Londres (Inglaterra) – A segunda-feira foi de pequenas movimentações no ranking para os principais brasileiros na ATP, com destaque para o paulista Gustavo Heide, que com as semifinais no challenger de São Leopoldo conseguiu uma disparada de 23 lugares e agora é o 262º do mundo.
Embora ainda esteja bem distante de sua melhor marca (já foi o 142º), Heide tem a chance de seguir subindo e disputa nesta semana o challenger de Campinas, onde tem uma dura estreia contra o número 2 do Brasil, o pernambucano João Lucas reis, que caiu dois lugares e agora é o 214º colocado no ranking.
O carioca João Fonseca segue como único brasileiro no top 200, se mantendo na 40ª posição. O terceiro melhor do Brasil é o catarinense Pedro Boscardin, que caiu uma posição e agora é o 241º. Também perdeu um pouco de terreno o paranaense Thiago Wild, descendo a 245ª para a 248ª colocação.
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Na contramão, o cearense Thiago Monteiro subiu uma posição (274º), o paulista Igor Marcondes ganhou dois lugares (288º) e o também paulista Felipe Meligeni sete (317º), mas ele sofreu uma lesão nas costas, não defenderá o título na Cidade do México nesta semana e vai despencar mais de 470 posições na próxima.
Semifinalista em São Leopoldo assim como Heide, o brasiliense Paulo Saraiva teve uma grande arrancada. Um pouco mais embaixo, ele disparou 83 posições e agora é o número 505 do mundo, ocupando a melhor colocação de sua carreira. Convidado em Campinas, ele tem a chance de seguir escalando o ranking.
Veja como está o top 10 dos brasileiros na ATP:
João Fonseca – 40º
João Lucas Reis – 214º (-2)
Pedro Boscardin – 241º (-1)
Thiago Wild – 248º (-3)
Gustavo Heide – 262º (+23)
Thiago Monteiro – 274º (+1)
Igor Marcondes – 288º (+2)
Felipe Meligeni – 317º (+7)
Matheus Pucinelli – 372º (-15)
Eduardo Ribeiro – 384º (-30)











Monteiro saiu do Top 5 nacional, sendo ultrapassado pelo Heide. Destaque da semana o melhor ranking do Paulo André Saraiva, agora muito próximo do Top500.
Faltam torneios ITF Masculino Juvenil e profissional no Brasil.
Não se vê melhora da CBT.
Assim os Jogadores Brasileiros ficam excassos, reduzidos a um pequeno número no Ranking ATP, e muitos já deixaram o tênis.
realidade cruel: “O carioca João Fonseca segue como único brasileiro no top 200”
Momento tenebroso do tenis BR, fora o João Fonseca temos zero top 200 e apenas um rankeado para jogar os qualys dos Slams..
Claramente tivemos uma queda acentuada do nivel do tenis BR masculino em comparação com oq foi nas últimas décadas, a realidade é que o tenis masculino agora se nivelou ao nosso tenis feminino, onde por décadas foi costumeira esse baixo n° de top 200..
Não me lembro de ter mais do que 3 no top 200, ou foi Monteiro, Bellucci, o Fernando Meligeni,.. na última década. Vejo até uma melhora pois temos 7 no top 300 e 10 no top 400. Ha 3, 4 anos eram top 600/70] e eram chamados de “pangarés” o que discordo. Alguns tem seus limites e não chegarão a top 200 ou 150… mas vamos torcendo.
Haroldo, vc deve ser o unico aqui…
Creio que mais ninguém observa melhora dos brasileiros no ranking.
Se passar de 600/800 para 300/400 não é melhora??/ Eu não disse que entraram no top 200, recentemente, até esqueci do Wild no meu comentário, Mas na média tínhamos 2 ou 3 por ano.
Olha Haroldo, nos últimos 40 anos eu acredito q n teve nenhum longo período sem termos ao menos 3 top 200.. agora temos apenas 1 e você fala em evolução? N dá pra concordar..
Ano passado já tínhamos Fonseca, Wild , Monteiro e Reis.Em 2024 sem Fonseca e Reis com Felipe Meligeni e Heide. Nós estamos em abril/26 , ainda nem terminou o1o. semestre.
Tá bom faz uns 6 meses que temos só JF eu acho.
Setembro de 2024 tinhamos 4 top150. A queda este ultimo ano esta bizarra.
Concordo com a queda, mas como disse , ainda estamos em abril… quantos tínhamos em abrilde /25 e 24
Brasil mal demais, o Heide as vezes faz bons jogos mas não da mais pra perder pro Hugo Dellien, boliviano cansado, completamente comum que só passa a bola pro outro lado.
Sinceramente: o Heide só bate na bola mais forte na bola doq o Dellien, em todos os demais aspectos do jogo o boliviano é visivelmente superior ao BR, nesse jogo mesmo ficou bem óbvio isso, o Bolívia com muiiito mais mão variando o peso e direção da bola, botando o Heide e sua péssima movimentação pra correr e explorando o frágil backhand do BR..
João sozinho
Prefiro ter 1 top 5 ou top 10 do que ter 10 na faixa 20 até o 100. É elogiável a Argentina e estados unidos terem tantos no top 100 e daí? Cadê slam pra eles? Nas últimas décadas tivemos países o expressivos números 1. Servia(Djoko), Espanha (Nadal) e Federer(Suiça). E agora Espanha e Itália dominam número 1. Espero que o Fonseca chegar a disputar slam com sinner e alcaraz. Da mesma forma que suiça sumiu a Sérvia também vai sumir sem o Djoko.
Preferência pessoal vai de cada um msm, a questão é oq serve como balizador do trabalho de formação de atletas feitos por cada país.
Os fenômenos realmente acontecem mais ao acaso, como seus exemplos bem mostram.. o trabalho de base bem feito se vê num n° perene de top 100, top 200, isso é indiscutível..
O tênis brasileiro é uma piada de mau gosto. Antes era Guga que carregava o Brasil nas costas, agora vai sobrar pro Fonseca. Principalmente em Copa Davis.