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Djokovic afirma que Ivanisevic ajuda na motivação

Foto: Rolex Paris Masters

Paris (França) – Cabeça de chave número 1 no Masters 1000 de Paris, o sérvio Novak Djokovic segue em busca de novas marcas e recordes em sua reta final de carreira. Em entrevista ao Eurosport, o número 1 do mundo afirmou que a presença do croata Goran Ivanisevic em sua equipe é fundamental para ajudá-lo ainda mais na busca por soluções e motivação nos últimos anos.

“Goran e o resto da equipe tentam encontrar maneiras diferentes de me motivar. Eles não têm tido muito sucesso ultimamente, mas tentam”, brincou o sérvio. “Nós nos divertimos muito e somos grandes amigos. Temos uma relação profissional, mas amo muito Goran como pessoa. Ele foi um dos jogadores que observei quando era jovem”, disse Djokovic.

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“Viemos de países próximos, então falamos a mesma língua, isso facilita as coisas”, acrescentou o número 1 do mundo, que nesta terça-feira conheceu seu primeiro rival na competição. Ele vai estrear contra o argentino Tomas Etcheverry, que bateu o também sértio e parceiro de ‘Nole’ na chave de duplas Miomir Kecmanovic de virada, com 4/6, 7/6 (8-6) e 6/4.

Djokovic agradece a carreira que tem no tênis e se sente orgulhoso do que já fez, mas ainda persegue feitos maiores e por isso seu time é importante. “A verdade é que agora até preciso de uma motivação extra, nesta última fase da minha carreira, nos últimos cinco ou dez anos , comentou o dono de 24 títulos de Grand Slam.

“Minha vida evoluiu, tenho dois filhos, de 9 e 6 anos, e parte meu coração toda vez que os deixo. Tenho que administrar esse tipo de sentimento quando viajo. Então, quando faço isso, quero muito vencer, quero que a viagem valha a pena”, acrescentou o sérvio.

Ao ser questionado sobre a cor da jaqueta do Grand Slam 25, ele brincou com a situação. “Esses são bons problemas para se ter. Pode acontecer em janeiro e seria incrível. Aconteça o que acontecer, estou muito feliz com o Grand Slam 24”, afirmou o líder do ranking

“Sei que as pessoas, principalmente no meu país, já pensam em 25, até 30. Se fosse assim tão fácil, seria ótimo. Sinto-me como um gato com nove vidas e perco uma em cada Grand Slam É preciso investir muita energia não só fisicamente, mas também mentalmente para estar completamente imerso naquela competição, agora ainda mais do que antes”, encerrou Djokovic.

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