Melbourne (Austrália) – De volta à final do Australian Open depois de três anos, Elena Rybakina ainda não perdeu sets na competição e sente que evoluiu ao longo do torneio. Ainda em busca de um título inédito em Melbourne, a atual número 5 do mundo conta com um bom desempenho no saque para derrubar a líder do ranking e bicampeã, Aryna Sabalenka, na final do próximo sábado.
“Estou muito feliz com a vitória de hoje”, disse Rybakina após vencer a semifinal contra Jessica Pegula por 6/3 e 7/6 (9-7). “O segundo set foi muito difícil, mas estou feliz por ter conseguido vencer. Acho que melhorei ao longo de todo o torneio. Embora eu não tenha começado o torneio na minha melhor forma, melhorei ao longo dele e joguei melhor a cada partida”.
A cazaque teve o serviço quebrado nas duas vezes que sacou para o jogo nesta quinta-feira, mas prevaleceu no tiebreak e segue sem perder sets no torneio. “Foi uma batalha difícil, um segundo set épico. Estou muito feliz por ter conseguido vencer. A Jessica jogou muito bem e lutou até o fim. Comecei muito bem comparada às partidas anteriores que joguei. No geral, há muitos pontos positivos para tirar”.
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“O saque muitas vezes não funciona tão bem quanto eu gostaria. Então, você precisa estar preparada para vencer com outros aspectos do seu jogo. Acho que agora estou tentando me manter mais calma nessas situações. Por enquanto, tem funcionado. Espero que o saque me ajude no sábado. Mas mesmo que não ajude, vou continuar tentando encontrar o meu caminho”, complementou a cazaque.
Rybakina venceu o duelo mais recente contra Sabalenka na decisão do WTA Finals, mas a número 1 do mundo lidera o histórico por 8 a 6. Será uma oportunidade de revanche para a cazaque, superada pela bielorrussa na final de 2023 em Melbourne. “Aquele jogo foi uma grande batalha, mas acho que no final ela jogou um pouco melhor. Ela mereceu muito a vitória. Quero aproveitar a final. Espero sacar melhor do que hoje e isso vai me ajudar. Estou muito animada para jogar”.
Retomada do trabalho com Vukov
Com 19 vitórias nos últimos 20 jogos, Rybakina também creditou o trabalho do técnico Stefano Vukov, que voltou à equipe depois de ter cumprido uma suspensão da WTA. “Acho que é uma grande ajuda porque ele me conhece melhor do que ninguém. Os conselhos dele na quadra, durante as partidas, fazem diferença. O mesmo acontece com os outros membros da minha equipe. Trabalho com o mesmo fisioterapeuta há bastante tempo e também com o mesmo preparador físico. E o Stefano também contribuiu muito para todos esses resultados”.













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