As marcas que Djokovic pode (ou deve) bater em 2026

Foto: Rolex Shanghai Masters

Matheus Dalcim
Da redação

Aos 38 anos, Novak Djokovic iniciará a temporada 2026 cercado por uma série de marcas estatísticas relevantes. Mesmo após mais de duas décadas de carreira, o sérvio segue acumulando números expressivos em vitórias, títulos, finais e semanas nas faixas mais altas do ranking, mantendo-se como referência histórica na Era Aberta.

Em 2025, Nole ampliou recordes importantes e se aproximou de outros que poderá buscar já no início do próximo ano. A seguir, estão reunidas as principais marcas que o multicampeão pode (ou deve) bater ao longo da temporada, caso mantenha participação regular no circuito.

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Vitórias

400 vitórias em Grand Slam: atual recordista, Djokovic soma 397 triunfos em chaves principais de Majors. Para alcançar a histórica marca de 400 já em janeiro, basta avançar até as oitavas de final do Australian Open.

100 vitórias no Australian Open: com 99 vitórias em Melbourne, o sérvio está a apenas um triunfo de atingir o centésimo resultado positivo no torneio em que é o maior campeão. Com três vitórias, igualaria o recorde de 102 de Roger Federer.

Recorde de vitórias em Wimbledon: Djokovic contabiliza atualmente 102 vitórias no All England Club, três a menos que Federer. Uma campanha longa em Londres pode colocá-lo no topo da lista.

Recorde de vitórias em Slam disputados na grama: além das 105 vitórias de Federer em Wimbledon, Djokovic também pode mirar o recorde geral de 107 triunfos em Grand Slam sobre a grama, marca de Jimmy Connors, construída em uma época em que o Aberto da Austrália e o US Open ainda eram jogados no piso natural.

100 vitórias no US Open: com 95 vitórias em Nova York, Djokovic precisaria alcançar ao menos as quartas de final para atingir a marca centenária. Três triunfos também o fariam igualar o recorde de 98 vitórias de Connors no torneio.

1.200 vitórias na carreira: atual terceiro colocado com 1.163 triunfos, Djokovic pode se aproximar ainda mais das marcas de Federer (1.251) e Connors (1.274).

Recorde de vitórias em quadras outdoor: com 961 vitórias em torneios ao ar livre, Djokovic está a 24 de igualar o recorde de 985 triunfos de Rafael Nadal.

Títulos

25 títulos de Grand Slam: com 24 troféus, Djokovic divide com Margaret Court o recorde absoluto de Majors no tênis mundial. Um novo título o isolaria no topo dessa estatística histórica.

Oitavo título em Wimbledon: segundo maior campeão do torneio, com sete conquistas, o sérvio pode igualar o recorde de Federer, dono de oito troféus no All England Club.

Quinto título no US Open: atual tetracampeão em Nova York, Djokovic busca alcançar Federer, Sampras e Connors, únicos pentacampeões do torneio na Era Aberta.

Total de títulos na carreira: com 101 troféus, Djokovic está a duas conquistas de igualar Federer (103) e a oito do recorde absoluto de Jimmy Connors (109) no tênis masculino.

Título pela 21ª temporada consecutiva: em 2025, Nole tornou-se o primeiro jogador da história a conquistar ao menos um título em 20 temporadas seguidas. Qualquer troféu em 2026 ampliará o próprio recorde.

Final disputada pelo 21º ano consecutivo: atualmente empatado com Federer, Djokovic pode se tornar o primeiro tenista a disputar ao menos uma final por 21 temporadas seguidas.

Triple Career Golden Masters: único tenista a conquistar os nove Masters 1000 ao menos uma vez — e já tendo completado o feito duas vezes — Djokovic pode alcançar um inédito terceiro ciclo completo. Para isso, precisa vencer novamente no saibro de Monte Carlo, onde foi campeão em 2013 e 2015.

Ranking

600 semanas no top 2: atual número 4 do mundo, Djokovic está a apenas uma semana de alcançar a marca de 600 semanas no top 2, apesar da distância de 6.670 pontos para o vice-líder Jannik Sinner. O sérvio é o recordista no quesito, logo à frente de seus históricos rivais, Rafael Nadal (596) e Roger Federer (528).

