Djokovic volta a defender mudança radical na pontuação do tênis

Novak Djokovic (Foto: Simon Bruty/AELTC)

Nova York (EUA) – O tradicional sistema de pontuação do tênis precisa mudar. Pelo menos é isso que acredita o sérvio Novak Djokovic, que mais uma vez falou sobre o assunto, desta vez em entrevista ao podcaster Nick Coutracos.

Djokovic foi enfático sobre a necessidade de modificar o formato das partidas. “Precisamos mudar o sistema de pontuação. Os sets não devem mais ser disputados até seis games, mas sim até quatro”, afirmou o tenista de 39 anos.

“Eu também eliminaria as vantagens. Em sets melhor de cinco, isso manteria as partidas com duração aproximada de duas horas. Seria melhor para todos”, acrescentou o ex-número 1 do mundo e dono de 24 títulos de Grand Slam.

Algumas semanas atrás, Djokovic levantou a possibilidade de mudanças. “Como atraímos as novas gerações? Elas podem assistir aos Grand Slams, mas pouco mais. Não vão ficar sentadas por quatro ou cinco horas por dia assistindo tênis”, ponderou.

“O tempo de atenção delas é diferente e precisamos entender como o mercado funciona”, acrescentou o sérvio, explicando a motivação para suas mudanças.

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O formato de melhor de quatro games divididos em até cinco sets já é utilizado pela ATP no Next Gen Finals, que também conta com a ausência da “vantagem”. Quando o placar do game chega a 40-40, o sacador escolhe o local do saque no ponto decisivo, assim como nas duplas.

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[…] As recorrentes declarações do sérvio Novak Djokovic defendendo o encurtamento das partidas, sugerindo que o tênis mude a pontuação para sets com melhor de quatro games, como acontece no Next Gen Finals, segue repercutindo no […]

Renato dos santos Pachecocong
Renato dos santos Pachecocong
1 mês atrás

Quando eu era adolescente adorava as batalhas!

Marcelo Calmon
Marcelo Calmon
1 mês atrás

Só acabaria a repetição do saque quando queima na rede e vai dentro.

Darci
Darci
1 mês atrás
Responder para  Marcelo Calmon

Eu acabaria de vez com o Segundo saque e o Let.
Como nos voleis de quadra e praia, tenis de mesa e outros.
Aí poderíamos ter menos tempo e jogos mais técnicos.

Ricardo Branco
Ricardo Branco
1 mês atrás

Djokovic no que se refere a tênis é a pessoa mais indicada para implementar ideias novas para o bem do tênis… os tenistas de sofá geralmente só falam bob@gem….

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Ricardo Branco

Pois é.
Quase foi crucificado quando sugeriu que não tivessem mais juízes de linha humanos.
Hoje, todo o circuito está adaptado à essa mudança.

Everton Falcão
Everton Falcão
1 mês atrás

Penso que mais novo, ele não apoiaria essas mudanças, Quantos jogos que os eternos Big 3 viraram depois de estarem perdendo de 2×0, 2×1? Era a grande vantagem deles, pela qualidade técnica e força mental. Penso que cabe a discussão da vantagem, apenas e olhe lá… Os GS já incorporaram o Super tiebraker no quinto set, e, na minha humilde visão está bom.

Carlos Alberto Alves
Carlos Alberto Alves
1 mês atrás

Eu respeito a opinião de todos, mas ainda prefiro o tradicional, e quem ama tênis assiste 5 ou 6hs brincando, e querendo mais, acompanho fielmente desde 1997 quando surgiu o Guga, e depois que vi o gênio RF, me apaixonei em definitivo pelo esporte. E pelo incrível que pareça o jogo mais marcante que tenho na minha cabeça até hoje, foi justamente a final do AO 2012 salvo engano, entre Djoko e Nadal, se não me falha a memória foram incríveis 5:53 minutos da melhor final de Slam que já assisti, e confesso ficaria tranquilamente mais 3 horas assistindo aos dois gladiadores! Óbvio, que se formos pensar no desgaste físico e mental dos atletas é algo insano, mas como telespectador, eu não consegui tirar o olho da telinha. Sobre as regras, talvez a única que eu concordo em mexer seria o 40 iguais, que por muitas vezes fica cansativo de assistir, o resto eu deixaria como está

