Mais um gigante se vai

O tênis se despediu nesta terça-feira não apenas de um dos nomes mais carismáticos já vistos em quadra, mas também de um dos raros nomes que ousaram desafiar o Big 3 no seu auge.

Stan Wawrinka nunca foi exemplo de apuro físico, nem de frieza. Passou boa parte de sua longa carreira em segundo plano, ora por falta da mobilidade e resistências ideais, ora por falhar nas horas decisivas. Demorou seis temporadas para fazer suas primeiras quartas de Slam.

Ele soube, no entanto, dar a volta por cima. No curto espaço de três mágicos anos, ganhou três troféus em diferentes Grand Slam e entrou para a lista dos gigantes. Em todos eles, derrubou o Big 3. Tirou Novak Djokovic e Rafael Nadal no Australian Open de 2014, superou Roger Federer e Djokovic em Roland Garros de 2015 e bateu Juan Martin del Potro antes de nova final contra Nole no US Open de 2016.

Faltou, é verdade, consistência. Sua qualidade técnica não lhe deu mais do que um Masters 1000 e três semis de Finals, compensados em menor grau pelo ouro olímpico de duplas e a Copa Davis. Porém Stan nunca foi um tenista padrão. Deu-se ao luxo de tocar a carreira do seu jeito, sem sacrificar momentos de descontração e lazer, abusando por vezes do condicionamento físico rígido. Um bon-vivant que contrastou sempre, e sem remorsos, de seus contemporâneos megacampeões.

Talvez por isso tenha ganhado tanta popularidade. Alegre, descontraído, por vezes resmungão e briguento, Stan refletia leveza de espírito em quadra, sem perder a determinação e a classe. Transformou até seus uniformes, tão relaxados, numa marca.

Claro que seu backhand de uma mão, para mim o melhor já visto, ajudou muito. Cada vez mais em extinção, segue como o golpe mais clássico e encantador do tênis e Wawrinka soube executá-lo com plasticidade e eficiência assombrosa. Será eternamente lembrado por isso.

Vale listar aqui os cinco jogos que o próprio Wawrinka elegeu como suas maiores atuações. Ele começa pelas finais do US Open de 2016 e de Roland Garros de 2015 contra Djokovic; cita a semi desse mesmo Paris contra Jo-Wilfried Tsonga, relaciona depois a decisão do Australian Open de 2014 contra Nadal e por fim me surpreendeu ao fechar com a vitória em cinco sets sobre Ivo Karlovic em Wimbledon de 2006.

A geração de ouro, que já viu também a aposentadoria de Andy Murray, agora se despede de Wawrinka e deixa Djokovic ainda mais isolado como o último representante da era mais espetacular já vista no circuito masculino em todos os tempos.

Subscribe
Notificar
guest
115 Comentários
Newest
Oldest Most Voted
Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
01/11/2026 12:33

Mesmo quase 5 meses parado, Carlos Alcaraz atinge hoje com apenas 23 anos e 1/2 : 7 Slam, 8 Masters 1000 , 11 ATP 500 e 2 ATP 250 = 28 Conquistas. Quem assistiu a final de hoje , não passou despercebido literalmente Todos os golpes do Esporte. Simples assim. Abs !

Luiz Fernando
Luiz Fernando
01/11/2026 12:02

O set 1 demonstrou de forma óbvio, claro, cristalina, a grande potência dos golpes do Di Menor kkkkk. Se por cm o espanhol quebrasse no segundo game do set 2 o placar dessa parcial seria semelhante. Essa eterna nextgen só me dá alegria kkkk. Alcaraz sem sustos campeão, conforme o mundo esperava!

E ao final uma noticia surpreendente: Ferrero vai treinar Shelton, algo que ninguém esperava. Vejo grande potencial nessa parceria, pois irá aprimorar o jg de base do americano, permitindo que ele tenha sonhos maiores…

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
01/11/2026 13:26
Responder para  Luiz Fernando

Não surpreende mais nenhuma bobagem vindo do Sr diiversão garantida. Assistiu as demais partidas de De Minaur no Torneio ? . As vitórias sobre Berrettini e Alexander Zverev foram todas por acaso ??? . Se conhecesses o mínimo do Esporte, verias que o segundo Set não teve nada de protocolar. Alcaraz extremamente ligado e usando todo o seu vasto repertório, para evitar um terceiro Set . Grandes jogadas para quem gosta . Essa tua ridícula ” eterna Next Gen” somente existe na cabeça de um alienado. Abs !

