E a grande vencedora foi Sabalenka

Há muito se discute a diferença entre o tênis masculino e o feminino e, por isso, a exibição deste domingo entre Aryna Sabalenka e Nick Kyrgios serviu a seu propósito principal: mostrar o quanto os homens dominam na força das pernas e o quanto o jogo das meninas evoluiu nas últimas décadas com preparo físico mais apurado e a evolução do material que são fazem as raquetes e cordas de hoje.

Por isso mesmo, a vencedora do jogo festivo de Dubai foi mesmo a número 1 do mundo, ainda que o placar tenha sido favorável ao australiano, um dos tenistas mais habilidosos que já surgiram em todos os tempos. Sabalenka disparou incríveis paralelas dos dois lados – claramente buscou um estilo ofensivo de poucas bolas trocadas, uma vez que isso lhe traria sempre desvantagem -, chegou em curtinhas, fez voleios e ousou com devoluções potentes, apesar da dificuldade óbvia de devolver o saque alto e cheio de efeito do rapaz.

Não gostei mesmo foi da decisão de forçar os dois tenistas a jogar apenas com um saque. É bem provável que Kyrgios fizesse muito mais estragos caso pudesse arriscar seu bombástico primeiro serviço, daí o motivo da regra inusitada, mas ao mesmo tempo tirou de Sabalenka um dos golpes essenciais de seu estilo, que é o primeiro saque forçado para dominar com a segunda bola. Assim, o que mais se viu neste domingo foram os dois jogadores empurrando o primeiro serviço para garantir a disputa do ponto, o que não combina com nenhum deles.

De qualquer forma, foi ótimo ver que Sabalenka tem potência e precisão para competir com os homens – muitas meninas treinam com o sexo oposto -, porque a rigor técnica e força não são os pontos que mais os distinguem no tênis profissional. Faltam, e isso todo mundo sabe, pernas mais rápidas para cobrir a quadra e, acima de tudo, chegar no equilíbrio perfeito para disparar o golpe. Essa diferença seria sentida quem quer que estivesse do outro lado da rede contra Kyrgios, até mesmo uma ágil Iga Swiatek.

Também positivo o fato de o duelo não ter tido gracinhas desnecessárias, como jogadas de efeito ou convidados entrando em quadra para jogar algum ponto. Ao contrário, viu Kyrgios tentando seus temidos saques por baixo e uma camiseta encharcada pelo esforço exigido pela líder do ranking.

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Alvaro Vilela
Alvaro Vilela
1 mês atrás

Boa noite, o que é fato, nunca homens e mulheres vão jogar de igual para igual em atp, mas muito bonito ver esta maravilha que é o tenis, um esporte que beira a perfeição, e cujas regras são excelentes. Dubai ganhou um super evento, e os arabes querem muito levar tudo da atp para lá, mas é impossível, ainda bem…rssss A Saba é de uma simpatia ímpar e o Kyrgius foi muito legal hoje. Devem ter ganhado um bom dinheiro para isto, mas mérito deles.

Samuel
Samuel
1 mês atrás
Responder para  Alvaro Vilela

Independentemente de pontos de vista, a realidade é que os grandes perdedores foram Sabalenka, o tênis feminino e as mulheres em geral. O simples fato de se aceitar disputar qualquer partida de tênis feminino, especialmente uma como essa, em um país islâmico, mostra a decadência absoluta do tênis profissional atual. Não venham chorar, falando de “preconceito”. São fatos objetivos: cerca de 1,8 bilhão de pessoas vivem sob a sharia. Só os seguidores da religião que moram no Ocidente, Austrália ou Nova Zelândia é que são livres. Ao menos Navratilova e Evert levantaram a voz contra esses jogos absurdos. A WTA, que surgiu em meio a histerias feministas, hoje se dobra a países em que mulheres apanham até mesmo em público para “aprender a se comportar”; LGBTs são segregados ou eventualmente exterminados; pessoas que abandonam a religião oficial são presas; e minorias religiosas, étnicas e/ou culturais transitam entre a repressão, a deportação, a prisão e a pena de morte. Realmente, devo ser de uma outra época politicamente correta, na qual até mesmo as empresas fumageiras foram proibidas de patrocinar o esporte e onde a dignidade humana importava mais do que dinheiro.

Última edição 1 mês atrás by Samuel
Garcia M.
Garcia M.
1 mês atrás
Responder para  Samuel

Muita gente lá não é religiosa e é a opinião deles, o relato deles, acerca das perseguições que sofrem, ou não, que de fato importaria aqui, com base na cultura, no dia a dia, na história deles, porque achar e julgar que TODOS devem seguir um único padrão, seja de religião, seja de escolha ou submissão ao governo e suas leis, beira uma outra forma de autoritarismo e insanidade. Como latino, ademais, espanta-me ver alguém falando em liberdade no Ocidente, só até a página 2, quando a teoria precisar encontrar a prática, ou o dia 2, quando o dinheiro acabar… e a conta bancária o agrilhoar na prisão da ilusão do mundo livre.

