Vitória importante em Cincinnati

Poderia ter sido mais fácil. João Fonseca tinha o domínio do jogo, contando também com um dia menos inspirado do holandês Botic van de Zandschulp, até que veio um momento de desconcentração e quase o segundo set foi embora. Na hora certa, o top 30 brasileiro recuperou a confiança e conseguiu importante estreia vitoriosa no Masters 1000 de Cincinnati.

O começo de partida preocupou porque outra vez Fonseca não parecia tão ligado. Perdeu logo o segundo game de serviço e deu certa sorte ao ver Zandschulp cometer duplas faltas e devolver a quebra. Daí em diante, o brasileiro foi superior. O saque e o forehand funcionaram muito bem diante de um adversário perigoso, capaz de bater bolas rápidas da base e surpreender junto à rede.

Quando abriu 4/1 no segundo set, o jogo parecia liquidado. O tênis no entanto é cruel. Bastou um momento de instabilidade para a confiança oscilar. Experiente, Zandschulp percebeu sua chance e chegou a ter break-point para virar de vez para 5/4. Fonseca explorou bem o saque no backhand, saiu do sufoco e voltou a jogar com autoridade o tiebreak.

Não irá acontecer o reencontro com Casper Ruud na terça-feira porque o norueguês sentiu as costas e abandonou no segundo set diante do bom sacador australiano Chris O’Connell, que anotou 13 aces nos sete games em que teve o serviço. Ou seja, Fonseca precisará devolver com qualidade e cuidar muito bem do próprio saque para não ficar no sufoco.

Subindo nas estatísticas

Fonseca chega a sua 16º vitória em 29 partidas já feitas em chave principal de Masters 1000, estatística que o coloca atrás somente de Guga Kuerten (109) e Thomaz Bellucci (33) entre os brasileiros que mais triunfaram neste nível de torneio.

Em termos percentuais, seu aproveitamento sobe para 55%, índice superior a qualquer outro tenista nacional em torneios 1000, exceto Kuerten, que encerrou a carreira com espetaculares 63,7%.

Ao mesmo tempo, Fonseca marca a 27ª vitória da jovem carreira sobre o piso sintético e entra na lista dos 10 brasileiros com maior número de triunfos na superfície, liderada por Guga (147), Luiz Mattar (85) e Bellucci (66).

Claro que é muito cedo para comparações, mas não deixa de ser notável o fato de que ele atinge 67,5% de eficiência na quadra dura, índice que é superior no momento a qualquer outro profissional brasileiro. Guga encerrou com 62,3% e Thomaz Koch, com 57,8%. Apenas Mattar e Carlos Kirmayr têm também saldo positivo, ou seja, acima dos 50%.

E mais

– Zverev teve trabalho com Norrie na estreia para marcar a 45ª vitória da temporada e assumir a liderança no quesito. Alemão precisa ir longe em Cincinnati para disputar liderança no ranking do ano com Sinner.
– Jódar se envolveu em polêmica ao parar o terceiro set por três vezes contra Shapovalov para trocar o cadarço. Uma delas demorou cinco minutos. Canadense não gostou, porém teve o jogo na mão: 5/2 e 5/4 com saque a favor.
– Djokovic sentiu o calor e a umidade – e olha que a sensação foi de “apenas” 31 graus -, se arrastou em quadra em alguns momentos e caiu para Tirante logo na estreia. Só mesmo a rodada noturna e eventual teto fechado podem ajudar em Nova York.
– Embalada pelo título em Toronto, Swiatek teve estreia tranquila e vai encarar Sakkari. A vice no Canadá também se adaptou rapidamente: Rybakina tem boa chave para colocar pressão sobre Sabalenka em mais um capítulo pela tentativa de chegar ao número 1.
– Shelton, por sua vez, não resistiu à maratona de jogar Washington e Montréal, parando na estreia com uma atuação bem irregular.
– Com apenas um jogo feito a menos que Shelton nesses dois eventos, Nakashima teve ótima vitória sobre Kovacevic e agora tem pedreira: Medvedev.
– Jogos bem promissores na terceira rodada feminina: Noskova-Tauson, Eala-Anisimova, Cirstea-Kalinskaya, Navarro-Pegula e Shnaider-Chwalinska.

