Rio de Janeiro (RJ) – Três dias depois de anunciar que não disputaria o ATP 250 de Buenos Aires, o francês Gael Monfils também está fora do Rio Open. A organização do ATP 500 confirmou a desistência na manhã deste sábado. Ele seria um convidado para o torneio no Jockey Club Brasileiro, o que possibilita aos realizadores indicar outro jogador.
Monfils ainda não se recuperou de uma doença estomacal, que ele relatou ter sofrido logo depois do Australian Open. Em temporada de despedida do circuito, o veterano de 39 anos é mais uma baixa para os torneios sul-americanos, que também perderam o italiano Lorenzo Musetti por lesão no adutor.
“Estou muito triste por ter que desistir do Rio Open. Fiz de tudo para conseguir ficar bem, mas infelizmente estou lidando com um vírus que está afetando muito a minha saúde e impossibilitando que eu viaje”, disse Monfils.
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“Neste momento, a prioridade é a minha saúde e eu preciso de tempo para me recuperar e poder voltar às quadras. Amo jogar no Rio e peço desculpas aos fãs e ao torneio por não poder estar com vocês”, acrescentou o francês.












Não é possível que esse convite não seja dado ao Heide…
Se for pto Heide tem que ser pro Guto… Tem que ser paranos tenistas com mais potencial de crescimento…
So falta a organização repassar pro Meligene…
Com certeza o convite irá pro Heide na chave principal depois da vitoria de ontem, a ver quem irá o substituir no qualy..
Para a chave principal, não tem como ser o Meligeni, a não ser que ele faça uma grande campanha em BA e o WC seja definido na bacia das almas.
A vaga tende a ficar com o Heide ou com o Monteiro, que já receberam WC para o quali – meio óbvio, né? Existe uma ordem de preferência que foi sinalizada pelos wild cards divulgados.
O Meligeni pode acabar entrando no quali, ocupando a vaga de um dos dois.
Meligeni é um ex jogador em atividade. Tem de ser muita “peixada” para ganhar convite.
Na minha opinião, os critérios que o Rio Open utiliza são corretos. Eu faria praticamente o mesmo em todas as edições.
O Meligeni precisaria de uma boa campanha nesta semana. Já era.
O Monteiro também precisa de um excelente resultado em BA para justificar vaga direta na chave principal.
Neste momento, eu convidaria o Heide para a chave principal e o Boscardin para o quali. Acho que será exatamente isso.
Anti clímax total esse torneio
Um 500 com cara de Challenger
Comentário vindo direto das trombetas do inferno
Melhor cancelar o torneio.. cada ano fica mais fraco..
Eh o ATP 500 mais fraco do calendário disparado e muito inferior a grande maioria dos 250. Depois de dez anos não dá pra organização continuar se vitimizando, culpando o calendário, o piso ou terceiros. Algo precisa ser feito pra ontem. E a imprensa especializada também tem sua parcela de responsabilidade, já que está sempre sendo condescendente, passando a mão na cabeça e endossando esse mesmo velho discurso batido dos organizadores. O torneio do Rio é um evento esportivamente muito ruim e vem em franca decadência ano a após ano. Aspectos comerciais e publicitários são irrelevantes para quem se importa de verdade com a qualidade do jogo.
Concordo com você, infelizmente.
E sou da opinião que a América do Sul merece um torneio M1000 mas esse é um sonho cada vez mais distante.
Enquanto isso nos EUA continuam com aquela palhaçada no Masters de Miami.
Triste realidade.
O último apaga a luz…
Esse atp 500 é mais vazio que muitos 250
Lógico que deverá ser Heide após ele fechar hoje em cima do canadense número 2.e colocando o Brasil na próxima fase.
O pessoal aqui falando mal do Rio Open… Poxa, será que não conseguem perceber o desafio mais óbvio? A América do Sul é totalmente fora da rota do tênis mundial, em especial pela questão geográfica.
Mas e a Austrália, que fica mais longe ainda? Pois bem, a Austrália já tem um espaço e uma tradição que foram conquistadas a muito custo também. Antigamente parte considerável dos tenistas no topo do ranking não viajavam para jogar o Australian Open.
Foram anos e anos de investimento por lá. Fora o fato da Austrália estar muito a frente do Brasil como civilização.
Tendo em vista o “custo Brasil”, esta várzea política e jurídica que penaliza empresas e investimentos (ao invés de incentivá-los) e a distância da Europa, eu acho até que o Rio Open ao final das contas se sai bem.
Infelizmente este ano aqui teve o azar da lesão de dois caras importantes, o Monfils e o Musetti. É o que temos pra hoje.
Pode vir e aproveitar o carnaval
Vi o Heide aqui em Brasília com 18 anos. Neste dia vi seu potencial!