Recordes de semanas no top 5 e top 10: líder isolado de semanas no top 1, top 2, top 3 e top 4, o sérvio pode também assumir a ponta nas faixas de top 5 e top 10. Para isso, precisa de mais 17 semanas para igualar as 859 de Federer entre os cinco melhores e de 47 para empatar as 968 semanas do suíço na faixa dos dez primeiros.

Outros objetivos e marcas históricas

81 participações em Grand Slam: com 80 aparições em chaves principais de Slam, Djokovic está a uma de igualar o recorde de Roger Federer e Feliciano López, podendo superá-los já em Roland Garros.

17 participações efetivas no ATP Finals: em 2025, Djokovic igualou as 17 classificações de Federer para o torneio que encerra a temporada masculina, mas acabou desistindo da disputa. Em 2026, pode transformar a marca em presença efetiva em quadra.

1.400 partidas na carreira: com 1.396 jogos disputados, o sérvio está a quatro partidas de se tornar apenas o terceiro tenista a atingir a marca, ao lado de Federer (1.526) e Jimmy Connors (1.557).

10 finais no ATP Finals: maior campeão do torneio, com sete títulos, Djokovic soma nove finais disputadas e está a uma de igualar o recorde de Federer em decisões.

40 finais de Grand Slam: recordista com 37 decisões, o sérvio pode alcançar a marca de 40 finais se disputar mais três títulos. Em 2025, ele caiu nas semifinais em todos os Slam.

150 finais na carreira: com 144 finais disputadas, Djokovic está a duas de igualar Ivan Lendl (146), mas ainda distante das marcas de Federer (157) e Connors (164).

US$ 200 milhões em premiação: com US$ 191,2 milhões acumulados na carreira, o sérvio está a menos de US$ 9 milhões de se tornar o primeiro tenista da história a ultrapassar a marca de US$ 200 milhões em prêmios.

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Gusmão
Gusmão
1 mês atrás

Maravilha.
Recordes atrás de Recordes.
Mas em cada vitória nos Slam e Master, ele amplia Recordes nestes torneios

Força e Saúde Djokovik.

Nei Costa
Nei Costa
1 mês atrás

Meu Deus do céu, o homem e um prodígio, que carreira impressionante. Vai demorar muitos anos para alguém estar numa posição privilegiada como está. Djokovic quebrou a banca, construiu o que podemos chamar de “O império dos recordes”. Goat forever!!!!!!

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás

Djoko, o tenista que normalizou o extraordinário.

André Borges
André Borges
1 mês atrás

A djokovetização pela qual passou a redação nos últimos anos dando seus sinais mais claros rsrs

José Nilton Dalcim
Admin
1 mês atrás
Responder para  André Borges

E você sempre se mostrando completamente por fora do que é notícia. Noticiamos de forma imparcial sobre todos os tenistas relevantes, você já devia ter percebido isso há muito tempo.

Andre Borges
Andre Borges
1 mês atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

As notícias sim, de forma imparcial, agora os comentários…. achei um milagre esse passar mesmo contendo a palavra djokovetização

Carlos Alberto Ribeiro da Silv
Carlos Alberto Ribeiro da Silv
1 mês atrás
Responder para  André Borges

O está bem claro é a sua grande dor de cotovelo. Toma um analgésico que melhora. Mas, pelo jeito, essa sua dor de cotovelo deve ser crônica e parece que vai continuar em 2026.

Carlos Alberto Ribeiro da Silv
Carlos Alberto Ribeiro da Silv
1 mês atrás
Responder para  André Borges

Apenas para corrigir o início do comentário: “O que está bem claro é a sua grande dor de cotovelo. Toma um analgésico………………”

Nei Costa
Nei Costa
1 mês atrás
Responder para  André Borges

Pelo que Djokovic já fez e está fazendo, acho pouco a quantidade de matérias sobre. A historia do tênis está sendo escrita diante dos nossos olhos e tem gente que prefere desdenhar porque o agente dessa história não é o seu tenista preferido. Djoko merece cada aplauso, cada menção, cada elogio, ele elevou o nível de conquista tenistica a um patamar nunca antes visto e ainda tem o bônus de ter enfrentado diversos contratempos neste percurso.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Nei Costa

Rapaz, leia na íntegra os comentários. Tem vários que ele ” ainda” não alcançou Federer. Em Wimbledon e no USOPEN, ainda está atrás do Suíço e provavelmente não alcançará o Octa e Pentacampeonato no USOPEN. Em RG nem precisa falar. O único recorde de Djokovic que parece inalcançável são os 10 no AOPEN . Embora com apenas 24 anos , Sinner já busca o Tri . Que patamar nunca antes visto é esse ???. Aja desconhecimento e fanatismo…rs. PS : Pode alcançar os 103 ATPs de Federer os 109 de Connors, difícil. Abs !

