Dia de lágrimas em Paris com o adeus de dois artistas

Dois dos maiores nomes do tênis masculino das últimas duas décadas receberam todo o apoio da torcida, mas foram barrados pelo tempo. Se Stan “The Man” Wawrinka jogou seu último Roland Garros e ainda prepara a despedida final para a Basileia, o acrobático Gael Monfils lutou com as forças que lhe restam para encerrar definitivamente a longa carreira.

Claro que Stan tem maior peso em termos esportivos, porque ousou ganhar Roland Garros em 2015, um de seus grandes feitos. Campeão de outros dois diferentes Grand Slam e da Copa Davis, além das duplas olímpicas, Wawrinka desafiou e derrotou, no mais alto nível, a mais forte e vencedora geração do tênis masculino de todos os tempos. Deixará eternizado seu backhand agressivo, ousado, preciso, talvez o melhor de todos já vistos.

Faltou a Monfils desempenho maior nos Slam. Fez apenas duas semifinais, uma em Roland Garros de longínquos 2008, outra no US Open de 2016. Disputou mais de 900 partidas em 22 anos de estrada, porém ergueu menos troféus do que poderia, com 13 títulos e 22 vices, muitos deles fruto de falta de segurança. As contusões também foram uma barreira, especialmente no pé, joelho e punho.

Acima de tudo, Wawrinka e Monfils representaram o esforço máximo, o empenho até a última gota. Somaram a isso todo seu carisma. O suíço, com sua forma divertida de interagir com o público e as roupas extravagantes, o francês com seus penteados, jogadas espetaculares, verdadeiras magias em quadra, e uma disposição física invejável.

Roland Garros perdeu mais dois dos grandes artistas da raquete.

Sustos e decepções

Finalista em Roma e com dois vices em Roland Garros, o norueguês Casper Ruud é sempre um nome cotado para ir longe no saibro, mas ele se enrolou de forma incrível nesta estreia do torneio. Abriu 2 sets a 0 e 5/2, desperdiçou cinco match-points e aí perdeu 11 games seguidos para Roman Safiullin antes de enfim manter sua marca de jamais ter perdido na primeira rodada no Slam francês. No entanto, é um desgaste um tanto desnecessário, em mais uma tarde de calor intenso, que chegou a 35 graus.

Maior susto ainda deu Elina Svitolina. A ucraniana entrou no rol das favoritas com o grande título em Roma, algo que não incomodou Anna Bondar. Ela sempre lhe dá trabalho – ganhou no US Open e semanas atrás em Madri – graças a um tênis muito ousado. A húngara abriu 3/1 no terceiro set e jogou muito quando Svitolina teve 5/4 e saque. A decisão foi ao supertiebreak e aí Elina foi bem superior.

As decepções ficaram para Ekaterina Alexandrova e Qinwen Zheng. E isso serve para mostrar que não é só Bia Haddad quem está perdida. A russa foi eliminada em 10 de seus 12 últimos jogos e ainda se mantém em 14º do ranking. Mas levou uma aula da colombiana Camila Osorio.

Já a chinesa, que ganhou exatamente no saibro de Paris o ouro olímpico de dois anos atrás, segue sem confiança e irá deixar o top 100 depois da queda na estreia para a polonesa Maja Chwalinska, com ‘pneu’ no segundo set. Zheng chegou a chorar na entrevista oficial e garantiu que está disposta a descer o nível dos próximos torneios para tentar reagir.

