Pela terceira vez na temporada, João Fonseca mostra perda de ritmo assustadora em meio a uma partida mais longa e importante. No Australian Open, havia a explicação bastante razoável de que ele não conseguiu se preparar adequadamente devido ao problema lombar que o impediu de disputar dois torneios seguidos e ainda se viu um Eliot Spizzirri inspirado.
Então houve tempo de se cuidar melhor e readaptar ao saibro, porém outra vez a coisa não funcionou. Enfrentou o experiente e canhoto Alejandro Tabilo em Buenos Aires, que soube variar ritmo e ser muito ofensivo, o que tirou o tempo do brasileiro. Claro, havia a questão emocional de defender o título e talvez isso explique sua atuação muitas vezes travada durante a disputada partida.
Mas a derrota desta quinta-feira no Rio Open é uma tremenda ducha de água fria e necessariamente acende o sinal de alerta. Porque, apesar de sua aplicação tática e garra, o peruano Ignacio Buse não deveria ser uma ameaça caso Fonseca jogasse num nível ao menos de top 50. Quando superou o arrastado primeiro set, em que o saque ajudou muito, parecia que embalaria. Que nada. Saiu de quadra com 43 erros, quase o dobro do adversário.
Houve dois 0-40 decisivos na partida e em ambos Fonseca falhou por se afobar na tentativa de definir rapidamente a quebra. O primeiro, e talvez mais importante, foi no game inicial do segundo set, quando Buse parecia estar com a cabeça ainda na série anterior. Depois, veio a chance de empate no terceiro set, porém já era um momento em que o brasileiro se mostrava com pouca energia e, portanto, uma possível virada parecia depender mais dos nervos do adversário do que de seus méritos.
Se há algum consolo na queda tão inesperada, está na consciência do jovem carioca de que nem mesmo seu primeiro set foi brilhante e de que houve precipitação em momentos cruciais. Estranhamente, não se falou no peso da quadra após a chuva, algo muito destacado por Matteo Berrettini, nem sobre a evidente queda de intensidade no terceiro set e da cabeça exageradamente baixa. Deu a impressão que o próprio Buse questionou Fonseca sobre problemas físicos na hora do cumprimento.
De todo o modo, o gosto de mais uma derrota no Rio Open é bastante amargo. Fonseca fez uma estreia decente contra Thiago Monteiro e se mostrou ágil, confiante e confortável nas duas vitórias de duplas ao lado de Marcelo Melo. De repente, seu jogo, energia e alegria desabaram. Pior ainda, diante de uma chave extremamente propícia para atingir ao menos a final de domingo. Era o único cabeça restante no seu lado da chave, após o abandono de Francisco Cerúndolo, e apenas Berrettini surgia como um adversário à altura. E do outro lado, Tomas Etcheverry virou o favorito para a outra vaga após outra sucessão de surpresas.
Há mais consequências. A menos que considere um convite em Santiago – acho muito difícil Acapulco devido à mudança de piso -, ele chegará em Indian Wells como 37º ou 38º do ranking e estará fora dos cabeças de chave.
Os primeiros desafios de Fonseca previstos para 2026 não foram bem superados e mais do que nunca é hora de manter a cabeça no lugar e se preparar ainda melhor.
Luísa com chance de top 10
Enfim, Luísa Stefani e a parceira canadense Gabriela Dabrowski conseguiram superar Anna Danilina e Aleksandra Krunic, para quem haviam perdido as duas semifinais anteriores, e com isso elas irão novamente buscar um grande título lado a lado, agora em Dubai. Foi com Gabi que Luísa venceu seu primeiro WTA 1000, em 2021, no Canadá. A vitória desta sexta-feira veio com sofrimento, de virada, com muitos altos e baixos mas um ‘tiebrekão’ muito bem jogado no aspecto tático e emocional.
Caso erga o troféu neste sábado em Dubai, Stefani estará de volta ao top 10 do ranking mundial, o que por si só já é um resultado excepcional neste início de temporada. Ela já figurou como nona colocada em 2021, ironicamente na semana seguinte à grave contusão que sofreu no US Open e a tirou por uma temporada toda das quadras.











Parece reprise! O João Fonseca “Biou”!
Problemas muito similares ao da Bia: movimentação ruim, sem plano B, deslumbramento e depois de chamar atenção e todos saberem como jogar contra ele, segue sem evoluir.
O saque dele não é ruim, mas pode melhorar. Acho a mecânica dele meio dura, pode se flexionar mais e conseguir mais desempenho.
A solução passa por ter novos tutores, cortar deslumbramento e muito treino.
Concordo plenamente…, prezado Realista
Falou tudo
Como espectador me pareceu que a queda de intensidade do JF foi mais de confiança do que física, principalmente após a perda de oportunidade de quebra no início do 2o set.
Paulo, alguns aspectos em minha humilde análise.
Buse….”abusou” de forçar bolas no BH do João, nitidamente ponto fraco do João…e se for bola baixa no BH, complica mais ainda para o João…que normalmente passa a bola apenas.
