Fonseca sobe na ATP e precisa vencer em Cincy para manter posição

João Fonseca (Foto: Priyan Rajendhiran/Surya Rajendhiran/SR28 Sports)

Londres (Inglaterra) – Depois da definição do Masters 1000 de Montréal, o ranking desta semana da ATP foi finalmente atualizado e o carioca João Fonseca ganhou uma colocação, subindo para o 26º posto.

Para manter sua posição, o tenista de 19 anos precisa pelo menos vencer uma partida no Masters 1000 de Cincinnati, onde defende 40 pontos da terceira rodada alcançada no ano passado.

Fonseca é o cabeça de chave 23 no torneio e estreia direto na segunda fase, esperando pelo vencedor do duelo 100% holandês entre Botic van de Zandschulp e Tallon Griekspoor.

Se o jovem carioca não superar sua estreia na competição, será fatalmente ultrapassado no ranking pelo espanhol Alejandro Davidovich Fokina, que está afastado do circuito por lesão. Ele não compete desde o ATP de Umag, logo após Wimbledon.

Alves se destaca com ascensão

Entre os principais brasileiros no ranking, o paulista Mateus Alves foi o principal destaque da semana. Ele ganhou 33 posições com a conquista do M15 de São Paulo, nas quadras de saibro do Paineiras e agora é o 414º do mundo.

Alves fecha o top 10 dos brasileiros na ATP e foi um dos poucos que subiu. Além ele e Fonseca, apenas o cearense Thiago Monteiro também se deu bem nesta faixa, ganhando dois lugares para chegar ao 274º posto.

Todos os demais brasileiros no top 400 sofreram quedas, com destaque para Igor Marcondes (316º) e Eduardo Ribeiro (378º), ambos com quedas de seis colocações. A segunda maior derrocada foi de João Lucas Reis, que perdeu cinco posições e agora é o 263º.

Meligeni e Saraiva de olho no futuro

Campeão e vice no M25 de Londrina, no último sábado, o paulista Felipe Meligeni e o brasiliense Paulo Saraiva receberão os pontos apenas no próximo ranking e então irão subir bem.

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Meligeni deve recuperar mais 105 lugares com o título e voltar ao top 500, saindo a atual 567ª colocação para a 462ª. Já o vice Saraiva terá um salto de por volta de 61 lugares, ido por volta da 467ª posição, atingindo assim sua maior marca na carreira.

Outro que irá subir bem é o paulista Matheus Pucinelli, que está nas quartas no challenger de Hamburgo e por enquanto está ganhando provisoriamente 17 lugares, indo para 264º.

Veja como está o top 10 dos brasileiros no ranking da ATP:

João Fonseca – 26º (+1)
Gustavo Heide – 133º (-2)
Thiago Wild – 202º (-2)
João Lucas Reis – 263º (-5)
Thiago Monteiro – 274º (+2)
Pedro Boscardin – 278º (-4)
Matheus Pucinelli – 281º (-4)
Igor Marcondes – 316º (-6)
Eduardo Ribeiro – 378º (-6)
Mateus Alves – 414º (+33)

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Ranalfo Maia
Ranalfo Maia
5 dias atrás

Tenho assistido aos jogos de Fonseca, bem como os de Ben Shelton! Os dois tem o serviços bons, movementação na quadra, etc, mas vejo que Ben Shelton domina o emocional! Ele joga com alegria, se comunica com o tecnico(pai) com um olhar e um sorriso! Fonseca tem que jogar tenis sério, mas alegre na disputa!

Marcio
Marcio
6 dias atrás

O problema do Brasil é a falta de bons profissionais que atuam na base. Como pode a Argentina com uma população bem menor ter muito mais tenistas ranqueados?

Marcelo Seri
Marcelo Seri
5 dias atrás
Responder para  Marcio

Essa é a pergunta de um milhão de dólares, Marcio!

Gusmão
Gusmão
5 dias atrás
Responder para  Marcio

Há 15 anos para cá a Argentina realizou mais torneios ITF Masculino que o Brasil.
Consequentemente A Argentina colocou mais Tenistas no ranking ATP.

Ano passado para cá as coisas estão se invertendo. O Brasil está realizando mais Torneios ITF Masculino que a Argentina, já é um bom começo.
Inclusive no Juvenil a uns anos para cá o Brasil está conseguindo praticamente o dobro de jogadores no Ranking Juvenil.

PAULO
PAULO
6 dias atrás

Infelizmente o João já não parece que chegará ao top 10 tão rápido, muitos jovens estão indo mais longe que ele nos principais torneios.

Davi Silva
Davi Silva
6 dias atrás

Rapaz, tirando o João, os brasileiros é só ladeira abaixo, falo novamente, não adianta criar muitos torneios aqui, sem investir massivamente na base, nos dias atuais só consegue jogar tênis profissional meninos e meninas que tem “maetrocinio” ou “paitrocinio”, claro que tudo no esporte depende de $$$, mas do jeito que está, os atletas do tênis perecem “Miss Sunshine”; na maioria das vezes, seu pai e sua mãe que está realizando ou projetando o sonho de ter um filho tenista, não há vocação.

Andre Borges
Andre Borges
6 dias atrás
Responder para  Davi Silva

Não me lembro da Nana ou Vicky ter paitrocinio vc lembra? O pai e a mae delas faz o que da vida?

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