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
31/10/2026 16:00

Di Menor bateu Zverev com 26 Winners contra 25 . Imagina se ” goat ” vai para o Finals como reserva do sem “potência” … rsrs. Abs !

Paulo Almeida
Paulo Almeida
31/10/2026 17:01
Responder para  Sérgio Ribeiro

Di Menor atualmente tem mais potência do que seu pai Hewitt, que de fato só mandava peteleco. Valorizou o hepta ultraparrudo do GOAT em Pequim, derrotado apenas no tiebreak do primeiro set. Mesmo assim, o título de Viena já caiu no colo da esquerda braço de jacaré do Alcaraz.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
31/10/2026 18:04
Responder para  Paulo Almeida

Ultraparrudo ? . Jura ???. Os Campeões de Pequim pela ordem: 2023 Sinner; 2004 Alcaraz; 2025 Sinner. ” goat ” foi parar no Torneio devido a ausência de ambos . E contou com a desclassificação de Medvedev e o abandono de Di Menor, para levar o ” parrudo “. Para chegar aos 103 , somente voltando aos ATPs 250 … PS : Alcaraz totalmente recuperado jogando barbaridade. Rsrsrs,Abs !

Paulo Almeida
Paulo Almeida
31/10/2026 20:19
Responder para  Sérgio Ribeiro

Juro. Venceu seus grandes rivais Zverev (número 1 do mundo) e Medvedev (GOAT sacava pro jogo) e Di Menor já estava em desvantagem de 0x1. Hepta ultraparrudo legítimo. Se Alcaraz fugiu e preferiu jogar o fraquíssimo torneio de Tóquio, não posso fazer nada.

Vamos ver. O importante é a nação torcedora do Terceirão ficar apavorada com a possibilidade do maior de todos os esportes empatar e virar pra 104 ATP’s antes de se retirar do circuito, não importando o torneio.

Rsrsrs, abs!

Ronildo
Ronildo
01/11/2026 09:32
Responder para  Paulo Almeida

Sim, talvez Djokovic consiga empatar aos 42 o que Federer fez com 38.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
01/11/2026 13:39
Responder para  Ronildo

Mas Federer chegou a 103 com 38 anos vencendo 49 littles titles. Por isso, inflo número de títulos. Os littles titles dele representam 47,6% do total de títulos. Os Big Titles representam apenas 52,4%.

70,6% dos títulos de Djoko são Big Titles. Federer só venceu 54 e se mantivesse o percentual de Djoko em relação ao total de títulos teria apenas 77 conquistas.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
01/11/2026 09:14
Responder para  Paulo Almeida

De o Equipamento 2026 de Di Menor para o grande contra golpeador Lleyton Hewitt . Este obteve vitórias sobre todo o Big 3 . Quem bate Pistol Pete Sampras em Sets diretos em final de USOPEN 2001 , e fica 80 semanas no TOPO do Ranking, demonstra que Piloto nem sabia o que era Tênis em sua Época….rs. Abs !

Paulo F.
Paulo F.
01/11/2026 07:17
Responder para  Sérgio Ribeiro

Pode entregar a taça pro teu queridinho.
Treino de luxo em plena final pro Alcaraz.
Jogo jogado.

Paulo F.
Paulo F.
01/11/2026 11:13
Responder para  Paulo F.

Alcaraz tem absolutamente todos os fundamentos melhores e bem melhores do que Di Minaur. Treino de luxo, realmente.

Luiz Fernando
Luiz Fernando
01/11/2026 07:44
Responder para  Sérgio Ribeiro

Di Menor rumo ao número um kkkkkkk

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
01/11/2026 09:19
Responder para  Luiz Fernando

Onde isso está escrito Sr diversão garantida ? Medvedev, Thiem, Zverev 2 vezes , somaram juntos 4 Slam. Di Menor é respeitado em todos o Circuito. O Sr não acerta absolutamente nada como disse o outro…kkkkkkkkk. Abs !

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
31/10/2026 08:50

Zé Verev novo N 1 do Mundo, e Di Menor perto do ATP Finals, batendo Berrettini com mais Winners. Essa ” eterna Next Gen” me leva a loucura. Assim não dá… rsrs. Abs !