João cansado,.optou por jogar simples e duplas…e isso pesou com certeza.
Buse teve ótima orientação do staff para castigar o BH do João…saques abertos e táticos, variando com aces no T.
Está em tempo de corrigir, apenas pancada do FH não resolve.
Adoro p João, mas cansado de que? Ser atleta de alto rendimento tem que estar preparado. Quando ele se frusta com os erros essa frustração trava ele (na minha opinião), baixa a cabeça.
Ano passado ele nem corria quando alguém dava uma curta (agora ele corre rs, mas nem se mexe lo Lob). Um pouco da força de vontade do Nadal, Alcaraz e do nosso próprio Finhinho faria muito bem a ele.
Flávia….chegamos ao ponto….cansaço mostra preparo inadequado, concorda?
mas não é apenas isso no jogo do joão
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Sua equipe só anda pensando em marketing e fazer exibições. A falta de ritmo é clara e evidente. Precisa remar mais nos ATP 250 e 500, não dá pra ficar escolhendo torneios e priorizando exibições. Tem que ir pra Santiago sim! E precisa aprender que não ganha quem bate mais forte na bola.
Isso mesmo, ou Santiago ou Acapulco para pegar ritmo aos masters mil.
É Luiz, João ganhou do fortíssimo Monteiro….rsrs, e caiu para um inteligente Buse…que explorou muito os buracos no jogo do João e o cansaço.
Cansaço? Menino de 19 anos cansado?
então Evandro…tbem acho meio absurdo cansaço, mas parece preparo físico bem abaixo…e opta por jogar duplas?
Não é só falta de ritmo é preparação mesmo, não aguento jogo de três sets, só aguentava no juvenil. É um jogador promissor, tomar cuidado com excesso de marketing pq o preço da exposição é alto.
Alguns querem trocar de piso, outros querem trocar, mas na verdade o Rio Open carece de tenistas brasileiros que consigam bater de frente com os gringos!!! Seis brasileiros entraram na chave principal do Rio Open, 5 foram eliminados na primeira rodada e João Fonseca só foi eliminado na segunda rodada porque enfrentou outro brasileiro na primeira rodada, Tiago Monteiro, caso o João enfrentasse um gringo na primeira , era bem capaz de ter sido eliminado logo de cara também… Essa é a realidade caótica do tênis brasileiro, enquanto isso temos 3 Argentinos nas quartas-de-final!!! Três Argentinos e “zero” brasileiros nas quartas de final no maior torneio do Brasil!!! É ou não é um tapa na cara do fadado tênis brasileiro???
Realmente, temos bons profissionais (técnicos) mas nível mediano, só o Larry Passos fez um campeão. Os tenistas brasileiros precisam procurar fora do país (inclusive o próprio Larry já trablha nos EUA),por profissionais que sabem de verdade o que precisa para tem alto rendimento com constância .
Larry Passos fez um campeão? Porque só um? Se ele faz ou fazia, poderia ter feito uns 50!
Quantos campeões fez o Toni Nadal?
Boa!
Only one.
Então ele perdeu os poderes quando foi treinar o Aliassime?
Esse negócio de que o técnico “fez” um tenista é a coisa mais enganosa no tênis. O Vukov também acredita que fez a Rybakina e por isso não aceitou ser demitido. Porém você citou o único técnico na história do tênis que efetivamente e comprovadamente realizou um trabalho fora de série com um tenista desde a infância de tal maneira que todos que conhecem esta história duvidam que outro teria o mesmo sucesso.
Apenas um tenista brasileiro entrou na chave por mérito esportivo. Todos os demais foram convidados, inclusive os que disputaram o quali. E o fato é que essa presença exagerada de brasileiros piorou o nível técnico de um torneio que já era fraco. Foi o pior Rio Open de todos os tempos.
Perfeito mestre, falou tudo! Nada a acrescentar!
Eu só acrescentaria que hoje, qualquer jogador do top 50, vendo que vai desafiar Thiago Monteiro, daria como certa a vitória, então, acho que nesse ponto, valorizou-se demais o cearense, sem dar como certa a vitória do JF.
Talvez não seja hora de aguardar por anos – como fez Beatriz Haddad Maia – e agregar experiência ao time.
Ou talvez, hora de ficar longe de namorada e família para focar no tênis. Ou talvez seu desempenho em quadra seja apenas reflexo do seu problema nas costas que o impede de performar a 100% durante a partida (o que explicaria os altos e baixos).
Ou não!
E quem sabe??? Eu não sei. E melhor que seu staff não tome a decisão prwcipitada de divulgar novamente. Melhor ficar calado mesmo.
Mas força ao João. E que possa tomar uma decisão bastante sensata para encontrar o melhor caminho.
Acho que o Paciaroni poderia agregar – e muito!!! – na equipe do João. Considero-o muito melhor que a equipe atual dele.
