Assim como aconteceu um mês atrás no saibro de Roland Garros, o sorteio da chave de Wimbledon deixou a expectativa de um duelo direto de gerações entre João Fonseca e Novak Djokovic. O garoto carioca conseguiu uma virada histórica em Paris e ainda caminhou até as quartas de final e agora pode dar a revanche ao heptacampeão da grama sagrada num domingo que promete ser para lá de especial para a torcida brasileira.
Fonseca fez uma ótima segunda rodada neste Wimbledon, repetindo a campanha do ano passado e se tornando apenas o sexto brasileiro em todos os tempos a conseguir ganhar duas rodadas no Slam da grama por mais de uma edição. Isso até agora cabia a Edison Mandarino (que chegou a três), Carlos Kirmayr, Cássio Motta, Gustavo Kuerten e Flávio Saretta.
Diante de um jogador tipicamente de base mas com bom saque, o 27º do ranking fez tudo direitinho. Cometeu um único deslize em game de serviço, quando tentava fechar o segundo set com 5/4, mas foi muito bem na devolução. Quando conseguiu entrar nos pontos, ficou consistente na base e usou seu espetacular forehand para colocar o holandês Jesper de Jong em apuros. E olha que o 73º do ranking procurou variar o máximo possível, exigindo muita atenção.
O próprio brasileiro saiu muito satisfeito com seu desempenho, o que é ótimo sinal. E destacou a movimentação, algo sempre difícil sobre a grama. Com ela, pôde fugir muito bem para usar o devastador forehand, que se mostrou calibrado e decisivo até mesmo nas bolas bem baixas que vinham com slice.
Na sexta-feira, contra o russo Roman Safiullin, João sabe que novamente precisará de consistência e ofensividade. Vindo do quali, o ex-top 40 de 28 anos já disputou nada menos que 19 sets desde o quali, fazendo três jogos seguidos em melhor de cinco. Seu jogo é bem típico da escola russa: força o primeiro saque e prefere ficar no fundo de quadra, onde dispara golpes pesados. Foi assim que fez quartas em Wimbledon de 2023, no melhor momento da carreira.
Djokovic, por seu lado, fez outra excelente apresentação, precisa em todos os aspectos e muito econômica no desgaste físico. Depois de ganhar 12 vezes do grego Stefanos Tsitsipas, estava bem claro o que necessitava fazer e o adversário, em momento muito incerto da carreira, mostrou o mesmo backhand de pouco controle. E ainda falhou muito nos pontos importantes, com incrível insegurança junto à rede.
Nole perdeu apenas 12 pontos com o serviço em toda a partida, seis com o primeiro saque, e salvou todos os cinco break-points que permitiu. A conta favorável nas bolas forçadas foi absurdamente positiva: 33 winners e apenas sete erros. O sérvio enfrenta agora um adversário inédito, o francês Arthur Rinderknech, 28º do ranking, aquele firme sacador que tirou Alexander Zverev na estreia do ano passado.
Resumão
– O atual campeão Jannik Sinner salvou set-point na segunda parcial e teve trabalho diante do português Nuno Borges. Agora enfrenta Jenson Brooksby e norte-americano merece cuidados.
– Félix Aliassime, como de hábito, joga sem holofotes e ainda não perdeu set. Pega o quali Michael Zheng e deve encarar nas oitavas o confiante Alejandro Davidovich.
– O quadrante de Daniil Medvedev é o mais interessante. O cabeça 8 virou contra Daniel Merida, aguarda Brandon Nakashima ou Jan-Lennard Struff e aí teria Tommy Paul ou Hubert Hurkacz. Difícil arriscar palpite.
– A campeã do saibro de Paris ainda não se adaptou bem à grama. Barbora Krejcikova soube aproveitar da pressa e dos erros, usou seu tênis de ritmo muito versátil e mostrou por que ganhou Wimbledon há dois anos. Será bem legal se encarar Karolina Muchova nas oitavas.
– Aryna Sabalenka escapou de jogar o terceiro set contra McCartney Kessler, mas os créditos são da valente norte-americana. Encara Jelena Ostapenko rumo ao duelo contra Naomi Osaka ou Daria Kasatkina.
– Faltou pouco para a argentina Solana Sierra causar enorme surpresa. Sacou com 5/4 e 30-15, cometeu então dupla falta. Ainda abriu vantagem no supertiebreak diante de Coco Gauff, mas a experiência da cabeça 7 fez enorme diferença.