Destaques

– Andrey Rublev viu Ignacio Buse sacar para levar o jogo ao quinto set. Manteve a cabeça no lugar e barrou campeão de Hamburgo no sábado e hoje 31º do ranking.
– Todo mundo estupefato com a estreia esmagadora de Rafael Jodar. Em seu primeiro Roland Garros, já como cabeça de chave, gastou 92 minutos para derrubar o norte-americano Aleksandar Kovacevic. Os dois primeiros sets demoraram 48 minutos.
– Iga Swiatek, mesmo com bolha na mão direita, teve atuação muito boa. Fez até aces em cima da jovem Emerson Jones. A polonesa segue com estatística espetacular em Grand Slam: desde 2020, tem 49 vitórias e nenhuma derrota entre as primeiras e segundas rodadas, tendo cedido apenas sete sets.
– Dias quentes significam saibro bem mais veloz e Elena Rybakina se aproveitou disso para fazer estreia muito tranquila.
– Jasmine Paolini vive temporada um tanto apagada, porém sempre é nome a se observar em Paris. Tirou Dayana Yastremska, encara Solana Sierra e pode ter Sorana Cirstea em seguida. Chave exigente.
– Outro cabeça disse adeus: Jiri Lehecka caiu diante do experiente Pablo Carreño, que pode seguir em frente já que pega Thanasi Kokkinakis e quem sabe depois Alejandro Davidovich.
– Sempre encarando problemas físicos em sua carreira, Kokkinakis lutou por 4h21 e venceu uma partida eletrizante, abarrotada pelo público francês. Atmane teve 5/2 e depois 53 e 0-30 no quinto set.
– Bons jogos pintam para a segunda rodada masculina, na quinta-feira: Rinderknech-Berrettini, Hurkacz-Tiafoe e Collignon-Shelton. Um dia antes, teremos De Minaur-Blockx e Paul-Sonego.

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Hendrix
Hendrix
1 mês atrás

Dalcin, e o jogo do Sinner? Sem comentários?

Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 mês atrás

Sinner teve dois sets de treino e no set3 precisou se esforçar um pouco mais. Nada diferente do que vimos nos eventos precedentes…

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
1 mês atrás

Se me dessem um ingresso pro camarote e me pedissem pra escolher entre ver o jogo do Monfils do Djokovic, eu escolheria o francês sem pestanejar.
O jogo do sérvio é comprovadamente eficiente, mas pro meu gosto, tênis porcentagem não serve.
Recordes são coisas a longo prazo. Eu gosto de carisma e jogo bonito.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  Maurício Sabbag

Estranho, já que você era torcedor do Murray, rabugento e longe de ter o tal jogo bonito cheio de acrobacias. Você fica ecoando o que a manada diz.

Djoko jogou um belíssimo tênis no domingo, com várias jogadas espetaculares, como já fez por mais de 1000 vezes.

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
1 mês atrás
Responder para  Paulo Almeida

Não sei explicar por que eu torcia pro Murray. Talvez por ter certa tendência de torcer pro + fraco, e ele era o + “fraco” do Big 4.

Vlademir
Vlademir
1 mês atrás
Responder para  Maurício Sabbag

Está explicado pq vc n gosta do Djokovic,
Vc tem tendência a gostar dos mais fracos,
E o Djokovic é simplesmente o maior, o melhor e o maior de todos os tempos.

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
1 mês atrás
Responder para  Vlademir

É mais por causa da posição dele em relação às vacinas, Vlademir. Mas como jogador, concordo que é o maior recordista, mesmo porque os números dele estão aí pra quem quiser ver.
Mas mesmo quanto à questão vacinal, não acho que ele o fez por mal. Acredito que deve ter sido influenciado por desinformação que até hoje circula pelas redes sociais.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Maurício Sabbag

Na época da vacina, ele já era praticamente do tamanho que é hoje.
E não foi falta de informação não.
Convicção. Coisas bem diferentes.
Que inclusive, me fez admira-lo mais ainda.

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
1 mês atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Toda convicção é com base em algo . No caso dele, baseou-se em desinformação, e não na Ciência/Medicina. Então nesse ponto, mantenho o que eu disse.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
30 dias atrás
Responder para  Maurício Sabbag

Desinformação? Não mesmo.
Até quem não sabe ler, não ficou desinformado.