Boa pergunta – que também não sei responder e deixo aos entendidos. Mas se o problema também for o técnico, já passou da hora. A carreira do atleta é muito curta para perder 2 ou 3 anos esperando o técnico evoluir.
Olha, na real, um jogador para ser “top dos tops”, como foram Federer, Nadal e como são Alcaraz, Djokovic e Sinner (ainda atuam), precisa ter um percentual de vitórias acima de 75 (setenta e cinco) por cento. É a estatística que define quem é “top dos tops”. O Fonseca não chega nem perto disso – já deveria estar, pelo menos, beirando, ainda que de pouca idade. Fonseca precisa ainda treinar muito para tentar ganhar 1 (um) grande slam. E, pelo que apresenta em termos físicos, vai ter que melhorar muito para conseguir isso.
Nem o Zverev conseguiu vencer um Grand Slam. Viu o jogo do Mensik ontem contra o Sinner. Tem muitos garotos bons no circuito, estão muito à frente do João, que ainda nem jogou contra os tops. A molecada está acostumada a enfrentar Top 10, o Fils é outro exemplo.
Enquanto isso o João só joga contra “pé de rato”.
Discordo. Com exceção dos dois últimos games do primeiro set, em nenhum momento fez um jogo decente. Sem padrão tático, querendo resolver os pontos só na porrada, não explorou o back do adversário, ao contrário. Primeiro saque muito falho e um caminhão de pontos de graça. E não venham dizer que o adversário fez um jogão. Em condições normais, João não perderia mais que 5 games. Sentiu a pressão, totalmente apático, precisa incorporar um psicólogo em sua equipe. Deveria pedir WC em Santiago. Precisa jogar mais jogos e não só ficar treinando
Pra mim o adversário jogou muito tênis. Fez um jogão. Muitas vezes o João ia para o winner e recebia a bola de volta ou um contra golpe mortal.
Vda!!! Sério candidado ao título. Tudo na vida tem propósito e garra. O Buse se olharmos para sua conta bancária de $470.….. mil euros e do João de 2 milhões é fato que vencer os jogos era o principal motivo motivador dele enquanto que para o João apenas uma obrigação de patrocínio. Foi nítido ver a empolgação de João que era outra nem vibrar está fazendo. Parece que está escondendo a dor!!!
E Luiza – classificada por alguns do blog como “bonitinha”, e portanto passível de ser vista na TV… (Glória a Deus, dai-me paciência) segue sendo a melhor brasileira do ano já no início – apesar de praticar um esporte que alguns classificam como “de menor relevância. Ontem conseguiu vencer mais uma barreira mostrando que trabalha visando médio e longo prazo. Junto à Canadense, mostrou resiliência ao bater a dupla que se mostrava uma pedra no sapato.
Ganhando ou não, seguem batendo na trave torneio após torneio, num sinal claro que o sucesso está bem visível a frente e os títulos virão mais xedo ou mais tarde.
E a tal que alguns classificam de.bonitinha – e por isso podem vir a assistí-la na TV (Senhor, os perdoe.. eles não sabem o que dizem) acaboi de ser campeã em Doha.
Mulher e atleta forte, resiliente, Top em sua área de atuação, merece todos os créditos.
Merece ainda os créditos ampliados, após rer que aturar aqueles que minimizam a importância de seu esporte (portanto créditos dobrados), e aturar os que a ridicularizam o fato do esporte ser praticado por mulheres (portanto créditos triplicados), ou mesmo ter os crédotos quadruplicados após perceber que em esta nossa sociedade machista ela apenas será assistida se for considerada “bonitinha” e eativer “dentro de padrões estabelecidos por uma parcela da população masculina.
Mas o bonito disso tudo é perceber que ela dá um “verdadeiro banho” nessa falsa macharada (machos Beta) de plantão.
Se ela é “bonitinha” e excelente duplista, que é mesmo, melhor ainda, não?
Dalcim perfeito na análise , criticar com coerência. Acrescento que ele e o staff tem que falar menos antes de qquer torneio. Tem wue jogar tenis.
Fiquei com a nítida percepção de que o mental e o físico do JF ainda têm muito a evoluir… Talvez o excesso de umidade, peso da quadra, entre outros fatores naturais, tenha contribuído desfavoravelmente, mas isso acontece para os dois lados… Outro ponto que observo é o tático (falta de alternativas: plano B, plano C) — aqui a mão do técnico pesa. Mas o mental e físico precisam caminhar juntos também. Muito cedo para um diagnóstico assertivo. É muito jovem e precisa fazer a sua jornada sem a pressão de comparações, de fazer história, de ser o nº 1… o Mensik e o Tien estão batendo geral na turma Top 10… nos resta acompanhar.
João 2026 vulnerável nas trocas. Pesado pq o físico está em desenvolvimento. Baixar as expectativas. O ano é de trabalho.
João Fonseca precisa fazer menos comerciais publicitários, treinar MUITO, jogar e correr mais. Há muito barulho para pouco jogo. Está com menos físico e ânimo do que jogador em final de carreira.