– O confronto entre Jessica Pegula e Iva Jovic também se aproxima. As duas tiveram boas atuações, com destaque para a forma com que a garota de 18 anos dominou a veterana Tatjana Maria.
– Agora 87º do ranking e novamente afastado do pai-treinador, Tsitsipas não foi além da segunda rodada nos últimos nove Slam que disputou.
– Ótima estreia de Fernando Romboli ao lado do australiano JP Smith com virada emocionante. Marcelo Melo perdeu na primeira de duplas pela primeira vez em 18 participações de Wimbledon.
– O complemento da segunda rodada tem boas promessas: Mensik-Dimitrov, Berrettini-Fils, Swiatek-Pliskova, Anisimova-Kenin e Rybakina-McNally.











O mala sem alça australiano se despediu de W com xingamentos, esperado…
Sentindo muito a falta de Alcaraz neste torneio de Wimbledon. Em RG estava tudo bem. Havia a confiança que haveria um novo grande campeão, mesmo sem a presença de Alcaraz. Desde que Alcaraz e Sinner elevaram o nível e dominaram o circuito, eles se tornaram uma barreira intransponível para tenistas como Djokovic, por exemplo. Isto porque revezando entre 1 e 2 é sempre garantia que estarão na final para defenderem seus títulos. Com Alcaraz fora de combate o cenário ficou muito desequilibrado. E o desequilíbrio é o cenário perfeito para tragédia.
Menos, né, Ronildo. Menos… Não exagera. Claro que não vamos “pular de alegria dessa altura” se o sérvio levantar o caneco 25, mas tragédia? É só um campeonato e recordes são números e nada mais.
Seja lá quem for o campeão, vai ficar + milionário do que já o é, e eu – falo por mim – vou continuar pobre.
O mesmo vale pra seleção brasileira de futebol. A maioria é de jogadores espalhados pela Europa, ganhando em euro, tratados como se fossem odaliscas (na Copa 2022 comeram até bife banhado a ouro… o que achei um escárnio com o povão) e que nem sempre correspondem às expectativas.
Saudade do Pelé, Garrincha, Zico, Sócrates Romário, que iam pra Copa pra jogar, e não pra exibir penteado novo.
Joãozinho cada vez mais à vontade na grama. Quem diria que em tão pouco tempo ele viesse a jogar bem nela…
Mas contra o Djoko o desafio será hercúleo. A ver – e torcer!!!
Que aula do sérvio! Mesmo tendo o grego em fase duvidova, o sérvio jogou demais e está pegando confiança! A chance do 25th é grande! Ideeemo!
Uau!
Marcelo Melo perdeu na primeira de duplas pela primeira vez em 18 participações de Wimbledon.
Deixando o lado de torcedor e acionando o racional, do jeito que o Djokovic jogou hoje, é favorito não só contra o francês como também contra o João Fonseca.
” – Ah, mas o Fonseca ganhou do sérvio em RG…” Ganhou, mas o piso era outro e ele teve que suar sangue.
Mas do jeito que tá hoje – defendeu os pontos do ano passado – tá de muito bom tamanho. O que vier é lucro.
Ninguém vai falar que a brincadeira descontraída com a boleirinha foi tentativa de lhe causar um infarto?
Essa espontaneidade de GOAT é outra coisa que encanta a todos além do seu jogo monumental.
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Pelo menos ele mesmo disse ” fiz porque ganhava de 2 x 0 ” . A ” espontaneidade” do Sérvio somente agrada seus fanáticos torcedores. Jamais, isto mesmo,ganhou a votação do preferido da galera. E isto mesmo com Federer e Nadal ausentes . Porque Sinner e Alcaraz botaram Sérvio no bolso também neste quesito???. Rsrsrs,Abs !
Eu também esperei ler aqui que ele fez aquilo para sair bem na foto.
Vou preferir ficar com os comentários feitos pela dupla de narradores da ESPN.
De alguns até esperava tentativa de homicídio. Também fico com o comentário do Sylvio, que o chamou de gênio. Não lembro o que o Renan disse.
Boa noite Dalcim.
O que achou daquele finlandês Virtanen, que tirou o Shelton?
Parece que ele tem um jogo bom para a grama. Tem uma preparação rápida de forehand e manda winners pra todos os lados.
Eu vi apenas alguns trechos da partida, mas ele realmente é um tenista bem agressivo.
Nesse confronto, sou sérvio de carteirinha. Uma última pequena chance do 25º.
Fonseca terá ainda muitas oportunidades pela longa carreira que o aguarda.
