PLACAR

Sorteio masculino mostra equilíbrio e dúvidas

Há um pouco de tudo na formação da chave masculina do Australian Open, que começa na noite deste sábado para os brasileiros. Os quatro grandes nomes encaram rodadas fáceis mas também bons desafios. Ao mesmo tempo, há dúvidas sobre todos eles, já que apenas Novak Djokovic se exercitou para valer no começo de 2024, enquanto Carlos Alcaraz optou por exibições e viagens, Jannik Sinner e Daniil Medvedev preferiram mínimo desgaste.

A primeira pergunta a responder é se Djokovic está plenamente recuperado do punho. Em caso afirmativo, tem interessantes mas pouco perigosas rodadas iniciais, já que começa com um qualificado, deve ter depois Alexei Popyrin e então Tomas Etcheverry, embora seria muito especial cruzar com Andy Murray e reviver os bons tempos. O escocês, se passar pelo argentino, pode enfrentar Gael Monfils na segunda rodada e ter um autêntico ‘revival’.

O canhoto Ben Shelton, o mesmo que desafiou Nole nas semifinais do US Open, é cotado natural para as oitavas. Antes disso, encara uma chave de adversários experientes, como a estreia diante de Roberto Bautista e mais à frente o sempre perigoso Adrian Mannarino.

Para fechar o quadrante e se garantir nas quartas, Djokovic aguardaria Taylor Fritz ou Stefanos Tsitsipas, confrontos nos quais seria amplo favorito. O grego, ainda sem dar sinais de reação, começa diante de Matteo Berrettini e ainda teria Jordan Thompson e Lorenzo Musetti no caminho, o que indica pelo menos esforço e muito suor.

Candidato natural à semi contra Djoko, Sinner fechou muito bem 2023 e optou por não fazer preparativos para o Australian Open, exceto amistosos. Estreia contra o agressivo Botic van de Zandschulp e pode ter trabalho nas oitavas, seja com Karen Khachanov ou Frances Tiafoe. Por fim, as quartas lhe reservam oponentes perigosos. Alex de Minaur está jogando o melhor tênis de sua vida, tem a torcida e uma chave promissora até esbarrar em Andrey Rublev, ainda que o russo tenha Christopher Eubanks e Sebastian Korda no seu setor. Ele é também o primeiro adversário de Thiago Wild. Será que o paranaense repete Roland Garros?

A parte inferior ficou bem interessante também. Impedido de competir em 2023 por conta de contusão, Carlos Alcaraz tem Richard Gasquet como primeiro adversário e aguarda Dan Evans ou Lorenzo Sonego, jogadores capazes de dar trabalho mas sem ameaça real. Alexander Bublik em eventual terceira rodada sugere maior cuidado, especialmente se o piso estiver mesmo mais veloz.

Assim, vejo Tommy Paul como o primeiro real teste do espanhol, já que é um tenista muito consistente da base e capaz de aguentar a correria. Até porque tudo indica que Alexander Zverev será a barreira de quartas e aí o espanhol vai precisar de muitos recursos. Sascha pode cruzar com Jiri Lehecka e depois com Cameron Norrie ou Casper Ruud.

Medvedev decidiu também não fazer preparativos e guarda o máximo de energia. Seu setor também se mostra equilibrado, com dificuldades crescentes. O primeiro jogo é contra um qualificado, depois Emil Ruusuovi e quem passar de Félix Aliassime e Dominic Thiem, ambos em momento de baixa.

Até aí, o Urso não tem do que se queixar. A coisa começa a se complicar com possível duelo contra Grigor Dimitrov e em seguida Holger Rune ou Hubert Hurkacz. Vale observar que o polonês ganhou três dos cinco duelos e os dois mais recentes, embora ambos em 2022.

Dessa forma, há muita chance de o Australian Open ver os quatro melhores do mundo em suas semifnais. Não seria nada ruim rever Djokovic x Sinner e Alcaraz x Medvedev. Se chegarmos lá, o título estará aberto, ainda que o sérvio seja sempre favorito em Melbourne.

