Bicampeão dá adeus e norte-americanos sonham com fim do jejum

Sem ver um campeão de Grand Slam desde que Andy Roddick surpreendeu com o título de 2003 no US Open, o tênis masculino norte-americano ganhou o direito de sonhar, e com grande chance, de enfim encerrar esse terrível jejum. Ben Shelton impediu o favorito Carlos Alcaraz de brigar pelo tri e segundo troféu consecutivo um jogo histórico e decidirá com Frances Tiafoe quem fará a primeira final de Slam da carreira.

Big Ben fez a melhor partida que já me lembro de tê-lo visto jogar, principalmente pela sua capacidade de manter as trocas de bola contra Alcaraz num ritmo pesadíssimo. Enquanto o duas vezes campeão perdeu intensidade e mostrou certa falta de pernas a partir do segundo set, Shelton manteve padrão de alto nível técnico e físico, lutando bravamente pelos pontos e colocando o adversário para correr. Mesmo tendo perdido facilmente o quarto set, voltou a jogar com firmeza na longa e tensa série decisiva, finalizando um match-tiebreak tenso e lutado ponto a ponto.

Claro que Shelton sacou maravilhas. Desde o primeiro game, abusou da força, marcou diversos primeiros serviços na casa dos 230 km/h e forçou o segundo saque – um marcou 195. Porém, além disso, devolveu com profundidade, manteve sempre uma postura ofensiva e perdeu raros pontos junto à rede. O primeiro set foi especialmente magnífico num jogo que terminou depois das 3 horas da madrugada – novo recorde do torneio – e recompensou o persistente público com dezenas de lances geniais dos dois lados. Shelton, que acaba de defender seu título no Masters canadense, chega a sua terceira semi de Slam e segunda em Nova York.

Tiafoe por sua vez obteve uma das vitórias mais memoráveis de sua carreira. O garoto Alex Michelsen sacou para o jogo ainda no terceiro set e teve depois vantagem de 3/0 na série decisiva. Entrou em jogo, é claro, a menor experiência em jogos tão grandes, refletidas nas duplas faltas quando tinha tudo nas mãos, mas o espírito de luta de Frances mereceu aplausos.

Enquanto o agora número 8 do ranking comemorava sua terceira presença nas semifinais do US Open, Michelsen chorou nos seus ombros, numa das cenas mais marcantes deste US Open. A partida teve um total de 40 break-points, dos quais cada um aproveitou oito.

Tiafoe deixou o top 30 pouco antes do Australian Open, fez final de Acapulco e quartas em Miami para se recolocar como 18º e era 26º quando ganhou Halle, seu quarto ATP da carreira mas o primeiro em três temporadas. O vice em CIncinnati para Arthur Fils foi sinal de que ele poderia ir longe novamente em Flushing Meadows.

O retrospecto entre os dois carismáticos homens da casa marca 3 a 1 para Shelton, embora cada um tenha vencido uma vez em duelos no US Open. O canhoto de 23 anos assume provisoriamente o quarto lugar do ranking, posição que só perderá caso Tiafoe seja campeão.

Sabalenka se agiganta na hora certa

O duelo de agressividade absoluta entre Aryna Sabalenka e Linda Noskova valeu o ingresso. Jogo intenso, cheio de alternâncias, sem sinal de quem sairia vencedora até o finalzinho do match-tiebreak. Cada uma disparou mais de 40 winners (46 a 42 para Noskova, que fez 18 a 12 em aces).

Na hora que precisou de toda sua confiança e arrojo, Sabalenka foi notável. Saiu de 2/4 no terceiro set e de 0-2 no supertie, tirou tudo que pode do saque, incluindo dois segundos serviços ousados, o último deles que virou ace no match-point. “Tive sorte”, foi sua modesta definição ao atingir a sexta semi consecutiva em Nova York.

Sabalenka não derrotava uma top 10 desde Coco Gauff em Miami e havia perdido os dois jogos de Slam que foram ao terceiro set. “Ela estava sacando melhor que eu na série decisiva, tive de pensar ponto a ponto”. E segue com chance de fechar a temporada com um troféu de Slam, o que tem feito seguidamente desde 2023, mesmo que o número 1 vá embora.