Samuel
Samuel
1 mês atrás
Responder para  Garcia M.

Parece-me que, sem querer, você acaba acusando de \”autoritário\” justamente quem denuncia legislações e Estados autoritários. Eu, a ONU, entidades de direitos humanos e vários islâmicos com quem mantenho contato no WhatsApp e no Facebook — alguns dos quais fugiram ou querem fugir de lugares que aplicam a lei islâmica — consideramos que os rituais do islamismo são indubitavelmente algo precioso e elaborado. Porém, quando a sharia é imposta em cerca de cinquenta países islâmicos ou quando se tenta aplicá-la pela força fora desses contextos, o resultado é, em geral, violência psicológica e física.

Thiago Silva
Thiago Silva
1 mês atrás

Também achei bizarro tirarem o primeiro saque da Sabalenka, o jogo seria totalmente diferente.

José Eduardo Pessanha
José Eduardo Pessanha
1 mês atrás
Responder para  Thiago Silva

Seria. Seria ainda mais fácil pro australiano.

Thiago Silva
Thiago Silva
1 mês atrás
Responder para  José Eduardo Pessanha

Eu falei que não deviam ter tirado o primeiro saque da Sabalenka, do Kyrgios é óbvio que deviam tirar.

Jorge Luiz
Jorge Luiz
1 mês atrás
Responder para  Thiago Silva

É sério?

Josué
Josué
1 mês atrás
Responder para  Thiago Silva

Proíbe logo ele que é destro de jogar com a mão direita também. Kkkkkkk

Luciano Antonio
Luciano Antonio
1 mês atrás
Responder para  José Eduardo Pessanha

Kkkkk Verdade. Aí ele nadaria de braçada.

Roberto Canessa
Roberto Canessa
1 mês atrás

Dalcim, estava vendo o jogo na CazeTv e a comentarista estava escancaradamente torcendo pela mulher
A questão é, se o comentarista homem tivesse torcendo por Kyrgios, ele seria chamado de misóginia depois?
Vc acharia justo depois ele fazer um pedido de desculpa, ou acharia que ele não deveria pedir desculpas por nada?

Andre Borges
Andre Borges
1 mês atrás
Responder para  Roberto Canessa

Santo Deus….. pena que não tem emojis aqui

Rbclima
Rbclima
1 mês atrás
Responder para  Andre Borges

eu coloco o emoji pra ti :⁠-⁠D

Andre Borges
Andre Borges
1 mês atrás
Responder para  Rbclima

Queria aquele emoji do homem com a mao no rosto em desaprovação, se possivel baçançando a cabeça negativamente kkkkkkk

Josué
Josué
1 mês atrás
Responder para  Roberto Canessa

Na verdade todos estavam torcendo por ela, se alguém ali torcesse por ele seria crucificado. Hoje em dia infelizmente estamos endeusando a mulher, tudo é misoginia. Pega mal vc torcer p/ homem.

Andre Borges
Andre Borges
1 mês atrás
Responder para  Josué

Infelizmente estamos endeusando a mulher….. hummmmm kkkkkkk

evaldo moreira
evaldo moreira
1 mês atrás
Responder para  Andre Borges

kkkkkkkkkkkkkkkkk, hum sei muchacho

Realista
Realista
1 mês atrás
Responder para  Roberto Canessa

O mais bizarro nessa situação de ontem é que a comentarista claramente não acompanha tenis, pois a chamava de “Zabalenka”.

José Eduardo Pessanha
José Eduardo Pessanha
1 mês atrás

Eu acho que a Sabalenka não faria nenhum ponto enfrentando um cara como Nadal ou o Djokovic antigos. Ou até mesmo Sinner e Alcaraz. Kyrgios é praticamente um tenista aposentado, jogou 6 partidas nos últimos 3 anos. Mesmo assim, jogando numa quadra maior, ganhou a partida quando quis. Abs

Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 mês atrás
Responder para  José Eduardo Pessanha

Perfeito meu caro, o australiano há tempos deixou de ser um tenista profissional em vários aspectos…

Luciano Antonio
Luciano Antonio
1 mês atrás
Responder para  José Eduardo Pessanha

Com todo o respeito José Eduardo, discordo! O Kyrgios não disse isso, mas eu acredito que no íntimo dele, ele ainda tirou o braço, – até porque a quadra era um pouco menor. Eu tenho certeza que a bem do espetáculo, ele foi conservador. Poderia ter sido muito mais tranquilo, caso ele quisesse. Esse cara pode até estar “quase aposentado”, porém tem um talento descomunal, inquestionável. Ele levou esse jogo na maciota.

Realista
Realista
1 mês atrás
Responder para  Luciano Antonio

Sim. Claramente o Kyrgios se segurou. Notei ele bem lento e passando bola quase como baleeiro de clube.

Jonas
Jonas
1 mês atrás
Responder para  José Eduardo Pessanha

Com certeza! O cara tava quase andando no primeiro set e levou. O segundo nem tive paciência pra assistir.