49 Comentários
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Leonardo
Leonardo
1 mês atrás

Djokovic é amplo favorito, mas como bem disse a reportagem, tem um ponto de interrogação na condição do seu pulso. Tem que aproveitar o ultimo ou penultimo ano de altissimo nivel. Já está chegando aos 37 anos e na temporada 2025 vai ter 38. Em algum momento, por mais fantastico que seja, a velocidade e explosão vão diminuir e vai ser complicado ganhar GS. Mas por enquanto, aos 36 e 8 meses parece um jovem de 22 anos jogando. Alcaraz, Medvedev, Sinner e os outros que se cuidem.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  Leonardo

Punho, que é diferente de pulso.

Leo
Leo
1 mês atrás
Responder para  Paulo Almeida

Tem razão. Valeu

Valdir
Valdir
1 mês atrás

Djokovic foi bem rápido pra arrumar a narrativa de contusão fake (de novo) pra tentar tirar um pouco do favoritismo das costas. Ainda tem o bônus, quando eventualmente ganhar o título a narrativa de herói que venceu contundido vem de graça.
Parece aqueles panfletos e religiosos picaretas que “curam” doenças.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  Valdir

Sim, mais uma lesão fake registrada em vídeo no momento em que aconteceu.

Ah, esse sofrimento terceirete que não terá fim nem com a aposentadoria do GOATaço!

RODRIGO
RODRIGO
1 mês atrás

Piada essa chave do sérvio. Que entressafra triste. O que virou o tênis masculino, já que o feminino não vale nem a pena comentar! Saudades da época de Roger. O nível era muito mais alto, sem sombra de dúvida! E é claro Dalcim que nosso Goat fake estará plenamente recuperado do migué, digo, contusão no punho. Que dúvida!!!!

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  RODRIGO

Saudades do terceirete apanhar do djoko?

RODRIGO
RODRIGO
1 mês atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Mas vamos acompanhar o AO 2024 com toda certeza. Nesse torneio, espero finalmente, poder ver nosso Goat fake acertar o primeiro smash da carreira. Estou otimista!!!

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  RODRIGO

Há vídeos em 240p no YouTube das finais contra Philippoussis, Baghdatis, González, Roddick etc.

É só matar a saudade por lá daquela era fortíssima!

RODRIGO
RODRIGO
1 mês atrás
Responder para  Paulo Almeida

Fala a verdade. Você já viu quantas vezes os jogos do REI FEDERER no youtube? Também não canso de assistir!!! Aquilo sim era tênis, não é?

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  RODRIGO

Vi inúmeras vezes os confrontos do GOATaço Djoko contra o Terceirão, especialmente as 4 semifinais do AO (aquela de 2016 foi uma surra e tanto), as 3 finais de Wimbledon e a final do USO 2015. É sempre um deleite!

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Paulo Almeida

WIMBLEDON 2003 , M.Philippoussis 6 x 3 , 2 x 6 , 6 x 7 , 6 x 3 , 6 x 4 A. Agassi – Quartas . AOPEN 2007 , Gonzalez 6 x 2 , 6 x 4 , 6 x 3 R. Nadal – Quartas . AOPEN 2006 , BAGHDATIS 3 x 6 , 5 x 7 , 6 x 3 , 6 x 4 , 6 x 4 NALBANDIAN – Semi . WIMBLEDON 2009 , A. Roddick 6 x 4 , 4 x 6 , 7 x 6 , 7 x 6 A. Murray- Semi . Djokovic CAIU : 1 Rodada AOPEN 2006 , AOPEN 2007 em Sets diretos pra Federer, Oitavas. WIMBLEDON 2009 pra Tommy Haas nas quartas. É falta de conhecimento ? , recalque? . Exceto em 2003 , Djokovic e Nadal estavam presentes e caíram fora cedo . Esta é a ” entressafra” cínica do SR Paulo Almeida…kkkkkkk. Abs!

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Pare de forçar, Sr. SR.

Djoko era embrião em 2006 e início de 2007 e o feto Nadal era Saibral até 2008 e por isso mesmo caíram cedo naqueles torneios molezinha vencidos contra o 2° e o 3° Rei Mago.

Quanto ao Roddick, me referi às finais de Wimbledon 2004, 2005 e USO 2006. 2009 já não era entressafra, mas o Nadal não jogou e o Craque Djoko ainda sofria horrores com o glúten.

Aproveite e também reveja as finais recomendadas contra aqueles adversários excepcionais. Pode até encontrar em 480p com sorte!