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Tadinho. Ele só tem os recordes de slam, atp finals, masters 1000, golden slam, mais velho número 1 da ATP, semanas como número 1 e temporadas como número 1. Que peninha.

Realista
Realista
1 mês atrás

Desde 2023 sem um big title… nem deveria pensar nessas marcas secundárias e sim tentar ganhar um bok torneio, nem que seja um atp500…

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  Realista

Ouro olímpico de 2024, totalizando 72 e zerando o tênis. Big Title não é lugar de fala de torcedores do Federer, rei de títulos pequenos e sem a dourada, Monte Carlo e Roma.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Paulo Almeida

Fujão dos preparatórios nas rápidas, Halle , Queen’s
e Basiléia. Daí possuir ” apenas ” 8 Conquistas na Grama Sagrada ( contanto ATP 250 minúsculo) . Suíço, Decacampeão em Halle ( 13 Finais consecutivas) , e Decacampeão na Basiléia ( ” goat ” apenas 1 ). Estes Torneios passaram a ATP 500 , o primeiro em 2009 , o segundo em 2015 . ” goat ” é o Terceirão na superfície. Jamais bateu Touro Miura numa final em Paris . Atrás de Federer em Wimbledon e USOPEN. ” fechou ” o Tênis desde 2023. A nível ATP , somente dois 250 em duas temporadas consecutivas. O que é a natureza… Rsrsrs, Abs !

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

É heptacampeão de Wimbledon (o que conta) e possui 14 Slams na quadra dura (14×11). Ganhou um Basel em 2009 em cima do Terceirão. Sim, ele “fugia” pra ganhar 7 títulos em Paris-Bercy; o suíço é monotítulo e perdeu 2 lá pra ele.

Djoko bateu Nadal 2 vezes em Roland Garros, Federer zero.

A natureza é 72 > 59 > 54. O ouro é um ATP, foi o 99°. Federer não tem.

Rsrs, abs!

Ronildo
Ronildo
1 mês atrás

O único recorde que vejo Djokovic com chances reais de superar é o de participação em slam. Ele tem 81 enquanto Federer e Lopes tem 82. Os outros recordes, apesar de serem muitas possibilidades, dependem muito do nível que apresentar. Ele pode aparecer no circuito com um nível muito abaixo do que já foi.

Gusmão
Gusmão
1 mês atrás
Responder para  Ronildo

Ishi.
Você está por fora
Djokovic tem o terceiro melhor índice ( Vitórias/Derrotas em 2025 )
Jogou menos torneios que todos top 10.
Ele sempre dividiu a liderança com Federer, Nadal, Murray, nunca foi fácil para ele.
Estar em 4° no Ranking, é um feito grandioso, pelo número de partidas disputadas em 2025.

Só um parâmetro Zverev o terceiro do Ranking, disputou o dobro de Torneios, e tem mais que o dobro de Derrotas em 2025.

Portanto Djokovik dispondo mais torneios tem como subir no ranking ATP.

Força Djokovik.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Gusmão

Disputou 50 partidas em 2025 . Perdeu em 11 Torneios diferentes para jogadores de Ranking alto. Não apenas para Sinner e Alcaraz. Disputou os mesmos 12 Torneios de Jannik Sinner e levou apenas ATP 250 de Genebra. Alcaraz disputou 15 . Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

“Perdeu em 11 Torneios diferentes para jogadores de Ranking alto. Não apenas para Sinner e Alcaraz.”
Quem tem ranking mais alto que Sinner e Alcaraz Sr. “Entendedor de Tênis”?

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás

As 400 vitórias em Slam estão logo ali em janeiro.

José Afonso
José Afonso
1 mês atrás

Uma máquina de triturar recordes.

Uma lenda viva. Um mito. Um verdadeiro semideus do tênis.

Será que a mudança para Atenas foi devido a perceber que é um filho de Zeus?

José Afonso
José Afonso
1 mês atrás

Que venham mais e mais, para festejo de seus fãs e para desespero de seus detratores. O maior e melhor da história pode se tornar um titã ainda mais inalcançável.

