Pigossi leva virada e não passa da estreia no quali em Auckland

Foto: Fotonic Sports

Auckland (Nova Zelândia) – Primeira brasileira a entrar em quadra em 2026, Laura Pigossi começou a nova temporada com derrota na estreia do qualificatório do WTA 250 de Auckland. Na madrugada deste sábado, a paulista de 31 anos até começou bem, mas acabou superada pela austríaca Lilli Tagger, de 17 anos e 135ª do ranking, com uma virada por 4/6, 6/4 e 6/1, em 2h35 de partida.

Já eliminada nas simples, Pigossi segue no torneio neozelandês para a disputa da chave de duplas ao lado da carioca Ingrid Martins. A parceria nacional inicia campanha diante da Isabelle Haverlag, número 79 do mundo na especialidade, e da britânica Maia Lumsden, 75ª colocada. Em caso de vitória, elas podem enfrentar as chinesas Yifan Xu e Zhaoxuan Yang, terceiras principais favoritas, ou as anfitriãs Monique Barry e Elyse Tse.

Por sua vez, Lilli Tagger enfrentará na rodada final do quali a ucraniana Yuliia Starodubtseva, de 25 anos e número 113 do ranking, que na primeira fase superou a francesa Jessika Ponchet, 152ª, por duplo 6/3.

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Campeã juvenil de Roland Garros no ano passado, Tagger ainda está em fase de transição para o profissional e tenta disputar apenas sua segunda chave principal de WTA na carreira. Em novembro, logo em sua estreia na elite do circuito, ela entrou como convidada no 250 de Jiujiang e chegou à final, perdendo o título para a russa Anna Blinkova em sets diretos.

Tagger leva a melhor em jogo equilibrado

O duelo deste sábado não poderia ter começado melhor para Laura Pigossi, que conquistou uma quebra logo no segundo game e saiu na frente no placar. Lilli Tagger ainda esboçou uma reação ao devolver a quebra e igualar a parcial em 4/4, mas, depois de salvar três break-points no nono game, a número 2 do Brasil e 201ª do mundo voltou a pressionar e garantiu o set com uma nova quebra na sequência.

O segundo set seguiu um roteiro parecido, mas com os papéis invertidos. Desta vez foi a austríaca quem largou melhor, quebrando o saque de Pigossi logo no game inicial. A brasileira reagiu no oitavo game, porém, no nono, Tagger obteve a quebra decisiva e confirmou o serviço com tranquilidade para empatar a partida.

Já no terceiro e decisivo set foram cinco quebras de saque em apenas sete games disputados. Mais consistente, Tagger aproveitou melhor as oportunidades, superou o serviço de Pigossi em quatro ocasiões e fechou o confronto.

Pigossi terminou a partida abaixo em quase todas as estatísticas: aces (2 a 7), duplas faltas (6 a 2), pontos ganhos com o primeiro saque (51% a 64%) e pontos vencidos com o segundo serviço (43% a 44%). A brasileira foi ligeiramente melhor no aproveitamento do primeiro saque, colocando 69% da primeira bola em quadra, contra 68% da adversária.

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Ivan Tour
Ivan Tour
7 dias atrás

E viva 2026, mais um ano com muitas viagens pra Laurinha

Marcelo
Marcelo
7 dias atrás

Mais um ano carimbando passaportes da nossa brava tenista

Walter
Walter
7 dias atrás

Resultado normal

Samuel, o Samuca
Samuel, o Samuca
7 dias atrás

Não foi derrotada por uma qualquer. A Lulli é uma tenista muito promissora.
Vamos para a próxima!!!

Helton
Helton
7 dias atrás
Responder para  Samuel, o Samuca

Sim. Lembro de quando a Bia perdeu em 2024 para a italiana Paolini. Muita gente aqui no site falava que era uma vergonha perder pra uma baixinha daquela. Escreviam sem observarem que a italiana estava em franca ascensão.

Realista
Realista
7 dias atrás
Responder para  Samuel, o Samuca

Isso é indiferente e irrelevante. Ela perderia para uma promissora ou não promissora de qualquer jeito. O nivel dela é incompatível com um 250.

Michael Sousa
Michael Sousa
7 dias atrás

O script parece se repetir para 2026, espero que este ano seja mais promissor para ela!

Última edição 7 dias atrás by Michael Sousa
Rodrigo
Rodrigo
7 dias atrás

Sem comentários…

Jorge Luiz
Jorge Luiz
7 dias atrás

É Pigossi, negócio é focar nas duplas mesmo

Marcos Roberto Veiga Cabral
Marcos Roberto Veiga Cabral
7 dias atrás

Entender e aceitar o nível do próprio jogo e essencial para a atleta definir o calendário, e no nível da Laura, o ideal seria fitures ou challengers, jamais quali ou outros 250 na oceania

Jorge Luiz
Jorge Luiz
7 dias atrás

Tá aproveitando as duplas

Verdades que doem
Verdades que doem
7 dias atrás

Não seja hater. Da pra ela pegar um chequinho bom e junto com outros torneios na Austrália, poder viajar sem custos. Hehehe

Andre Borges
Andre Borges
7 dias atrás

Oxi ela esta lá pra jogar o quali do AO, todo o resto é absoluto lucro. Você queria que ela abrisse mão do AO para jogar W70 no Peru?

F.F. Real
F.F. Real
7 dias atrás

Viaja Laurinha, viaja…
Aproveite seu último ano de qualis de Slam

NFdS
NFdS
7 dias atrás

E a Bia, alguém sabe se ela vai jogar antes do AO? Terminou a temporada mais cedo ano passado, pensei que fosse começar o ano logo no início.

Pipo
Pipo
7 dias atrás

Não dá para criticar o esforço. Mas dá até pena de ver jogar.

DENNIS SILVA
DENNIS SILVA
7 dias atrás

Começou da mesma forma de 2025. Nada de novo.

Tom França
Tom França
7 dias atrás

Diga uma novidade!

Renato dos santos Pacheco
Renato dos santos Pacheco
7 dias atrás

Está claro que deve se dedicar mais nas duplas. Fora que a idade está chegando. A final, vai fazer 32.

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