Luiz Fernando
Luiz Fernando
01/11/2026 12:04
Responder para  Sérgio Ribeiro

Ironia não é o seu forte, mas talvez vc não saiba o que é isso! Pela grande potência que ele tem não espero outra coisa kkkk.

Paulo A.
Paulo A.
30/10/2026 20:32

Caro Dalcim, Naná já fazendo uma excelente campanha lá em Curitiba. O que tem achado da evolução dela? É para se entusiasmar ou não?

Paulo A.
Paulo A.
01/11/2026 07:34
Responder para  José Nilton Dalcim

Ótimo saber disso!

Marquinhos
Marquinhos
30/10/2026 12:07

Tinha gente dando como certo o título na Basiléia, só porque o sérvio venceu o torneio com selo de qualidade Tabajara, Pequim! kkkkk

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
30/10/2026 12:48
Responder para  Marquinhos

Não, porque quando venceu lá, deu coro em Rogério, na final.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
31/10/2026 08:45
Responder para  Luiz Fabriciano

Levou o troco no ano seguinte e desapareceu de lá. Estava crente que o Decacampeão da Basíleia estaria presente, ao anunciar seu retorno depois de 15 anos . Federer não deu a mínima e “goat ” mandou : ” nosso relacionamento é estritamente profissional” . Tadinho…Abs !

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
31/10/2026 11:13
Responder para  Sérgio Ribeiro

É óbvio que não ia dar a mínima, pois o goat acumulou todos os principais recordes do tênis.

evaldo.moreira
evaldo.moreira
01/11/2026 12:14
Responder para  Sérgio Ribeiro

Uai, queria que o cara falasse o que: ahhhhhhhhh ele é migão intimo, nos damos bem, e até vamos fazer um Fedaltour, kkkkkkkkkkkkkkkkk.

Tenha dó cara, Federer disse o mesmo, é profissional e nada mais, kkkkkkkkkkkkkkkk

evaldo.moreira
evaldo.moreira
01/11/2026 12:13
Responder para  Luiz Fabriciano

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk, cara todo o comentario vc tem que colocar o nome do Rogerio, kkkkkkkkkkkkkkkkk, jura prezado.

Haroldo
Haroldo
29/10/2026 21:45

Parabéns ao Stan Wawrinka, como vc diz que backhand. Excelente texto

Ronildo
Ronildo
29/10/2026 20:06

Djokovic livrou-se da derrota na primeira rodada, porém sucumbiu na segunda. Struff é um tenista bastante técnico e apesar de ser um veterano de 36 anos, continua a impressionar o circuito com sua enorme habilidade tenística.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
30/10/2026 07:38
Responder para  Ronildo

E muitos títulos!
Ou nem tanto, apesar da “enorme habilidade tenística”, sofre com a pressão de fãs pelo mundo inteiro, que o impede de vencer torneios?

Ronildo
Ronildo
31/10/2026 10:04
Responder para  Luiz Fabriciano

Muitas contusões, Luiz Fabriciano.

Luciano Antônio
Luciano Antônio
29/10/2026 19:37

A final de RG em 2015 foi magistral, e em cima do Djokovic. Que tenha muita saúde e felicidades na aposentadoria. Realmente, é a melhor e a mais consistente esquerda de uma mão, pelo menos pra mim.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
30/10/2026 07:39
Responder para  Luciano Antônio

E nessa final, para mim, fez o ponto de backhand mais bonito que já vi até hoje.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
30/10/2026 09:26
Responder para  Luiz Fabriciano

É óbvio que é o mais bonito que já vistes . Desde quando LF 2 assistiu jogos do Craque Suíço ? . Reveja a Semi de RG 2011 e verás pontos com todo tipo de variação possível de Backhand de uma mão…Abs !

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
30/10/2026 11:21
Responder para  Sérgio Ribeiro

Será que é possível você compreender que as pessoas têm gostos diferentes dos seus? Que a pessoa pode admirar outros tenistas que não seja o seu amado suíço?