Andre Borges
Andre Borges
1 mês atrás

Mais armado que o cabelo da minha mãe nos anos 80.

Samuel, o Samuca
Samuel, o Samuca
1 mês atrás

Em 1975, Ion Tiriac venceu Abgail Maynard por duplo 60, pelo circuito profissional masculino misto, conforme Wikipédia.
Dalcim, fiquei curioso, teria sido uma tentativa de implantar um circuito misto? Pelo jeito, não deu certo.

SANDRO
SANDRO
1 mês atrás

Mas o que eu mais achei interessante nesta partida foi justamente não haver o “Segundo Serviço” tornando o jogo mais rápido e dinâmico… Gostei muito do que vi em quadra de ambas as partes, vi uma Sabalenka dedicada buscando muito a vitória e vi um Kyrgios no começo tenso, mas extremamente focado na vitória, jogando sério, sem fazer gracinhas… A partida foi excelente com jogadas muito interessantes e de alta qualidade! Em termos de entretenimento, superou todas as expectativas e o público ficou muito satisfeito com o que viu e ambos os jogadores também curtiram muito a partida… Parabéns a todos os envolvidos neste evento de sucesso!!!

Última edição 1 mês atrás by SANDRO
Marcos RJ
Marcos RJ
1 mês atrás

Na minha modesta (e teimosa) opinião ninguém venceu essa exibição estranha.
Não passou mesmo de um. caça níquel entre a #1 do mundo e o mulambo aposentado

Evandro
Evandro
1 mês atrás

“Sabalenka tem potência e precisão para competir com os homens”

Hummmm… será?

Se quem quer que estivesse do outro lado da rede, como foi dito, iria sentir com força a óbvia diferença de constituição física entre homens e mulheres (mesmo atletas), o tal propósito do jogo dos sexos é justificável?

Lembremos, qualquer delas iria sentir o óbvio. Então, todas irão perder. E se ganhar, vai ser porque o homem não jogou tudo, a quadra não tem as mesmas medidas, etc. É justo, louvável isso?

Tenistas treinarem entre si, independente se homem ou mulher, tudo bem. Mas, não é o caso. Não agrega a meu ver, embora assistir Sabalenka e Kyrgius é sempre bom.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Evandro

Concordo com você.
Para mim, quem ganhou o jogo, dentro das linhas, em todos os aspectos, foi o Kyrgios mesmo.
Sem ritmo de jogo, quadra maior, sem primeiro serviço etc.
Pode ser, que no final das contas, o grande vencedor tenha sido o público.

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
1 mês atrás

Ah, olha…
Pra ela, uma coisa desnecessária. Pra ele, até que foi útil pra ganhar uns trocados e aparecer na mídia, coisa que ultimamente ele tem feito com suas manjadas polêmicas.
E pra mim, foi uma coisa escalafabética, sem pé nem cabeça e sem utilidade.
Valeu tanto quanto uma moita de capim pegando fogo.

Eric Delgado
Eric Delgado
1 mês atrás

A número #1 do mundo perder p/ um jogador inativo não a faz vencedora. Ela teve uma quadra menor em largura e comprimento. Ela não precisou devolver o primeiro saque forçado masculino. E ainda perdeu. E isso diminuiu o valor do circuito feminino de tênis.

Não. Ela não foi vencedora. Perdeu. O tênis feminino, hoje, perdeu. Uma pena que essa moça não enxergou o óbvio. Ou só estava em busca da grana, ou, na sua ingenuidade, achou que poderia vencer.

Se ela jogasse contra um Ruud da vida não faria um game sequer.

SANDRO
SANDRO
1 mês atrás
Responder para  Eric Delgado

Quanta negatividade e rancor… Só desfrutei da partida, sem preconceitos, sem mau humor… Deixem a Sabalenka em paz…

Daniel R.
Daniel R.
1 mês atrás

É muito raro. Mas dessa vez vou precisar discordar de você, mestre.

Vimos a número 1 do mundo sendo quase humilhada por um tenista semi aposentado, totalmente fora de forma, que já está em uma transição para virar influenciador/comentarista, e que nitidamente jogou se arrastando, passando a bola, colocando na mão da Sabálenka para dar jogo.

E que mesmo sem primeiro saque, mesmo com a Saba jogando em uma quadra menor, ele venceu em sets diretos e nunca perdeu o controle do jogo,

Foi muito constrangedor ver a número 1 do mundo se prestar a isso.

O “legado” do evento, na prática, foi desacreditar quem luta por equal pay, porque ficou a nítida impressão de que qualquer tenista profissional de ITF venceria a Saba sem dificuldades.

Um desserviço para o esporte, em todos os sentidos.

SANDRO
SANDRO
1 mês atrás
Responder para  Daniel R.