Cuidado, brasileiro não pode torcer por um sérvio, contra um brasileiro.
No site sempre houve vários que realmente torcem contra tenistas brasileiros e aqueles que torcem primeiro para seus ídolos. É fácil notar que alguns torcedores do Alcaraz simplesmente sumiram com a sua lesão e só vão voltar em agosto. Esses comprovaram que nem de tênis gostam, só de um jogador.
Olha para quem postas essa comprovação Sr PA rsrs. Figuras da Kombi se dão ao luxo de dizer que dormiam nos jogos de JF . Depois de RG , tem são pesadelos rsrs . Este Sr acima é um dos que somente aparece por aqui, quando Sérvio dá as caras . A grande maioria que escafedeu não é de torcedores de Alcaraz não, meu caro. São os fanáticos pelo Sérvio e que se escondem ( vários) lá no Site… Rsrs, Abs !
Pena que o JF não chegou para manter o “pesadelo” na quarta rodada.
Errado: estou sempre aqui e acompanho os torneios (importantes) até o final. Não só os do Alcaraz, mas vários do Fedal não são vistos há uns bons anos. Alguns estão sumidos desde 2019.
Rsrsrs, abs!!!
Dalcim, o que foi aquele Tiebreak de segundo set entre Stan the Man e o italiano? Conseguiu ver? Lampejos da melhor esquerda da história apareceram por ali, oriundos daquele que acho que é o jogador que mais gostei de ver jogar em seu auge. Uma pena que sua história em WB não foi tão rica quanto nos outros Slam, não? Um abraço!!
Vi, sim! Os dois deram um espetáculo.
Não leve a mal , caro Groff . Dos 23 x 3 de Federer sobre Stan The Man, fica nítido que fora a fantástica esquerda na paralela de Wawrinka , Backhand de Roger Federer, tinha um punhado de recursos a mais : Slices , bate-prontos, curtinhas , e Voleios junto a rede , faziam a diferença nos duelos devido as mudanças constantes de direção. Vale a pena uma conferida no YouTube. Este retrospecto parece exagerado, mas não se deveu somente aos espetaculares Serviços e Forehands. Vale uma uma bela olhada !!!. Abs !
Eu não tenho dúvida que a esquerda do Federer é top 1, 2 ou 3 da história, especialmente em ambiente de kick baixo da bola, Sérgio (nesses casos, ela é provavelmente imbatível). Mas eu tenho uma particularidade quanto ao que eu mais gosto de ver: jogadores que “arrancam” a raquete da mão do oponente (Stan, DelPo, Sampras – de certa maneira -, entre outros), e, quando estava “on fire”, a capacidade do Wawrinka de gerar winners de praticamente qualquer ponto da quadra era, para mim, incomparável. Além disso, meu golpe favorito no tênis é a esquerda de uma mão (comecei a acompanhar o esporte graças a Guga, então…), e como o Stan praticamente explodia o golpe, juntava duas características que eu particularmente aprecio muito (agressividade extrema e esquerda simples). Esse o motivo de eu acompanhar tão menos hoje em dia do que nos anos 2000: esse tênis “moderno”, com a bola subindo dois quilômetros depois de bater na quadra, basicamente matou o backhand de uma mão e deu muita, muita ênfase para a defesa, e também para contra ataques. Legal para o público que gosta de rallies longos, chato pra mim que gosto de ver saque, segunda bola, winner, com poucos rallies longos no decorrer do jogo (uns 2 ou 3 pra mim é o máximo que acho saudável em 3 sets), mas nisso sou voto vencido. Abraço!
O mais incrível, meu caro, é que em um quarto de Século ( 2001 – 2026 ) , apenas Ivasinevic ( Wimbledon 2001 ) , Sampras ( USOPEN 2002 ) e Thiem ( USOPEN 2020 ) , conseguiram levar um Grand Slam com Backhand de uma mão. Os outros 23 , foram alcançados pela dupla de Suíços que de quebra juntos, levaram a Copa Davis 2014 . Vão deixar saudades . Infelizmente desde Guga 2000 , apenas Roger Federer atingiu o N 1 com o espetacular Backhand Simples…Abs !
Sérgio, menção honrosa ao hermano Gaston Gaudio em Roland Garros.
Boa , caro Michel . Se JF visse meu esquecimento, não ia gostar nem um pouco rs. Afinal seu consultor Franco Davin, conseguiu o milagre de levar Gaudio a vencer Guillermo Coria ( seu ex-pupilo ) , numa final maluca em 5 Sets . Neste RG 2004 , Manezinho da Ilha tirou Federer nas Oitavas, num triplo 6 x 4. Depois desta vitória, vi Guga levando o Tetra . Abs !