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
30/10/2026 12:50
Responder para  Paulo Sérgio

A Síndrome do Inconformismo, da autodeterminação, da falta de senso, de educação, de um monte de coisas.
Não acredito na cura, meu nobre.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
30/10/2026 14:20
Responder para  Luiz Fabriciano

Sem essa de falta de educação. Assistir a Semi de RG 2011 , faria bem a um recalcado . Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
30/10/2026 12:51
Responder para  Sérgio Ribeiro

Nenhum golpe foi mais bonito que uma madeirada de Mr. Federer.
Aquela no match-point Wim2019, é uma verdadeira obra de arte.

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
29/10/2026 18:50

E o Djokovic que dessa vez não passou nem do Struff, hein? Um notório freguês de carteirinha.

Acho que também não vai conseguir se classificar pro Finals.

É, meu povo e minha “pova”. Sinal dos tempos…rs

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
29/10/2026 18:46

Djokovic optou pelo ATP 500 da Terra do Craque Suíço, em vez dos ATPs 250 como preparatório para Paris pensando no Finals . E h2h novamente comprova que somente existe para ser quebrado. O veterano de 36 anos Struff, saiu de 0 x 9 , e mandou ” goat ” de volta para Atenas . Tadinho…rs. Abs !

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
29/10/2026 19:32
Responder para  Sérgio Ribeiro

Ano passado, classificado com sobras, esnobou o Finals. Agora, na corda bamba e na bacia das almas, resolveu que quer.
Durma-se com um barulho desses. Freud explica.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
30/10/2026 00:55
Responder para  Maurício Sabbag

Se Sinner e Alcaraz estiverem juntos no Finals ele não se anima . Isto aconteceu em 2004 e 2025. Sem Sinner ( atual Bicampeão) , ele até que se animou . Mas tá feia a coisa …rs. Abs !

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
30/10/2026 09:27
Responder para  Sérgio Ribeiro

Alcaraz é impotente no atp finals e foi massacrado na semifinal da temporada 2023 por um Djoko de 36 anos e 6 meses por 6-2 e 6-3. Djoko não disputou porque é o recordista e tinha o Sinner bem mais novo para tirar qualquer possibilidade dele vencer o oitavo título.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
30/10/2026 11:52
Responder para  Paulo Sérgio

Tão impontente que atingiu a Final do ATP Finals 2025 invicto. Esta foi duríssima com 7 x 6 , 7 x 5 para Sinner. Cresça Sr Paulinho e não fique nervosinho. Está para nascer quem massacre Carlos Alcaraz em qualquer superfície. Sem ainda nenhuma experiência na Grama Sagrada até então, é Bicampeão de Wimbledon para cima de ” goat ‘ … rsrs,Abs !

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
30/10/2026 13:47
Responder para  Sérgio Ribeiro

E perdeu a final rs

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
30/10/2026 14:24
Responder para  Paulo Sérgio

E chegou Invicto a mesma. Impotente na cabeça de …deixa pra lá pois não passa …rs. Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
30/10/2026 09:58
Responder para  Sérgio Ribeiro

Exato.
Em 2023, deu coro nos dois.
Fosse ele, também não iria perder a invencibilidade sobre ambos no Finals.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
30/10/2026 11:56
Responder para  Luiz Fabriciano

Deu coro para nunca mais. Perdeu Wimbledon 2023 para Carlitos então com 20 anos , e ao perder dois matchpoints contra Sinner na Davis 2023 , nunca mais venceu nada relevante. É óbvio que fugiu dos dois em 2024 e 2025 no Finals , desinformadissimo LF 2 …rs. Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
30/10/2026 12:52
Responder para  Sérgio Ribeiro

Achei que o assunto era Finals.
Achei também que manterias sua palavra.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
30/10/2026 14:26
Responder para  Luiz Fabriciano

Quem se mete de carona nos comentários dos outros é o Sr LF 2 . E sempre na cara dura …Abs !

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
30/10/2026 13:47
Responder para  Sérgio Ribeiro

3 slam + 1 atp finals em 2023 com 36 anos e alguns meses

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
30/10/2026 15:12
Responder para  Luiz Fabriciano

Ué, mas assim é fácil. Não joga e não perde a invencibilidade. Eu também estou invicto. Nunca perdi nem pro Sinner nem pro Alcaraz. rs

Paulo F.
Paulo F.
01/11/2026 07:26
Responder para  Sérgio Ribeiro

Alcaraz é um nada nos Finais.
Ainda.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
30/10/2026 07:40
Responder para  Maurício Sabbag

Quando Freud explicar, traduza para nós, please.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
29/10/2026 18:39

Alexander Zverev desmente o Papinho ridículo de ” eterna Next Gen” de uma vez por todas , e atinge o N 1 com toda a justiça. Desde muito jovem competindo com o Big 3, agarrou sua chance mesmo com Sinner e Alcaraz presentes cada um a seu momento . Sem medo de errar, dos 30 N 1 da história, Sasha é mais jogador que no mínimo 10 deles . Alemão está de parabéns. O desempate hoje com Sinner foi pelo número de Slam da Temporada . Sinner presente em RG e Alcaraz no USOPEN 2026 . Abs !

