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Boulter aplica duas viradas e conquista o bi em Nottingham

Katie Boulter (Foto: LTA)

Nottingham (Reino Unido) – Com um roteiro perfeito, a britânica Katie Boulter teve um domingo de superações para chegar ao bicampeonato do WTA 250 de Nottingham. Primeiro, ela precisou passar pela compatriota Emma Raducanu no complemento da semifinal iniciada no sábado e interrompida por falta de luz natural, triunfando por 6/7 (13-15), 6/3 e 6/4 em um total de 3h13 de partida. Logo depois, ela retornou à quadra e aplicou nova virada, desta vez diante da tcheca Karolina Pliskova, parciais de 4/6, 6/3 e 6/2 em 1h53 de jogo.

Após exatas 4h de quadra em um só dia, Boulter chega ao terceiro título da carreira e o segundo em 2024, já que ela também ergueu o troféu do WTA 500 de San Diego no início de março. Não à toa, a tenista de 27 anos vem vivendo a melhor fase da carreira também no ranking, tendo chegado ao 27º lugar há três meses. Mesmo defendendo o título do ano passado, ela perderá uma posição nesta segunda-feira e aparecerá no 31º posto.

A conquista de Katie Boulter também foi importante para o tênis britânico, já que ela garantiu o terceiro título de uma jogadora da casa nas últimas quatro edições do torneio de Nottingham. Além do bicampeonato dela, com direito a uma final 100% nacional em 2023 contra Jodie Burrage, em 2021 a campeã foi Johanna Konta. Nesse período, apenas Beatriz Haddad Maia, em 2022, quebrou essa boa sequência das anfitriãs.

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Já Karolina Pliskova sai de Nottingham sem o esperado bicampeonato. Campeã do torneio em 2016, ela buscava o 18º título da carreira e o quarto sobre a grama. Na atual temporada, a ex-número 1 do mundo voltou a comemorar uma conquista no circuito após quatro anos de seca, faturando o WTA 250 de Cluj-Napoca em fevereiro. Atualmente na 50ª posição, ela dará um salto de oito colocações e se aproximará novamente do top 40.

Importante destacar que Pliskova também encarou rodada dupla neste domingo, uma vez que sua partida de semifinal contra Diane Perry precisou ser remarcada sem que elas sequer tivessem entrado em quadra no sábado. No final, ela bateu a francesa de virada, com o placar de 6/7 (9-11), 6/1 e 6/4 em 2h22, antes de desafiar Boulter na decisão.

6 Comentários
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Lu Barros
Lu Barros
1 mês atrás

Aconteceu de novo, De Minaur e Boulter coparam juntos no findi! Que fase: “É o amoooor …”!♡♡♡

Artur Ribeiro
Artur Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Lu Barros

O esquisitinho do Demon tá jogando fora da divisão dele, Boltz é mta areia pra ele. O amor deve ser cego mesmo…

JBG
JBG
1 mês atrás
Responder para  Artur Ribeiro

Exatamente isso, concordo plenamente. Meo Deus!

Rodrigo
Rodrigo
1 mês atrás

Cadê Bia nesses torneios, deveria tá jogando esses torneios para voltar com a confiança, mais preferiu um torneio pesado, cheio de cabeça de chave, se cair nas primeiras rodas a confiança que já não ta boa, vai lá p baixo.

Carlos Alberto Ribeiro da Silv
Carlos Alberto Ribeiro da Silv
1 mês atrás
Responder para  Rodrigo

Por outro lado, se ela ganhar, aumenta a confiança. Acredito que ela tenha gente competente pra fazer o planejamento das participações nos torneios, porque também tem a questão do descanso e da convivência com a família. Além disso, nada na vida tem resultado garantido, qualquer escolha que se faça, existe o risco de dar errado. E quando alguém se propõe a desafios maiores, os aprendizados são maiores também.

Joaz Magalhães
Joaz Magalhães
1 mês atrás

Rodrigo, por Bia ser top 20 ela não pode jogar esses torneios menores , a menos que esteja defendendo o título u seja em seu país .

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