Enquanto isso Mensik mostra que tem mt mais tênis que os concorrentes da geração. Impressionante a falta de leitura tática do João. Mestre, eh difícil saber o tipo de interação entre o João e equipe durante o jogo. Mas, diante de sucessivos erros de escolha, a equipe não tem que ser mais incisiva. Tanto em Buenos Aires como no Rio ele jogando mal taticamente e ninguém fala nada.
O Mensik disse que o diferencial na vitória contra o Sinner foi o “mental”, que caminha junto com o tático.
Excesso de confiança acabou jogando pontos fora na afobação. Lembrou a fase anterior que quebrava todas as bolas na pancada. Se deu mal. Jogo dominado e a mente caiu na armadilha do já ganhou e achou que fecharia como quisesse. Já tinha perdido vários jogos nessa armadilha dos adversários menores mas parece que não aprendeu. Jogar cada ponto com foco e não deixar o adversário crescer na motivação. Deixou de quebrar o cara em 0x40 e depois permite ser quebrado??
Excesso de marra também, antes do jogo tava falando que o outro ia entrar como zebra e não tinha nada a perder.
Eu acredito na comparação que Federer fez, ele se parece demais com Sinner no início, bastante instável, mas vai achar o caminho….só precisa evoluir a devolução, movimentação em quadra, backhand, parte mental e físico, coisa pouca..kkkk
Dalcim, Fazendo um pouco de “psicologia de bar”, para um menino nascido em berço de ouro, ele precisa mesmo é de um apoio psicológico prá ser ele mesmo! Com tanta “assessoria” desde que nasceu, o que resta prá ele ser ele mesmo? Como suportar o peso de ser “ídolo” num país que precisa sempre ter “ídolos” no esporte? Será por caso que apenas em 2024, quando era apenas uma promessa, ele chegou às quartas no Rio Open??? Depois que virou ídolo, só fracassou! Não era prá ser ocontrário jogando em casa e sem lesões? Um abraço!
O problema, a meu ver, é que ele ascendeu à condição de “ídolo” muito mais rápido do que seria correto ou desejável. Virou “salvador da pátria” e isso não é fácil para nenhum atleta de esporte individual. Seu status mudou de pedra para vidraça e é preciso absorver isso.
Verdade Dalcim. Bem colocado a metáfora “mudou de pedra para vidraça”… Ascensão meteórica em um país como o Brasil, sedento por um ídolo, é bem desafiador. Certamente Sinner não passou por isto na Itália, seu crescimento foi bem mais lento, num passo mais saudável, por assim dizer.
Me pergunto se o Alcaraz teve esta mesma pressão. Talvez não, pois quando ele surgiu os espanhóis ainda tinham Nadal em seu auge (e também outros conterrâneos no top 100).
O pessoal fala muito da exposição midiática do Fonseca, mas entendo que isto é parte do jogo, parte do business. Não vejo problemas no fato do João ter patrocínios, campanhas publicitárias, receber mais atenção nas mídias sociais, etc. Pelo que tu observa, acha que isto pode influenciar seu desempenho?
Pois estas são questões extra quadra e não necessariamente tem a ver com os resultados. Por exemplo, após a consolidação de sua carreira, os contratos de mídia de Roger Federer sempre foram acima dos demais por conta de seu carisma, independente de seu desempenho nos torneios.
Eu faço votos que o João seja muito bem blindado pela sua equipe e família, tanto dos elogios como dos detratores. Ambos são venenos. Assédio de torcida é uma faca de dois gumes, para o bem e para o mal, ainda mais no Brasil.
A questão com o Fonseca é visivelmente física, técnica e mental. Ele tem que resolver isto com a equipe dele e o foco deve ser o trabalho a médio e longo prazo.
“A questão com o Fonseca é visivelmente física, técnica e mental”.
Mas esse é o tripé do tênis! Não só o JF, mas todo tenista profissional busca a evolução nesses três quesitos, embora eu ache que o aspecto mental é no qual ainda menos se investe.
Talvez não tenha me expressado da melhor forma. E deu sim a impressão de um pleonasmo.
Mas quando se fala em físico, técnico e mental, há subcamadas por assim dizer.
Físico pode ser alguma lesão ou falta de condiciomento (parece ser o segundo caso).
O lado mental pode ser falta de confiança, nervosismo, pressão, falta de experiência. É algo na qual faltou eu ser mais específico mesmo.
E na questão técnica eu quis dizer o excesso de erros não forçados, o backhand instável.
De qualquer maneira, discordo da visão de boa parte da torcida contra, para a qual a a causa seria o “excesso de exposição mídiatica”, ou ainda hype excessivo. O ponto é este.
Acho q o João e a equipe técnica devem estar um pouco perdidos.
Estranho tanta regressão.
Fiasco.
Sera que estamos vendo surgir uma nova Bia Haddad no tenis brasileiro?O tempo responderá
Realmente, é sinal amarelo. Foi frustrante. Ainda não dá para chamar de crise, mas também não foi algo normal.