Paulo F.
Paulo F.
1 mês atrás
Responder para  Maurício Sabbag

Tua arena então é o picadeiro, não uma quadra de tênis.

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
1 mês atrás
Responder para  Paulo F.

Picadeiro não é o único lugar pra se divertir. As pessoas são diferentes. O que é bonito e divertido pra uns, pra outros é o oposto.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Paulo F.

Outra bobagem. Existe um também MultiCampeão com 20 SLAM , 103 ATPs , e com o jogo mais plástico da história, que está longe de um picadeiro. Ele mesmo, o de encantar multidões dentro da arena . Pertence ao próprio, o recorde de primeiro e segundo maior público pagante , da história deste maravilhoso Esporte. Abs !

Paulo F.
Paulo F.
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Eu estava me referindo ao Monfils, senhor confuso.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Maurício Sabbag

Se me perguntassem se eu queria ingresso grátis para ver o Monfils ou o sérvio, pagando, eu iria pagando sem pensar meia vez.

Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 mês atrás

Errei no meu prognóstico da final de RG entre Medvedev e o Di Menor, dois expoentes no piso. Agora o evento está totalmente em aberto kkkk…

Paulo F.
Paulo F.
1 mês atrás
Responder para  Luiz Fernando

Di Menor, “craque” incompreendido.
kkkkkk

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Paulo F.

És mesmo um baba ovo sem disfarces , caríssimo Sr P F . rs . Em suas 20 Finais de ATP , Alex De Minaur possui Zero final na Terra Batida. Ganhou 9 nas hards e 2 na Grama. Seu coleguinha acima foi outro que embarcou em Medvedev. Botou Di Menor na jogada somente como piada … Rsrsrs,Abs !

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás

Medvedev em sua décima participação em RG , 7 quedas na primeira rodada. Quando postei que o currículo de Zverev na Terra Batida, o fazia principal oponente de Sinner numa possível Final , aconteceram chiliques do tal ” caixa alta” um dos mais sem noção deste espaço. Sasha vencedor de 4 Masters 1000 no Saibro, com direito a ceder apenas um Set , e batendo inclusive Djokovic num dos dois em Roma( 2017) , pela via rápida . Na Final em 2024 contra Alcaraz em RG , foram ao Quinto Set. Se não for alguém da novíssima geração, será dele a missão herculea de encarar jovem Italiano na Final 2026. Aguardemos. Abs !

Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Se fosse outro que fizesse a postagem será que vc seria compreensivo ou diria que o cara não acompanha o esporte? Isso apenas demonstra que vc é um comentarista como os demais, com erros e acertos nos palpites. Quem sabe não acontece um milagre e a soberba diminui? A conferir kkkk. Abs

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Luiz Fernando

Não acredito que li isso , LF 1rs . Quem errou não fui eu . Eu cravei Zverev e não Medvedev como principal oponente . O cara , assim como o Sr ,, também não acompanha o Esporte. Bastou Russo ir bem em Roma , para ele errar feio . Está muito ” confuso” ????. kkkkkkkkkkk. Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Luiz Fernando

Pois é.
Também comentei abaixo do comentário do Sandro, sobre a possibilidade mínima de Daniil não ir longe. No ano que foi campeão em Roma, perdeu do Wild na primeira rodada.
Semana passada foi semi em Roma e repetiu a queda em Paris. Nem por isso, estamos soltando foguetes.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Apenas dois exemplos, Sr LF 2 ? . Está bem claro acima que em 10 RG que marcou presença, Medvedev caiu em 7 na primeira rodada. Possibilidade mínima ? . És um desatento mesmo, meu caro. Sem soltar fogos rs. Abs !

Ronildo
Ronildo
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Esse ano Zverev vai ser campeão de RG.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Ronildo

Então caro Ronildo. Está um calor exagerado em Paris , que pode mexer muito com o físico e mental do jovem Esquiador. Daí….rs. Abs !

