Melbourne (Austrália) – Presença ilustre no Australian Open deste ano, participando da cerimônia de abertura, que acontecerá no próximo sábado, o suíço Roger Federer concedeu uma entrevista coletiva nesta quinta-feira na qual falou de vários assuntos, entre eles a possibilidade de Carlos Alcaraz completar o Grand Slam da carreira em Melbourne,
Federer foi enfático ao analisar a situação. “É difícil administrar essas coisas, mas sabemos como o Carlos é. A mentalidade dele tem que ser de focar em um ponto de cada vez. A verdade é que seria uma loucura para ele conseguir isso tão cedo na carreira”, disse o suíço, antes de falar sobre sua ligação especial com o espanhol.
“Quando vi (Grigor) Dimitrov jogar contra Sinner em Wimbledon, comecei a imaginar como seria jogar contra Jannik. Ele joga de forma muito diferente de mim. A verdade é que, quando assisto Carlos competir, vejo mais semelhanças com ele e sinto uma conexão maior”, destacou o seis vezes campeão do Australian Open.
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“A maneira como ele executa os dropshots, como sobe à rede, como consegue alternar entre defesa e ataque. Nós dois gostamos de jogar à nossa maneira e me sinto conectado à mentalidade dele. A verdade é que adoro assistir tênis como um mero fã”, acrescentou o tenista da Basileia.
Ele também comentou sobre a rivalidade que Carlos e Jannik estão construindo. “É impressionante, eles jogam um tênis incrível e a final de Roland Garros de 2025 foi uma das melhores partidas de todos os tempos. O mundo parou para assistir e é ótimo que o nosso esporte gere esse tipo de entusiasmo”, disse Federer.
“Ambos progrediram excepcionalmente nos últimos anos. Só espero que se mantenham livres de lesões. Pude treinar com eles e é impressionante a forma como batem na bola”, complementou o ex-número 1 do mundo.
Wilander: “Federer seria o treinador perfeito para ajudar Alcaraz”











Sim, Alcaraz e Federer tem muitas semelhanças.
Já o Djokovic, tem mais com o Ruud ou De minaur, um estilo de jogo mais genérico e fisico.
Tão genérico, que o rendeu 24 GS e muitos desses batendo no 40/15… chora mais
Eu não disse que tenis genérico é sinônimo de fracasso… há tenistas que dão certo em fazer o básico, outros não.
Talvez até fosse algo ruim numa geração mais forte, mas na geração fraca que o Djoko pegou entre 2011 e 2023, serviu muito bem.
A tenistas que ganham tudo, outros não, é simples.
Geração do Djokovic: Nadal, Murray, Wawrinka, Del Potro, 40/15, Cilic, Thiem e afins;
Geração do 40/15: Baghdatis, Philippoussis, Roodick, Agassi quase aposentado e Baby Nadal…
dá pra ver qual foi foi a geração fraca, e porque venceu muito GS quando não tinha adversários. Rsrs
A questão não é só títulos. Federer e Alcaraz jogam o tennis que todo mundo gosta de ver e assistir. Não é por acaso que a maioria dos tenistas tem Federer como idolo. Lembro de uma entrevista com os tenistas da ATP e sete de dez tinha Federer como jogador que gostava mais. Djoko tem um estilo que, pra quem joga tênis seria o padrão. Aliado a ótima forma física e inteligência dominou por muito tempo.
Esse papo que o Djoko joga um tênis padrão ou comum é piada, se nao todo mundo faria igual… coisa que ninguem faz. É impossível um jogador vencer Gs de 2008 a 2023, por 15 anos sem nao ter talento.
Desses que você mencionou, apenas o Murray e Thiem sao da mesma época do Djokovic, os outros vieram antes.
Nadal é 1 ano mais velho rs
Nadal é apenas um ano mais velho, e a diferença de idade do Nole pro Thiem, é a mesma que do Nole pro 40/15… tá passando vergonha
Nadal, Cilic e o del Potro tem diferença de apenas um ano de idade pro Novak e vc acha que não é da mesma geração, mas Thiem sendo seis anos mais novo vc o considera? Hahahah começou a assistir tênis ontem?
É, moss, esqueceu os principais nomes aí, Sampras, Saffin, Lleyton, Del Potro, Moiá, Rodck, Ferrero dentre outros, enfim são ambos são fenomenais, considero a época do Federer mais forte, mas o fator decisivo pra Federer não ter uns 30 Slans sem dúvida foi o não encaixe no jogo contra Nadal, problema que ele só amenizou no final da carreira.
Geração fraca? Nessa época tínhamos excelentes tenistas, tais como Andy Murray, Wawrynka, Del Potro, Ferrer, Federer, Nadal, Medvedev, Zverev, Thiem, e Cia.