Rsrsrsrsrs, abs!

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Paulo Almeida

Exato. O ” goat ” somente venceu 3 SLAM e apanhou em WIMBLEDON 2023 , devido a Alcaraz , SINNER e Rune serem também embriões e FETOS . Uma autêntica outra ” entressafra” kkkkkkkkkkkkk. Abs!

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  RODRIGO

E o seu super Tourinho Alcaraz? Já desistiu do futuro GOAT até 2030 no máximo?

Denilson Silva
Denilson Silva
1 mês atrás
Responder para  RODRIGO

Época do Federer é a mesma do Nadal, Djokovic.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Denilson Silva

Exato, caro Denilson. O Sr Paulo Almeida se morde quando lembram de Djokovic esquentando o N3 de 2007 a 2011 . Ficou sem vencer SLAM de 2008 a 2011. Culpa dos glúteos kkkkkkkk. Abs!

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Djoko venceu slam em 2008 e venceu 3 em 2011, caro desinformado.
Seu argumento não faz nenhum sentido. Federer tinha 16 slam contra 1 de Djoko em dezembro de 2010. Hoje tem 4 majors a menos e contando. Não recorte um período específico, pois o que importa é o todo.

24 > 20

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  Paulo Sérgio

PS,

Na verdade, já em janeiro de 2010 após a conquista do AO. Depois foram míseros 4 Slams até a aposentadoria em 2022, um a cada 3 anos em média.

1×16 virando 24×20 foi certamente a maior virada da história em qualquer modalidade esportiva.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  Paulo Almeida

PA,
Eu mencionei dezembro de 2010 porque a virada começa em 2011.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Falou a sumidade dos bigtitles da época de Laver e Borg . O argumento faz todo sentido pois venceu SLAM em 2008 e passou ZERADO em 2009 e 2010 , somente apanhando, e já era N 3 desde 2007 . Teu fanatismo é que não cola SR Paulinho. Aliás porque o tal ” goat ” ainda não foi totalmente reconhecido pra desespero da Kombi e de Papai . O caroa só falta ter uma síncope com esta história…kkkkkkkk. Federer tem também um número de conquistas Espetacular ( 103 ATP ) , e um Tênis cuja magia jamais foi igualada . Rsrs , Abs!

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Quem disse que o goat não foi reconhecido como tal? Basta olhar o que dizem os tenistas. Você viu que Mcenroe afirmou que Djoko é o tenista mais técnico da história? Viu a declaração do di Menor após ter vencido o goat na United Cup? Não leu e ouviu Dalcim?
Os Big Titles são do Djoko e não meus. Aliás, quem é o maior vencedor mesmo?

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Sampras foi eleito GOAT em 2000 com apenas 11 MASTERS 1000 . A ATP inventou em 2009 , mas não solucionou o pra trás quando havia paralelamente o Circuito WCT. Se Djokovic tivesse o jogo mais espetacular já seria reconhecido há muito. Os Ex-Jogadores citados por ti , já mudaram de opinião N Vezes e são minoria. Repito, se começar a apanhar dos garotos vai continuar o que já é. O mais eficiente jogador da história. Jamais ” goat ” … Rsrsrs, Abs !

Evaldo Moreira
1 mês atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Ops, Mac disse o que mesmo?
Mais técnico da história…vamos ser realista Paulo, tem muito mais tenista com a técnica refinada , e melhor que a do Djko, isso é fato, se ele melhorou a técnica como o velho Mac diz, então veio bem mais tarde, e não no começço da carreira dele, e claro, os números do servio expetacular, mas muito espetacular, mas em termos de técnica, há um grupo de jogadores muito melhor que ele, com certeza.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  Evaldo Moreira

Prezado Evaldo,

Eu acho que você está confundindo técnica com plasticidade. Djoko é top 3 fácil em termos de técnica. Vejamos: lob sem igual: capacidade de mudar a direção da bolinha; backhand espetacular; forehand underrated; excelente fundo de quadra; defesa excepcional; leitura tática inigualável; voleio excelente; saque eficiente; slice excelente. O único golpe na média é o smash, mas já ganhou slam com ele (US OPEN 2018; RG 2021; AO 2021).
Vocês confundem técnica com plasticidade. Ronaldinho Gaúcho é mais plástico do que Pelé, mas não é mais técnico.