Luciano Antonio
Luciano Antonio
1 mês atrás

Concordo com o Dalcim quando ele fala que muitas vezes faltou segurança ao Gael. Na minha humilde opinião, sempre o vi como um jogador despretensioso, que entrava em quadra não tão preocupado em ganhar e sim de se divertir, sei lá… mas muito querido, carismático e um espetáculo em quadra. O Stan estava muito acima. Aquela final em RG em 2015 foi magistral e o ponto do título foi uma paralela de backhand. Seu backhand – para mim -, foi o melhor de todos, e de longe. Muita saúde para esses dois caras.

Jonas
Jonas
1 mês atrás

Wawrinka e Murray foram dois jogadores espetaculares que tiveram o azar de pertencer à geração de Djokovic e Nadal, ponto.

E calma lá pessoal, surra é levar 61 63 60 em final de Roland Garros aos 26 anos. Embora a surra do Hurkacz seja pesada também.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Jonas

Não esqueça dos 23 a 3 de Federer pra cima de Stanimal , e as duas Finais ( Wimbledon e USOPEN) , que Sir Andy perdeu para o Craque Suíço. Sempre esquecendo que Roger Federer fez parte do Big 3, mesmo 6 anos mais velho. Abs !

Jonas
Jonas
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Um dado curioso: após completar 30 anos, o aproveitamento de Federer contra Murray e Nadal subiu consideravelmente.

Contra o Wawrinka não mudou muito, ele continou freguês mas teve vitórias importantes. Foi ele que impediu Federer de conquistar Monte Carlo e o eliminou em sets diretos em Roland Garros 2015, abs.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Jonas

E Stanimal recebeu o Troco imediato em RG . A vergonha foi ” goat ” perder Final em Paris , para alguém que foi sempre atropelado por Nadal no Saibro. Quanto ao Mestre Jonas repetir ” surra ” de Hurcakz na Grama Sagrada num Federer totalmente lesionado, é falta de conhecimento e sensibilidade de Kombista. Craque Suíço nunca mais entrou em quadra. Lamentável!!!. Abs !

Jonas
Jonas
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Vergonha nenhuma, Wawrinka foi um tremendo jogador, venceu Slam em cima do Nadal inclusive.

Curioso você chamar isso de vergonha. Oq achou do 61 63 60?

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Jonas

Então, idade só conta contra uns, não é Jonas?
Será que é porque Murray e Nadal ficaram mais velhos também?
Rsss

Jonas
Jonas
1 mês atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Sim, isso basicamente prova que o problema do Federer foi o “surgimento” do Djokovic mesmo.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Jonas

Não existiu problema para o recordista em Wimbledon e USOPEN ( este 5 de maneira Consecutiva) . Com seus 20 Slam e supremacia nos dois mais importantes , Sérvio em nada atrapalhou , já que RG sempre teve dono. Abs !

Jonas
Jonas
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Imagina… só meteu um 21 x 10 desde 2011, venceu 3 finais de Wimbledon em cima do suíço, finais de ATP Finals… recordes… problema nenhum rsrs, abs.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Recordista do US OPEN é outro e não Federer

Zan
Zan
1 mês atrás

Stan, the man, jogou em nível absurdo na era do Big Four. Todos seus “Big Titles” foram em cima de algum dos Big3. O que mais dizer? Gostava muito do backhand de Gasquet, mas o de Stan era muito mais efetivo. Teve ali uma briguinha com a esposa do compatriota num Finals, quando perdeu pro amigio, mas se reconciliaram e não tem como não gostar desse grande esportista, que curiosamente, possui mais Slam que Master 1000

Caswio
Caswio
1 mês atrás
Responder para  Zan

A esposa do amigo mandou um: “cry Baby” no meio do jogo. Que falta de noção.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Zan