Ricardo Rodrigues
Ricardo Rodrigues
1 mês atrás
Responder para  Carlos Alberto Alves

Percebo muito “eu” na sua postagem …

“Eu isso, eu aquilo, eu faria mais, eu aguentaria mais, eu assisti 40 horas ininterruptas sem ir ao banheiro e para mim foi de boa…”

Quero respeitosamente te fazer uma “provocação”:

O Djoko não chegou à essa conclusão, após décadas participando ATIVAMENTE do esporte, pensando nas capacidades “dele”.
Sem sombra de dúvidas, ele está dizendo isso, pensando no coletivo, no mercado em geral, no público mais jovem, nas TVs, etc

Pense a respeito…

Felipe Espíndola
Felipe Espíndola
1 mês atrás
Responder para  Ricardo Rodrigues

Nessa de provocação, podia fzr como o Piquet e criar uma kings do tênis, né?!

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Ricardo Rodrigues

Perfeito!
E quem fica hoje vendo, por prazer, jogos de 3 a 5 horas é justamente o público de 60+ e que brevemente não estará mais. O pensamento não é para produzir resultados para hoje…
O volley tirou o vantagem e todos ganharam.

Realista
Realista
1 mês atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Como assim todos ganharam? Eu por exemplo, deixei de ver vôlei quando mudaram muito…

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Realista

OK, todos menos você.

Luis
Luis
1 mês atrás

Eu apenas mudaria o sistema de vantagem no 40/40. Vantagem para um lado, se depois o outro jogador pontuasse, vantagem para esse jogador. Acabaria portanto com a vantagem nula. Actualmente o jogador em desvantagem tem que ganhar 1 saque só para ir para a vantagem nula, mais 1 saque para ganhar vantagem e mais 1 saque para ganhar o ponto. Ou seja é obrigado a ganhar 3 saques seguidos. Sempre achei isso ridículo, por vezes ultrapassa-se os 20 minutos para 1 simples ponto

Última edição 1 mês atrás by Luis
Everton Falcão
Everton Falcão
1 mês atrás
Responder para  Luis

Então não seria mais fácil acabar com a vantagem?

Neto Gomes
Neto Gomes
1 mês atrás

Quer assistir a esportes com pouco tempo?
Assiste atletismo – 100 metros rasos, ou natação- 50 metros rasos, ou ainda sumô….rsrsrs

Mas deixa como está os GS com 4 ou 5 horas de duração .

Neto Gomes
Neto Gomes
1 mês atrás

Tirar vantagem?
Não.
Com a vantagem pode gerar muitas alternâncias/oscilações (tem chance e não fecha, passa a chance para o adversário, que também não fecha, nova oportunidade, nova frustração). Esse ciclo é característico da parte mental do tenis.

Marcos RJ
Marcos RJ
1 mês atrás

Nole está certo, sobre poucas pessoas assistirem um jogo de 3-5hrs com tantas interrupções.
Além disso a velocidade do jogo aumentou absurdamente, causando muitas lesões na ATP e WTA.
Isso não é sustentável para o público, torneios e jogadores, mas por outro lado não faz sentido mudar a regra radicalmente.

Se nao for possível diminuir o tempo de jogo, os jogadores vao acabar exigindo descarte de pontos a partir de certo número de torneios.

