Rio de Janeiro (RJ) – O primeiro finalista do Rio Open acabou saindo da semifinal que começou por último. Depois de um atraso por chuva no sábado, o chileno Alejandro Tabilo aproveitou o calor do domingo para passar sem grandes sustos pelo peruano Ignacio Buse, gastando 1h12 para marcar duplo 6/3.
Tabilo espera agora pela definição da segunda semifinal, entre Tomas Etcheverry e Vit Kopriva. Curiosamente, este jogo começou no sábado e foi interrompido com 5/4 no primeiro set. O tcheco confirmou o saque para fechar a primeira parcial na volta, no domingo, mas o argentino reagiu e empatou.
Será a primeira final de Tabilo no Rio Open, que tenta repetir o compatriota Cristian Garin, campeão do torneio em 2020, justamente quando também houve rodada dupla no domingo com semifinais e finais acontecendo no mesmo dia.
Após muita chuva, o vilão da rodada foi o calor. Buse sentiu mais a temperatura do que Tabilo e chegou a pedir atendimento médico logo que perdeu o primeiro set por 6/3. Ele chegou a abrir 2/1 e saque, mas então sofreu duas quebras seguidas e perdeu os próximos quatro games. O chileno administrou a vantagem e saiu na frente.
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O segundo set foi parelho, mas com leve vantagem de Tabilo que anotou um break no sétimo game e depois selou a vitória com mais uma quebra, fechando no quarto match-point que teve. Ele acertou 17 bolas vencedoras e venceu 85% dos pontos com o primeiro saque.

Calor atrasa programação
A outra semifinal do dia foi interrompida após o segundo set por causa da regra de calor extremo da ATP. Logo após Etcheverry garantir o empate ao vencer o segundo set por 7/6 (7-2), tendo perdido o primeiro por 4/6, o marcador de calor atingiu a marca de 33,4, acima do máximo permitido (32,2). Por causa disso, os jogadores saíram de quadra e esperaram baixar a temperatura.
Depois de mais de 1h30 de paralisação, Etcheverry e Kopriva foram chamados para retornar à quadra Guga Kuerten para definir quem enfrentará Tabilo na decisão. A paralização tem tudo para atrapalhar a programação da final de duplas, marcada para acontecer não antes das 14h30














Várias adversidades neste Rio Open, desistências antes e durante, calor, chuva, falta de energia, cambistas a rodo, pouca audiência algumas vezes, remarcações negadas, remarcações efetivadas, horários difíceis, parece que a data colabora tbém pra piorar tudo, uma verdadeira maratona extra tênis, o que talvez não anda atraindo muito para os que não são da américa do sul, sem contar o open Argentino, também no saibro exaustivo, grudado e antes, deixando um bagaço os que avançam por lá e tentam vir pra cá jogar depois sabendo que não vai ser fácil dentro e fora da quadra!
e a fiesta continua! depois do Garin, o Tabillo mandando ver no Rio. palmas! tem cara de brabo ele mas acho que só parece!