Subscribe
Notificar
guest
66 Comentários
Newest
Oldest Most Voted
Luiz Fernando
Luiz Fernando
3 horas atrás

Iga vai demonstrando estar no bom caminho novamente, era óbvio que cedo ou tarde isso ocorreria. Tomara que continue a evoluir, qualidades não lhe faltam, sempre estiveram ali, aparentemente adormecidas. Dois 61 seguidos na grega me parece demonstrar isso, agora vamos para as partidas mais difíceis, ainda mais no calor de Cincy…

Kleber Julio
Kleber Julio
7 horas atrás

Foram dois aspectos muito bem abordados pelo Dalcim a respeito do jogo do João Fonseca.
O início de jogo desligado e falta de atenção com 4×1 a frente, quando permitiu o empate do holandês.
O tenista brasileiro precisa entrar no jogo mais atento e definir logo a partida, quando tiver uma boa vantagem . Contra um tenista mais qualificado esses vacilos podem ser fatais.
Há uma boa perspectiva de vencer o australiano e atingir mais uma oitavas de um Master 1000.
Vamos, Fonseca!

Marco Graco
Marco Graco
9 horas atrás

O tal “problema de saúde” do Djokovic se chama velhice. E o vovô garoto não quer admitir.

Marquinhos
Marquinhos
21 horas atrás

Vai começar o u. s open, segundo maior, melhor e mais importante slam depois de Wimbledon. Por coincidência ou não, o GOAT Federer é o maior vencedor do major mais importante e do segundo mais, ficando Nadal com Roland Garros e Novak com o patinho feio dos slam, Austrália Open. Comparando o big 1(Federer) + big 2

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
20 horas atrás
Responder para  Marquinhos

Bill Tilden é o recordista do US OPEN. Por gentileza, fique atento aos dados fornecidos pelo Tênis Brasil. Grato!!!

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
11 horas atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Sem essa Paulinho. Era Amadora o Campeão já entrava na Semi do ano seguinte. Não dá para comparar com Era Profissional. Basta ver como domínio dos Australianos caiu bastante depois de 1968 . Craque Suíço foi o Único que venceu USOPEN e Wimbledon ( junto a Borg ) 5 vezes de maneira Consecutiva. Sampras e Connors não conseguiram . Abs !

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
9 horas atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

De todo modo não há comparação com Era Profissional. Daí Laver e Court , serem realmente os principais expoentes da Época de transição. Levaram vários Slam nas 2 duas Eras . Abs !

Marquinhos
Marquinhos
9 horas atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Dá próxima vez eu desenho. No final do meu texto coloquei: Comparando o big 1 + big 2

Mário Mendonça
Mário Mendonça
13 horas atrás
Responder para  Marquinhos

É serio que você acha o esse torneio maior que Roland Garros? Como bem diz aquele narrador: “em que mundo você vive”? Acho ate o o torneio da terra dos cangurus é maior!

Paulo Almeida
Paulo Almeida
12 horas atrás
Responder para  Marquinhos

Realidade 1: todos valem como um e quem tem mais tem 24. 24 > 22 > 20.

Realidade 2: maiores campeões do USO são Richard Sears, William Learned e Bill Tinden, todos com 7 canecos. Na era profissional, Connors, Sampras e Federer estão empatados com cinco.

Nenhuma mentira passa aqui.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
11 horas atrás
Responder para  Paulo Almeida

Não adianta apelação. Tens ideia do que representa levar 5 vezes de maneira Consecutiva USOPEN e Wimbledon, caro Piloto???. ” goat ” não conseguiu nem no AOPEN onde dominou . Imagina um ” goat” que dos quatro Slam somente levou vantagem na Terra dos Cangurus…Rsrsrs,Abs !

Paulo Almeida
Paulo Almeida
9 horas atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Continuam os mesmos 5 de Connors e Sampras. Bom, GOAT não levou 5 AO seguidos porque foi impedido de jogar em 2022 e 5 WB porque o torneio não ocorreu em 2020. Agora lembrei que eles preferiram ficar com o dinheiro do seguro do que realizar o torneio sem público, o que poderia ter acontecido algumas semanas antes de Cincinnati e USO 2020. Foram gananciosos e prejudicaram o Craque!

Djoko dominou um com folga, Nadal outro com extrema folga e Federer um bem apertado, só com 1 título a mais de diferença pros 2 segundos colocados.

Sem choro, rsrs, abs!