Olha, você viu outra partida , porque não foi isso que aconteceu!!! Não foi desserviço nenhum, a partida foi muito gostosa de assistir com várias jogadas bonitas de ambos os lados!!! Agora se você quis ter um olhar preconceituoso, o problema é seu!!! Se você não conseguiu enxergar beleza no tênis jogado por Sabalenka e Kyrgios é problema do seu mau humor preconceituoso… Devemos aprender a conviver com as diferenças entre os sexos masculino e feminino e aprender a desfrutar da beleza do tênis que ambos podem proporcionar sem toda esta carga de negatividade que você pôs sobre a partida!!!

Refaelov
Refaelov
1 mês atrás
Responder para  Daniel R.

“O “legado” do evento, na prática, foi desacreditar quem luta por equal pay, porque ficou a nítida impressão de que qualquer tenista profissional de ITF venceria a Saba sem dificuldades..”

Isso não é impressão, é um fato sabido por qlqr um que acompanha o circuito minimamente.. o valor das premiacoes no circuito feminino nao tem q ter qlqr relação com a capacidade de competirem atleticamente com os homens e sim pela quantidade de dinheiro que conseguem gerar individualmente no circuito WTA(venda de pacotes de transmissão, ingressos, patrocínios individuais, etc..)

Daniel R.
Daniel R.
1 mês atrás
Responder para  Refaelov

Concordo que não deveria ser um argumento. Mas, na prática, vinha sendo

Luciano Antonio
Luciano Antonio
1 mês atrás
Responder para  Daniel R.

Concordo. E ela ainda disse querer uma revanche.

Pedro Gonsalves
Pedro Gonsalves
1 mês atrás

Bastante interessante como uma exibição deste nível aflora a misoginia que reina nos comentários.

Os homens estão a “anos-luz” de alcançar as mulheres em 95% dos aspectos da vida, e então se apegam a uma simples partida.de.tênis (que fazem parte dos 5% onde o homem supera devido ao físico de braços e pernas), para aclamar uma supremacia inexistente e principalmente recalcada, baseada em vícios de hábitos e discursos.

E basta ler nos comentários para sentir o recalque na escrita da grande maioria dos comentários aqui do Blog.

Por tudo isso – mas também pelos outros 95%… – a vencedora do duelo foi:

– Aryna Sabalenka.

P.s.: Enquanto os “grandes” perdedores foram os “machinhos Ômega” de plantão.

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
1 mês atrás
Responder para  Pedro Gonsalves

Pois é, concordo plenamente. Andei lendo uns comentários aí, acho que nem vou me dar ao trabalho de responder. São indivíduos que não mudam porque certas coisas vem de berço.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Pedro Gonsalves

Minha análise foi do jogo.
Nada de misoginia nela.
Sou fã da Sabalenka. Acho-a linda, excelente tenista (nem precisava eu achar, pois é a #1 com sobras), divertida etc.
Mas, quem venceu o jogo foi o Kyrgios.
Normal, natural, sem preconceitos ou outras coisas mais.
Simples assim.
O problema é ficarem fazendo escarcéu do nada.

Pedro Gonsalves
Pedro Gonsalves
1 mês atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Nem precisava dizer mais nada, pois “Acho-a linda” já endossou o que escrevi…

Última edição 1 mês atrás by Pedro Gonsalves
Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Pedro Gonsalves

Beleza!
Talvez dizer acho-a horrorosa fique melhor para você.

Laís
Laís
1 mês atrás
Responder para  Pedro Gonsalves

Exato. Até qdo será a vai essa mentalidade do patriarcado?
Eu até entendo os homens, não querer perder seus privilégios, mas, né?!

Pedro gonsalves
Pedro gonsalves
1 mês atrás
Responder para  Laís

Nem sei se entendem como previlégios.

Acho que o entendimento de alguns é bem mais limitado que isso.

Pedro Gonsalves
Pedro Gonsalves
1 mês atrás
Responder para  Laís

Uma vez Nelson Rodrigues disse:
– Os idiotas um dia vão dominar o mundo. Não porque são melhores, mas sim porque eles são muitos!”.

SANDRO
SANDRO
1 mês atrás
Responder para  Pedro Gonsalves

Agora é proibido elogiar a beleza de Sabalenka??? Oh Céus!!! Haja frustração dentro de você, hein???

Mauricio
Mauricio
1 mês atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Hj, qualquer coisinha que se fala, já vem os plantonistas com essa de misoginia.

SANDRO
SANDRO
1 mês atrás
Responder para  Pedro Gonsalves

Quanto hipocrisia… Você combate o que você diz ser misoginia com misandria??? Você acha que sendo agressivo e mal educado com os homens resolve algum problema??? Ou você usa do mesmo artifício do qual você reclama???

Pedro Gonsalves
Pedro Gonsalves
1 mês atrás
Responder para  SANDRO

Quanto recalque. Meu Deux!!!

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  Pedro Gonsalves

Onde estão esses percentuais, Carlo VW? Favor indicar a fonte.