Vai cruzar pela 14ª vez com Jessica Pegula, a quem venceu nas duas últimas edições do torneio rumo ao título, a primeira na final e a do ano passado na semi. A norte-americana ganhou apenas quatro desses confrontos e certamente não poderá mostrar a mesma fragilidade desta noite diante de Emma Navarro, em que só jogou realmente com firmeza a partir da metade do terceiro set. Por vezes, o saque machucou muito pouco e isso é fatal diante da devolução forçada da bielorrussa.

Aryna e Jessica estarão de dedos cruzados para ver se Elena Rybakina não crava o número 1 nesta quarta-feira diante de Qinwen Zheng. Só nesse caso, a semi também valerá a chance de liderar o ranking caso uma das duas chegue ao título. Coco Gauff, que enfrenta Mirra Andreeva, também fica na torcida.

Luísa é a nova número 3 do ranking

Apesar do placar aparentemente tranquilo, Luísa Stefani e a parceira Gabriela Dabrowski tiveram de jogar muito para superar o dueto chinês formado por Xinyu Jiang e Shuai Zhang, o que garante a terceira semi em Flushing Meadows e o inédito terceiro lugar do ranking para a paulistana de 29 anos.

Em busca da segunda final seguida de Slam, as vices de Wimbledon enfrentam no final da tarde desta quarta-feira as norte-americanas Robin Montgomery e Ashlyn Krueger, que não jogavam lado a lado há três anos e enfrentaram o dueto de Stefani no WTA de San Jose de 2021.

Há enorme chance de a decisão do título ser diante das líderes do ranking, a norte-americana Taylor Townsend e a tcheca Katerina Siniakova, que vão enfrentar a belga Elise Mertens e a russa Diana Shnaider.

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Jonas
Jonas
09/09/2026 15:09

Com a derrota do Alca, hora de atualizar aqueles números que postei depois de Wimbledon 2026. Vale lembrar que o espanhol tem hoje 23 anos e 4 meses.

Segue o comparativo de Grand Slams do Big 3 e do Sinner quando tinham exatamente essa mesma idade: Alcaraz 7 Slams, Nadal 6 Slams, Federer 4, Djoko 1 e Sinner 2.

Alguns pontos que chamam atenção nessa corrida:

1) Rafa chegou ao sexto Slam no Australian Open 2009. Teve problemas físicos naquela temporada, mas retornou voando no ano seguinte. Para se ter ideia, aos 24 anos ele já acumulava 10 Slams;

2) Federer e Djoko não tiveram um início de carreira super precoce, mas o suíço acumulou Slams rapidamente. Ele chegou à marca de 12 Slams no US Open 2007, com apenas 26 anos e 1 mês.

3) Djoko venceu seu primeiro Major aos 20 anos, passou a dominar o circuito aos 23 e, aos 24 anos e 8 meses, já levantava seu quinto troféu.

Sobre o torneio, agora minha torcida vai pro Zverev, tecnicamente ele é jogador para 3 Slams ou mais, ainda dá tempo… Mas não seria ruim Shelton ou Tiafoe levando também.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
09/09/2026 16:06
Responder para  Jonas

Dominou tanto o Circuito aos 23 , que terminou 2011 com 4 Slam aos 24 anos . Em 2012 levou apenas 1 Slam aos 25 , e em 2013 também apenas 1 Slam aos 26 . Isso é o que se pode chamar de ” domínio ” no dialeto de um fanático. Sem essa Mestre Jonas … Rsrsrs,Abs !

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
09/09/2026 14:44

” Saio da quadra com um sorriso, saudável, e era disso que eu precisava.” (Alcaraz)
Essa pra mim foi a melhor notícia. Temia que depois de 5 ‘sets’ a tal lesão pudesse se manifestar.
A derrota, ainda mais nas quartas-de-final e contra um americano Top 10 e em casa, faz parte. São ossos do ofício.
Parabéns Carlitos, parabéns Shelton e obrigado pelo espetáculo. Foi de cair o queixo.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
09/09/2026 15:16
Responder para  Maurício Sabbag

Onde assino , meu caro ? . Abs !

Eduardo P.
Eduardo P.
09/09/2026 13:47

Alcaraz contra Shelton foi o melhor jogo deste US Open e praticamente ninguém assistiu.