Paulo Almeida
Paulo Almeida
8 horas atrás
Responder para  Paulo Almeida

William Larned*

AKC
AKC
11 horas atrás
Responder para  Marquinhos

Até concordo que o AOpen é o menos prestigiado dos 4, pois até meados dos anos 80 muitos tenistas de ponta sequer iam disputar. Mas colocar RG abaixo do USOpen não tem fundamento: ambos são tradicionalíssimos. Mas, como disse um colega acima, Slam é Slam e no fundo, todos valem o mesmo.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
8 horas atrás
Responder para  AKC

Foi menos prestigiado até meados dos 80, mais de 40 anos atrás. Depois todo mundo passou a jogar e desde 2008 é o Slam mais moderno de todos, com 3 quadras com teto retrátil e instalações excelentes. Esse papo de “patinho feio” fica apenas pros rancorosos.

Não é no fundo: todos contam como um e valem 2000 pontos. Wimbledon não vale por 2 e Federer terminou em terceiro mesmo na corrida.

AKC
AKC
5 horas atrás
Responder para  Paulo Almeida

Não tem rancor não… Wimbledon tem 149 anos (fundado em 1877), o US Open tem 145 anos (1881), Roland Garros tem 135 anos (1891) e o Australian Open tem 121 anos (1905). Desses 121 anos, passou quase 80 sendo jogado quase só por australianos. E como disse o grande Ivan Lendl: eu trocaria meus títulos de RG por Wimbledom.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
4 horas atrás
Responder para  AKC

Não me referi a você, mas aos torcedores amargurados do Federer, como o autor do comentário. Procuram alguma forma de diminuir os GS do Djoko, já que ele foi superado por ele e pelo Nadal.

Reiterando: foi “patinho feio” até meados dos 80, como você mesmo disse. Há mais de 40 anos, é disputado por todos os grandes nomes e azar de quem não jogou antes, como o Borg; perdeu a oportunidade de empilhar mais canecos.

Aí é um problema do Lendl. Eu não troco o Triple Career Slam do Djoko por um oitavo titulo de Wimbledon. Em 2023, RG foi seu principal Major na minha visão.

Leonardo
Leonardo
4 horas atrás
Responder para  AKC

A frase do Lendl (junho 1987) foi que ele trocaria o titulo em RG pelo de Wimbledon, e adicionaria o do ano anterior, já que ele tinha acabado de ganhar o tri de RG, mas com um bi consecutivo 86/87. A frase dava mais a entender que ele faria essa troca porque tinha uma obcessão por Wimbledon, e tambbém porque achava que continuaria dominando em RG e ganharia outros titulos lá. Não tanto porque desvalorizava RG. Só para colocar em contexto.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
4 horas atrás
Responder para  Paulo Almeida

Me ajude a entender por que Mr. Federer chorou feito bebê lá ao amargar mais um vice para Rafael Nadal?
Será que ele não queria perder outro jogo para o espanhol ou o troféu no “patinho feio” valia realmente muito?

Paulo Almeida
Paulo Almeida
3 horas atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

E daquela vez o primeiro vice num Slam de quadra dura e o terceiro seguido pro espanhol, depois de RG e WB.

Acho que os dois no caso, kkkk.

Leandro
Leandro
21 horas atrás

Acompanhando o desenvolvimento do Fonseca e vejo um jogador promissor e talentoso ,mas acho q ele tem q focar mais em seus primeiros serviços(o q lhe dar muitos pontos grátis)além de um app em pontos importantes,às vezes dosar um pouco a agressividade nesses pontos e entrar no ponto literalmente,deixar o adversário TB forçar o erro !!Não concordo com esse calendário tão enxuto (a não ser q tenha um problema crônico ),o q acho improvável!!Mas tem tudo p dar muito orgulho p nosso tênis nacional

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
22 horas atrás

Ia ser Rafa Jodar, que chegou a pular numa perna só, antes de chamar o mágico Fisio e pedir Papai para botar cadarço em Tênis ( ridículo) , mas foi Bem Shelton. A conta chegou mais cedo que prevíamos. Jogar os 3 Torneios em sequência, somente na cabeça de lunáticos. Metade de Winners do bom Português. Pior aproveitamento de primeiro e segundo Serviços, na rápida Cincy ??? . Esse ATP 500 de Washington não serve de preparação para nada , termina no mesmo dia que começa o primeiro dos Masters 1000. Abs !

SANDRA
SANDRA
22 horas atrás

Dalcim se o Djokovic sempre tem esses problemas com o calor e ele chama público, porque o torneio põe ele para jogar a essa hora ? Ou se o físico não dá mais mesmo ?