Na verdade, você levou outro choque de realidade. Se a Superbig Sabalenka, melhor jogadora já vista, não viu a cor da bolinha contra um aposentado fanfarrão, imagine as jogadoras do passado. Navratilove não faria 4 pontos.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Paulo Almeida

Errado: Navratilova a vera contra Jimmy Connors, fez 7 games ( 2 x 6 , 5 x 7 ) e deu jogo . Jimbo jogou pensando no 1 milhão de dólares que apostou em si mesmo, ano 1992. Partida bem mais avaliada que esta do fanfarrão. Ambos recém aposentados , Connors 40 e Martina 35 aninhos. Abs !

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Eu já citei esse jogo aqui, mas estou utilizando o raciocínio do VW de que os atletas do passado vão se tornando “ninguém” à medida que o tempo passa.

Se liga, Sr. SR. Rsrs, abs!

Paulo F.
Paulo F.
1 mês atrás
Responder para  Pedro Gonsalves

Nem mulher curte homem feministo, Carlo VW.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  Paulo F.

Ele deve beber cerveja artesanal, tomar chá gelado na Livraria Cultura e deve ver os filmes “cult” em algum cinema patrocinado pelo Bradesco ou Unibanco rs.
Ops: não posso esquecer a bolsa/mochila produzida com material reciclável kkkk

Última edição 1 mês atrás by Paulo Sérgio
Mauricio
Mauricio
1 mês atrás
Responder para  Pedro Gonsalves

Blá, blá, blá….

João Prates
João Prates
1 mês atrás

Na vdd, sem 2o saque, pode até parecer, mas não é tênis, tênis mesmo. Mal comparando, é como futebol sem impedimento. Quadra menor então, descaracterizou completamente. O match point é bem emblemático, ela sequer consegue devolver um 2o saque com um pouco mais de spin/kick pesado.

SANDRO
SANDRO
1 mês atrás
Responder para  João Prates

Claro que é tênis!!! Inclusive o tênis sem o segundo serviço é melhor, é mais dinâmico e mais justo!!! E já que você fez uma comparação totalmente desconexa com a Lei do Impedimento, farei uma comparação mais pertinente: vamos supor que cada vez que um jogador errasse uma “batida de Pênalti”, ele tivesse o direito ao “segundo serviço”… Não seria ridículo? Pois é, quando acabarem com o segundo serviço no tênis futuramente, aí perceberão o quanto é ridícula essa regra do segundo serviço!!! Se Deus quiser, um dia acabará esse absurdo de “segundo serviço”, tenho fé que isso acontecerá!!!

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  SANDRO

O problema Sandro, é que para o penalty, há um goleiro, cuja defesa representa um grande mérito.
Para o saque, acho justa a regra do segundo serviço, pois, é para os dois e existem fatores que contribuem para a primeira falta.
Ademais, para grandes devolvedores, devolver segundo serviço é um prato cheio.

Guilherme
Guilherme
1 mês atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Daí os grandes devolvedores vão devolver o primeiro serviço.

Gean
Gean
1 mês atrás

Mentira que ele é um dos maiores tenistas ele tá na posição seiscentos e lá cacetada é ela número 1 uma diferença grande de ranking , ou seja só mostrou a superioridade masculina

SANDRO
SANDRO
1 mês atrás
Responder para  Gean

Qualquer tenista que fica sem jogar piora ranking, mesmo que fosse o Sinner ou Djokovic…. Basta lembrar que Kyrgios foi finalista de Wimbledon, porque esse ranking dele é porque ele está sem jogar torneios que marcam pontos !!!

Éverton
Éverton
1 mês atrás
Responder para  Gean

Ele está nessa posição por não ter jogado muito na temporada. Você acha que ele perderia hoje para algum brasileiro melhor colocado que não seja o João Fonseca? Certamente o cara está longe do seu melhor, mas a posição dele não condiz com seu nível.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Gean

Não é mentira e o texto está bem claro: um dos tenistas mais talentosos que já aconteceu.
E é verdade.

Agnaldo
Agnaldo
1 mês atrás

Há muito tempo sou a favor de apenas 1 saque, para que os jogos sejam mais rápidos.

SANDRO
SANDRO
1 mês atrás
Responder para  Agnaldo

Eu também sou contra o “segundo serviço”!!! O mais relevante desta partida Sabalenka x Kyrgios foi como o jogo ficou mais dinâmico e interessante com a exclusão do “segundo serviço”… Com o “segundo serviço” o jogo fica mais arrastado e enfadonho!!! Seria muito interessante que fossem revistas as regras e que o “segundo serviço” fosse eliminado de uma vez por todas!!! Imagine só se existisse isso no futebol: você chuta o primeiro Pênalti, se errar tem o direito a uma “segunda cobrança de Pênalti”, no vôlei: você saca a primeira, se errar tem direito à segunda… Só de pensar, não parece ridículo? Acho que no tênis, já passou da hora de acabar com o segundo serviço!!!

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  SANDRO

Eliminariam também grandes sacadores.

SANDRO
SANDRO
1 mês atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Teríamos mais tênis jogado de b’verdade e menos “máquinas de fazer ace”… Melhoraria o espetáculo…

Realista
Realista
1 mês atrás
Responder para  Agnaldo

Não é bem assim. Quando só há 1 saque, a tendência é sacar com segurança. E isso vai gera mais rally.
Não deveriam mexer num fundamento tão tradicional no tenis… isso acabaria criando jogadores cada vez mais parecidos, sem estilos de jogos diferentes.
A melhor solução é quadras e bolas mais rápidas, como no passado.