Se ele for bem este ano, as fábricas e lojas de fronhas agradecem.

Última edição 1 mês atrás by José Afonso
José Afonso
José Afonso
1 mês atrás

Sobre o tão visado 25º título de Grand Slam, basta dar a sorte de Sinner ter um mau dia (ou não participar) e pegar o Boi Miúra Jr. num momento sem foco total que é possível vir o 25º.

O Cenourão é uma grande pedra no sapato, mas mais frágil fisicamente que o bovino. Este, por sua vez, oscila mais e só é “impossível” de vencer quando está 100% focado, como foi o caso do US Open, logo após a derrota acachapante em Wimbledon.

Lembremos que El Torero Dorado derrotou o “tourinho” em 4 dos últimos 6 jogos, incluindo aí o último Australian Open e a final olímpica. É um adversário dificílimo, mas viável. A Laranja Mecânica é que é um sério problema em condições normais.

Lígia Leal
Lígia Leal
1 mês atrás

O céu é o limite para o “GOAT” Sérvio, NOVAK DJOKOVIC! O instante em que NOLE abandonar as quadras, a ATP sentirá e muito. Muitos de seus admiradores migrarão para outros esportes. Anote aí!

JClaudio
JClaudio
1 mês atrás

Caso Novak Djokovic, consiga todos esses recordes, os fãs do tênis irão considerar o sérvio o “Goat” do tênis?
Djokovic conquistou recordes mais robustos, mesmo assim, aqueles que gostam do jogo e da sua história, não consideram o sérvio o melhor de todos os tempos.
O que faremos???
Abriremos um legítimo Sangue de Boi e perguntaremos onde fica o endereço da seita de Mariah Keech.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  JClaudio

“Fãs de tênis” e “aqueles que gostam do jogo e da história” = torcedores amargurados do suíço que viram seu preferido ficar pra trás, pois foi inferior aos principais rivais em quadra e consequentemente nos números.

Claudinho, Djoko já transcendeu o tênis, como eu já disse várias vezes e o autor do vídeo também. Se ele acompanha o site e teve uma pequena influência minha, nem vou reclamar de patente, rs. O importante é a notícia se espalhar. Abs!

https://m.youtube.com/watch?v=zkVGZVhY530&pp=2AYE

JClaudio
JClaudio
1 mês atrás
Responder para  Paulo Almeida

Alemzão engana os desinformados…
Vou fazer um vídeo no you tube, espero que vc propague minha opinião…
Afinal, no fundo tudo é uma questão de opinião…
Quem tem opinião é rei, quem não tem, o you tube é logo ali (parodiando o saudoso Vannucci).

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  JClaudio

“Aqueles que gostam do jogo e de sua história”.
Fonte: Claudio, J.

Carlos Alberto Ribeiro da Silv
Carlos Alberto Ribeiro da Silv
1 mês atrás
Responder para  JClaudio

Para ser GOAT, ninguém precisa ser unanimidade. O que coloca o Djokovic na condição de GOAT do tênis são os seus resultados e não a opinião dos seus fãs ou de quem quer que seja.

JClaudio
JClaudio
1 mês atrás

Olá Carlos…
É o contrário, caro Carlos, o que faz alguém ser “Goat” é a opinião daqueles que gostam e acompanham o esporte, aqui no caso o maravilhoso tênis.

Carlos Alberto Ribeiro da Silv
Carlos Alberto Ribeiro da Silv
1 mês atrás
Responder para  JClaudio

GOAT: Pessoa mais excelente e bem sucedida em determinada área. Em se tratando de tênis, essa definição combina perfeitamente com Novak Djokovic. O que prova que a pessoa é bem sucedida em determinada área são os seus resultados.

JClaudio
JClaudio
1 mês atrás

Seguindo seu raciocínio, caro Carlos…Ted Kaczynski é o “Goat” do serviço postal americano, nunca errou uma correspondência.

Carlos Alberto Ribeiro da Silv
Carlos Alberto Ribeiro da Silv
1 mês atrás
Responder para  JClaudio

Depende do objetivo do serviço postal americano. Se esse cidadão é o que gera mais lucro, é justo que seja considerado o GOAT. No caso do tênis, quando dois competidores entram em quadra, o objetivo é ganhar mais sets que o adversário. E pra isso ele treina técnicas pra viabilizar a conquista do objetivo. E foi isso que o Djokovic fez melhor do que qualquer outro em sua carreira e por isso conseguiu os resultados que nenhum dos seus concorrentes conseguiu. E hoje é a principal referência para a nova geração.

