Nadal elege final de 2020 a sua favorita em Roland Garros

Foto: Nicolas Gouhier/FFT

Paris (França) – Recordista máximo de títulos em um único Grand Slam, com 14 troféus conquistados em Roland Garros, o espanhol Rafael Nadal elegeu a sua final favorita no saibro parisiense. Em entrevista para os canais do próprio torneio, o canhoto de Mallorca destacou os dois primeiros sets da decisão de 2020 como os mais especiais que disputou. Naquela ocasião, ele bateu o sérvio Novak Djokovic por 6/0, 6/2 e 7/5, erguendo a Copa dos Mosqueteiros pela 13ª vez.

“Possivelmente, os dois primeiros sets da final de 2020 foram muito especiais. Foi o ano em que o torneio foi disputado no outono por causa da pandemia de Covid, e aquelas condições mais frias favoreciam Djokovic. Eu tinha a sensação de que naquele ano eu era menos favorito. Mas naquela final consegui elevar meu nível de uma maneira especial”, disse o Touro Miúra.

Ao longo de sua carreira, Nadal disputou Roland Garros por 19 vezes e nunca foi derrotado em uma final. O espanhol tem a incrível marca de 112 vitórias e apenas quatro derrotas no torneio. Em 2016, ele se retirou antes mesmo de entrar em quadra pela terceira rodada, devido a uma lesão no punho esquerdo.

Todas as finais de Rafael Nadal em Roland Garros

2005 – 6/7(6) 6/3 6/1 7/5 sobre Mariano Puerta
2006 – 1/6 6/1 6/4 7/6(4) sobre Roger Federer
2007 – 6–3, 4–6, 6–3, 6–4 sobre Roger Federer
2008 – 6/1 6/3 6/0 sobre Roger Federer
2010 – 6/4 6/2 6/4 sobre Robin Soderling
2011 – 7/5 7/6(3) 5/7 6/1 sobre Roger Federer
2012 – 6/4 6/3 2/6 7/5 sobre Novak Djokovic
2013 – 6/3 6/2 6/3 sobre David Ferrer
2014 – 3/6 7/5 6/2 6/4 sobre Novak Djokovic
2017 – 6/2 6/3 6/1 sobre Stan Wawrinka
2018 – 6/4 6/3 6/2 sobre Dominic Thiem
2019 – 6/3 5/7 6/1 6/1 sobre Dominic Thiem
2020 – 6/0 6/2 7/5 sobre Novak Djokovic
2022 – 6/3 6/3 6/0 sobre Casper Ruud

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SANDRO
SANDRO
1 mês atrás

O maior “freguês” do excelentíssimo Senhor Rafael Nadal em finais de Roland Garros não poderia deixar de ser o Roger Freguêser, o mesmo que perdeu todas a Finais de Wimbledon contra Djokovic!!! Kkkkkkkkkkk Roger Freguêser era o freguês preferido do BIG 2: Nadal e Djokovic !!!

Sandro amaro
Sandro amaro
1 mês atrás
Responder para  SANDRO

Então, acho que talvez se não machucasse nos anos que disputou , novak ou qualquer outro tenista poderia ser vice de nadal, ou djoko empataria com federer nos vices ou federer se isolaria mais ainda, verdade que jamais existiu um tenista tão dominante em um determinado tipo de superfície no tênis, como Nadal foi no saibro. Seus 14 slams vão atravessar gerações e gerações, e talvez se perpetuar pra história como um recorde quase impossível de ser batido.

Renato
Renato
1 mês atrás
Responder para  SANDRO

Virou freguês de Novak quando entrou em declínio. Justamente, a partir de 2011, o início do auge técnico e físico do Novak.

Roger Federer foi um divisor de aguas historica do tênis mundial.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  Renato

Declínio com 29 anos em 2011?

Jonas
Jonas
1 mês atrás
Responder para  Paulo Sérgio

O problema era o Djokovic.

O Finals 2011 ele conseguiu vencer (era contra o Tsonga), Masters de Paris 2011 idem. As finais de Slam que ele perdeu em 2014-2015 foram contra o Djokovic… em 2017-2018 ele vence Slams sem ser contra o sérvio.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  Jonas

Exato

SANDRO
SANDRO
1 mês atrás

Realmente impressionantes os números do excelentíssimo Senhor Rafael Nadal… Mas, vocês sabiam que, mesmo assim, nem Nadal, nem Djokovic , nem o Freguêser, nenhum deles é o tenista mais rico do mundo??? Este posto, segundo o jornal britânico “The Mirror”,cabe à excelentíssima Senhora Emma Navarro, que possui uma fortuna estimada em US$ 3 bilhões, tornando-a a profissional de tênis mais rica da Face da Terra!!!