O horário foi ruim para América do Sul, EUA em geral, Europa e Ásia. Somente costa leste dos EUA e Havaí tiveram um horário razoável.

A organização planejou muito mal esse dia do evento, uma pena…

Curioso para ver como será a recuperação do Shelton que não deve ter ido dormir antes das 6h da manhã hora local (isso se conseguiu fazer todos os compromissos pós jogo e recuperação com agilidade).

Paulo Almeida
Paulo Almeida
09/09/2026 14:15
Responder para  Eduardo P.

A organização não tem culpa se todos os jogos do feminino e do masculino foram longos, utilizando todos os sets disponíveis. Não é a primeira vez que acontece e nem será a última.

Paulo A.
Paulo A.
09/09/2026 14:32
Responder para  Eduardo P.

Muito surpreendente o ataque de choro do Michelsen nos ombros do compatriota, ao final do jogo!

GUSTAVO LUIS
GUSTAVO LUIS
09/09/2026 14:49
Responder para  Eduardo P.

Vai se recuperar bem, até porque esse lado da chave terá 2 dias de descanso antes da semifinal, diferente de quem vai jogar hoje.

Fernando Brack
Fernando Brack
09/09/2026 12:48

Fiquei muito surpreso com o desempenho do Alcaraz neste USO e em particular nessa fantástica partida. Jogou demais pra quem esteve tanto tempo parado e não demonstrou qualquer fraqueza no punho. Me pareceu livre da lesão. Nâo me considero torcedor, mas que siga saudável. O tênis precisa muito dele, tanto quanto do Sinner. E Shelton parece disposto a subir de prateleira, o que também é excelente para o esporte.

Refaelov
Refaelov
09/09/2026 12:45

Com relação ao jogo principal: n assisti ao vivo, vi apenas os highlights mas, pareceu-me q o Alcaraz escapou de levar um duro 3×0, dado a notável queda de desempenho que teve nos 2° e 3° sets..

Analisando as estatísticas: me chamou a atenção o baixo aproveitamento do Carlitos nas devoluções de 2° serviço do Shelton, tudo bem q o americano tem provavelmente o melhor 2° saque do circuito atual mas me pareceu que o Alcaraz arriscou-se demais querendo agredir muito nessas devoluções e acabou empilhando ENF/fazendo o Shelton jogar menos pontos a partir do 2° saque..

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
09/09/2026 14:49
Responder para  Refaelov

Escapou de possível 3 x 0 levando o primeiro Set e metendo 6 x 1 no quarto ? . Teve 43 % de aproveitamento nas devoluções contra 49 % de Shelton que é grande sacador. O estilo do Espanhol e’ arriscar demais sempre. Mesmo empilhando ENFs , fez apenas 6 pontos menos em toda a partida. Fatalmente levaria o jogo se tivesse o primeiro Serviço afiado . Nesse ponto Shelton foi bem acima . Abs !

Refaelov
Refaelov
09/09/2026 12:39

O jogo dos rapazes eu n consegue prestigiar ao vivo mas, vi boa parte do 3° set entre Sabalenka X Noskova e assino com o Dalcim: jogaço de altíssimo nível, com a Tcheca inclusive superando a n°1 na pancadaria em muitos momentos, o fiel da balança foi mesmo a Sabalenka conseguir elevar o seu nivel ao máximo justamente nos 2 tie-breaks.. triunfo importantíssimo pra Aryna recuperar a confiança na luta pelo TRI e, um belo prenúncio de q a Linda definitivamente n deverá fazer parte daquele clube de atletas com 1 único Slam..

Luiz Fernando
Luiz Fernando
09/09/2026 12:11

Quando Alcaraz venceu o set1 achei que o jogo estava liquidado. Errei feio. E depois de ontem BS demonstrou que pode vencer os tops, e mesmo nas partidas parelhas. Vamos acompanhar, mas a confiança do cara foi às alturas depois de ontem, algo fundamental pra quem almeja um GS…

GUSTAVO LUIS
GUSTAVO LUIS
09/09/2026 15:30
Responder para  Luiz Fernando

Eu também achei que o jogo estava liquidado, tanto é que pensei “Vou é dormir que ganho mais” rsrsrs