Rafael Sousa
Rafael Sousa
1 mês atrás

Dalcim, vi um técnico de tênis comentando que a Sabalenka não conseguiria vencer nem um número 500 do ranking masculino a Muguruza falou que acredita que não venceria nem um juvenil quando era número 01 do mundo.

Na sua opinião, qual seria o nível de jogador masculino para ter um jogo equilibrado entre a Sabalenka? Com as regras normais. Um adolescente de 14 anos?

Paulo F.
Paulo F.
1 mês atrás

Bota ela contra o Alcaraz ou o Sinner “às deva” e se ela fizer 3 games na partida, será muito ainda.

José Eduardo Pessanha
José Eduardo Pessanha
1 mês atrás
Responder para  Paulo F.

3 games? Contra esses dois ela não faz nem 3 pontos. rs

Paulo F.
Paulo F.
1 mês atrás
Responder para  José Eduardo Pessanha

Isso, Pessanha.
Tens razão, foi o que quis dizer e me enganei: se ela fizer três pontos contra Alcaraz ou Sinner numa partida a todo vapor, seria muito ainda.
Grato pela retificação.

Maercio Rezende
Maercio Rezende
1 mês atrás

Meu Deus que jogo você vou ? O Kyrios estava se arrastando na quadra, levantando e encurtando bola para a Savalenka bater, com a dificuldade de uma quadra 9 cm mais curta, e ainda assim ganhou por 2×0 . Estes “duelos” servem apenas para desprestigiar o tenis feminino.

Realista
Realista
1 mês atrás

Duro também foi escutar os comentaristas chama do ela de Zabalenka. Percebe-se que eram comentadores genéricos sem sequer acompanhar tenis para saber o nome dela certo ou saber que o site Atp ou Wta tem áudio com o nome na seção dos tenistas

João
João
1 mês atrás

Discordo. Me pareceu uma modalidade bizarra de tênis. E Sabalenka mostrou não ter a menor variação para tirar o adversário da zona de conforto. Mais uma queima de dinheiro dos árabes, assim como o tal Six Kings Slams, onde os caras vão até com a perna quebrada para pegar os caminhões de dolares.

Samuel, o Samuca
Samuel, o Samuca
1 mês atrás

Alguns colegas observaram que o comentarista da CazéTV pronunciava Zabalenka em vez de Sabalenka para o sobrenome da Aryna.
Mas isso não é novidade, pois até comentaristas consagrados cometem ou cometiam tal deslize, caso do Chiquinho Leite Moreira (nos tempos de Band Sports) e Renato Messias (atualmente na ESPN).
Incrível que normalmente trabalham ao lado de colegas que pronúncias de maneira correta.
Nos sites da ATP e WTA os próprios jogadores pronunciam seus nomes.

Mitzi
Mitzi
1 mês atrás
Responder para  Samuel, o Samuca

Assistindo tênis nada me deixa mais irritada do que pronunciarem o sobrenome do grego errado.

É Tsitsipás e não Tsitsípas!!

A apresentadora do extinto Ace band sports também falava errado. Credo!

SANDRO
SANDRO
1 mês atrás
Responder para  Samuel, o Samuca

Eles acham “bonito” falar errado, mas fica feio demais, é uma grande gafe!!!

Raphael Monteiro
Raphael Monteiro
1 mês atrás

Tosqueira sem limites. Saba não ganha de um Top500

André Aguiar
André Aguiar
1 mês atrás

Novak Djokovic falou uma vez mais sobre a aposentadoria ao receber o Global Sports Award:

“Eu quero continuar jogando. Eu disse que as Olimpíadas de Los Angeles de 2028 são uma espécie de estrela guia, mas, honestamente, não há limites”.

Pelo jeito, vai em busca do recorde de títulos e de alguns outros mais.
Sua saúde de vaca premiada, como dizia Nelson Rodrigues, é digna de aplausos.

Jonas
Jonas
1 mês atrás
Responder para  André Aguiar

E que siga.

Penso assim: motivado e com o físico em dia ele tem que continuar jogando.

No entanto, 2024 e 2025 mostraram um sérvio sem o preparo físico ideal para vencer Grand Slams.

Se ele topa seguir jogando em alto nível mesmo com essa limitação física ok, é com ele. Na prática ele é um top 3 do mundo desse jeito, pulando uma porrada de torneio. Pra poucos.

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
1 mês atrás
Responder para  André Aguiar

Saúde digna de aplausos, mas desempenho frente aos primeiros do ranking, nem tanto. Talvez consiga alcançar Federer em títulos – falta pouco – mas os 109 do Jimmy Connors? Acho que não.
Além do mais, o que importa é o peso dos Big Titles. O resto é curiosidade secundária.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Maurício Sabbag

Wawrinka para agora com 41 anos . Federer parou faltando 1 mês para 40 , nas Quartas de Wimbledon 2021 ( jogou Laver Cup 2022 na despedida) . Sérvio vai comendo sempre mais um recorde pela beirada , meu caro. Se bobear vai a 41 mesmo não vencendo Torneios ou poucos . Aguardemos. Abs !