Andre Borges
Andre Borges
20 horas atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

A idade vai chegando o cobertor fica curto rs rs rs

Marquinhos
Marquinhos
22 horas atrás

mas é melhor.

Marquinhos
Marquinhos
22 horas atrás

Mais é melhor ler certas coisas do que ser cego.

Marquinhos
Marquinhos
22 horas atrás

O tipo de comentário que leio de fanáticos: “Novak é disparado o melhor e maior tenista de todos os tempos e maior atleta da história”
Tá batendo o desespero nos caras, já que o sérvio não consegue nem tirar mais pirulito da boca de criança, apanha de qualquer um em qualquer lugar. Fim de carreira patetico.

Vai acumulando recordes negativos do tupo: “Jogador que mais perdeu para adversários diferentes em finais de slam ou jogador do big 3 que mais tomou 3×0 em finais de slam e que tomou mais 3×0, em finais de slam, para oponentes diferentes.

Aposto que o sérvio arrogante e egocêntrico pensava que poderia vencer uns 30 slam, só não contava que surgiriam dois garotos melhores e mais técnicos que ele!

Paulo Almeida
Paulo Almeida
13 horas atrás
Responder para  Marquinhos

Os números provam exatamente isso, tanto no tênis quanto nos esportes em geral. Seu esperneio quando o GOAT perde não muda nada. Aliás, já faz mais de 18 anos que a era fraca acabou e o suíço foi destronado, virando coadjuvante dos rivais desde então.

Djoko vai cair um pouco ao final de Cincy, mas ainda é o 5º do mundo com 39 anos e 3 meses. Fim patético mesmo foi ter sido aniquilado pelo embrião Aliassime e pelo poderoso Hurkacz na grama.

Os dois são inferiores ao prime Djoko e tiveram que esperar este atingir idade muito avançada para terem domínio. Mesmo assim, perderam algumas, uma no AO desse ano inclusive.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
11 horas atrás
Responder para  Paulo Almeida

Nunca vi um coadjuvante com 103 ATPs e 16 anos Consecutivos como Tenista mais bem pago do Planeta. Com Técnica inigualável, de quebra é o único Tenista Bilionário da história, e com os Três maiores públicos pagantes do Esporte. Somente Turminha da Kombi para querer empurrar o roboztnho como ” goat ” . Se aposentou, ninguém tá nem aí. Jannik Sinner já é bem superior a Djokovic de 2011 , que somente venceu 2 Slam nos dois anos seguintes . Carlos Alcaraz tem os golpes que Sérvio jamais terá. Que dureza…Ps : Federer aos 38 , varreu Djokovic no ATP Finals 2019 e terminou como N 3 do Mundo. Feito não igualado por Novak Djokovic. Rsrsrs,Abs !

Paulo Almeida
Paulo Almeida
9 horas atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Foi um bom coadjuvante a partir de 2008, mas coadjuvante. Ganhou “apenas” 8 Slams depois de 26 anos completos e 4 depois dos 30.

Estás desatualizado: Federer perdeu mais de 50 milhões de dólares semana passada e saiu do rol dos bilionários. Bom, Djokovic é disparado o tenista que mais recebeu em premiações, quase 200 milhões, que é o que conta (o esforço em quadra).

Djokovic de 2011 ganhou 3 Slams e 5 Masters. Sinner já não conseguirá isso em 2026. O que 2012 e 2013 têm a ver? Rsrs.

Alcaraz jamais terá golpes que o sérvio possui e sei não se ele voltará a ter aquela marretada de direita.

Varreu e depois foi varrido pelo Tsitsipas em seus diretos, kkkkkkk. Abs!

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
8 horas atrás
Responder para  Paulo Almeida

Uma queda momentânea de ações da ON tira o cara do posto???. Pareces criança rs . Sérvio terminou 2011 com 4 Slam e Sinner já possui 5 e todos os 9 Masters. Em 2012 aos 25 , é que Djokovic levou o 5 . Sinner notoriamente melhor em conquistas e jogo na mesma idade . E tem até 2028 para abrir larga vantagem. Estás desesperado por não haver o reconhecimento que imaginavas . Quanto mais ele perambular pelas quadras , pior fica . Aguardemos. Rsrsrs,Abs !

