Montréal (Canadá) – Primeiro australiano a vencer um Masters 1000 desde que Lleyton Hewitt conquistou Indian Wells em 2003, Alexei Popyrin comemorou bastante a conquista em Montréal na última segunda-feira, a maior da carreira até então do tenista de 25 anos, que entrou pela primeira vez no top 30, indo para o 23º lugar no ranking.
“Isso significa muito, por todo o trabalho duro que fiz ao longo dos anos, todos os sacrifícios que fiz. Não só eu, mas minha família, minha namorada, meu time, todos ao meu redor. Eles sacrificaram suas vidas inteiras por mim e para mim vencer isso por eles é simplesmente incrível”, destacou Popyrin, que foi um juvenil de destaque, mas ainda não teve o mesmo sucesso no profissional.
O australiano alcançou a segunda posição no ranking juvenil após encerrar a carreira com 17 vitórias consecutivas e o título de simples masculino de Roland Garros em 2017. Porém, seu primeiro título de ATP veio apenas quatro anos depois, levantando a taça em Cingapura. Além do título agora em Montréal, ele também triunfou em Umag 2023, vencendo todas as finais que disputou.
“Quando eu era juvenil ganhei Roland Garros e fui o número 2 do mundo. Você acha que é obrigado a ter sucesso, a chegar ao topo rápido. Vi como os canadenses fizeram, (Denis) Shapovalov e Félix (Auger-Aliassime) e vi muitos jogadores com quem cresci dando esse grande passo rapidamente. Da minha parte, não foi o caso”, observou Popyrin.
“Para mim, tudo aconteceu um pouco mais tarde, até terminei minha carreira de juvenil mais tarde. O próximo passo seria fácil, mas não foi assim. Quebrar a barreira do top 500 é muito difícil. Ficar no top 100 é ainda mais difícil”, acrescentou o destro de Sydney.
Ocupando a 62ª colocação quando começou a disputa em Montréal, o canadense é o quarto jogador a vencer um Masters 1000 com ranking mais baixo, atrás do croata Borna Coric, 152º ao vencer Cincinatti 2022, o espanhol Roberto Carretero, 143º ao vencer Hamburgo em 1996, e o sueco Mikael Pernfors, 95º ao conquistar Montréal em 1993.
E o pior ou melhor que ele está certo. Podemos ver o Orlando Luz que foi primeiro juvenil. Marcelo zormann segundo .rublev terceiro . E como estão hoje em dia….
Rublev nao foi um bom exemplo.
Acho que vc não entendeu a comparação dele!
2 Brasileiros estiveram na frente do Rublev na mesma geração do Russo, e olha onde ambos estão na carreira hj. Número 1 do mundo juvenil, não significa sucesso no profissional.
Exatamente
Sim
Concordo com vc
Não gosto do comportamento dele .mas foi isso que aconteceu.
Rublev não entra nessa lista
Entra sim .dalcim confirma…?
Se você está se referindo a líderes juvenis que não foram tão longe como se esperava, obviamente Rublev está fora, tanto por títulos de Masters como pelo ranking.
Vc é bem burro.
Esse tem nome de remédio…. Popyrin
RS
..mas está top 30