Bruno
Bruno
1 mês atrás
Responder para  Marcos RJ

Quem gosta assiste, quem nao gosta nao vai assistir de jeito nenhum. Tenhos 2 filhos de 8 anos. Um assiste o jogo todo o outro nem olha para televisao

Francisco
Francisco
1 mês atrás

Falou bobagem. Pelo amor de Deus. Já unificaram os pisos praticamente e a velocidade das bolas. Quando você vê um vídeo tape de Wimbledon de 20, 25 anos atrás, chega a pensar ser quase outro esporte. Agora o Djoko vem me falar pra mudar a pontuação para esse sistema exótico do Next Gen? Ah, dá um tempo, neh? Se a geração Z e Alpha não aguentam ficar 5 horas vendo uma partida, que vão gravar dancinha de sem-noção no Tik Tok! Deixem o tênis seguir sendo tênis!

Marcos RJ
Marcos RJ
1 mês atrás
Responder para  Francisco

A idade media do público que assiste transmissão de tênis é de 61 anos. Quem tem trabalho, família e uma vida atribulada, raramente tem tempo para sentar a bunda no sofá por 5hrs.

Mitzi
Mitzi
1 mês atrás
Responder para  Francisco

Você foi educado em chamar esse sistema do nex gen de “exótico”, eu usaria um adjetivo bem forte pra essa bobagem !

Bah
Bah
1 mês atrás

No mais, me parece pouco inteligente afirmar que o Djokovic advoga em causa própria uma vez que qualquer mudança nas regras não seria implementada com sua carreira ainda em curso.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Bah

Os do contra jamais admitirão isso.

Bah
Bah
1 mês atrás

Eu já resolvi esse problema faz muito tempo. Assisto os jogos no streaming com atraso e vou avançando nos intervalos, paralisações, mudanças de quadra e as vezes até entre os saques. Fica muito mais atrativo.

Marcos RJ
Marcos RJ
1 mês atrás
Responder para  Bah

É mesmo conveniente reduzir um jogo de 2h-2h30m em 8min. O grande problema é que o resumo do YouTube, não deixa entender a dinâmica do jogo, que raramente mostra os breakpoints que definem a partida. É como ver um compacto de um jogo de futebol que não te mostra os gols.

Haroldo
Haroldo
1 mês atrás

Lembrando que com essas mudanças, radicais por sinal, acabaria com qualquer comparação com o passado. Assim como houve um pouco quando passou para era profissional, mas agora seria muito diferente. Sou contra. Na verdade é tudo pelo dinheiro nas transmissões pela TV e os patrocinadores e as bens.

Mitzi
Mitzi
1 mês atrás
Responder para  Haroldo

Sim, é só por isso que atletas no fim de carreira advogam por essas mudanças, a cara visível de muita gente com interesses grandes nessas alterações.

Bruno
Bruno
1 mês atrás

Onde esse ex jogador em atividade está com a cabeça…….advogando em causa própria……
Antes ele adorava jogos de 5 sets com 5 , 6 hs de duração……agora que não o favorece pede mudança. É só aposentar….

Leonardo
Leonardo
1 mês atrás
Responder para  Bruno

Exato, ele não teria os 24 GS sem os jogos de 5 sets, só ver quantas vezes Djokovic levantou jogos perdendo de 0-2 ou 1-2 em GS e terminou campeão. Nadal e Federer também não teriam os 22 e 20 GS, mas eles não estão levantando essa bandeira. Jogos como do next gen são dinamicos, sim, mas é muito mais facil uma zebra em jogos assim, ou jogos de 3 sets que em um GS. Os GS favorecem aos jogadores top, melhor tecnicamente e melhor preparados, justamente porque os jogos de 5 sets te dão tempo de reação. No final, ganhar em 3 sets de um Big 3, de um Alcaraz, de um Sinner já é complicado, imagina em 5 sets. Concordo com o Bruno, agora que já não é conveniente para ele, levanta essa bandeira de mudanças…

Jorge Luiz
Jorge Luiz
1 mês atrás
Responder para  Bruno

Respeita o Goat seu cabra

Rafael
Rafael
1 mês atrás
Responder para  Jorge Luiz

kkkkkkkkkkkkkk

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Bruno

Hum, me pareceu desespero ver essa mudança aprovada para ano que vem e ver o Gigante levantar mais 24 GS a partir dela.

