontos dividido por torneios disputados, o que considero mais interessante para determinar a regularidade. Por fim, a Copa Davis e BJK Cup disputadas em duas semanas, como um Slam, com 32 países em formato eliminatório (como era a Fed Cup) é outra mudança que defendi aqui algumas vezes.
Acho q hj em dia com as pessoas querendo as coisas mais rápidas, um torneio que se prolonga durante o ano me parece obsoleto, a Copa Davis devia se concentrar em determinada data.
Por isso entendi perfeitamente a mudança de formato, mas entenderia ainda mais se ela tivesse de fato tudo em um período só de duas semanas.
PAUL McCARTNEY, com essa sua viagem longeva, ao estilo Corrida Maluca, acho mais conveniente o JOSÉ NILTON tratar com o Ringo Starr, já que John e George são inacessíveis…
Acho que uma mudança urgente deveria ser a inclusão de um M1000 na grama.
RAFAEL AZEVEDO, minha sugestão é que “um M1000 na grama” poderia ser realizado em Liverpool, cidade em que PAUL McCARTNEY nasceu…