JClaudio
JClaudio
1 mês atrás

Ted Kaczynski era o Unabomber.

Marcelo Costa
Marcelo Costa
1 mês atrás
Responder para  JClaudio

A falha crucial na sua fala é não levar em consideração quem além de acompanhar e gostar pratica, pois, quem pratica consegue ver o pq o sérvio é o maior do esporte.

JClaudio
JClaudio
1 mês atrás
Responder para  Marcelo Costa

Poxa Marcelo, conheço vários domingueiros, geralmente estão no Vila Lobos, batendo uma bolinha, a maioria diz que o maior jogador de tênis que viram foi ……
Não escrevi o nome para não ferir sensibilidades.
Jogar tênis é muito bom, escolher uma boa raquete, comprar um tênis adequado, reservar a quadra antes do sol escaldante, confraternizar com amigos e dar uns balões (importante aqui, os balões)…ótimo.
Mas nada disso faz alguém conquistar a chave do conhecimento sobre tênis.
O esporte é algo democrático, alguém numa cama, sem movimento, pode saber mais sobre tênis que vc. O elitismo vem de opinião como a sua.
No futebol, todos somos técnicos, conhecemos todos sistemas táticos, em cada torcedor existe um Pepe Guardiola, ensinamos Messi como deve driblar.
Por isso é popular, jogar ou não, pouco importa, o esporte sempre será empirico.

Última edição 1 mês atrás by JClaudio
Marcelo Costa
Marcelo Costa
1 mês atrás
Responder para  JClaudio

Da cama onde você opina, é impossível saber a efetividade do revés do sérvio, seu trabalho de pernas, como ele é perfeito naquilo que se propõe a fazer, dá cama você opina nunca saberá o quanto o esporte mudou, o swing mais ágil, mais curto, evoluiu, da cama onde você opina não faz ideia de que é enfrentar um tenista amador jovem que treina todo dia , da cama onde você opina não se tem noção da velocidade atual do jogo.
Sobre futebol não posso opinar, não jogo, sou só um mero torcedor que não tem noção do que é estar em um campo, prefiro não comentar, afinal, melhor falar sobre o que sabemos.
Sobre o tal elitismo?? Por favor das quadras onde vou vi desde proletarios até aqueles que serão deveriam ser taxados, agora do sofá não dá
Tente jogar vai que aprende algo, afinal na teoria sabe de tudo pelo visto saia da cama vai pro vila lobos.

JClaudio
JClaudio
1 mês atrás
Responder para  Marcelo Costa

Marcelo, meu caro, vc confunde um tenista profissional com um amador, com uma ponta de soberba, para temperar o raciocínio não muito lógico, não devia se colocar nessa posição.
Eu jogo com um jovem amador 3 vezes por semana (meu filho), tanto eu, como ele estamos a galáxias de distância de um profissional (algumas vezes vi, em loco, um tenista profissional jogar, é outro esporte, não é a mesma coisa que um “tiozinho” no clube, ou um garoto em formação, comparar golpes, velocidades e algo ligado a imaginação, um desejo, um sonho de bater uma bola, imaginando estar na Philippe Chatrier).
O tênis profissional, assim como o golfe são esportes de sintonia fina, onde golpe, velocidade e força são trabalhadas exaustivamente, coisas distintas de alguns bolões num clube da cidade (entre a louça para lavar e o boleto para pagar).
Saber tecnicamente sobre o tênis é algo interessante, algora replicar… aí não dá.
Comparar um amador com um profissional é algo soberbo.
Amadores carregam o espírito do jogo, o profissional carrega o jogo.