Zan
Zan
09/09/2026 11:11

Carlos honra o espírito de luta do maior tenista espanhol. Mesmo retornando de lesão e sem competir há 5 meses, e mesmo vomitando em quadra, indício talvez de falta de condicionamento, seguiu até o fim. Poucos conseguem reverter uma situação assim, principalmente sem fazer dramalhão para desconcentrar o adversário. No tiebreak, poderia ter ido para qualquer lado. Quem sabe no 7×6 do tiebreak no 5ºset para shelton, se a bola de Alcaraz entrasse, a historia fosse diferente. Quase foi.
Ainda assim, provavelmente, final da temporada e ano seguinte veremos novamente a dominancia dos 2 maiores do circuito atual, mas confiança elevada no novo campeão do UsOpen será positiva para tentar incomodar o dueto fantástico ítalo espânico. Provavelmente, Zverev com confiança seja o mais perigoso ao dueto, mas Shelton foi muito bem nas trocas de bolas com Alcaraz… então, parece estar evoluindo bem e pode se tornar cada vez mais completo para ficar no topo.
Enquanto isso, UsOpen mostra que permanece como o slam mais imprevisivel.

Groff
Groff
09/09/2026 11:10

Não tive tempo de aparecer aqui antes, mas estava vendo o jogo do Shelton com o Grego no outro dia e comentei em casa: ele passa fácil do Tsi e provavelmente bate Alcaraz nesse nível em que está (porque o espanhol ainda não está nem perto de seu melhor, ademais). Devia ter feito uma fezinha… (brincadeira, porque detesto jogo de azar).

Sinceramente? Se mantiver a cabeça no lugar, o Shelton pode muito bem levar, porque só Zverev pode lhe fazer real frente, e não o vejo no mesmo nível. Não dá pra cravar 100%, porque a partir de agora é mais frieza e controle do que qualquer coisa, mas é como vejo em termos de bola apresentada até o momento, e também levando em conta a gira americana antes do USO.

Cassio
Cassio
09/09/2026 11:08

Big Foe x Big Ben

Rafael
Rafael
09/09/2026 10:17

Será que estamos presenciando o momento que Shelton está “virando a chave”?
23 anos, está no tempo, e com um saque destruidor desses.. se ganhou do Alcaraz tem condições de ganhar do Zé e do Tiafoe. Vai ser interessante de acompanhar.

Ronildo
Ronildo
09/09/2026 09:46

Uma pena para Alcaraz. Mas voltando de lesão foi um slan acima da média histórica dos retornados. Talvez em 2027 Alcaraz inicie um período de domínio absoluto do circuito, vencendo todos os slans por 2 ou 3 anos seguidos. Habilidade e recursos técnicos para isso ele tem. Ainda mais que depois deste susto em 2026 Alcaraz certamente vai administrar mais inteligentente a sua carreira.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
09/09/2026 10:43
Responder para  Ronildo

Realidade: jamais superará o GOAT.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
09/09/2026 11:06
Responder para  Ronildo

Perfeito meu caro. Jamais veremos um retorno de 6 meses , como o do Craque Suíço em 2017 , levando de cara AOPEN também em 5 Sets e de virada pra cima do Touro.Miura . A diferença toda em relação a Carlitos e seus quase 5 meses , foi o extraordinário Serviço do Suíço. Alcaraz ontem jogou com apenas 3 Aces e 7 duplas faltas , em toda a partida . . Shelton teve todos os méritos e o deixou exausto com excelentes devoluções. Avisei que Ben largou Cincy de cara e chegou na ponta dos cascos . Carlos Alcaraz provou que não vai precisar de 84 Slam para atingir seus objetivos . E não levou nenhum dos seus 7 Slam, antes dos 23 anos , sem a presença de seu grande rival Jannik Sinner. Abs !

Paulo Almeida
Paulo Almeida
09/09/2026 11:19
Responder para  Sérgio Ribeiro

Em que ano atingirá seus objetivos? 2031 ou 2032?

Rsrsrs, abs!

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
09/09/2026 12:49
Responder para  Paulo Almeida

Só Deus sabe se estarei vivo até lá pra ver se será confirmado esse esse monte de profecias.
Assim como os tenistas vão ponto a ponto, o melhor é ir vivendo momento a momento.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
09/09/2026 12:49
Responder para  Paulo Almeida

O futuro a Deus pertence. Até os 23 , Alcaraz 7 x 1 em Djokovic. E este aos 24 anos quando atingiu 4 em 2011 . Levou apenas 1 em 2012 e mais 1 em 2013 . Carlos Alcaraz pode atingir mais cedo , como nunca atingir. Para os Kombistas somente resta secar … Rsrsrs .Abs !