Groff a questão não é o spin , e sim a velocidade que o revez gera , a bola do sinner na esquerda medida em miami ou iw, não me recordo, é disparada as incríveis 113 km/h isso em média, então a capacidade de ficar no ponto devido a constancia do revez é que deixa o jogo mais equilibrado e justo, aumentando os rallis, nunca foi tão difcil de jogar como hoje, extrema intensidade, velocidade e regularidade. O ultrapasado e ineficaz golpe com uma mão, devido ao amplo swing e mais amplo back swing na velocidade da bola de hoje, não cabe, enquanto a mão dominante no revez é a que vai a frente, deixando o golpe curto, rápido, agil e principalmente seguro, decretou o fim do golpe com uma mão. Eu jogo contra jovens que disptuam juvenis, itfs primeira classe e tive que ajustar tudo, a minha esquerda manca de uma mão como todas assim, rarissimas exceções eu bato de western muito angulo na batida, dai pra bater de drive tive que mudar pra eastern pra deixar mais rápida a transição entre golpes. Toda essa mudança só pra dar um passo a frente, pra bater mais na subida, então hoje não há como evitar longos rallis, pois, o jogo está parelho, não há buracos como havia qdo a esquerda de muitos jogadores eram ponto de explorar, onde havia o “gap” a falha, onde se perdia jogos. Pena que você não veja a atual beleza, no jogo rápido, quase alucinado.
Um exemplo do fim desse golpe de uma mão, uma desculpa é a dificuldade fisica de uma criança que começa ali com a bola vermelha bater com uma mão e acabam por permenecer, se fosse tão melhor, pq qdo essa criança ao chegar no juvenil, não migra para o revez com uma mão?
Que bela análise!
“,,,nunca foi tão difcil de jogar como hoje, extrema intensidade, velocidade e regularidade.”
Mais uma frase que indica claramente a diferença entre a nova e velha geração do tênis.
Sempre falei o quanto o tênis moderno é mais rápido (e seria um contrassenso ter algo mais moderno como mais lento).
Aproveito e faço uma pergunta, que pensei muito de ontem para cá:
Quem matou o saque-voleio?
Eu tenho uma tese.
E óbvio que não vistes o jogaço de Dimitrov contra o jovem promissor Mensik, hoje em Wimbledon. Levou o público ao delírio. Tuas teses costumeiras iriam novamente para o espaço.” Nunca foi tão difícil jogar como hoje ” , com o Equipamento atual , e com as bolinhas mais pesadas , é uma autêntica bravata. Djokovic só não está jogando de igual com Sinner e Alcaraz, devido ao físico da idade avançada. Com a padronização, se joga até os 40 . Federer terminou 2019 aos 38 , como N 3 do Mundo. Saque – Voleio com o piso bem mais lento, e Equipamento ajudando devoluções bombásticas , impossível. Melhor trocar horas do fundo. Alguns se dão ao luxo de atuar junto aos boleirinhos . Medvedev e Zverev que o digam …Abs !
Marcelo, a questão é outra. Você pode bater winners a 150km/h, mas isso é de certa forma ilusório: a medida da velocidade é feita, ou tomada, medida, no contato da bola com a raquete, não quando ela toca o chão. Teve um estudo que mostrou um exame do saque do Federer em Wimbledon no ano de 2003, batido a cerca de 200km, sendo que o mesmo saque, com a mesma velocidade (bola na raquete, não no chão), foi medido em 2008, e daí então compararam a velocidade no chão. O resultado? Tudo o mais constante, mudando apenas a velocidade do piso e o peso da bola, o serviço perdeu DEZ KMH ao bater no chão em relação a 5 anos antes. O deslocamento lateral dos jogadores está mais rápido, sim, mas veja um clipe de jogo entre Sampras e Agassi, ou Agassi e Federer, pra ver claramente o que estou dizendo. A bola pingava e corria mais rápido, e baixa, antigamente. Ou veja o podcast do Roddick, entrevistas do Murray (que desde 2011 fala: “as quadras são todas muito lentas”), entre outros. Qualquer profissional vai te dizer que as quadras e as bolas são bem mais lentas hoje do que eram até o início dos 2000. Também tem os “charts” da ATP que falam que, hoje, quadras ditas “rápidas” são só “middle fast”, e não há uma verdadeiramente rápida na lista. É fato, não é impressão. Abraço.
