Londres (Inglaterra) – Ao manter nesta segunda-feira o terceiro lugar do ranking, o sérvio Novak Djokovic atingiu uma nova marca espetacular em sua carreira e agora soma nada menos do que 1.000 semanas consecutivas como figurante da faixa dos 30 primeiros.
A primeira vez que Djokovic entra para essa nobre lista foi em 24 de julho de 2006, então como 28º colocado. Curiosamente, naquele momento, o ranking era liderado por Roger Federer, seguido pelo espanhol Rafael Nadal.
Ao mesmo tempo, o sérvio de 38 anos atinge a semana de número 850 entre os cinco mais bem posicionados, marca que é apenas superada por Federer, que totalizou 859 em sua carreira.
Nesta segunda-feira, o espanhol Carlos Alcaraz também se torna o quinto tenista em atividade a somar 200 semanas no top 10, atrás de Djokovic (555), Alexander Zverev (253), Stan Wawrinka (244) e Stefanos Tsitsipas (238).
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Alcaraz também alcança 180 semanas consecutivas entre os três primeiros, algo que somente 10 grandes nomes do tênis masculino obtiveram desde a criação do ranking, em 1973. A liderança é de Ivan Lendl (465), à frente de Federer (432) e Djokovic (399).
Por fim, o espanhol de 22 anos chega à 59ª semana como número 1 e agora é o 13º entre os que já lideraram o ranking, deixando para trás Jim Courier. Na sua frente, está agora o italiano Jannik Sinner, com 66.













Achei estranho apenas 5 tenistas em atividade somando 200 semanas no top 10. Fiz uma verificação rápida e concluí que Andrey Rublev, não mencionado, tem 238 semanas. Mas acredito que outros tenistas em atividade não mencionados, como Daniil Medvedev, Marin Cilic e Kei Nishikori também possam estar na categoria 200+ semanas no top 10.
Paulo, leia de novo a forma que foi mencionada esse ranking e descubra seu erro
22 anos e todos esses recordes? Sem nenhuma dúvida esse moleque tem potencial de goat, que me desculpe o grande Roger Federer.