Fico pensando se morar no Rio não acaba atrapalhando. Não há jogadores do nível dele para treinar diariamente. Se você é o melhor do ambiente, o estímulo muda. Você não é pressionado no dia a dia. O nível médio dos treinos não é suficiente para sustentar três sets no limite.
Tênis (de elite) exige microajustes constantes sob pressão. Exige repetição de padrão sob fadiga.
Talvez ele precise passar mais tempo fora: Espanha (Barcelona), Flórida, blocos longos na Europa.
A Gabi será #2 do mundo se a dupla levar o título.
Antes de mais nada, sou brasileiro e serei João Fonseca sempre!
O garoto é bom. Mas, no momento não mais que isso! E disso, o circuito tá cheio… De promessas não concretizadas…
Essa gira tem demonstrado isso!
O que nos faz questionar:
1. Preparação física cabulosa!… Igual a uma tartaruga tetraplégica!
2. A marvada pressão pesando toneladas sobre seus ombros! Todo o santo dia… Psicológico assas preocupante…
3. Agenda de jogos ridícula, intercalada com fugas frequentes pro clubinho bolha que o papai montou pro filhote no quintal da sua casa.
Mas, continuamos torcendo por ele!
Que ele e sua equipe técnica acordem e encontrem o melhor caminho. E nos dêem tantas alegrias!
João tem potencial! E que isso não se perca pelo caminho…
Deve ser bem difícil ser tenista profissional. Esses meninos não seguram a onda. São muitos os talentos que se perdem.
Esportes individuais exigem muito e nem todos tem tanto para dar.
Pra mim não é surpresa nenhuma essas derrotas do JF ele não tem leitura nenhuma durante o jogo ele é muito precipitado não muda a tática durante o jogo enfim… O JF é totalmente previsível em quadra não tem malandragem nenhuma pensa que vai ganhar o jogo só por ser melhor tecnicamente que o adversário e tênis a gente sabe que não é assim, é só lembra o Djokovic contra o Federer quantos jogos o Djko ganhou do Federer mesmo jogando pior no dia. Então meus gafanhotos ou muda a visão toda em quadra ou vai ser ladeira abaixo sem precedentes. Abs!
Valdemar, verdade, e ainda digo mais: ele sempre jogou pior do que o Federer. Mas na maioria das vezes ganhou ….
O staff está com a grana. Contrata o Ferrero.
Luiz até que seria uma excelente oportunidade de mudança em todo sentido para o seu jogo, porém acho que essa hipótese é praticamente impossível, visto que ele teve uma proposta do Staff do próprio Roger Federer gênio desse Sport e simplesmente recursou, inclusive com certeza seria amparado por grande expert nessa área psico mental, afinal o mesmo Roger foi um antes e outro tenista depois desse suporte que que passou a ter, é por aí e simples assim.
A verdade é que ele tem carências importantes em todos os aspectos do jogo, de ordem física, tática, técnica e mental.
Tem um grande potencial, mas está muito distante do nível dos top’s, notadamente Alcaraz e Sinner. Beira a insanidade qualquer comparação nesse momento.
Por exemplo, sua mobilidade em quadra, bem como a resistência física estão abaixo do que se espera para alguém que possui as aspirações que ele legitimamente alardeia mundo afora.
Com relação aos demais aspectos, sua devolução de saque não evoluiu NADA desde o início de 2025, já que continua dando pontos de graça com esse golpe, como no terceiro break point desperdiçado no 3×4 do terceiro set de ontem. Alguém acha normal essa falta de evolução num fundamento tão importante do jogo?
Taticamente tem muita dificuldade de escolher o momento de segurar a bola em quadra e explorar as debilidades do adversário. Quase sempre prefere a potência do forehand.
Outrossim, a parte mental claramente precisa evoluir para lidar melhor com a pressão, que só aumentará daqui para frente.
Finalmente, a reflexão é a de que a equipe que o levou até aqui dificilmente o levará ao próximo nível. O Sinner, por exemplo, dispensou o Piatti depois de alguns anos juntos, que praticamente forjou o seu jogo, para a surpresa de muitos. O resultado (crescimento) está aí após o Cahill.
No caso do João, evidentemente não é terra arrasada. Tampouco é o caso de permanecer apenas com discurso raso e superficial sobre o lado emocional, é jovem, menino, experiência, aprendizado, etc. Ele carece de decisões maduras, profundas e importantes para sua carreira deslanchar.
Aguardemos os próximos movimentos (decisões), já que seu pai me parece ser um homem inteligente e atuante na carreira do filho.
O João me lembra um pouco o Raonic: lento, bom saque e forehand potente.
Poxa, de repente agora, com o Dalcin fazendo um texto batendo nessa questão física do Fonseca ja no título, os ufanistas parem de chamar qlqr um q critica a preparação física do rapaz de “hater”..
Será que foi o físico Dalcim ?
As pernas ficaram cada vez mais lentas. Muito provavelmente, cansou. Mas pode ser tensão também.
