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Mesmo com dor, Alcaraz mostra otimismo na recuperação

Foto: Fotojump

Felipe Priante

Rio de Janeiro (RJ) – Depois de apenas 18 minutos em quadra e dois games jogados, o espanhol Carlos Alcaraz deixou a quadra central do Rio Open com uma lesão no tornozelo, que aconteceu logo no segundo game do duelo com o cearense Thiago Monteiro. Na entrevista coletiva, o cabeça de chave número 1 revelou que ainda sente dor para andar, mas mostrou otimismo na recuperação.

“Ainda tenho dor quando ando, imagina correndo. Vamos levar com calma. Agora vou jantar e descansar para amanhã fazer os exames e ver o que fazer. Farei exames no meu tornozelo para ver se é sério ou não. O fisioterapeuta da ATP me disse que não parece ser sério”, disse o espanhol de 20 anos, que acredita conseguir se recuperar a tempo da exibição contra Rafael Nadal, dia 3 de março em Las Vegas.

Questionado sobre a conversa com o fisioterapeuta em quadra, ele contou que foi sugerido continuar alguns games para ver como estavam suas sensações. “Mas depois de alguns pontos não me senti melhor. Estava com dor e sabia que seria impossível vencer com aquele nível de dor e que poderia piorar se seguisse jogando. Ainda mais se fosse um jogo longo, por isso decidi abandonar”, explicou.

“Senti que era ruim porque cai para trás, essa foi a primeira impressão que tive. Estava com dor quando estava no chão e achei que iria ser difícil seguir na partida se continuasse com aquela dor”, afirmou o campeão do Rio Open em 2022 e vice-campeão no ano passado.

Alcaraz garantiu que o ocorrido foi um acidente e não tem nada a ver com a condição da quadra. “Esse tipo de coisa acontece no saibro, a quadra estava boa, não tinha nenhum problema. Caí forte numa mudança de direção e foi um infortúnio, coisas que podem passar e que já aconteceram com a maioria dos tenistas alguma vez. São coisas normais e tenho que saber lidar com isso”.

Depois de um título e um vice no ano passado no saibro sul-americano, desta vez Alcaraz não repetiu os resultados, mas não saiu tão por baixo da série de Buenos Aires e Rio. “Não consegui jogar meu melhor nível, tenho coisas a melhorar, mas não acho que foi de todo mal. Aqui tive má sorte e tinha capacidade de ter um bom resultado, estava batendo bem na bola e sinto que podia jogar bastante bem”.

6 Comentários
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Leo
Leo
1 mês atrás

Qualquer um pode torcer o pé, é uma situação fortuita. Mas isso tras de volta a serie de lesões que tem Alcaraz sendo tão jovem. Nadal também era altamente fisico e não o víamos ficar varias vezes afastado por lesão aos 19 ou 20 anos. Federer e Djokovic que tinham um jogo mais limpo sem depender de levar o fisico ao extremo, nem se fala.

rubens
rubens
1 mês atrás

monteiro aposenta Alcaraz.

Fernando Venezian
Fernando Venezian
1 mês atrás

O estilo do Rafa e o dele levam o corpo ao limite! É uma intensidade de jogo demasiado exagerada! Nós que amamos o tênis torceremos para que ele retorne o quanto antes!

Lee
Lee
1 mês atrás

Esse quando ganhou aquela final de Winblendon do Djokovic já achou que ia ser superior a um big 3. Hoje tá aí o resultado nenhum ser humano aguenta jogar seguidamente com tanta intensidade igual Alcaraz com 20 anos de idade. Todos diziam que logo ele ia começar a sofrer com lesão.

Tadeu Schmidt
1 mês atrás

Acontece. Em 2 anos Djokovic aposenta. E Sinner não tem o nível de Alcaraz. A vida e feita de altos e baixos.

marcos
marcos
1 mês atrás
Responder para  Tadeu Schmidt

Estás falando do nivel fisico né ? Porque do resto, o Sinner tem … e ainda sobra

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