Rafael
Rafael
1 mês atrás

Esse foi o maior desafio da história desse esporte, bater o Nadal no saibro em melhor de 5 sets.
E o recorde de 14 títulos é o recorde mais difícil não só do tênis mas de todos os esportes.
Nadal GOAT e tenham um bom dia.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  Rafael

Correção: GOAT do saibro

Sergio
Sergio
1 mês atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Corrigindo: goat do tênis e de qualquer outro esporte.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  Sergio

Com menos slam, nenhum atp finals, menos masters 1000, menos temporadas como número 1 e semanas como número 1?

Danilo BR
Danilo BR
1 mês atrás
Responder para  Rafael

Sempre preferi Djokovic, porém concordo totalmente contigo!

Jonas
Jonas
1 mês atrás
Responder para  Rafael

Nadal não é o GOAT, embora esse recorde dele de 14 títulos em um único Grand Slam seja imbatível.

Samuel, o Samuca
Samuel, o Samuca
1 mês atrás
Responder para  Rafael

Não sabe o que escreve.
Provavelmente você tem conhecimento de uma pequena porção da história dos esportes.
Vencer Nadal no saibro realmente foi um tremendo desafio, mas há outros desafios bem maiores.
Certeza absoluta!!!

Rafael
Rafael
1 mês atrás
Responder para  Samuel, o Samuca

Poderia, por favor, citar quais você acha?

Reginaldo Marçon
Reginaldo Marçon
1 mês atrás
Responder para  Rafael

Ganhar um mundial de Trial de Toni Bou , por exemplo, mas tem outros

Samuel, o Samuca
Samuel, o Samuca
1 mês atrás
Responder para  Reginaldo Marçon

Ele tem apenas e tão somente 38 títulos consecutivos!!!

Samuel, o Samuca
Samuel, o Samuca
1 mês atrás
Responder para  Rafael

Pois não, vamos lá:

Luta Olímpica
Alexander Karelin, Rússia etc
887 vitórias e 2 derrotas;

Squash
Jahangir Khan, Paquistão
555 vitórias consecutivas

Motovelocidade
Giacomo Agostini, Itália
69 vitórias consecutivas

Trial
Toni Bou, Espanha
38 títulos mundiais consecutivas, sendo 19 indoor e 19 outdoor

Basquete
Wilt Chamberlain, Estados Unidos
100 pontos em um jogo da NBA

Xadrez
Magnus Carlsen, Noruega
751 semanas e contando, como número um do ranking mundial

Natação
Michael Phelps, Estados Unidos
28 medalhas olímpicas, sendo 23 medalhas de ouro

Basquete
Bill Russell, Estados Unidos
11 títulos da NBA

Poderia facilmente relacionar outras marcas impressionantes, questão de pesquisar.

Samuel, o Samuca
Samuel, o Samuca
1 mês atrás
Responder para  Samuel, o Samuca

No exemplo do Magnus Carlsen são semanas consecutivas.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  Samuel, o Samuca

Toni Bou é fascinante

Carlos Alberto Ribeiro da Silv
Carlos Alberto Ribeiro da Silv
1 mês atrás
Responder para  Rafael

Ironicamente, no Master 1000 de Paris que é disputado na mesma cidade onde se joga o torneio de Roland Garros, Nadal nunca foi campeão. Então, o título de GOAT das quadras de saibro está de ótimo tamanho pra ele e é supermerecido. Embora o recorde de 14 títulos em Roland Garros seja muito difícil de ser batido, essa marca, por si só, não torna Rafael Nadal o GOAT do tênis.

Leo Gavio
Leo Gavio
1 mês atrás

Interessante o que o SANDRO disse: realmente, o Federer é fregues do Nadal em finais de Roland Garros e Fregues do Djokovic em finais de Wimbledon, sem falar que é totalmente fregues do Djokovic no piso azul da Australia.

Dizer que um cara desses é o GOAT, é muita forçação de barra. Federer joga muito estiloso, belos golpes, mas em termos de competitividade ele tá abaixo do GOAT do Geral e do GOAT do Saibro.