3×1 entre Slam e M1000.
A esquerda do Gasquet era muito bonita, mas não tinha o peso e a velocidade como a do Stan.
Nesse episódio da “briguinha” com o compatriota, na minha opinião, ele perdeu o jogo por um vacilo, que não deveria acontecer quando se enfrenta alguém como Roger Federer.
Por várias vezes, com o saque para fechar o jogo, foi para saque-voleio no segundo serviço e tomou passadas em todos. A história poderia ser bem diferente para todos, tivesse fechado aquela semi-final, inclusive para Djokovic e Murray, que fizeram um jogo exibição no dia seguinte, porque Mr. Federer mandou um recado dizendo que não estaria presente.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Recado pois se lesionou nas Costas. ,foi pro sacrifício uma semana depois na Final da Davis , e tomou uma surra de Monfils em pleno Saibro. A sorte é que Wawrinka bateu Tsonga , e nas Duplas marcaram o segundo ponto. Quando sobrou Gasquet para decidir, aí Federer venceria até de muletas . É óbvio que o informadissimo LF 2, esqueceu ” goat” , e acompanhou a história em 2014 até o final. Até porque adora Federer e Copa Davis… rsrs. Abs !

Marquinhos
Marquinhos
1 mês atrás

Com todo respeito ao Monfis, que é um jogador habilidoso, carismático e etc, mas não cabe na mesma prateleira que Stan Wawrinka, que tem a esquerda de uma mão ofensiva mais poderosa da história(ao lado da de Guga),venceu 3 slam, sendo que 2 em cima de Novak Djokovic, um dos 10 maiores da história, amassando-o nas duas oportunidades e fazendo 2 x 0 em finais de slam.

Gael, na minha opinião, um jogador superestimado. Não ganhou nada de relevante. E entre os “grandes tenistas que não venceram slam”, há muitos á frente dele.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  Marquinhos

Ok, freguesão 4×1 em finais de Slam e 7×4 em semifinais. Pena que não chegou na final de 2015, senão teria completado o Career Slam com Wimbledon 2015, USO 2015 e AO 2016.

SANDRO
SANDRO
1 mês atrás
Responder para  Marquinhos

Alto lá, cara pálida… O título do texto fala de “adeus de dois artistas”, se referindo à forma que se apresentam em quadra e não à quantidade de títulos… Não acho Monfils superestimado em relação à “arte de jogar de tênis”, porque ele realmente é um artista!

Thiago Silva
Thiago Silva
1 mês atrás
Responder para  Marquinhos

O próprio texto faz distinção entre as carreiras dos dois, custava nada ler.

Valdemar Lopes
Valdemar Lopes
1 mês atrás

Monfils um gênio! Da irreverência em quadra! Wrawrinka um animal, único a desafiar o Big 3! Parabéns! Aos dois.

SANDRO
SANDRO
1 mês atrás
Responder para  Valdemar Lopes

Discordo totalmente que Wawrinka foi o “único” a desafiar o BIG 3… Excelentes tenistas como Dominic Thiem, Marin Cilic, Del Potro, Andy Murray, desafiaram, sim, o BIG 3, inclusive ganhando Grand Slams quando Djokovic, Nadal e Federer estavam juntos no curso de suas carreiras…

Fernando
Fernando
1 mês atrás

Monfils ficará marcado pelo enorme carisma; Wawrinka, pela esquerda: a melhor que já vi, tanto em competência quanto em plasticidade. E não podemos esquecer os três títulos de Grand Slam do suíço. Encarou o Big 3 sem tremer e fez alguns jogos memoráveis, principalmente contra o Djoko.

Ronildo
Ronildo
1 mês atrás

Em 2015 Djokovic entrou na quadra central de RG achando que sairia campeão visto Nadal não estar na final. Levou uma terrível surra de Wrawrinka!