Tsitsipas parecia que estava prestes a um novo recomeço. Porém desmoronou diante do sérvio. Certamente há muitas questões psíquicas que precisam ser resolvidas antes de vermos um renovado tenista em quadra.
A primeira delas é evitar qualquer confronto novamente com Djokovic, mesmo depois dos 10 anos de aposentadoria.
Falar no Djokovic antes do Safiullin vai dar azar na sexta. Cantar de galo antes nunca dá certo.
Concordo, dá azar menosprezar o adversário…
Safiullin abriu 2 sets a zero, sobrando em quadra. Ridículo Dalcim não saber que não se deve cantar de galo antes da hora. Por que não ficou quieto? Boca fechada não fala bobagem.
Parabéns pela “excelente” previsão do confronto entre Djokovic e Tsitsipas, Ronaldo.
Sim, se o Ronaldo acertou, está de parabéns!
Dalcim, o Deslize do Fonseca no 5×4 foi no segundo set e não no primeiro como está no texto. Dalcim o que vc achou do jogo do Tien? Continuo achando que a bola dele machuca pouco certos adversários, meio refém do primeiro saque.
Grato pela correção. Sim, com certeza falta peso de bola para o Tien, desde o saque até os golpes de base. Ele compensa com trabalho tático bem apurado e muita perna.
Dalcim , vc não está achando o Sinner com o saque mais possível de se quebrar ? Será que ele é ainda o grande favorito ?
Ele ainda não ganhou toda a confiança, Sandra, mas acho que é uma questão de fazer mais jogos. Para mim, segue como favorito.
Olha, eu não apostaria minhas fichas no reencontro entre Fonseca e o sérvio. Rinderknech é carne de pescoço para uma 1a semana de Wimbledon, com a grama ainda relativamente intacta e veloz. O sérvio vai sofrer contra os saques do francês e tem chances razoáveis de voltar pra casa mais cedo. Fonseca, por outro lado, é bem favorito contra o Safiullin. Pegou uma chave muito tranquila nessa 1a semana.
Perdeu o espetáculo de hoje? Escreveu no site antes e agora de novo, mas com sorriso amarelo. O francês foi bem mesmo na gira de grama, é só conferir.
Paulinho, guarde a sua torcida pelo sérvio para o eventual confronto de sábado, se ele de fato ocorrer. Brasileiro torcendo contra brasileiro em favor de um sérvio antivax, que coisa…
Será no domingo se ocorrer e espero que de manhã para não coincidir com o jogo da seleção de novo.
Não é contra o brasileiro, é a favor do Djoko. Se o João passar, torcerei novamente por ele como em RG sem nenhum problema.
Ele afirmou publicamente que não é antivacina. O posicionamento dele foi contra a obrigatoriedade da vacinação, o que é algo muito, mas muito diferente.
Não é que ele seja “antivacina”, ele só é contra todas as vacinas, contra se vacinar e contra vacinar os próprios filhos. Mas veja bem, ele não é antivax. Imagina se fosse.
E quem detém o poder sobre os filhos menores?
Você?
Mas se tem algo que é totalmente improdutivo é contraargumentar com quem não quer.
Djokovic não fez nenhuma objeção a nenhum membro de sua equipe, dos que queriam se vacinar.
Aquele que detém o poder familiar também tem o dever de guarda, Luiz Fabriciano. Cuidado com isso, pois em situações como essa, em que os pais resolvem negar educação, saúde (alô Zé Gotinha!), segurança aos filhos, o Estado pode atuar, inclusive tirando a guarda da criança, suspendendo ou até mesmo extinguindo o poder familiar dos pais sobre os filhos.
Não é porque você “fez” a criança que você pode usar e dispor dela como bem desejar. Afinal, não estamos falando de uma coisa, estamos falando de um indivíduo autônomo, com direitos garantidos que vão muito além da vontade dos pais, o que inclui o direito a ser vacinado.
Direito de família, meu amigo. Não é papinho, não é a minha opinião, ou como dizem hoje em dia, “a milha verdade”. É lei, é direito, coisa que tipos como o Djokovic costumam odiar, já que estão tão acostumados a passar por cima de tudo para satisfazer suas vontades.
Já viste a presença constante dos filhos de Novak Djokovic acompanhando seus jogos?
Saudáveis e alegres!
Criança que não está feliz, não sorri, saiba disso.