Verdades que Doem
Verdades que Doem
1 mês atrás
Responder para  Leo Gavio

Seu argumento teria algum sentido se eles fossem todos da mesma época. Mas não. O Federer é do inicio dos anos 2000. Djokovic é do início dos anos 2010…

José Afonso
José Afonso
1 mês atrás
Responder para  Verdades que Doem

Tá mais pra “Fake News que Doem”.

A diferença de idade entre Federer e Djokovic é de 5 anos e meio, não de 10 anos como sua mensagem sugeriu. E se isso foi desvantagem no final da carreira do suíço, foi vantagem no início, então fica elas por elas.

Até 2010, Djokovic era um consolidado nº 3 do circuito, enquanto Federer era o consolidado nº 1. Ele podia ter aberto mais vantagem nesta época.

Jonas
Jonas
1 mês atrás
Responder para  José Afonso

Ele abriu uma boa folga entre 2003-2010, mas a meu ver os recordes principais caíram “rápido”, se consideramos a distância que existia entre o Big 3.

No início de 2011, Federer tinha 16 Grand Slams (recorde), enquanto Djokovic apenas 1.

Em 2021 já havia um triplo empate, esse recorde havia subido para 20 Grand Slams. Nadal então o bateu e rapidamente Djokovic o tomou, com seus 24 Grand Slams.

Foi também o ano em que o recorde de semanas totais como número 1 caiu. Esse durou menos de 10 anos, já que o Djokovic assumiu o posto pela primeira vez em julho de 2011 e o recorde quebrado em março de 2021.

Esse é outro recorde que foi aumentado, era 310 semanas quando foi batido, hoje já está em 428 semanas.

Realista
Realista
1 mês atrás
Responder para  José Afonso

Idade é muito simplista para se comparar. Não são robôs ou personagens de video-game como você supõe, onde apenas idade serve de critério. Alguns tenistas demoram mais para maturar, outros são mais precoces. Um critério mais interessante para se usar é quando cada um deles elevou seu nivel e alcançar o posto de número 1. No caso, o suíço foi em 2004 e o Djokovic em 2011, 7 anos de diferença e é aí que não faz sentido comparar h2h entre duas forças tão distantes… é o mesmo que dizer que o Sinner é melhor que o Djokovic pois venceu as últimas 7 partidas seguidas.

Jonas
Jonas
1 mês atrás
Responder para  Verdades que Doem

Não é bem assim, Federer é profissional desde 1998… Novak de 2003, mas só jogou seu primeiro Slam em 2005.

Carlos Alberto Ribeiro da Silv
Carlos Alberto Ribeiro da Silv
1 mês atrás
Responder para  Verdades que Doem

Troca o seu nome para “Opiniões pessoais que doem”. Porque “Verdades que doem”, a meu ver, é uma grande pretensão.

Renato
Renato
1 mês atrás
Responder para  Verdades que Doem

Excelente observação. Por isso que a maioria considera a maior rivalidade Nadal x Federer. São praticamente da mesma época. A partir de 2011, Novak inicia seu auge físico e técnico. E mesmo em seu declínio físico, Federer fez finais. E com vitórias em cima de Nadal, por exemplo. Em Wimbledon, realmente foi difícil vencer Novak entre 2011 e 2021. Muito embora, o título de Wimbledon mais doloroso tenha sido o de 2019. Federer deu mole demais. Acho que Federer poderia ter um título de Wimbledon a mais. E seria o de 2019. Até custo a acreditar que Novak venceu.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  Renato

Mesma época? Os caras falam de Djoko como se ele fosse bem mais novo. A diferença de idade de Nadal para Djoko é de apenas 11 meses rs.

Última edição 1 mês atrás by Paulo Sérgio
SANDRO
SANDRO
1 mês atrás
Responder para  Verdades que Doem

É um piada esse Senhor “Mentiras que Doem”!!! Nadal, Freguêser e Djokovic são da mesma época sim!!! Até por isso jogaram muito uns contra os outros, sendo que dos 3, o Freguêser era o que mais perdia para Nadal e Djokovic!!!

Roberto Canessa
Roberto Canessa
1 mês atrás
Responder para  Leo Gavio

Então Djokovic não pode ser goat, pq é freguês de Alcaraz em Wimbledon

Renato
Renato
1 mês atrás
Responder para  Roberto Canessa

Kkkkkkk

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  Roberto Canessa

Djoko tem 24 slam contra 6 do espanhol.