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  Maurício Sabbag

Big Titles? O cara tem 72 e o segundo nesse quesito tem 59.

Mário Alves
Mário Alves
1 mês atrás

Foi tudo preparado para a Sabalenka ganhar o jg. O kyrgios estragou a festa. Parabéns a ele, por ter encarado, com coragem, apesar de todas as desvantagens.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás

Serviço é um dos fundamentos mais importantes do Esporte. Inclusive a estratégia do Sacador. Pete Sampras arriscava uma possível dupla- falta , no Segundo Serviço, para não dar nenhum ritmo ao oponente ( Agassi não gostava nada…rs) . Nos experimentos no Finals Next Gen, até poder escolher o lado onde sacador prefere no iguais , passou , junto com está valendo no Let . Somente quem nunca Empunhou Raquete, para admitir a retirada do segundo Serviço. Na exibição foi tirado para dar jogo. Sabemos que somente o jogo de pernas, já desequilibra tudo para os marmanjos. Kyrgios caminhando com uma preguiça danada , levou sem grandes dificuldades…rs. Abs !

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
1 mês atrás

Se olharmos hoje o ‘ranking’ da temporada, tem uns nomes aí bem desconhecidos. Frederico Agustin Gomez líder, Toby Samuel vice-líder… e até Gustavo Heide é “top 10”.
Sinner e Alcaraz devem estar na “lanterna” zerados. Tudo virado de ponta-cabeça.

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
1 mês atrás

Sou muito fã do Nick Kyrgios. É sempre uma diversão vê-lo jogar.

Será que disputará o Australian Open?

Última edição 1 mês atrás by Rodrigo S. Cruz
Caio Medeiros
Caio Medeiros
1 mês atrás

Interessantes previsões de Paul Annacone para 2026, noticiadas no tenis Brasil.

Paul Annacone vê que o circuito atp continuará sendo dominado pela duplla SInner/Alcaraz, e que Djokovic terá cada vez mais dificuldade para ganhar o 25 GS (um dos único recordes do tênis que de fato pertence a ele (empatado com Margaret Court).

Mas nunca se sabe, pois bastaria um tropeço da dupla Sinner e Alcaraz para abrir-lhe as portas para obter o 25o. GS, se isolando assim na liderança de GS conquistados.

Jonas
Jonas
1 mês atrás
Responder para  Caio Medeiros

Ele pode fazer como Federer em 2017, início de 2018: esperar o sérvio baixar técnica e fisicamente e então conquistar um Grand Slam. O jejum durava desde 2012.

Ainda assim o feito do Novak seria muito mais difícil, visto que o suíço estava na faixa dos 35-36 anos, enquanto o sérvio caminha para os 39.

Os principais recordes ele já tem, você ‘esqueceu’ das 428 semanas no topo, 8 temporadas fechando como número 1, 7 ATP Finals, 40 masters 1000 etc.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Jonas

Uma bobagem sem tamanho. Federer voltou da Cirurgia no joelho de 2016 ( esperando coisa alguma ! ) , já levando AOPEN 2017 de virada , pra cima de Rafa Nadal. Onde estava Mestrinho Jonas que não viu a diferença, no Backhand ( agora chapado) , batendo tudo na subida ( ideia de Ljubicic) , e anulando o forehand do Touro Miura???. Venceu Wimbledon 2017 sem perder Sets ( glorioso ” goat ” caiu nas Quartas para Berdych ) , e em 2019 ( 2 anos depois ) , meteu 94 Winners para cima do ” goat ” com direito a dois Match-points durante a partida de 13 x 12 no Quinto Set. Juro que estou esperando o Sr Mestrinho, parar de postar groselhas repetitivas , e Djokovic parar de ser humilhado nas Semis. Chega em chaves fracas , e tome de 3 x 0 , ora para Sinner ora para Alcaraz. PS : justiça seja feita , na Semi do AOPEN 2025 , perdeu o Tiebreak do primeiro para Zverev, apertou a mão, e saiu de fininho…rs. Abs!

Jonas
Jonas
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Realidade: Djoko esteve mal em 2017 (até encerrou a temporada cedo) e início de 2018.

Quando voltou próximo a seu melhor, venceu 2 Slams e atingiu o topo do ranking, já no segundo semestre de 2018.