A desculpa mais não dá né Dalcin o Pix deve tá sendo bem gordo né? cara você ainda vai passar a mão no moleque depois de 4 partidas no ano somente? Faço meu favor essa derrota é qualquer coisa menos física um moleque de 19 anos com essa tiriça tá louco o Djokovic com 40 anos jogando 5 sets e esse rapaz não consegue jogar 3 sets se sequer esse JF é muito mimado não tem garra não tem sangue nos olhos é isso que falta pra ele e não físico. Abs.
Tenha o mínimo de respeito, rapaz! O que você acaba de escrever é injúria e difamação, cabíveis de uma ação. Retrate-se, por favor. Divergência e críticas são normais, mas exigem também educação.
Olá Dalcin tudo bem com você meu querido não fica nervoso me retrato sim!! Retiro a fala sobre Pix fica tranquilo conheço direito penal estudei e ainda continuo estudando direito e sei que apenas fiz uma pergunta? Só uma pergunta com ponto de interrogação? Só isso era só vc dizer que não e ta tudo certo desculpa aí se vc não gostou da minha pergunta? Todos fazem Pix hoje em dia pra todo mundo é normal se eu quiser te mandar um Pix não posso mandar? Então eu adoro receber um Pix ainda mais quando o valor é bem alto kkk. Enfim… Fica tranquilo te admiro muito mais sobre o mimado do JF não retiro nada absolutamente nada do escrevi acima sobre ele esse rapaz não tem fome de vencer na minha humildade opinião é claro além das outras faltas de virtudes que já mencionei no texto acima. Abraço Milton novamente desculpa se te fiz ficar nervoso Tmj.
Tranquilo, Valdemar. A gente batalha aqui para as pessoas aprenderem a ter responsabilidade no que escrevem na Internet. Críticas são normais, mas é preciso muito cuidado com as palavras, quando ofendem a honra das pessoas e isso vale também para qualquer atleta.
Obrigado! Pelo retorno, e concordo totalmente com você! Tmj.
Movimentação ruim, atitude péssima. Tá lembrando a Bia em seus momentos de desânimo. Se num torneio como esse, de nível 250, ele cai na segunda rodada, imagino num master 1000. Tem de mudar urgentemente de postura e aprender a sofrer mais. Pancadaria só resolve no box; tênis exige muito mais: técnica, estratégia, físico e coração. Fonseca tem técnica, mas o resto está faltando.
Jogadores de tênis hoje em dia, mulheres ou homens, têm de ser agressivos para competir e ganhar. Então, sem essa de João quer resolver tudo na força. Isso é parte inerente do tênis atual e ele acaba variando o ponto, de uma forma ou de outra. O problema, se existe, pode estar em qualquer outro ponto, nisso não. Que é seu forte, aliás.
Guardadas as devidas proporções, JF pode enveredar o mesmo caminho que o Wild….jogador de um golpe só…pouca movimentação, desânimo quando algo ocorre contra….lentidão.
Um caminhão de ENF’s….saque médio, poucos saques táticos, em longas trocas, tenta ganhar ponto na pancada….algumas jogadas espetaculares….mas fica nisso.
Vejo vários pontos (ruins) em comum….Wild tbem chamou muita atenção, adversários batem no BH, forçam longas trocas….o resto todos sabem…
Cuidado JF,tá em tempo de corrigir mlk.
João físico muito fraco e mental também. A técnica tem deficiência no backhand e na movimentação . Taticamente muito afobado varias vezes. Cara tem que entender que ficar no Rio treinando com jogadores que não agregam nada ao jogo dele. Equipe técnica fraquíssima. Vai pra Europa, procura o Ferrero ou outro tecnico e treina com jogadores mais gabaritados.
Outra coisa que o João joga poucos torneios e quer agora só os torneios grandes. Está na hora de dar um passo atrás e depois dar dois pra frente.
Dalcim, será que o problema na lombar não é a causa de tudo? Isso não o impede de treinar como deveria, o que explicaria a instabilidade física frequente que vemos desde que ele iniciou a carreira?
Aparentemente, não houve problema relacionado à lombar nesta semana, nem em Buenos Aires, Luiz. Vimos ele jogar solto nas duplas, tem treinado pesado todo dia e isso são indicativos que fisicamente ele está bem. Eu apostaria que ele trava mais pelo lado emocional.
Dalcim. Lembro do João falar que não precisa de psicólogo. Nesse caso será que uma ajuda psicológica para aguentar a pressão de um país inteiro querendo um ídolo em um esporte considerado grande não seria necessária?
Com certeza, é fundamental. Se ele ainda não recorreu a isso, seria importante.
Ignacio Buse é bom jogador e jogou solto, o que é normal para um azarão.
João Fonseca é ótimo jogador e jogou travado, de modo apático e, a partir do segundo set, errático e desperdiçando várias oportunidades, o que não é normal para um favorito.
Além da movimentação, o João está começando a mostrar para os adversários uma outra fraqueza: a dificuldade em lidar com o favoritismo.