Última edição 1 mês atrás by JClaudio
Marcelo Costa
Marcelo Costa
1 mês atrás
Responder para  JClaudio

Você não saber como esses profissionais trazem mudanças ao jogo assusta de tantas formas, o amador acompanha, o amador treina, o amador evolui, enquanto você joga com seu filho.
Óbvio que estamos a anos luz de um profissional, mas agora achar que por isso não conhecemos é outra história.
Faça assim saia do sofá, jogue com seu e volte pro sofá ou cama. Então venha pro site e comente sobre o que obviamente não sabe, mas mesmo assim comente

JClaudio
JClaudio
1 mês atrás
Responder para  Marcelo Costa

Noto que vc tem grandes dificuldades para o contraditório.
Alguém que começa uma troca de mensagens com:
“A falha crucial de sua fala”, determina como vc trocará mensagens, transparece a soberba (escrevi três vezes a palavra nas trocas de mensagens anteriores, na esperança que o comportamento fosse diferente, mas vc resiste bravamente).
Fica difícil, gosto de argumentos, coisas lógicas onde se possa aprender e interagir com alguém que tenha uma visão de mundo diferente, a concordância ou não é um detalhe, sem necessidade de dizer para alguém, do alto do décimo sexto andar da soberba, que “temos uma falha em nossa fala”.
Vc é ruim de “conversa”, em alguns momentos agressivo (a arte da ironia, não é para qualquer um).
Algo em mim te incomoda, tente trabalhar isso.

Marcelo Costa
Marcelo Costa
1 mês atrás
Responder para  JClaudio

Note que você falou só hoje de vinho, correios, tite, Messi, entre tantas outras coisas, desvia e desvirtua justamente por não saber como falar sobre tênis, por puro desconhecimento, então eu entendo que você não entende, mas ok opine sobre qualquer coisa menos de tênis.

JClaudio
JClaudio
1 mês atrás
Responder para  Marcelo Costa

Eu sou rebelde, não vai rolar….
Abs

balostrófico
balostrófico
1 mês atrás
Responder para  JClaudio

obrigado por me resgatar da hibernação caro amigo, esse baile suingado estilo tcha tcha tcha com improvisos de trompete foi a chave de minha ressuscitação… te agradeço enormemente

JClaudio
JClaudio
1 mês atrás
Responder para  balostrófico

Puxe uma cadeira, caro Balostrófico, o copo é de requeijão, mas a cerveja é de qualidade.

Realista
Realista
1 mês atrás
Responder para  Marcelo Costa

Eu pratico e o enxergo como um jogador comum quando o vejo jogar. Mas claro, ele foi muito feliz em explorar suas otimas características fisicas que foi abençoado quando nasceu. Acredito que a determinação dele em ser aceito por todos a todo custo, também colabora para o sucesso dele.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  Realista

Sim, um jogador comum que só tinha físico, mas “incrivelmente” papou os principais recordes do tênis só com esse atributo. Diferenciados mesmo são Alquingel e seus colegas de clube, rs.

Realista
Realista
1 mês atrás
Responder para  Paulo Almeida

Não sei se você joga tenis, mas em vários locais que vou, não vejo ninguem querendo copiar algum golpe do Djokovic, justamente pq é tudo comum. Não tem o que copiar, é a tecnica básica. Não é como o Fedal, que muitos tentam copiar o forehand, backhand, saque… do Djokovic eu só ouço falar quando é erro de smash que o pessoal faz as piadas. Hehehe

samuel
samuel
1 mês atrás
Responder para  Realista

Como um cara que ganhou tudo no Tênis mundial e é recordista ém títulos de Grand Slan pode ser um jogador comum e com uma tecnica básica?

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  Realista

Não jogo, mas não acredito. Com certeza há vários fãs do sérvio espalhados nos clubes.

Rs. O backhand do sérvio é muito superior ao dos seus rivais, o melhor da história, assim como sua devolução. Sinner tenta copiar, por exemplo. É inspiração para os jogadores top e profissionais em geral, imagine para amadores.

Eu escuto piadas sobre a esquerda do suíço e suas madeiradas há uns 15 anos. Rsrs.

Marcelo Costa
Marcelo Costa
1 mês atrás
Responder para  Realista

Eu pra você não perco tempo, perdão mas não consigo sequer responder.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  JClaudio

Exato. As opiniões de Nadal, Sampras, Mouratoglou, Dalcim, etc.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  JClaudio

Claudinho, Djokovic já transcendeu o tênis, como você bem sabe.

JClaudio
JClaudio
1 mês atrás
Responder para  Paulo Almeida

Olá Paulinho
Tite, ex técnico da seleção brasileira, numa coletiva foi indagado por um reporter sobre a convocação do lateral Daniel Alves…
Tite, olhou para o repórter e lascou:
“Daniel Alves transcende o esporte”.
(Mariah Keech diz que falta 20 minutos para meia noite)

Jonas
Jonas
1 mês atrás

Djokovic vai bater muitas dessas marcas em 2026. É um jogador único e apenas ele consegue se colocar nessa posição, devido à idade avançada que tem.