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  Ronildo

Não houve nenhuma surra (foi um jogaço com Stan acertando bolas absurdas) e GOAT já vinha sofrendo com ele desde o AO 2013, com vários jogos em 5 sets. Infelizmente Federer foi facilmente defenestrado pelo melhor suíço da história nas quartas, senão eu já teria comemorado antecipadamente!

Antonio alves
Antonio alves
1 mês atrás
Responder para  Paulo Almeida

Foi surra sim, voce gostando ou nao. Tirando o 1 set, djoko n viu a bola mesmo estando no seu auge, partida inclusive foi quase tao rapida quanto esse confronto ai entre os suicos depois do 2 set.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  Antonio alves

4-6 6-4 6-3 6-4 em 3 horas e 12 minutos é surra e rápida? Eu defino como surra um 6-1 6-3 6-0 em 1 hora e 40 e poucos minutos.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Paulo Almeida

PA, tem traumas que jamais se curarão.
40×15 é um deles!

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Sim, esse será o GOAT dos traumas ad infinitum.

Ronildo
Ronildo
1 mês atrás
Responder para  Paulo Almeida

Engano seu Paulo, o placar não diz tudo. Federer tinha um jogo ofensivo. Mesmo nesta decisão de RG de 2008, ele perdeu atacando. Djokovic ao contrário perdeu a decisão de 2014 levando winners de tudo que é jeito.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 mês atrás
Responder para  Ronildo

Então, esse foi o problema: Federer apanhando e insistindo em meter a cara na rede. Chegou mal pra volear várias vezes e também tomou várias passadas do Nadal, inclusive no match point.

Marquinhos
Marquinhos
1 mês atrás
Responder para  Ronildo

Surra que se repitiu na final do u. s open, Ronildo! Aliás o sérvio é o o jogador que mais apanhou feio em finais de slam na história. Foram tantas…

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Ronildo

Nadal não estava na final. Me clareie a memória por que?
E surra, não meu caro, não teve surra nenhuma.
Teve sim, o ponto mais bonito que já vi um tenista fazer: um winner de bachhand executado por Stan, que passou a meia altura, entre o poste da rede e a placa de publicidade. Foi incrível.
Foi como, ao se dirigir à bola em sua esquerda, ele olhasse para o outro lado da quadra, visse o espaço entre a rede e a placa e pensasse, em milésimos de segundos, essa é a única opção que tenho para não perder esse ponto. E era um ponto crucial.
E fez!

SANDRO
SANDRO
1 mês atrás
Responder para  Ronildo

“Terrível surra”??? Djokovic sempre respeitou seus adversários e “nunca” entrou achando que já seria Campeão de véspera…

Jorge
Jorge
1 mês atrás

Dalcim ,eu faço um paralelo dos dois que é interessante.o Stan ao perder não se conformou e buscou alternativas pra enfrentar o big four ,já o monfils apesar de mais recurso técnico parece ter ficado conformado com as derrotas ,mentalidade é 50 % do caminho andado ,concorda mestre ?

Tom França
Tom França
1 mês atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Dito isso, só ganhou essa homenagem porque escolheu a própria terra pra encerrar uma carreira sem muito brilho de campeão. e que já estava “capenga” há muito tempo! Particularmente, achei as homenagens exageradas, pra quem nunca sequer ganhou um GS. Hoje em dia, tá muito comum se atirbuir grandes homenagens a quem é simpático e politicamente correto, Mas respeito quem pensa o contrário.

Bruno
Bruno
1 mês atrás

E tinha um cara aqui no blog,que chamava o Stan de magistral ,ironicamente.

Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 mês atrás
Responder para  Bruno

Que peninha, como alguém teve coragem de tripudiar sobre o magistral Wawrinka? por uma razão simples: provocar os adoradores de seita que até hoje choram isso, tudo que fosse relacionado com a Suiça era um sacrilégio no blog se não fosse favorável kkk…
PS: parabéns, que evolução hein, postou algo com mais de uma linha, pensei que nunca veria isso…

Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br
Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br

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