Geração fraca? Nadal, Federer, Murray, Wawrinka, Del Potro, Cilic, etc. Não deu para entender seu comentário, com todo o respeito.
Sim, a maioria dos GS na maior entressafra da história do tênis masculino. O sérvio será sempre nanico em relação a Federer!!!
Disputando contra Baghdatis, Philippoussis? 40/15 é o eterno terceirão…
Pô, Moreira. Tem uma fila grande aí de enlouquecidos por Djokovic já há anos ativos no blog. Esse 40-15 já até descasca de tanto usado. Tem que entrar na fila antes. Djokovic é grande fique tranquilo, não há dúvidas. Só é velho e antipatico. Negócio é acompanhar o tênis de primeira linha de Alcaraz e Sinner, melhor que se debater com argumentos que vão chegar à época que Agassi tinha cabelo.
E os enlouquecidos por Federer que não admitem o óbvio?
Tem um monte também. Mas aqui o que se discute é gosto. Ninguém está discutindo números de Djok. E quanto a gosto, tem gente que se identifica mais com o jeito fluido do suíço, ou da garra do Nadal, ou a precisão técnica do Djok. Certas horas parecem que não gostam de tênis.
Bom, eu acompanho esse site, desde a epoca que era preciso acessar a conta do Facebook pra comentar, e eu sei que a fila de haters do servio por aqui é tão grande quanto dos fans, e eu nao vejo você criticando eles, entao menos. E voce não usou nenhum argumento, então nao tem o que debater, mas se tiver espero que seja melhor que seus colegas aí em cima, dizendo que o maior vencedor do esporte tem apenas um jogo “comum”, chega a ser engraçado, tanta desconexão com a realidade.
Não sei qual fila é mais longa, mas às vezes tem um jogo da Pegula vs Bencic e a discussão se estabelece. Vocês se incomodam demais e desmerecem os adversários que não venceram o sérvio dezenas de vezes como tornaram-no um jogador melhor. É o que acontece em batalhas geracionais.
Sua indignação esta muito seletiva, muitos haters fazem o mesmo com o Nole e quem é fan defende e vice é versa e segue o jogo…
Julio tem indignação seletiva.
Não tenho, até por saber que Federer já aposentou e discutir com números é suspeitosamente infrutífero. Então, se a discussão é por números, é vazia, se é por gosto, é subjetiva, se for por troça, é datada e cansativa. E nesse último aspecto, quem normalmente pegam pilha e ficam como guardiões das opiniões, são os fãs do sérvio. Será que daqui uns 10 anos vocês vão continuar pegando pilha em cada comentário? Por isso digo que muitas vezes parece que não gostam tanto de tênis assim, como gostam de defender um tenista específico todas as vezes.
Continuar a afirmar: sua indignação é seletiva. Basta ler os comentários dos detratores do sérvio, mas você odeia ele e não consegue enxergar. E quem disse que pegamos pilha? Apenas refutamos com argumentos baseados nas conquistas em quadra.
Poxa, Paulo. Há um regresso de argumentos para percepções mais que moderadamente vazias e no fim vai para o desargumento ad hominem. Pense só: Odiar? Odiar sem enxergar? Que bobagem. Eu não acho ele uma pessoa simpática à conduta, mais pelo passado, do que em relação ao presente. E é só. Não fico defendendo Djokovic, mas tampouco Federer ou Nadal, ainda mais depois que aposentaram. Ainda mais se são percepções sobre gostos. O realista provocou que o Djokovic tem um jogo genérico. É a percepção dele, não falou que é ruim, que não foi vencedor. Não há nenhum número no comentário. Aí começa a patrulha dos números do sérvio. O 40-15 e o chora mais. Quem pegou pilha? Então, ficamos aqui felizes com falar 40-15 pelos próximos 10 anos à véspera de um GS, sendo que Federer está aposentado, Djok tem chances remotas, em um tópico sobre a percepção do suíço ao Alcaraz. Eu acho chato. Mas talvez você goste de colocar números e argumento muito embasados para tentar desfazer opiniões ou desgostos. Mas tenho sim uma indignação seletiva bem direcionada: repetição. Depois que eu leio uma vez um argumento, eu assimilo. Repetir é cansativo. Mas há gosto para tudo, até para isso.
Aqui é um site onde há discussão. Ninguém pegar ar com “Realista”. E todo mundo repete vez ou outra as mesmas ideias. Faz parte da zoeira chamar Federer de terceirão, Djoko de robótico e jogo genérico, etc. Não sei como você chegou a conclusão que os nolistas pegam pilha ou que somente os fãs do sérvio são repetitivos.
Concordo plenamente. Os defensores do sérvio, às vezes, parecem tão alienados como o próprio Djokovic.
Os números desmentem você, visto que os números do sérvio são maiores do que o suíço. Em GS, em master 1000, em ATP Finals, em semanas como número um, e também no confronto direto.
É hater. Nem ligue.