Como enfrentar esse problema? Pode ser que seja só uma questão de tempo, de “horas de voo”. Mas penso que um apoio psicológico possa acelerar o processo.
Essa menina sim é o grande nome do tênis brasileiro já há algum tempo.
Calma, perfeitamente normal essa oscilação
Bernard Tomic – só para citar um exemplo – continua ascilando até hoje…
Gente qdo vai cair a ficha de que o João é apenas um jogador regular…nunca será número 1
“Irregular”…
Um jogador comun e muito irregular.
Será que agora a equipe de João percebera a grande diferença entre conduzir com sucesso uma carreira esportiva e fazer o marketing de un ídolo?
Alcaraz venceu mas a duras penas, fará mais uma final amanhã. Teve chances de vencer de forma mais tranquila, mas desperdiçou vantagens claras, inclusive quando serviu p a partida. Louve-se a atuação de Rublev, com seu FH incrível e uma grata surpresa foi uma clara evolução do BH; pra quem esperava seus chiliques habituais, eles não vieram, ao menos no set2, que acompanhei!
O espanhol será favorito contra qualquer adversário, mas o Mensik é mais perigoso…
Mestre Dalcim, boa tarde,
Será que não estaria na hora de João “virar a chave” e buscar novos horizontes?
Não falo apenas da parte técnica, mas como um todo, porque um tenista top 40 normalmente tem uma média de, no mínimo, dois resultados favoráveis contra um revés…
José Nilton, quanto tempo. Sobre o João, penso que a primeira coisa a ser feita, embora talvez seja a mais óbvia, paradoxalmente é a mais difícil: é preciso deixar o João em paz.
Não se trata de negar que existam falhas no jogo do garoto. Elas existem, são visíveis e fazem parte do processo natural de formação de qualquer atleta jovem. O problema não está aí. O problema é a pressão desmedida que foi lançada sobre seus ombros, como se ele tivesse a obrigação de corresponder, no presente, a expectativas projetadas para um futuro que ainda está sendo construído.
Essa cobrança constante, muitas vezes impaciente e imediatista, entrega um preço alto. Isso não é injusto. O tênis é um esporte solitário, cruel, que exige maturidade emocional, resiliência e tempo. Muito tempo.
Não estou aqui passando pano e nem romantizando dificuldades, mas sim chamando à razão para o fato de que evolução não deve ser confundida com urgência.
Sem espaço para errar, aprender e respirar, até os mais promissores acabam ruindo. O nosso garoto, quer os insanos gostem ou não, ainda está em construção. E obras apressadas quase sempre terminam mal.
Como já disse algumas vezes por aqui, José Nilton, apesar de comentar pouco, estou sempre às espreitas.
Abraço.
Tudo legal, Saraiva? Concordo plenamente com você! O desejo de transformá-lo num superastro antes do tempo, e isso também vem lá de fora, é um preço alto a se pagar.
*Isso é injusto
” … chamando à razão para o fato de que evolução não deve ser confundida com urgência.”
Saraiva, achei cirúrgica esta sua frase. Congratulações!
Concordo com você. Ele teve Ascenção meteórica no Ranking..Agora consolidar essa produção em outra coisa. Ele está em construção e na minha opinião deve ser blindado e focar em manter o que tem de bom e melhorar no que precisa.
Está sobre forte pressão e ele mesmo acaba se achando na obrigação para corresponder aos anseios da mídia patrocinadores e torcida.
Perdeu analisa o eie errou e vai trabalhar duro.
Pra minha surpresa, exceto por raros momentos, Fils foi sempre superior a Mensik. Vitória merecida e indiscutível. Amanhã creio na vitória de Alcaraz…
Se Carlos Alcaraz vencer todos os torneios que participar este ano ele estabelecerá um novo recorde tão impressionante quanto os 14RG de Rafael Nadal e as 237 semanas seguidas de Roger Federer. Desta maneira o tênis teria a Trindade dos Imbatíveis, cada um com seu feito espetacular e inalcançável para os demais.
Que ridículo!!! Nada supera 14 Roland Garros de Nadal, mas nada mesmo!!!
Exatamente. Nem as 237 semanas seguidas no topo do ranking de Federer. E Alcaraz pode fazer algo também insuperável se for campeão de todos os torneios que participar.
Não vejo como isto acontecer. Considero impossível.
Então caro Ronildo. Todos do Big 3 tiveram em algum momento problemas com confiança. Daí a divisão de Títulos. . isso já maduros na Turma. Sinner novamente obteve a maioria das estatísticas contra Mensik ( Tcheco acabou mortinho sem forças nem para vibrar rs ) . E jovem Italiano está num momento de falta de confiança. Carlitos está tentando aproveitar o máximo, pois sabe que também vai oscilar . Aguardemos. Abs !
Dalcim, acredito que ele nao tenha falado sobre as condições da quadra, pra nao desmerecer a vitória do Peruano, pois o Berretini comentou, mas venceu sua partida.
Acho que o afobamento ainda nao abandonou o jovem João, como deu pra ver tbm na derrota pro Chileno em Buenos Aires semana passada. Mas isso ainda é questão de tempo, por enquanto.