Luis
Luis
29/10/2026 18:37

Um dos jogadores mais simpáticos do tenis, sempre humilde, teve a carreira dentro dos seus termos. Vi alguns jogos dele ao vivo e foram todos sensacionais, a torcida gritava e fazia ola como se fosse jogo de futebol. Vai fazer falta

Jasp Pedroso Junior
Jasp Pedroso Junior
29/10/2026 17:28

Big Stan paz e prosperidade agora…um grande campeão

Alison Cordeiro
Alison Cordeiro
29/10/2026 12:04

O ano é 2015 e Novak Djokovic chega a grande final de Roland Garros como favorito, depois de deixar pelo caminho Rafael Nadal na campanha. Era fato que o espanhol naquele ano não estava no seu melhor, mas os títulos obtidos nos anos seguintes mostrariam que ele não estava acabado, portanto ainda era Rafael Nadal.

O adversário, Stan Wawrinka, por sua vez, havia batido Roger Federer de maneira espetacular na campanha e estava jogando um tênis primoroso. Já tivera embates memoráveis com Djoko no AO, e mesmo que no 1 a 1 estivesse em desvantagem, era um adversário perigoso.

Djokovic tinha o fator emocional de jogar para buscar o GS que lhe faltava. Sólido como de costume, fez um primeiro set a seu modus operandi e abriu 1 a 0. Parecia caminhar no segundo set rumo a nova vitória, embora Stan do outro lado da rede seguisse competindo de forma notável. O suiço estava solto em quadra, firme e determinado, com seu backhand muitíssimo bem calibrado. Mostrando consistência, venceu o set e permaneceu firme no jogo.

Sem aliviar sequer por um minuto, manteve o padrão excepcional, seu mortífero backhand machucando o sérvio, vencendo pontos quase impossíveis, onde a física parecia conspirar contra ele e se dobrar ao seu talento.

Como de hábito, Djokovic tentou de tudo, lutou tenazmente, brigou até o último ponto. Como de hábito em Roland Garros até então, falhou outra vez. Mas nada havia a lamentar. Como já ocorrera anteriormente diante do dono da quadra central, o inigualável Rafael Nadal, e também diante do mágico Roger Federer em 2011, Djokovic sucumbiu a um tenista que lhe foi superior naquele dia.

Reputo aquela atuação como a mais brilhante que vi de Stan durante sua carreira. Reconheço que não tive a oportunidade de ver todas, mas assisti às outras duas vitórias de Slam, e esta foi, para mim, a mais mágica. Naquela tarde Stan impôs uma derrota que me frustrou e que me alegrou ao mesmo tempo. Lamentei ver Nole perder, mas não havia como desgostar de Stan. Ele fez história e me tornou fã da magia do seu backhand letal.

Sempre que possível, desde então, assisti a arte do seu talento, independentemente do resultado. Viver na era dos maiores titãs da história impossibilitava que feitos como esse ganhassem a frequência que mereciam, mas havia também as suas próprias escolhas pessoas. Tudo bem. Pelo que tanto que proporcionou na carreira, sua marca está registrada.

Sentiremos sya falta, Stan, the Man.

Evaldo Moreira
Evaldo Moreira
29/10/2026 19:54
Responder para  Alison Cordeiro

Assisti essa final, jogo espetacular, Stan não estava para brincadeiras, kkkkkkkkkk, que backhand espetacular….

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
30/10/2026 07:43
Responder para  Alison Cordeiro

Prezado, concordo com todo seu texto.
Acho que aqui: “e mesmo que no 1 a 1 estivesse em desvantagem” você quis dizer h2h, não?

