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Murray defende que América do Sul tenha Masters 1000

(Foto: Qatar ExxonMobil Open)

Londres (Reino Unido) – Ex-número 1 do mundo e bicampeão olímpico, o britânico Andy Murray defende a ideia de que a América do Sul tenha sua própria gira de torneios e até mesmo um Masters 1000. Em sua conta na plataforma X (o antigo Twitter) neste sábado, o jogador de 36 anos destacou o apoio do público sul-americano nos eventos e acredita que a região merece ser mais valorizada pela ATP.

“Opinião impopular: a América do Sul deveria ter sua própria gira dedicada de torneios no circuito masculino, inclusive com seus próprios Masters 1000. A forma como os torcedores apoiam os torneios lá é incrível, com atmosferas sensacionais e fica claro que o tênis faz parte de sua cultura esportiva. Vamos, ATP!”, escreveu marcando a página oficial da entidade.

Vale lembrar que hoje o continente conta com apenas quatro eventos de nível ATP, sendo três da categoria 250, em Córdoba, Buenos Aires e Santiago, e o 500 do Rio de Janeiro. Murray, por sua vez, esteve pela última vez em solo sul-americano em 2016, quando conquistou sua segunda medalha de ouro olímpica, também no Rio.

Já entre os Masters 1000, nove eventos compõem o calendário masculino na atualidade, espalhados pela Europa, América do Norte e Ásia. São eles: Indian Wells, Miami, Monte Carlo, Madri, Roma, Canadá, Cincinnati, Xangai e Paris.

Becker apoia ideia
Pouco tempo após a declaração de Murray, foi a vez do alemão Boris Becker corroborar com o pensamento do britânico e responder à publicação. “Por que impopular? Você está absolutamente certo sobre sua opinião, Andy. O tênis deveria ir para países e continentes onde está crescendo”, enfatizou o tricampeão de Wimbledon.

10 Comentários
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Leo, o realista
Leo, o realista
1 mês atrás

Murray sendo politicamente correto como sempre…
Duvido que os jogadores queiram, já reclamam de viajar bastante, e ir para um local longe pra jogar um único torneio fica meio complicado. Fora que teria de contar com alguém cedendo seu Master 1000.
Não vai acontecer.

Bricio Cunha Fagundes
Bricio Cunha Fagundes
1 mês atrás
Responder para  Leo, o realista

Não é um único torneio. Ele sugeriu uma gira que culminaria em um Masters 1000. Eu também acho difícil porque essa estrutura do calendário da ATP é bem engessada. Mas o Murray não falou nenhum absurdo. E você não perde nenhuma oportunidade de expor seu viralatismo

Eduardo
Eduardo
1 mês atrás
Responder para  Leo, o realista

Fizeram isso com a Ásia… O master 1000 de Xangai é relativamente recente.

Refaelov
Refaelov
1 mês atrás
Responder para  Leo, o realista

Olha, o burburinho é q a ATP está se preparando pra aumentar o n° de Masters.. nesse cenário n seria impossível n..

Cristiana
Cristiana
1 mês atrás
Responder para  Leo, o realista

Concordo, mas não deixa de ser bacana um cara desse nível apoiar. Outros poderiam ter falado e se calaram

Carlos Carcamino
Carlos Carcamino
1 mês atrás

Valeu o apoio, pena que a ATP só pensa em opulência e lugares que a sociedade come cru os recursos naturais do planeta. Para eles a South América é longe, confusa e pobre.

Ivan
Ivan
1 mês atrás

Tira Miami ou Cincinati , são horríveis , para que três torneios nos EUA? Dois ja estaria de bom tamanho, ainda mais que Miami começa dois dias depois de Indian Wells e os jogadores chegam só o pó, e com diversas desistências. Uma vaga dessa deveria ser nossa.

Cristiana
Cristiana
1 mês atrás

Adoro a ideia, o Murray é sempre muito sensível às minorias de todo tipo, mas o Brasil tem alguns problemas pra essa ideia. É só lembrar do Brasil Open, em São Paulo, que acabou por… falta de pagamento? De organização? O Djoko até hoje dizendo que não recebeu $$ pela exibição aqui no Brasil. Esse tipo de amadorismo complica.

Eduardo
Eduardo
1 mês atrás

Começa no Chile (250), vai pra Argentina (250), vem pro Brasil… transfere esse atp 500 pra SP e finaliza num M1000 no RJ. Coisa linda!

Jaime
Jaime
1 mês atrás
Responder para  Eduardo

Otimo. E poderia usar as instalacoes do centro olimpico da Barra

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