Renato
Renato
1 mês atrás
Responder para  Leo Gavio

Em termos de competitividade PASSOU a ser o terceiro. Federer no auge era uma máquina, senhor.

Verdades que Doem
Verdades que Doem
1 mês atrás

Foi uma amarelada monstra do Djokovic. Ele era grande favorito, me lembro bem na época. Tudo bem que o Rafa é o rei do saibro, mas todos esperavam pelo menos uma batalha, fato que não ocorreu.

Jonas
Jonas
1 mês atrás
Responder para  Verdades que Doem

Pode ser sim, mas o Nadal subiu demais o nível nos dois primeiros sets. Mostrou por que é o maior de todos no piso.

Ronildo
Ronildo
1 mês atrás

Apesar de Federer ter sido o melhor tenista de todos os tempos, sua técnica fina e apurada foi menos eficiente no saibro.

Nei Costa
Nei Costa
1 mês atrás
Responder para  Ronildo

Menos eficiente? A contar que Nadal era um feto e Federe não conseguia decolar no saibro mesmo assim. Pode se dizer que federer foi um fracasso neste piso se consideramos o que Djokovic alcançou, com Nadal e até covardia comparar. 20 anos de circuito e nem uma mísera vitória sobre Nadal em RG, aliás, nem levar uma partida ao quinto set conseguiu. Fracasso absoluto em finals em Roma e Monte Carlo. Até Thiem e Fogninni venceram mais Nadal no saibro do que Federer. Pode rezar todos os dias agradecendo a São Soderling a graça alcançada de ter um título unitário de RG no Currículo.

Ronildo
Ronildo
1 mês atrás
Responder para  Nei Costa

Exagero, Federer venceu Djokovic em RG. Não venceu Nadal porque o melhor golpe de todos os tempos do tênis ia direto ao encontro do lado menos eficiente de Federer, a esquerda. Apesar dele ter a melhor esquerda de uma mão da história.

Última edição 1 mês atrás by Ronildo
Renato
Renato
1 mês atrás
Responder para  Ronildo

Jogadores de grama dificilmente desejam vencer no saibro. Isso é histórico. Sampras, se não me engano, teve ano q nem quis participar

Jonas
Jonas
1 mês atrás

A maior surra foi a final de Roland Garros 2008. Não diria da história, já que deve ter algum placar ainda mais elástico.

A final de 2020 foi a maior elevação de nível, como o próprio Nadal comentou. Naquela final, por incrível que pareça, muitos analistas colocaram o Djokovic como favorito, devido às condições que o favoreciam.

Evidente que foi uma surra também. Esses dias até vi uma enquete… qual surra foi pior: Roland Garros 2020 ou Australian Open 2019?

Não é uma resposta tão simples. Enfim, tipo de final que deixa evidente o quão forte mentalmente era o Nadal. Difícil escolher entre ele e Djokovic nesse aspecto.

Realista
Realista
1 mês atrás
Responder para  Jonas

Há um detalhe não explorado nesse 2008: em janeiro, o suíço contraiu mononucleose, que é uma enfermidade que limita muito o fisico. Foram meses de treinamentos mais leves, praticamente de domingueiro, que o deixaram bem para trás dos demais no aspecto físico. É ainda fantástico que apesar da baixa fisica, todo seu talento o tenha levado para finais dos 3 ultimos slams desse ano.

Jonas
Jonas
1 mês atrás
Responder para  Realista

Claro que pode ser um problema, no entanto o próprio Federer deu entrevista em março daquele ano, declarando estar recuperado.

Isso explica as finais em Roland Garros, Wimbledon e o título do US Open. Fosse algo mais grave, evidente que teria encerrado a temporada ou até a própria carreira.

Realista
Realista
1 mês atrás
Responder para  Jonas

Ok, recuperado teoricamente. Mas e os meses sem treinar? Isso faz muita diferença. Ter chegado na final de Roland Garros nessas condições superando algumas jovens estrelas em ascenção como o Djokovic ou Murray foi fenomenal. Mais complicado foi a derrota de 2020 do Djoko que o Nadal menciona. O sérvio era o grande favorito e em condições físicas melhores e foi atropelado.