Alison Cordeiro
Alison Cordeiro
30/10/2026 13:54
Responder para  Luiz Fabriciano

Exato, meu amigo. No H2H ele levava desvantagem diante de Djoko, mas era “carne de pescoço” e impôs poucas, mas duras derrotas ao homem.

lEvI sIlvA
lEvI sIlvA
29/10/2026 11:31

Dalcim, além da premiação por vitória e claro, por uma campanha invicta, quanto leva Djokovic, Alcaraz e Sinner apenas por participar do Six KIngs, saberia dizer?

Andre Eduardo
Andre Eduardo
29/10/2026 11:01

Depois de Nadal e Federer, Stan é o tenista que mais gosto de assistir. Dono do backhand mais espetacular já visto, fará enorme falta no circuito.

Quando ele entrava em quadra no modo Stannimal, era capaz de derrotar a qualquer um. Imaginem esse cara com 50% do físico/mental de um Nadal ou Djoko…

Jonas
Jonas
29/10/2026 09:44

Considero Zverev um jogador maior que o Wawrinka, mesmo com um Slam a menos, e o alemão tem apenas 29 anos. Mas o suíço teve um auge superior e derrotou nada mais nada menos que o Big 3 em finais de peso. É por culpa dele por exemplo que Federer nunca venceu Monte Carlo. Mesmo sendo freguês do trio, ele conseguiu vitórias de peso: quem não lembra do 3 x 0 em cima do Federer em Roland Garros ou daquele atropelo pra cima do Nadal em Roma?

E concordo com o autor, Wawrinka foi um nome de peso na era mais espetacular já vista no circuito masculino em todos os tempos: 2011 a 2016. Nesse período Djokovic venceu 11 Slams, Stan 3, Murray 3 e Federer apenas 1.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
29/10/2026 13:03
Responder para  Jonas

” É por culpa dele que Federer não venceu em Monte Carlo” . Bobagem sem tamanho para variar. No Masters 1000 mais lento, Suíço mesmo assim fez 4 Finais e perdeu 3 para Touro Miura. Wawrinka em 7 encontros no Saibro com Federer perdeu 5 . 2011 a 2016 está longe de ser a Era mais espetacular do Tênis . Pode ter sido para um fanático devido ao fato de Djokovic ter vencido mais. Stan somente venceu um ATP 250 de 2016 até sua aposentadoria. E a dupla Fedal teve momentos espetaculares antes de 2011 , ano que Sérvio finalmente largou o N 3 de onde não saiu desde 2007 . A FInal de Wimbledon 2008 , está entre as 3 melhores da história. O sujeito mesmo postando bobagens nem se dá ao trabalho de pesquisar. E ainda recebe joinhas do grupinho de sempre… Rsrsrs ,Abs !

Jonas
Jonas
29/10/2026 14:08
Responder para  Sérgio Ribeiro

Então você confirma o que falei: Federer nunca venceu Monte Carlo, primeiro porque era freguês do Nadal nesse masters, segundo por culpa do Wawrinka, obrigado por concordar comigo.

O que tem a ver o Wawrinka com a dupla Fedal ter tido momentos espetaculares antes de 2011? Esse ponto ficou meio desconexo no seu argumento.

Última edição 3 dias atrás by Jonas
Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
29/10/2026 16:41
Responder para  Jonas

A frase de que foi devido a Stan , Federer não vencer Mônaco, evidentemente é absurda. Nadal é apenas um ano mais velho que Djokovic. A Fedal dominou de 2004 até 2011 , mesmo Djokovic levando USOPEN 2008 , devido este não ter tido capacidade sequer de assumir o N 2. Ao contrário, Suíço retomou o N 1 em 2009 . Em 2012 , Djokovic venceu apenas um Slam.Em 2013, Federer se ausentou meia temporada por lesão nas costas . Em 2014 , lesão no punho de Nadal e cirurgia de apendicite. Espanhol teve um 2015 muito abaixo. Em 2016 , Federer abandona no meio e faz a primeira cirurgia no joelho. Esta tua era mais espetacular da história, foi boa para Sérvio e Stanimal que jogou o seu melhor. Conta outra Mestrinho…rs. Abs !

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
29/10/2026 19:53
Responder para  Sérgio Ribeiro

2011 foi o sérvio que dominou rs

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
30/10/2026 09:36
Responder para  Paulo Sérgio

De 2004 a 2011. Dominou exatamente no último. Mas voltou a vencer apenas 1 Slam em 2012 . Ri de que a hiena ??? Rsrsrs ,Abs !

