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Isner marca 11 aces, joga bem e adia a aposentadoria

Foto: Garrett Ellwood/USTA

Nova York (EUA) – A longa carreira de John Isner ganhou mais dois dias. O gigante norte-americano anunciou sua despedida das quadras neste US Open, mas teve uma boa estreia e superou o argentino Facundo Diaz em sets diretos, com parciais de 6/4, 6/3 e 7/6 (7-1).

“Ainda não é um adeus”, disse, emocionado, à multidão que lotou o estádio Louis Armstrong durante uma cerimônia especial pós-jogo, organizada pelo amigo James Blake. Algo semelhante aconteceu no ano passado, quando festas foram programadas para as primeiras partidas de Serena Williams, que no entanto acabou avançando na chave.

No reservado dos jogadores, estavam a esposa Madison, sua mãe e alguns de seus contemporâneos, incluindo os irmãos Bob e Mike Bryan, Steve Johnson e Sam Querrey. “Na verdade, estou me sentindo muito bem, então vou tentar continuar assim enquanto puder”, brincou.

O próximo adversário é o jovem compatriota Michael Mmoh, que já foi uma esperança mas que não brilhou depois da carreira juvenil. Mmoh no entanto fez boas partidas nos preparatórios do US Open e em sua estreia superou com folga o russo e cabeça 11 Karen Khachanov, que voltou de lesão e não foi competitivo, derrotado por 6/2, 6/4 e 6/2.

Recordista de aces desde que a ATP iniciou a contagem oficial, em 1991, Isner acrescentou mais 11 a sua coleção na partida contra o canhoto argentino de 22 anos. Jamais encarou um break point e somou 40 winners. Claro que houve tiebreak, já que Isner é o jogador que mais disputou desempates na história da ATP.

Isner também jogará a chave de duplas ao lado de Jack Sock, outro que optou por encerrar a carreira neste US Open.

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