Luiz Correia
Luiz Correia
1 mês atrás

Eu adotaria o no-ad e faria o tie-break quando o set chegasse a 5X5, em vez do 6X6.

André
André
1 mês atrás

O grande problema do tênis hoje são as pausas entre os pontos…muitas vezes o cabra faz um ace e demora mais 25s pra sacar de novo. Pra agilizar o jogo sem que tenhamos grandes mudanças na estrutura do placar, o ideal seria fazer assim:

– ponto anterior com menos de 4 trocas de bolas: 10 a 15s pra sacar
– entre 4 e 10 trocas de bola: 15s a 20s pra sacar
– mais de 10 trocas: até 25s

O tempo de jogo líquido (bola em jogo mesmo) não costuma passar de 20-25min em jogos de 3 sets. O que realmente deixa o jogo moroso são as imensas pausas entre pontos, além do descanso entre os games. No mais, o máximo que acho que daria pra mexer sem grandes problemas seria limitar o número de “40 iguais por game, pra não termos aqueles games intermináveis…mas acredito que isso é praticamente irrelevante.

Leonardo
Leonardo
1 mês atrás
Responder para  André

Poderia eliminar o segundo saque, isso sozinho diminuiria uns 10 min por set, e veriamos muitas quebras mais. Só que também não é conveniente essa mudança

Realista
Realista
1 mês atrás
Responder para  Leonardo

Isso desconfiguraria o tenis. Sem dois saques são menos aces e saques apenas passando pro outro lado de modo seguro.
A sugestão acima tambem é ruim sobre ter mais ou menos tempo entre saques. O tenista teria que ficar pensando quantas bolas bateu pra ver vai descansar 15 ou 25 segundos.

Darci
Darci
1 mês atrás
Responder para  Realista

Seriam menos aces mas muitas disputas mais diversificadas dos pontos.
A altura dos tenistas faria menos diferença permitindo maior copetição dos “baixinhos”

Jonas
Jonas
1 mês atrás
Responder para  André

Bastava eliminar let, vantagem e adotar o tie-break no 5-5 ou 4-4. Para nós que acompanhamos há mais tempo não ficaria muito legal de início pois estamos acostumados a partidas longas, com 4 horas pelos menos. Mas a pura verdade é que a nova geração não vai se sentir interessada pelo esporte do jeito que tá.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Jonas

Insistes com o Papinho de eliminar let . Legal um saque a 200 Km / h , triscar na rede , e na sorte dar um Match-point para o sacador … Muda de Esporte Mestre Jonas . Que tal o Vôlei… rsrs,Abs !

Jonas
Jonas
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Não se trata sobre mim, o tênis não é um esporte atrativo para os jovens e olha que estou na casa dos 35 anos. Se nada for feito, e nem precisa colocar exatamente oq o GOAT falou, o esporte continuará não sendo interessante aos jovens porque as partidas demoram demais, não adianta chorar.

Rafael
Rafael
1 mês atrás
Responder para  Jonas

Só não concordo em eliminar a vantagem, de resto assino embaixo.

Felipe Espíndola
Felipe Espíndola
1 mês atrás
Responder para  Rafael

Oq mudou, em 20 anos, pra pensar em atração de público jovem??? Essa ideia parece bem conveniente, pra qlqr um, em fim de carreira.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Felipe Espíndola

Rapaz, é sério que achas que o tenista que é #1 em tudo no tênis, que conquistou tudo e com sobras para o segundo, está propondo mudanças somente para benefício próprio?
Tenha Santa…

Marcio
Marcio
1 mês atrás

Concordo com ele. Porém aventaria a possibilidade de aumentar a altura da rede, pois alguns jogos ficam chatos quando 2 secadores disputam uma partida..

Ricardo
Ricardo
1 mês atrás

Pelo menos tirar a vantagem

Rafassiner
Rafassiner
1 mês atrás

Se essa mudança entrar em vigor o Jannik número 1 e pai do aposentado em M Carlo vai ganhar no mínimo 45 G Slams.

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