Refaelov
Refaelov
1 mês atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Perfeito o comentário Paulo, muitos se perdem nessa confusão..

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  Refaelov

Valeu.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Quem confunde tudo relacionado ao Esporte és tu . Acredito eu por ter vindo do futebol , e acompanhar há pouco tempo , chegou observando a tabela de títulos da ATP e WTA , escolhendo Djokovic e Serena pra torcer. Roger Federer está muito longe de apenas plasticidade. O Sérvio jamais terá seu jogo de rede , execução de bate prontos geniais de qualquer canto da quadra , o que requer uma técnica apuradíssima que somente Sampras se aproximou. Nadal já afirmou várias vezes que a capacidade de mudar a direção do Suíço e’ inigualável. Novak Djokovic assustadoramente melhorou todos os fundamentos, sem dúvidas. Possui a melhor devolução e Backhand de duas mãos da história. O próprio McEnroe afirmou pouco depois de sua aposentadoria, que Federer foi o maior jogador que já tinha visto empunhar uma raquete. Quanto ao mental e estratégia, Nadal e Djokovic se mostraram superiores ao Craque Suíço. Abs!

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Acompanho tênis desde 1997. Você falou, falou e não disse nada. Você apenas emitiu opinião de torcedor fanático e mais nada. Federer é excelente na técnica também, mas é inferior ao Djoko (jogo de fundo de quadra inferior; defesa inferior; lob inferior; backhand inferior; leitura tática inferior). O suíço ganha no saque, slice, jogo de rede, smash. No entanto, o sérvio ganha no conjunto. A técnica superior foi confirmada na prática com os inúmeros recordes. Tênis não é disputa freestyle. A técnica tem que ser aplicada na quadra e a realidade mostrou quem é superior. Opinião pessoal é só opinião. Não adianta tentar diminuir quem que seja.
Sobre a Serena: é a minha favorita, mas o goatismo dela não é unanimidade porque não monopoliza todos os recordes como o sérvio. O debate está aberto no feminino.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Outra coisa: quem torce para os queridinhos da mídia é você. Federer primeiro e agora Alcaraz, mas acho que a torcida para o espanhol é fake. Você deseja apenas que ele ultrapasse os recordes do goat.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Aí mostras toda a tua insegurança e imaturidade . Já te disse N vezes que ao ver Carlos Alcaraz treinar aqui no Rio Open 2021 , vi que com a aposentadoria do Suíço, Tourinho Assassino passaria a ter minha Torcida . Nada a ver com torcida fake . Ele tem todos os golpes que me agradam , além de ser um verdadeiro desportista na acepção da palavra . Abs!

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Só falta dizer que Djoko ganha no roubo. De qualquer forma, 24 > 20 > 2

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Não publicaram meu outro comentário. Vou resumir: Djoko é mais técnico e sua superioridade foi demonstrada dentro de quadra. Não confundir plasticidade com técnica.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Djokovic jamais será mais técnico. Ele executa golpes extraordinários , mas longe de ser com a técnica apurada do Suíço. Tudo para Federer parecia muito fácil, ao contrário do esforço que Sérvio precisa até para Smash, Voleio etc…Abs!

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Foi um esforço danado para ganhar 70 big titles kkkkk.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Eu me mordo realmente vendo 407×310 no site da ATP ou no Wikipédia.

Rsrs, abs!

Rafael
Rafael
1 mês atrás

Achei a chave do Alcaraz a mais difícil. O espanhol terá que jogar muito para chegar nas semis. Concorda, mestre?

Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 mês atrás

Finalmente um sorteio mais equilibrado em um GS. Creio q Djoko e Alcaraz, os principais candidatos ao titulo, devem superar a primeira semana sem dificuldades exageradas, salvo por problemas físicos. Também vejo Sinner e Medvedev superando essa fase. A segunda semana sempre pode guardar surpresas. Como q semana q vem será minha segunda semana de ferias, que maravilha…

Adle
Adle
1 mês atrás
Responder para  Luiz Fernando

Não achei muito equilibrada não. A do Djoko está bem mais fácil, aliás como sempre.