Não tenho dúvidas de que ele seguirá batendo recordes e vencendo títulos nível ATP (aqui ele persegue os 109 títulos do Connors).

O mais difícil é ele conseguir vencer o 25° Grand Slam aos 38 anos, algo que nenhum tenista em simples conseguiu por razões óbvias: o corpo não é o mais o mesmo.

André Aguiar
André Aguiar
1 mês atrás
Responder para  Jonas

De 37 passarás mas com 38 não chegarás.

Ken Rosewall, 37a 1m (AO 1972)

Roger Federer, 36a 5m (AO 2018)

Ken Rosewall, 36a 4m (AO 1971)

Novak Djokovic, 36a 3m (USO 2023)

Jonas
Jonas
1 mês atrás
Responder para  André Aguiar

Esse tipo de marca deixa claro o quanto a idade avançada pesa no tênis.

João Silva
João Silva
1 mês atrás

Parabéns pelo levantamento.
Legal se tiver uma atualização de tempos em tempos durante o ano.
Possivelmente ele joga só 2026 em alto nível. No máximo 2027 e se quiser aposentar até as olimpíadas, talvez empurre até lá sendo um Top 50.

Gusmão
Gusmão
1 mês atrás
Responder para  João Silva

Cada Vitória um novo recorde.
Não adianta chorar.
É notícia certa com sucesso.

Bruno Lopes
Bruno Lopes
1 mês atrás

Os números falam por si só!!!
Parabéns TenisBrasil pela matéria.
Vida longa ao maior de todos!!
Pra cima Goat !!!

Johnny
Johnny
1 mês atrás

Não acho que ganha mais slams… Para ganhar um slam, o Sinner e Alcaraz tem que cair pelo caminho, antes da final. Qualquer um dos 2 acaba com Djokovic em 3 sets… Inclusive, hoje em dia para ele ganhar um Master 1.000, vai ter que jogar muito! O saque dos garotos é absurdamente forte, além disso, os jogadores mais novos e rápidos, batem backhand com uma força descomunal que Djokovic não tem mais! Deveria se aposentar no auge, porém ele se acha o centro das atenções, não enxerga que agora existe um big 2. O fim da carreira dele será pior que a Serena Williams, arrastando em quadra, mas não dava o braço a torcer…

Jonas
Jonas
1 mês atrás
Responder para  Johnny

É bem raro um tenista desse calibre se aposentar no auge. Nadal deveria ter parado ao conquistar seu último Roland Garros, Federer inventou de retornar em 2021 e fez uma temporada bizarra, horrível… Murray? Anos a fio se arrastando no circuito. Do sofá é fácil falar.

Esses atletas que marcaram época são competitivos ao extremo e esticam a corda até onde acham que é possível. Evidente que ele enxerga o Big 2 atual e já cansou de elogiar a dupla.

E não sei se ele vai se “arrastar” em quadra, como vimos com o coitado do Federer, mas não é o que vejo no presente. Djoko é um top 5 do mundo e ainda vence títulos nível ATP, gostem ou não, abs.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Jonas

Federer realmente se arrastou em quadra aos 38 anos , na Final mais longa de Wimbledon 2019 e na sequência eliminando Djokovic( 32 ), no ATP Finals 2019. Atingiu a Semi e terminou N 3 do Mundo. Djokovic só toma 3 x 0 dos garotos nas Semis dos Slam , somente vence ATPs 250. Em 2020 atingiu a Semi do AOPEN e se retirou para nova Cirurgia. Em 2021 , atingiu as Quartas de Wimbledon, e se aposentou faltando 3 semanas para 40 anos . Ou acompanhas um Circuito paralelo, ou é falta de memória mesmo ,Mestre Jonas…rsrs. Abs!

Jonas
Jonas
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Eu não disse que ele se arrastou em Wimbledon 2019, estou falando da temporada 2021. Tá vendo como você viaja nas interpretações de texto?

Volta lá no texto, respira um pouco, lê devagar aí começamos de novo, abs.

Junior amado
Junior amado
1 mês atrás

impressionante é um monstro

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