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
09/09/2026 11:44
Responder para  Sérgio Ribeiro

Djoko chegou a 24 no slam de número 72 rs.

Última edição 7 horas atrás by Paulo Sérgio
Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
09/09/2026 12:32
Responder para  Paulo Sérgio

Djokovic atingiu 12 Slam aos 29 anos em 2016. Todos lembramos que nesta Temporada, disputou cabeça a cabeça com Murray até ATP Finals, quando entregou N 1 nas mãos de Andy. Retornou caindo na segunda rodada do AOPEN 2017 , e mesmo contratando Guru , venceu Zero Slam, Zero Masters 1000 , e terminou 2017 no Top 12 . Mesmo assim atingiu o Slam 24 , 7 temporadas depois em 2023 aos 36 e 1/2 . O futuro a Deus pertence, e Carlitos pode atingir mais cedo , ou nem chegar perto. Aguardemos Sr Paulinho. PS : Impossível dormir vendo a galera Torcendo para Alcaraz no Quarto Set , para termos um quinto. Shelton entendeu de boa …Abs !

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
09/09/2026 14:22
Responder para  Sérgio Ribeiro

Repetindo:

O recorde de slam veio na participação de número 70 em RG 2023 ao obter o vigésimo terceiro título.

O vigésimo quarto major veio no slam de número 72 no US OPEN 2023.

Ele disputou 84 slam porque competiu nos 4 maiores torneios nos anos de 2024, 2025 e 2026. No entanto, atingiu os objetivos bem antes.

Tome um chá para acalmar e interpretar melhor o texto rs.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
09/09/2026 15:08
Responder para  Paulo Sérgio

Pelo visto ou és preguiçoso ou não sabes ler . Em que momento questionei acima criatura ? ” Mesmo assim atingiu o Slam 24 aos 36 e 1/2 em 2023 ” . Agora , é fato que disputou 84 Slam e levou 24 . Rafa Nadal disputou 68 e levou 22 . No último levou 3 x 0 de Zverev em pleno RG . Ou seja , a disputa já com idade avançada e não levar é para todos. Abs

Paulo F.
Paulo F.
09/09/2026 09:23

Bem que o Dalcim disse que, num dia bom, Shelton ou Tiafoe poderiam ganhar do ungido.
Não à toa que ele é um dos melhores jornalistas do Brasil mesmo.
Shelton merece levar o US Open por desbancar um dos dois melhores tenistas do momento.
Mas acho Sascha o favorito natural agora.

Evaldo Moreira
Evaldo Moreira
09/09/2026 08:47

Bom dia,

Vi os 2 sets, e só, porque já estava tarde, kk

Não vejo esse Shelton esse jogador que todo que falam, bom sacador e só, tecnicamente um ou dois degraus abaixo de Alccaraz e Sinner.

Contra o espanhol, vimos isso, o cara saca, manda ver e Carlos devolve a maioria, algumas até com facilidades até;contra o grego não vimos isso, o cara sacou uma barbaridade, e Stefanos nunca foi um devolvedor de fato.

Esse Us Open pode cair nas mãos de um deles, ou de Alexander Zverev, que pode conquitar esse slam, o que um dia perdeu inexplicávelmente o Thiem, mas o austriaco mereceu ganhar.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
09/09/2026 08:31

RG 2031 é a nova previsão para os ansiosos do time Alcaraz se vencer 18 majors seguidos rs

Us Open 2031 é a nova previsão para os ansioso do time Sinner se vencer 20 majors seguidos rs

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
09/09/2026 12:37
Responder para  Paulo Sérgio

Isso é típico de um cara que se nega a crescer. Na boa Paulinho, tens noção dos ” micos ” que pagas diariamente devido ao teu excesso de fanatismo??? … Abs !

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
09/09/2026 14:16
Responder para  Sérgio Ribeiro

Ficou nervoso com a data distante mesmo na melhor das hipóteses rs. Não está me parecendo um coroa maduro com esses chiliques. A conferir rs.