Maurício Luís *
Maurício Luís *
1 mês atrás

Prezado Dalcim, uma pergunta sobre o quali. Uma vez definido os finalistas do quali, a distribuição deles pelas chaves é feita por sorteio, ou a vaga já está pré-determinada pra cada vencedor dentro da chave principal? Grato desde já.

Maurício Luís *
Maurício Luís *
1 mês atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Muito obrigado Dalcim

Carlos Alberto Ribeiro da Silva
Carlos Alberto Ribeiro da Silva
1 mês atrás

Os fãs do Federer e do Nadal sempre se utilizando da teoria da conspiração para colocar em dúvida as declarações e atitudes do Djokovic. E assim acabam também colocando em dúvida a reputação dos ortopedistas, fisioterapeutas e demais profissionais que trabalham nos torneios, dando a entender que todos, além de suas profissões originais, são também atores que são coniventes e contribuem para as encenações do Djokovic. Até parece que, se um jogador chegar a fingir alguma contusão ou lesão, nem precisa jogar o seu melhor para ganhar, porque o fingimento e a encenação já seriam suficientes pra desconcentrar e desestabilizar seus adversários, a ponto de o jogo se tornar bem mais fácil.

Rogério Pedroso
Rogério Pedroso
1 mês atrás

Extra! Extra! Nagal vai jogar o AO!

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
1 mês atrás

“BIA BATE DUPLA FRANCESA e fatura 1° título do ano”, ou seja, a imparcialidade aqui passou muito longe da acepção patrioteira. Alguém de alma pura há de lembrar que o mais importante é o teor da matéria, como uma espécie de passada de pano para a infame parcialidade. Por outro lado, caso o enunciado seja capenga, quem se interessaria por um carro com problemas nos freios? Em se tratando de mercado automobilístico, corre-se este risco, já que o marqueteiro apenas tenta vender areia no deserto. Exagerando um pouco mais no viés metafórico, é como se Maria da Graça Meneghel recontratasse a dama de ferro Marlene Mattos para gerir sua carreira, mesmo considerando-se o histórico de cabeçadas entre ambas. O que quero dizer, enfim, é que a oferta em questão sugere a brilhante ideia de uma partida de tênis entre três jogadoras, e pasmem, com a formação em dupla saindo derrotada, na visão de péssimos entendedores feito eu. Ou seria eu o único? Não é tragicômico, meus “amigos”? Ainda assim, vai Brasil!!

Roberto
Roberto
1 mês atrás

Olá, Dalcin. Desculpa o comentário meio fora de contexto, mas aproveitando que vocês alteraram o layout do site recentemente, queria avisar que no desk está com vários bugs e problemas de usabilidade, mas de longe o mais irritante é o fato das notícias que ficam no banner principal a gente não conseguir abri-las em outra guia, nem usando o botão direito do mouse mostra a opção “abrir em uma nova guia”. O lado bom, é que esse problema de usabilidade tá fazendo a galera trabalhar mais aqui na firma (sim, todo mundo aqui é viciado em tênis). Abraços!

José Nilton
Editor
José Nilton
1 mês atrás
Responder para  Roberto

Nenhum outro internauta relatou dificuldades ou bugs com a home no desktop, Roberto. Peço que você use o email joni@tenisbrasil.com.br e relate os problemas para que possamos acionar a equipe técnica. Grato e abraço.

Thiago
1 mês atrás

O Australian Open masculino promete uma emocionante mistura de desafios e nostalgia. Djokovic inicia com um caminho aparentemente tranquilo, mas dúvidas persistem sobre sua recuperação no punho. Sinner e Alcaraz optaram por abordagens diferentes de preparação, enfrentando oponentes intrigantes. O torneio pode culminar em emocionantes semifinais, como Djokovic x Sinner e Alcaraz x Medvedev, oferecendo uma perspectiva aberta para o título. Os fãs podem esperar uma competição envolvente, onde a incerteza e as surpresas estão à espreita.

Gustavo
Gustavo
1 mês atrás

Estávamos todos de férias qdo foi sancionada a lei das apostas esportivas.
Vai ter 15% de IRPF sobre os prêmios líquidos.
Não vai ter faixa de isenção.
.
.
Detalhe: zero previsão de retenção na fonte.
.
Quero ver todo mundo aprendendo a fazer DARF. Ehheheheh

Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br
Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br

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