Toronto (Canadá) – Madison Keys é outro nome importante do circuito que vê com otimismo a possibilidade de alterar algumas regras para tornar o esporte mais atrativo. Mesmo se considerando uma “purista”, a norte-americana defendeu iniciativas capazes de atrair novos torcedores e elogiou mudanças recentes promovidas pelo US Open.
Após estrear com boa vitória no WTA 1000 de Toronto, ao bater a croata Antonia Ruzic por 6/1 e 6/2, a experiente atleta de 31 anos considera importante tornar o tênis mais interessante para os jovens. Ela entende que algumas novidades podem conviver com a tradição sem comprometer a essência da modalidade.
“Acho que existem oportunidades para mudar algumas coisas e nos afastarmos um pouco da visão mais tradicional do tênis. Digo isso mesmo sendo, provavelmente, uma das pessoas que mais resistem às mudanças”, afirmou.
Keys elogiou o novo torneio de duplas mistas do US Open e também citou o Point Slam, evento de exibição criado pelo Aberto da Austrália e disputado em formato reduzido, como exemplos de iniciativas que podem despertar o interesse de novos fãs.
“A forma como o US Open fez isso foi realmente muito divertida. Também achei muito interessante o Point Slam. Existem muitas maneiras criativas de fazer com que mais pessoas se interessem pelo nosso esporte”, destacou.
Na avaliação da ex-top 5, basta que o público tenha um primeiro contato com o circuito para apreciar o esporte. “O tênis é incrivelmente empolgante neste momento. Se você conseguir fazer com que as pessoas deem esse primeiro passo e comecem a assistir, elas vão se envolver”, assegurou.
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Keys também comentou sua derrota para Linda Noskova nas oitavas de final de Wimbledon. Ela revelou que saiu de quadra convencida de que a tcheca acabaria conquistando o título.
“Quando fui para a entrevista coletiva, as pessoas diziam: ‘Que jogo duro’. E eu respondia: ‘Está tudo bem, ela vai ganhar o torneio’. Vi a forma como ela lidava com os momentos importantes e o nível de tênis que conseguia produzir sob pressão. Depois de enfrentá-la, não tive dúvida de que ela era a favorita para ganhar Wimbledon”, garantiu.
Em Toronto, Keys é a cabeça de chave 19 e agora tem encontro marcado com a ucraniana Marta Kostyuk. A norte-americana venceu os dois confrontos anteriores entre as duas, embora a rival ocupe atualmente a 11ª colocação do ranking mundial.
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Concordo com Madison Keys!!! A primeira regra que eu mudaria no tênis seria em relação ao saque: extinguiria o “Segundo Serviço” e o “Let”. Para mim, quando o saque tocasse na rede, o ponto deveria ir direto para o adversário, porque o objetivo do sacador deve ser a quadra adversária e não a rede, já que a rede deve ser “local proibido” para o saque. A extinção do “Segundo Serviço” e do “Let” tornaria o esporte mais dinâmico, sem repetições enfadonhas de saques. Se o sacador resvala seu saque na rede, ele cometeu uma falta, um erro de saque; logo, o ponto deve ir para o adversário em decorrência do erro de saque. O “Segundo Serviço” e o “let” quebram tanto o ritmo da partida, quanto a concentração dos jogadores e a atenção do público, com a extinção deles eliminariam-se paradas desnecessárias e, com isso, partidas longas se tornariam mais curtas. Também adotaria o fim do “deuce”: no 40 a 40, quem fizer o ponto seguinte ganha o game; ”Tie break”: quando o set empatar em 5/5 vamos direto para o tie break a fim de que o set termine em 6/5, desta forma o vencedor do set será sempre quem ganhar 6 “games” e não 7/6. Em partidas de 5 sets nos Grand Slams, o quinto set será um Super Tie Break de 10 pontos, em vez de ser um set completo. Em Roland Garros 2026, por exemplo, Matteo Berrettini, Cameron Norrie, Matteo Arnaldi, Jannik Sinner, acabaram “abandonando” o torneio exauridos por causa de partidas extremamente longas e exaustivas… Outros tenistas e técnicos já propuseram mudanças, inclusive a disputa do Next Gen e do UTS adotam regras diferentes justamente para evitar partidas com mais de 2 horas de duração. Inclusive concordo com Rennae Stubbs, técnica da Serena, que considera partidas com mais de 2 horas de duração é demais.
Retirar segundo saque aí já descaracteriza o tenis, viraria algo como beach ou pickleball… ficaria ainda mais chato de se ver: todos os tenistas iriam jogar de maneira praticamente igual. Isso acabaria com a individualidade e estratégias de jogo.
É sério mesmo que você acha que excluir o “Segundo Serviço” o transformaria em Pickleball, Volleyball, Ping Pong ou etc… Kkkkkkkkk Que exagero!!! O tênis sem o “Segundo Serviço” e sem o “Let” seria uma benção, e bem mais dinâmico e interessante…