Como dito, o jejum do Federer vinha desde 2012. Djokovic não deixava ele vencer Slams ou às vezes saia para outros tenistas.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Perdeu Cincinnati 2018, Paris 2018, WB 2019, AO 2020 com o tal do backhand chapado. Ou seja, perdeu com e sem ajustes para o maior de todos rs.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Leia direito. “O Backhand chapado pegando tudo na subida, anulou o Forehand do Touro” . De 2015 até a aposentadoria, nenhuma derrota fora do Saibro. Djokovic obteve vitórias e derrotas, Federer ( 6 anos mais velho) levou 23 partidas contra 27 de Djokovic. Jogou mais que Sérvio depois dos 37 . , O que fez aos 38 em Wimbledon 2019 , e eliminação em Sets diretos no ATP Finals 2019 , o levou de volta ao N 3 do Mundo. Difícilmente Sérvio iguala. Abriu 2020 atingindo a Semi do AOPEN. Perdeu facilmente por 3 x 0 para o Sérvio. Última partida na Temporada e nova Cirurgia nos joelhos. Abs !

Adamastor
Adamastor
1 mês atrás
Responder para  Jonas

Para quem usa antolhos, esses podem SIM achar que ele detém todos os recordes que você mencionou.

Jonas
Jonas
1 mês atrás
Responder para  Adamastor

Você deve ser recordista de mudança de nick. Não, Carlo, no simples masculino o Djoko é o recordista mesmo, e olha que nem citei todos, fique em paz e feliz 2026! Abs.

Adamastor
Adamastor
1 mês atrás
Responder para  Jonas

Sim, no simples masculino ele detém os recordes mesmo.

#Fato!

E quem é Carlo?

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  Adamastor

Lupin cada vez melhor nos disfarces. Utilizou dois simultaneamente agora, não é Caio?

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
1 mês atrás

Assisti ao jogo, e discordo do título dessa pasta.

A Sabalenka fez uma ótima exibição? Claro que sim.

Só que não deu nem para o cheiro. Assim como nenhuma outra outra jogadora daria…

Realmente, no tênis, a diferença do homem em relação à mulher é abissal. E o Nick controlou o resultado do jeito que ele quis.

Como comentou o “Pato” Clavet, mesmo se no lugar do Kyrgios, ela tivesse enfrentado um Top 500 do masculino, ela perderia fácil, caso ele jogasse sério.

E a situação ficaria ainda pior com o mesmo tamanho de quadra para ambos, e com a liberação do uso dos dois saques.

Deu pra ver que o Kyrgios não só se conteve, em vários momentos, como meio que se esforçou para simular um equilíbrio, e dessa forma, não ofuscar a exibição da Sabalenka.

Mas, eu gostei. Foi bem divertido. A número 1 encaixou belos golpes dos dois lados, e o Nick se portou como um cavalheiro, e deu o seu show de sempre.

Uma pena parte de uma imprensa amarga não ter reconhecido isso, e ficar só descendo o pau no confronto…

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
1 mês atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

No meu ponto de vista – e tenho dito isto outras vezes – o fato das mulheres não cobrirem a quadra como os homens e não terem a mesma potência nos golpes, não faz disso o tênis feminino pior. Nem melhor. É diferente.
Não é o seu caso, entendi o que quis dizer. Mas é só ler alguns comentários pra se ver como tentam diminuir as meninas. O preconceito está enraizado.
E não estranho. Tudo leva tempo pra mudar. A escravidão foi abolida no século XIX, mas até hoje negros sofrem discriminação. Mulheres não podiam votar.
Lembro de um caso que aconteceu com minha mãe. Na década de 60, ela era uma das poucas mulheres motoristas. Eu estava no banco de trás do Gordini, ela no volante, nos levando de volta da escola. Morávamos no Parque Novo Mundo, à beira da Via Dutra. Ela não tinha muita prática. O Gordini “morreu” na subida do Parque S. Jorge. Foi o que bastou. Os carros atrás:
– Ôooo, D. Mariaaa! Vai lavar prato!! Vai pilotar fogãão!
E ela estava lá por necessidade, trazendo filhos da escola.
Espero que escolas e universidades trabalhem neste sentido de eliminar tanta discriminação.

Manu
Manu
1 mês atrás
Responder para  Maurício Sabbag

Estou fazendo 48h de plantão diretão.
A senhorinha da limpeza aqui do hospital: “você é solteira ne? Pq se fosse casada o teu marido estaria te traindo essas horas ..ngm quer mulher que trabalha muito!”
Misericórdia… tantas razões pelas quais trabalhar 48h é insalubre e ela escolheu a pior.

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
1 mês atrás
Responder para  Manu

Pra você ver, Manu, que algumas coisas que comentei estão enraizadas até nas próprias mulheres.
Um bom ano novo pra você. E pro Dalcim e todos os comentaristas deste conceituado blog.

Kahlil
Kahlil
1 mês atrás

Caro Dalcim,

O que eu vi foi um jogo que poderia ser 6×0 6×0 se tivesse o mesmo tamanho de quadra para ambos os lados e os dois pudessem jogar livremente. Kyrgios claramente se segurou para não ser um placar tão humilhante para a Sabalenka. Isso que o Kyrgios já é semi-aposentado e a Sabalenka a atual número 1…

Walter
Walter
1 mês atrás

Se Nick tivesse jogado sério, seria 12. Só empurrou a bola pro outro lado.

Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br
Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br

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