E ele deve ser um excelente pai, afinal, disse publicamente que seu filho é fã de Carlos Alcaraz. Talvez fosse outro, tentaria coibir o filho de torcer ou jamais colocaria isso ao público.
Dois dias atrás, seu filho foi flagrado pelas câmeras, debruçado sobre um muro, assistindo o jogo de João Fonseca contra (não me lembro quem).
E sua aula de leis talvez não tenha efeito sobre as leis da Sérvia, mesmo porque, o Estado só toma para si a guarda de um filho se esse sofrer de maus tratos, com comprovações.
Negar educação, saúde, segurança passa anos-luz longe da criação na família Djokovic. Tente outro argumento.
Ademais, a vacinação não foi obrigatória em lugar nenhum, afinal, ainda há até o hoje, os que jamais tomaram qualquer dose.
A figura além de ver seu laboratório que faria o remédio contra o vírus não dar em nada ( virou sócio no meio da Pandemia) , viu Sérvia quebrar recorde de vacinação em massa ( utilizou 4 vacinas) . Pais se deu ao luxo de pagar 30 dólares para quem se vacinasse . Recuperou o Turismo em tempo recorde na região . Djokovic e Presidente, não se falam também por outros motivos…Novak virou o ” guerreiro de Atenas ” ….Abs !
Você não sabe de nada disso. Pelas atitudes que tomou, a única coisa que se pode afirmar é que ele nao confiou na vacina da Covid apenas. Duvido que os filhos não tenham recebido as vacinas tradicionais, assim como ele próprio recebeu quando criança, como já relatou.
Cada rodada apostas com um nome diferente contra o maior de todos os tempos.
Ontem ou anteontem, usastes o nome “Ronildo” para apostar num 3 a 0 para o grego. Hoje vimos bem qual foi o resultado, rs.
Usando nomes diferentes, a vergonha é menor, para não parecer que erra todas — por puro haterismo, diga-se de passagem, rs.
Vocês estão com mania de perseguição, isso não é normal.
Ronildo é membro antigo do Blog, José Afonso. Não era o Gilvan, rs.
Ah, eles costumam ter falas tão parecidas que jurava que eram a mesma pessoa, rs. Obrigado pelo esclarecimento, caro Paulo Almeida.
Não sei se foi ontem ou antes. Eu havia previsto um novo recomeço para Tsitsipas depois das estocadas que ele recebeu da Paula Badosa. Infelizmente não houve recomeço, apenas continuidade da fase ruim dele.
Discordo das duas colocações, meu caro. Aos 28 , Safiullin demonstra conhecer os segredos da Grama Sagrada. Serve também com muita sabedoria, melhor que os dois primeiros oponentes. JF , Sinner e Djokovic, pularam os preparatórios ( o último desde 2017 ) , e chegariam sem ritmo segundo os sabichões. Djokovic deu uma aula em quadra hoje . Sacando muito, devolvendo e se mexendo muito bem para seus 39 . Confesso que não esperava tanto do Titio . Não é Heptacampeão por acaso. Olho !!!
Abs !
Na verdade em 2018, quando perdeu Queen’s pro Cilic. Abs!
Preparatório é para quem precisa se preparar, certo nobre piloto?
Sampras e Federer sempre precisaram se preparar na Grama Sagrada. Não atoa são os maiores vencedores na superfície. No total são 29 Conquistas juntos . Sendo Federer com 19 , único Octacampeão de Wimbledon. Fanático ainda pensa que tira onda …rs. Abs !
Certíssimo! Djoko jogou só no começo da carreira e depois em 2017 e 2018 quando estava em má fase.
Em Halle e Queen’s , Zero Título kkk. Daí ” Rei da Grama” possuir somente 8 Títulos na superfície em toda a carreira ( sendo 1 ATP 250 ) . Carlos Carlos já possui 4 com 23 anos . Com direito a duas Finais de Wimbledon para cima do “preparado” ” goat ” . Rsrsrs,Abs !
Claro, desprezou de 2010 a 2016 e depois de 2019 a 2026. Tem 7 no que importa e só não tem 8 por causa de 2020. Rsrs, abs!
Desprezou ??? . Cansou de perder nos dois . Em Queen’s até para Nadal perdeu final . Djokovic ou está lesionado, ou o Torneio é pequeno rs . Conta outra , caro Piloto. ” goat ” está desde 2023 , com apenas três Títulos de ATP 250 a nível ATP conquistados. Rsrsrs,Abs !
Perdeu um Queen’s em 2008 e um Halle em 2009. Depois largou pra lá até 2017.
Rsrsrs, abs!!