Silvio Paccola
Silvio Paccola
09/09/2026 08:11

Dalcim, depois da opinião do Djoko, do McEnroe, dessas batalhas nos jogos de ontem, com mais de 4:00 horas de duração, eu acho que vai ganhar força essa ideia de jogar sets até 4 games em melhor de 5, sem vantagem (No AD). Eu gosto da tradição do tênis, mas definitivamente pouquíssima gente fica na frente da TV por tanto tempo, por mais fã que seja. Eu mesmo adoraria ter assistido o jogo do Alcaraz, mas quando vi o andamento do jogo feminino anterior, desisti. Qual a sua opinião, mestre?

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
09/09/2026 12:40
Responder para  José Nilton Dalcim

Perfeito. Ontem mesmo Tiafoe deixou claro depois de grande batalha , que são elas que deixam o Tênis mais vivo do que nunca . É contrário a qualquer mudança. Abs !

Andrade
Andrade
09/09/2026 13:46
Responder para  Silvio Paccola

Concordo, uma partida com mais de 4 horas de duração é realmente difícil ter tempo para assistir. Se a pessoa não tiver família, estiver de férias, talvez consiga.

Berg
Berg
09/09/2026 08:08

Não adianta querermos sonhar com o que vimos nos ultimos anos. O Big 3 foi único. Ao contrário de Alcaraz e Sinner, Federer, Nadal e Djokovic tinham sanque nos olhos. Não aceitavam perder, faziam o possivel para jogar todos os torneios, buscavam se aperfeiçoar, a vida dos caras era o tenis. Já o Alcaraz e o Sinner não me parecem que têm o mesmo foco. Não estou dizendo que é certo ou errado, estou apenas dizendo que não veremos mais outro big 3, a não ser que alguém decida viver para o tênis como Federer, Nadal e Djokovic viveram. E nós fomos os privilegiados. Os dois ingataram uma sequencia de slam absurda, daí perderam fisico, foco, forças… Temos então mais um slam sem os dois ganharem. Desde que Nadal surgiu em 2005, ninguém mais ganhava grand slam além do big 3, até surgir um Murray e o wawrinka… e dois pequenos raios chamados Del Potro e Cilic. Nada mais. Enfim, hoje é outro nível, outra realidade e devemos nos contentar com os grandes jogos e não mais com as grandes lendas.

Paulo F.
Paulo F.
09/09/2026 09:25
Responder para  Berg

Não jogue esse balde de água gelada na cabeça dos federistas.
Eles já dão como favas contadas que tanto Tevez Jr. quanto Sinner irão desbancar os recordes do GOAT.

Berg
Berg
09/09/2026 10:06
Responder para  Paulo F.

Sou maior admirador do tênis de Roger Federer, pra mim ele é único. Inclusive, acho que se o Federer tivesse a fome igual a do Nadal e do Djokovic, teria uns 30 slam. Mas cada um com seu estilo. Porém não vejo essa fome no Alcaraz e nem no Sinner. A derrota para eles parece ser algo comum, não os vejo com raiva, frustrados, decepcionados… Dava pra perceber até no jeito de comprimentar o adversário quando Federer e Nadal perdiam, principalmente o Nadal. Os caras só queriam ganhar, por isso se tornaram o que são. Em relação ao Djokovic, ele sabia lidar com a derrota, mas sempre foi resiliente e soube esperar o momento em que seria soberano. Alcaraz e Sinner estão mais para Andy Murray, que levou um toco da namorada porque só viva jogando videogame.

João borin
João borin
09/09/2026 10:21
Responder para  Berg

Mas porque esse julgamento do Sinner e do Alcaraz? Eu também sempre fui Federer, acompanhei desde quando ele ganhou o 1 Wimbledon. E realmente concordo que não terá outro big3, mas o Alcaraz e o Sinner dois anos seguidos ganhando 2 slam cada. Esse ano os dois ganharam 1 cada. Normal. Alcaraz ficou quase 5 meses fora e jogou muito ontem. Sinner lesionado, faz parte do esporte. Alcaraz so tem 23 anos e tem 7 slams e 8 masters 1000. Não sei até onde eles vão chegar, mas com ctz até o final da carreira serão lendas do esporte

Paulo F.
Paulo F.
09/09/2026 10:48
Responder para  Berg

Concordo, o vacilo do Federer começou já no início da carreira do Nadal.
Ele, como um jogador mais velho e consolidado, deveria ter arrancado pelo menos uns 2 RG quando o espanhol ainda era um feto.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
09/09/2026 10:41
Responder para  Berg

Esqueceu de Thiem e Medvedev.

