Heide e Saraiva perdem para favoritos nas semifinais de São Leopoldo

Paulo Saraiva (Foto: Eduardo Paim Kunzler)

São Leopoldo (RS) – Os dois brasileiros que estiveram em ação neste sábado pelas semifinais do challenger de São Leopoldo acabaram derrotados. O brasiliense Paulo Saraiva foi o primeiro a perder e em seguida o paulista Gustavo Heide também se despediu da competição.

Convidado da organização, Saraiva levou a pior em sua primeira semifinal em nível challenger, superado pelo argentino Facundo Diaz Acosta em sets diretos, com parciais de 6/3 e 6/1, depois de 1h16 de confronto.

No primeiro set, o brasiliense chegou a ter uma quebra de vantagem, sacando em 3/2, mas então perdeu quatro games seguidos e assim a parcial. Acosta dominou o segundo set, abriu 4/0 de cara e ainda anotou nova quebra antes de selar a vitória.

“Venho em uma semana muito boa e estou contente com o nível que mostrei hoje. Ansioso para a final amanhã”, afirmou o argentino, cabeça de chave número 7 no torneio. Ele vai em busca de seu sétimo título de challenger.

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O adversário de Acosta na decisão será o boliviano Hugo Dellien, que faz valer a condição de segundo favorito e bateu Heide em sets diretos, com parciais de 6/3 e 7/5, em 1h49 de batalha.

“Foi uma partida duríssima, no último game sofri, foi o que mais sofri nos últimos anos. Estou feliz por superar esses momentos duros e estar na final. Agora é dar o meu melhor na final”, analisou Dellien após garantir vaga na final.

O boliviano levou a melhor no primeiro set com uma quebra solitária no sexto game e na segunda parcial precisou reverter uma quebra de desvantagem. No último game, ele salvou um break-point e precisou de três match-points até fechar o jogo.

Saraiva deverá aparecer nesta segunda-feira no 505º posto do ranking, seu melhor em simples, enquanto Heide recupera 25 postos e volta ao 260º posto. Com isso, ele dependerá de ‘ranking protegido’ para entrar no qualificatório de Roland Garros.

Mateus Alves cai na semifinal de duplas no México

Em jogo realizado na madrugada deste sábado, o paulista Mateus Alves caiu na semifinal de duplas do challenger de San Luis Potosi, em quadras de saibro no México. Alves e chileno Matias Soto perderam por 7/5 e 7/6 (7-3) para o argentino Facundo Mena e o mexicano Rodrigo Pacheco Mendez.

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Verridianinha Filha
Verridianinha Filha
18 dias atrás

Fiesta! e o triturador boliviano (apelido carinhosamente dado pelos internautas) mesmo com seus 33 anos mostrando que que manda em solo brasileiro é ele! esse rapaz tem muita resiliência e é merecedor. dá aula pros nossos conterrâneos.

Rogério
Rogério
17 dias atrás
Responder para  Verridianinha Filha

No momento o Dellien joga mais que o Heide, infelizmente, resultado normal.

Jorge Luiz
Jorge Luiz
18 dias atrás

Olha no que deu o convite para o boliviano triturador de brasileiros

DANILO
DANILO
18 dias atrás

O Tênis brasiliro agoniza…enquanto isso a vizinha argentina menor e mais pobre é finalista nos três Atps 250 da semana, triste!

Paulo A.
Paulo A.
17 dias atrás
Responder para  DANILO

Eles sempre foram muito superiores no tênis. Há décadas. Tens que te atualizar. Nenhuma novidade.

Luiz F.
Luiz F.
17 dias atrás
Responder para  Paulo A.

Ok Lara, mas o Danilo não falou nenhuma mentira.

EVGS
EVGS
17 dias atrás
Responder para  DANILO

Mas sempre foi assim: Argentina bem melhor do que o Brasil no tênis. Argentina já teve até final de Grand Slam totalmente argentina, Roland Garros 2004, antes do início da era Nadal em Roland Garros 2005. Sempre investiu mais em formação e tem bem mais praticantes. Mesmo na era Guga, em que poderíamos dizer que o Brasil estava melhor e não foi aproveitado o momento para massificar o esporte, a Argentina tinha 6 a 7 tenistas no Top 100, e essa média vem se mantendo há anos, às vezes até com mais. Enquanto nós, quando muito, temos 1 Top 100, às vezes 2 ou 3; raramente acontece. Mas a diferença não é a questão financeira; e, sim, de investimento na base e formação para colher os frutos. No Brasil, só querem investir nos atletas da base quando veem algum resultado; aí fica difícil. E ainda assim estamos vendo talentos surgindo, como o Fonseca (que já é realidade), Guto Miguel, Victoria Barros e Nauhany Silva, por mérito da família e quem está em volta, e não pelos investimentos governamentais.

Última edição 17 dias atrás by EVGS
Rodrigo
Rodrigo
17 dias atrás
Responder para  EVGS

Seu argumento é correto, mas, incompleto. Pesa muito a favor do tênis argentino a mentalidade e a dedicação extrema dos tenistas. O Brasil até fabrica bons jogadores, mas a maioria não quer pagar o preço para se consolidar no esporte e logo vai pro tênis universitário americano, os que podem fazer isso, ou então abandonam o tênis pra seguir outra carreira, como fez o Tiago Fernandes

Profeta do Kaos
Profeta do Kaos
17 dias atrás

Argentinos, bolivianos e portugueses meia boca fazendo a limpa nos Challengers e Atp500 daqui. É uma vergonha pra CBT!!! O tênis BR tá nas mãos de um moleque de 19 anos, único no top 100 do ranking. Que arrogância é essa desses treinadores formadores e jogadores? Manda esses caras pra Argentina e pergunta como esses caras botaram 10 tenistas no top 100 com 45milhoes de população e nós com +210 milhões dependendo de um mlk de 19 anos.

Última edição 17 dias atrás by Profeta do Kaos
Refaelov
Refaelov
17 dias atrás
Responder para  Profeta do Kaos

CBT e os cabeças dos maiores centros de treinamento BR sequer enxergam q exista algum problema, é uma cegueira geral absurda..

Guilherme E.S. Ribeiro
Guilherme E.S. Ribeiro
17 dias atrás

Foram boas campanhas. Mas o Heide acabou ganhando pouco terreno no ranking pensando em RG

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