Marquinhos
Marquinhos
9 horas atrás
Responder para  Paulo Almeida

Novak vencia Sinner e Alcaraz eram fraldinhas longe da maturidade e auge. Hj só vence um dos dois quando eles jogam muito abaixo, já que são muito superiores a qualquer versão do sérvio.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
8 horas atrás
Responder para  Marquinhos

Não, já vencia Alcaraz com 4 títulos de Slam; foi campeão olímpico em cima deste em sets diretos e depois passou o trator no AO 2025 mesmo com um rasgo na coxa.

No AO 2026, Sinner jogou muito bem, fez 72 winners, mas GOAT com quase 39 anos foi superior nos pontos importantes. As versões de 2011 e 2015 humilhariam qualquer versão dos dois. Apanharam até do GOAT bem veterano de 2023.

Segura o choro, Marquinhos.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
5 horas atrás
Responder para  Marquinhos

Eu não sei como representar uma gargalhada, apenas digitando.
Seu comentário é hilário.
Os fãs do sérvio são satisfeitos pelo que ele já fez e todos os lúcidos, fãs ou não, sabem o quão difícil é, produzir mais quando se envelhece.
Não somos nós os desesperados.
Desespero se vê perfeitamente no que você escreveu.
Se é um fato que ele perdeu várias finais de 3×0 para vários adversários, fato é também, que venceu muito mais pelo mesmo placar. E é isso que importa, afinal, ninguém venceu mais que ele.
Tem apenas um record que eu detestaria se ele igualasse: se aposentar com um pneu, na Central de um GS.

Marco Aurelio
Marco Aurelio
22 horas atrás

Como bem apontou o mestre Dalcim, nosso João Fonseca teve um pouco de sorte. E venceu. Felizmente!! Vá em frente, João Fonseca e equipe. Em frente!!!

Ronildo
Ronildo
23 horas atrás

Djokovic já poderia ter se aposentado. Ele certamente queria chegar aos 3 dígitos em torneios para fazer frente aos 105 de Federer e já conseguiu. Agora não há muito o que acrescentar e tudo tem se tornado um martírio visto que praticamente todos jogam igual ele e são mais jovens de maneira que simplesmente correm mais e se cansam menos.

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
23 horas atrás
Responder para  Ronildo

Que eu saiba, o Federer tem 103 títulos. E Jimmy Connors, 109. Mas claro que o + importante é a quantidade de Big Titles.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
21 horas atrás
Responder para  Maurício Sabbag

Até tu , Maurício ? . Quantos bigtitles possuem Laver , Vilas , Connors, Borg , McEnroe, Lendl , e CIA ? . Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
5 horas atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Vários, mas, menos que Novak Djokovic.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
4 horas atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Errado: ATP sumiu com vários bigtitles das feras do Circuito WCT ( era concomitante com ATP ) . Ela instituiu a partir de 90 esta denominação e somente conta os Slam e Finals dos citados como bigtitles. Ou seja , existiam os mesmos Masters que não são reconhecidos . Entre no Site e pergunte quantos bigtitles tem Jimmy Connors?. Abs !

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
20 horas atrás
Responder para  Maurício Sabbag

Na cara não rsrs

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
11 horas atrás
Responder para  Paulo Sérgio

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk, Abs !

Ronildo
Ronildo
12 horas atrás
Responder para  Maurício Sabbag

Verdade Maurício, são 103. Sobre os “Big Titles”, Federer é recordista do Super-Big Title, com 8.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
5 horas atrás
Responder para  Ronildo

Ronildo, eu prefiro quando você detona o sérvio. Na pasta passada você disse que ele ganharia fácil do argentino.
E deu no que deu.

Jony
Jony
1 dia atrás

85 vitórias do Nico Mattar em piso sintético na carreira. Marca nada desprezível, não Dalcim? Foi muito legal acompanhar a carreira dele, do Motta, Oncins e tantos outros naquele final da década de 80 e início dos anos 90, quando as emissoras de TV começaram a fazer uma cobertura mais ampla do circuito e chegamos a ter 4 Grand Prix (o equivalente aos torneios ATP 250 nos dias atuais) por ano no Brasil. E olha que a pontuação do ATP de Itaparica era maior, talvez o equivalente a um ATP 500 atualmente. Sem falar nos mais de 20 torneios do circuito challenger que o país sediava por ano. Bons tempos. Quanto ao Fonseca, mais uma vitória em um Master 1000, demonstrando, na semana que ele ainda vai completar 20 anos, que provavelmente teremos mesmo um tenista que vai brigar por um bom tempo pelas mais altas posições no ranking mundial. Que venha muito mais.