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
30/10/2026 11:24
Responder para  Sérgio Ribeiro

Dalcim,

Você permite o interlocutor me chamar de hiena? Esse é um diálogo sadio?

Sérgio Ribeiro,

Você sabe discordar da mensagem sem atacar o mensageiro com argumentos racionais?

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
30/10/2026 11:27
Responder para  Sérgio Ribeiro

Não vou me rebaixar a seu nível até pelo fato da vantagem do goat de 24 – 22 – 20 – 3 em majors: esse foi o resultado final da disputa pelos slam entre o Big 4 queira você ou não.

Última edição 2 dias atrás by Paulo Sérgio
Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
30/10/2026 07:47
Responder para  Jonas

Para não perder o hábito (o mal hábito).

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
30/10/2026 09:38
Responder para  Luiz Fabriciano

Resposta de quem não sabe interpretar uma só linha de texto algum. …rs. Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
30/10/2026 07:46
Responder para  Sérgio Ribeiro

E quantos Monte Carlo Mr. Federer venceu?
E quem lhe impôs um vice?
Essas são as perguntas.
Só mais uma: por que o céu é azul?

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
30/10/2026 09:34
Responder para  Luiz Fabriciano

Aprenda a ler criatura. Ele no primeiro comentário afirmou que Federer não venceu Mônaco devido a Wawrinka. Ele e tu não sabem que Suíço fez 4 Finais por lá e não apenas uma . Desconhecimento rotineiro dele e teu … Rsrs,Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
30/10/2026 12:55
Responder para  Sérgio Ribeiro

Então ele é tetra-vice no mesmo torneio?
Acredito que seja um record que Novak Djokovic não vai superar.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
30/10/2026 11:29
Responder para  Luiz Fabriciano

Ele está nervoso. Baixou o nível, pois não suporta a terrível realidade (24 >20).

Evaldo Moreira
Evaldo Moreira
29/10/2026 19:55
Responder para  Jonas

kkkkkkkkkkkkk, Jonas… Jonas aonde tu vive meu caro, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Ze verev maior que Stan W. pelo amor de Deus

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
29/10/2026 21:17
Responder para  Evaldo Moreira

Ouro olímpico + atp finals + vantagem em masters 1000 será que já é suficiente?

lEvI sIlvA
lEvI sIlvA
30/10/2026 07:19
Responder para  Paulo Sérgio

Além de, finalmente chegar ao Nº 1 agora no final de 2026. Stan, the Man apesar de tudo que fez e conquistou, nunca chegou a ser 1º do ranking…!

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
30/10/2026 18:06
Responder para  lEvI sIlvA

Exato

Fernando
Fernando
28/10/2026 22:35

Dalcim, boa noite.

Acho que o título do AO 2014, contra um Nadal visivelmente lesionado, foi o slam mais sem brilho do Wawrinka. Concorda?

Abçs!

Paulo F.
Paulo F.
29/10/2026 11:24
Responder para  Fernando

Djokovic também tava descontado na final do USO que ele ganhou.
Mas não sou federista para tirar o mérito do gigante Wawrinka nesta conquista.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
29/10/2026 13:17
Responder para  Paulo F.

É óbvio que não és Federista. Se não fosse graças ao cara que perdeu 14 Finais de Slam, Stanimal não alcançaria suas 3 conquistas neste nível. Viva ” goat ” !!!. PS: Exceto em Roma , Wawrinka não conseguiu tirar um Set sequer de Nadal nos outros 10 encontros no Saibro. Mesmo com o tal Backhand maravilhoso. Abs !

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
29/10/2026 14:12
Responder para  Sérgio Ribeiro

Perdeu 14 e venceu 24 – Complementando a informação para o leitor.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
30/10/2026 07:49
Responder para  Paulo Sérgio

Obrigado PS, nós só sabíamos que havia perdido 14.

Berg
Berg
28/10/2026 21:42

Stan foi, no seu auge, um Big 4. Pena que faltou regulariadade mental pra ele. Provavelmente os dois jogos mais belos que ele fez foram as duas finais contra o Djokovic. A esquerda dele foi maravailhosa.

Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br
Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br

Comunicar erro

Comunique a redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nessa página.

Obs.: Link e título da página são enviados automaticamente ao TenisBrasil.