Lista de inscritos em Doha conta com Alcaraz, Sinner e Djokovic

Foto: Corinne Dubreuil/ATP Tour

Doha (Qatar) – Os dois primeiros colocados do ranking mundial estarão na disputa do ATP 500 de Doha, entre os dias 16 e 21 de fevereiro. O forte torneio no Qatar contará com Carlos Alcaraz e Jannik Sinner, além do quarto colocado Novak Djokovic.

Enquanto o espanhol e o italiano ainda buscam uma conquista inédita em Doha, Djokovic é bicampeão em 2016 e 2017. O sérvio venceu as finais contra Rafael Nadal e Andy Murray, quando o torneio ainda era um ATP 250.

Outros dois tenistas do top 10 estão inscritos, o canadense Félix Auger-Aliassime e o cazaque Alexander Bublik. Destaque também para os russos Daniil Medvedev, Karen Khachanov e Andrey Rublev, atual campeão do evento, além dos tchecos Jakub Mensik, Tomas Machac e Jiri Lehecka.

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Também aparecem inscritos nomes como o grego Stefanos Tsitsipas, os franceses Arthur Fils, Ugo Humbert e Arthur Rinderknech e o canadense Denis Shapovalov. A últimas vagas diretas são do húngaro Marton Fucsovics, 54º do mundo, além do chinês Juncheng Shang, que usou o ranking protegido de número 56.

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Paulo Lude
Paulo Lude
27 dias atrás

Domínio russo nos últimos anos em Doha, com os títulos de Daniil Medvedev (2023), Karen Khachanov (2024) e Andrey Rublev (2025).
Neste ano estarão em ação dois bicampeões do torneio: Novak Djokovic (2016 e 2017) e Andrey Rublev (2020 e 2025). Entre os tenistas em atividade, outro bicampeão é Roberto Bautista Agut (2019 e 2022), mas cujo ranking atual talvez sequer permita sua entrada no qualifying, exceto se receber convite.

Luiz Correia
Luiz Correia
27 dias atrás

Perto de Doha, a lista do Rio Open parece um Challenger

Realista
Realista
27 dias atrás

O petrodolar atrai grandes jogadores para um 500, que depois irão choramingar no fim do ano que o circuito de tenis é desumano. Hehehe

Paulo Lude
Paulo Lude
27 dias atrás
Responder para  Realista

Concordo que prêmios e incentivos financeiros sejam relevantes para as escolhas dos tenistas melhor ranqueados, mas entendo que a estratégia de calendário seja predominante. Doha tem um prize money um pouco maior que o Rio Open, e além disso devem oferecer um “algo a mais” pelo menos para Alcaraz e Sinner. Mas o Rio Open, por ser meio “fora de mão” para muitos tenistas top, acaba também tendo que oferecer bons incentivos financeiros para ser mais atrativo.
No aspecto estratégico, a meu ver predominante, contam a proximidade dos torneios às bases dos competidores, o nível dos torneios (pontos, premiação) e tipos de superfície.
Os tenistas que estavam concentrados na Austrália, em fevereiro se espalham em três principais giras simultâneas: Europa/Oriente Médio, América do Norte e América do Sul, antes de se juntarem novamente em março nos EUA para os Masters 1000 de Indian Wellls e Miami. Em fevereiro, muitos voltam para próximo de suas bases, sendo que a maior concentração de tenistas de ponta é a Europa. Além disso, os três torneios da gira Europa / Oriente Médio (Rotterdam, Doha e Dubai) são todos de nível ATP 500 no hard court. Na América do Norte, que sempre reúne a grande força local, tem os torneios de Dallas (500), Delray Beach (250) e Acapulco (500), também todos no Hard. Nos dois casos, há uma certa descontinuidade de condições, pois os torneios de Rotterdam e Dallas são indoor, pelas condições climáticas do fim de inverno no hemisfério norte.
Já quem escolhe a gira sul-americana, com Buenos Aires (250), Rio Open (500) e Santiago (250), todos no saibro, predominantemente tenistas locais e alguns europeus que preferem a terra batida, além de jogar torneios de nível menor, têm que enfrentar uma variação maior de superfície na chegada e na saída para Indian Wells.

Mário Mendonça
Mário Mendonça
27 dias atrás
Responder para  Paulo Lude

Fica a pergunta: Catar é uma ditadura ou não!

Verridiana Parmeggieri
Verridiana Parmeggieri
27 dias atrás

quer super chave! super torneio! realmente o RJ fica apenas com o “resto”… ou… com aquele que eles escolhem pra pagar um cachêzão e com isso é convencido a vir pra cá.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
27 dias atrás
Responder para  Verridiana Parmeggieri

A gira de Saibro Sul-americana, parou no Tempo. Estamos começando a Temporada de quadras duras , e ninguém TOP, larga para jogar no Saibro lento. Até mesmo o Rei do Saibro, teve pouquíssimas participações em Buenos Aires e Rio OPEN. Abs !

Heitor
Heitor
27 dias atrás

Catar q financia terrorismo e grupos terroristas.

Mário Mendonça
Mário Mendonça
27 dias atrás

Diante da montanha de petrodolares disponibilizados pela ditadura arabe até eu iria nesse torneio se fosse profissional! Bem provavel que só pela participação, os tops ganham mais que o premio do torneio. Opa, só devemos falar de ditaduras inimigas, as amigas não!

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