AKC
AKC
11 horas atrás
Responder para  Jony

Lembro de ver, na Bandeirantes, o Agassi ganhando seu primeiro título, em Itaparica. Acho que o do Nadal também foi aqui, no Sauípe. Perdoem-me alguma imprecisão, mas acho que é isso mesmo.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
5 horas atrás
Responder para  AKC

O primeiro do Nadal foi em Sopot, na Polônia, no ano anterior.
No Sauípe, foi o seu segundo.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
4 horas atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

E o de Djokovic a família comprou para fazer o extinto Belgradao. Sérvio brigou com o Presidente e o transferiu para Atenas …Abs !

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
1 dia atrás

Não tem muito segredo. O Fonseca tem que seguir por etapas. Prioridade 1: defender pontos. Prioridade 2: ir jogo a jogo evoluindo.
Obviamente que pros não poucos apressados torcedores, nada tá bom. Ainda mais que o Jodar, da mesma idade, é agora 11 do mundo.
Ora pitondas… a idade é a mesma, mas as coincidências param por aí. Outro físico, outra cabeça, outra equipe.
“Devagar com o andor, que o santo é de barro” como eu já andei mencionando anteriormente.

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
23 horas atrás
Responder para  Maurício Sabbag

Aliás, alguns torcedores são o chamado “saco sem fundo”. Se o Fonseca já fosse 10 do mundo, estariam cobrando pra entrar pra zona de classificação do Finals. E se fosse oitavo, por que ainda não entrou pro Top Five?
Assim é fácil, né? Digitar um teclado sentados num sofá com uma cervejinha do lado, um tiragosto do outro e uma barriga indecente que nem dá pra abotoar a camisa.

João Matheus Catta Preta
João Matheus Catta Preta
21 horas atrás
Responder para  Maurício Sabbag

Outra sorte nas chaves. Compara as chaves do Joao com a do Jodar, o espanhol vem tendo uma vida muito mais facil

Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 dia atrás

Dalcim, queria te pedir uma opinião sobre as aspectos da partida de ontem noite: vc acha que o Jodar simulou algum problema? Claro que nenhum de nós pode afirmar nada com certeza, mas me chamou a atenção o comentário irônico do Silvio Bastos: esse fisioterapeuta deve ser o melhor do mundo depois dessa recuperação tão rápida. E depois ainda teve o detalhe do cadarço do tênis…

Luiz Fernando
Luiz Fernando
23 horas atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

O cadarço de fato arrebentou, claro que isso não foi fingimento, mas acho que a demora que vimos e vc citou como certeza contribuiu para tirar o Shapovalov do jogo…

André Aguiar
André Aguiar
21 horas atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Não dá mesmo para fingir ou forçar ruptura do cadarço, mas é curioso ver isso acontecer tanto com esse rapaz. Que calçado ruim é esse?

Gilvan
Gilvan
4 horas atrás
Responder para  André Aguiar

Olha que já teve goleiro de seleção entrando com uma navalha escondida na luva e cortou o próprio rosto com ela para fingir ter sido atingido por um morteiro, no episódio da fogueteira do Maracanã. Eu não duvido de nada no esporte de alto rendimento. Os atletas são capazes de tudo para vencer, seja dentro ou fora das regras.

Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 dia atrás

O holandês fez uma boa campanha em Montreal, jogando bem e com agressividade. Ontem na TV o repórter inclusive expos que ele havia inclusive conseguido uma melhora física significante; com esse conjunto eu esperava muitas dificuldades para o JF hj, mas ele de fato conseguiu se manter sereno e venceu sem sustos. Boa vitoria contra um adversário perigoso…

Wilson Luiz
Wilson Luiz
1 dia atrás

Você já deve per respondido isso umas vinte vezes, Dalcim, mas, quando o jogador estréia na segunda rodada, ele ganha os pontos da primeira?

Jorge Luiz
Jorge Luiz
1 dia atrás

Dalcim,no post da vitória do Fonseca foi liberado alguém usar o termo patriotario o que é lamentável sobre todos os aspectos, principalmente pq este site não é sobre política,espero que a minha resposta para o comentário infeliz tbm seja liberado, afinal estamos ou não em uma democracia?

Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br
Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br

Comunicar erro

Comunique a redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nessa página.

Obs.: Link e título da página são enviados automaticamente ao TenisBrasil.