Vamos torcer.
Tá ficando parecido com a Bia. Lento, sem mobilidade lateral, sem variação e mesmo discurso
Na minha opinião é um tenista fraco demais e bajuladores pela mídia, esse nunca chegará a ser número 01 do tenis pois não tem tenis pra isso. Vamos ser realista vamos apostar em outro nome no Brasil pois esse nao tem futuro.
É cedo demais pra uma afirmação dessa. Isto é um “combo” de precipitação e imediatismo.
Sei das oscilações do João. Mas TB pode por na conta um adversário difícil
Para mim pipocou e tem que suar muito se quiser ser alguém no tênis
È…..
Pelo que vi nos coments, nem vou comentar, mas já andando na carruagem, vamos lá:
*Exposição midiática, já achando o cara do momento, aquele vai se juntar ao futuro Big 3 – A renovação;
*Ainda não aprendeu a dosar , cabeça manda, e paulada ele para todos os lados, não há Plano A-B-C…embora em alguns jogos, teve jogos em que taticamente se colocou muito bem, bom só alguns jogos;
*O pessoal falou de jogos de exibição, que atrapalhou e não sei o que mais, bom até ai , pra mim , já é passado, e o tempo de descanso que teve, não fez nem uma pre-preparação? – Nada de bicleta ergometrica – o que mais!? – Há uma corridinha de leve, nada ? Nada ?
* Nem começou o ano, aliás, temos que colocar ai na balança, ele teve contusão por esses dias, ficou parado, mas parado ? – Não fez nenhum exercício ? aliás fez né, por causa da lesão, mas o resto foi como ?
*Ai vejo o post do nosso querido mestre, e me deparo na manchete: “Fonseca perde para sua falta de intensidade”, essa o pessoal de baixo ai, jÁ falou tudo…
Vou dar um exemplo de um tenista, que embora prometia ser uns do Big 3, mas sucumbiu , mas mesmo assim, tem margem para melhoras, o cara rompeu o tendão de aquiles, e mesmo assim não ficou parado, mesmo na cadeira de rodas e com pé imobilizado, tava lá Holger Rune, se execercitando igual um doido, e olhe que promete voltar forte, e espero que volte pois acho um bom tenista.
Na boa , Evaldo. Dê uma olhada nas declarações em TênisBrasil, dele mesmo, André Agassi, aqui In loco , no Jockey Club Brasileiro. Conviveu de perto com JF , sendo seu Capitão e o escalando na Laver Cup . Depois se possível , leia a declaração de Arthur Fils , contemporâneo de João, que não vence nada desde 2024 ( problemas na lombar) , e é o cara que eliminou jovem Mensik ( tirou Sinner) , e fará a Final contra Carlos Alcaraz. Vale a pena . Abs !
Bom dia, Prezado Sergio e
Na boa, não vou olhar, e a maioria qui pensa do mesmo, ahhhh depois vem dizer que: Fala r é fácil, não convives por perto né…e por ai vai.
Se o cara quer mesmo afiar os dentes, tem que fazer por onde, veja o Sinner, futura promessa, encerrou a parceria com o Piatti, trouxe o Vegnosi e Darren CAhill, agregou mais pessoas no staf, e veja, aonde ele está hoje, ai depois vem dizer que: Ahhhh cada caso é um caso, e não se que mais.
Primeiro de tudo, o staff tem que ver, até onde pode trabalhar na parte fisica do JF, como vc mesmo sabe, prezado Sergio, o tenis hoje é força e pancadaria.
O JF e a familia dele, tem que saber até onde vai, se agrega mais um treinador de fato, e não conselheiro, se contrata um fisioterapeuta, se contrata um preparador fisico, que saiba trabalhar com o JF, não é só fazer exercicios e mais carga, é de fato, fazer um mapeamento em que conste dados da prte fisica dele.
Agora, se ele é lento pra correr na frente, se é lento para se locomover pelas lados, ai o staff tem toda responsabilidade em trabalhar nisso, e tem como fazer, trabalhando dia a dia.
Veja Danil md, o cara é alto, e se movem bem pelos flancos, lembrando que são situações semelhantes, mas que há a fazer, isso sim, o resto é detalhe (parte técnica/tática/ Plano a-B…)
E após nosso “Cavalo Paraguaio” arrasar com Fills, Mensik e Tien, ele é obrigado a assistir da arquibancada seus maiores concorrentes da novíssima geração deslancharem e evoluirem a cada torneio, enquanto nosso brazuca estagnou, parou no tempo: – Não evoluiu tecnicamente, nem fisicamente e seu “tênis força” está cobrando o preço no físico.
Como se não bastasse, “esnobou” Djokovic que fez menção de treiná-lo.
A questâo não parece ser física nem mental, mas sim cognitiva.
E agora José?
O problema é que o João Fonseca já não é novidade , então o pessoal já tá atacando seus pontos vulneráveis e cabe ele e sua equipe encontrarem soluções