Jonas
Jonas
1 mês atrás
Responder para  Realista

Quais meses sem treinar? Federer estava levando um 3 x 0 do Djokovic na SF do Australian Open 2008, placar que se repetiu no mesmo torneio em 2011.

Ele fez a gira de saibro normalmente, até chegar a Roland Garros. Pela sua lógica, posso dizer sem o menor fundamento que Sinner foi prejudicado na final deste ano com o Alcaraz, pelos meses sem jogar.

E só uma correção… ele bateu o Djoko no USO 2008, não em Roland Garros, aliás a última vez que foi campeão por lá.

Última edição 1 mês atrás by Jonas
Nei Costa
Nei Costa
1 mês atrás

Sejamos honestos, Novak foi o único tenista que Nadal chegou realmente a temer em RG e o único a chegar com estatus de favorito a uma final desse porte contra Nadal. Foi uma surpreendente surra que Djoko levou nesta final, mas o troco veio no ano seguinte. Djokovic e diferenciado por isso, ele não larga o asso fácil, enquanto tinha gente que pulava a gira de saibro com medo de tomar mais uma piza.

Eric
Eric
1 mês atrás
Responder para  Nei Costa

Igual gente que pula o Finals pra não tomar piaba. Rs

Nei Costa
Nei Costa
1 mês atrás
Responder para  Eric

Gente que recordista de finals pode, gente que mendiga RG não pode.

RODRIGO
RODRIGO
1 mês atrás

Elegeu como favorita pois foi a mais fácil. Pegar o devolvedor de bolas sérvio na final no saibro foi como um treino para Rafael Nadal.

Carlos Alberto Ribeiro da Silv
Carlos Alberto Ribeiro da Silv
1 mês atrás

Na maratona do Big 3, Federer foi o coelho. Saiu na frente, abriu uma boa vantagem, e depois foi perdendo força, vendo seus pricipais rivais se aproximarem, em seguida ultrapassá-lo e abrir uma distância confortável. A meu ver, o suiço perdeu força por confiar em demasia no seu talento natural, achando que esse talento seria suficiente para dominar os seus principais rivais e garantir a vantagem. Ele acabou trabalhando menos na evolução do seu jogo, e quando se deu conta de que os seus pontos fortes já tinham sido estudados pelos seus principais concorrentes e precisaria se reinventar e criar novas habilidades, aí não deu mais tempo pra recuperar o terreno perdido.

Jonas
Jonas
1 mês atrás

Ele parecia não acreditar no que estava vendo.

Imagine você ter 29 anos, 16 Slams no currículo e os principais recordes do esporte. Começa a perder para outro tenista, que não era o Nadal… no início a distância era tão grande que ele dava de ombros para o Djokovic, algo que admitiu em entrevista.

Não dá para adivinhar que esse cara vai bater logo em você e no Nadal. O Djokovic tinha apenas 23 anos quando passou a ser o melhor tenista do mundo e tinha muitos anos pela frente.

Federer não se acomodou, trocou a comissão técnica algumas vezes, tentou soluções diferentes como em 2014-2015. Teve uma ótima temporada em 2017/início de 2018, mas o saldo final foi negativo.

– 31 jogos contra o Djokovic entre 2011-2019, apenas 10 vitórias. Em Grand Slam ele venceu a última contra o sérvio em Wimbledon 2012…

Não tenho dúvidas de que é muito doloroso você ser superado tão de perto. Foram pelo menos uns 10 anos tentando impedir o sérvio.

Nei Costa
Nei Costa
1 mês atrás

Concordo plenamente, aliás, para mim, o fraco desempenho e o desdém com que tratava o saibro foram os principais responsáveis por ele ter perdido a dianteira. Obviamente que ele não contava com Djokovic tirar dele três títulos em Wimbledon, mas ele poderia ter um ou dois títulos a mais em RG com pelo menos uma vitória sobre Nadal, além de ter completado o slam do saibro. Parece que ele julgou não ser necessário sujar as sapatilhas para se manter a frente.

Última edição 1 mês atrás by Nei Costa
Jonas
Jonas
1 mês atrás
Responder para  Nei Costa

Ele nunca chegou perto de derrotar Nadal em Roland Garros. No ano em que ele realmente tinha condições (2011), pipocou e acabou levando um 3 x 1.

Rafael
Rafael
1 mês atrás

Já na minha opinião o suíço foi superado porque batia a esquerda com uma mão. Simples assim.

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