Leonardo
Leonardo
09/09/2026 11:00
Responder para  Paulo Almeida

Thiem foi uma aberração, na pandemia e com Djokovic desclassificado pela bolada inadvertida. Medvedev sim, mas foi já com Federer aposentado, Nadal mais para lá que para cá, nem jogou o torneio por lesão, mas todo o credito por ter ganhado Djokovic na final, mesmo com idade avançada, Djokovic faria o GS do ano se não fosse parado pelo Medvedev.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
09/09/2026 11:17
Responder para  Leonardo

Thiem jogou demais naquele ano de 2020. Esqueceu que ele eliminou o Nadal no AO e chegou a ter 2×1 na final contra o Djoko? Foi um belíssimo jogador com várias vitórias sobre o Big 3 (título de IW sobre Federer), mas que teve a carreira abreviada por grave lesão no punho e depressão.

Groff
Groff
09/09/2026 14:49
Responder para  Paulo Almeida

Jogou mesmo, e jogava demais no geral. E minha ênfase vai no “demais”: ele disputava muito torneio, às vezes em excesso. Eu gostava muito de vê-lo jogar, mas me irritava como ele: 1. escolhia o calendário (vide acima) e 2. como ele meio que só jogava com segundo serviço em diversas ocasiões, por ‘forçar’ demais o primeiro em situações que não devia, com o que se espunha a correr mais que o necessário. Foi uma pena a lesão, mas não me surpreendeu de modo algum, infelizmente. Fez e faz falta ao circuito!

Roger Porciúncula
Roger Porciúncula
09/09/2026 12:06
Responder para  Paulo Almeida

A parceria de hoje é muito fraca, e por isso temos somente o Big2 (Alcaraz e Sinner). Na era BIG3, tínhamos ótimos tenistas. Andy Murray, Wawrynka, Del Potro, Marin Cilic, Key Nishicori etc.

Berg
Berg
09/09/2026 15:06
Responder para  Paulo Almeida

É que nessa época Federer e Nadal já estavam próximo do limite. E venhamos e convenhamos, aquel Slam do Thiem foi bem estranho, na pandemia. E o do Medvedev, até hoje não entendo como o Djokovic, preste a completar o Grand Slam perde de 3 x 0 pro Russo.

Gustavo Luis
Gustavo Luis
09/09/2026 06:51

Chave se abrindo igual em Roland Garros, já vi esse filme antes. Parabéns Zverev pelo seu 2 Slam.

João borin
João borin
09/09/2026 06:47

Dalcim mesmo com 4 meses de afastamento, Alcaraz sai com saldo positivo? E será que agora o Shelton com também 23 anos, encosta no “big 2”? Alcaraz e Sinner??

Fernando Brack
Fernando Brack
09/09/2026 12:41
Responder para  José Nilton Dalcim

Também vi isso no semblante do Shelton nessa partida. Normalmente muito marrento, ele esteve sério e sereno até nos momentos mais tensos. Vai ser ótimo se seguir assim.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
09/09/2026 06:16

“Vem aí mais um Grand Slam para o legítimo sucessor de Roger ” THE GOAT ” Federer!”

Duas inverdades na mesma frase. Coisa boa!

Marcus Henrique
Marcus Henrique
09/09/2026 08:47
Responder para  Paulo Almeida

Secar o Alcaraz por ele ter o jogo parecido com o do Federer, só pode ser doença…

Paulo Almeida
Paulo Almeida
09/09/2026 10:39
Responder para  Marcus Henrique

Parecido onde? Ele usa back de duas mãos, imita o toss do Djokovic, a elasticidade do Djokovic, é marreteiro de forehand, entre outros.

Eu seco por outros motivos, como pela torcida que herdou e por ter tirado alguns Slams do GOAT.

Eu já acho que doença é achar que alguém torce por ele por questões ideológicas, sendo que a torcida vem de longa data e não por causa de 2022, apenas 4 anos atrás.

Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br
Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br

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