A reação de Carlos Alcaraz ao explodir diante de seu time no Miami Open, reclamando da forte pressão de um rotina árdua e revelando o sincero desejo de “voltar para casa”, confirma o alto preço que se paga para lutar para atingir a posição de número 1 do mundo. O episódio logo me fez lembrar de há muito tempo, quando o equatoriano Andres Gomez conquistou o título de Roland Garros. Na entrevista coletiva, pós jogo, quando perguntaram se o seu próximo objetivo seria o de liderar o ranking, surpreendeu com uma resposta negativa. Disse que para ser o número 1 teria de abrir mão de tantas coisas na vida, que preferia seguir entre os dez, sem se preocupar em abrir novos horizontes.
Apesar do bom humor, do estilo descontraído e alegre, a rotina de um tenista da qualidade de Carlos Alcaraz é, sem dúvida, exaustiva. Nem acho necessário tudo o que consideraria imprescindível para um atleta desse nível atingir e manter o auge da forma física e técnica. Um detalhe, ao meu ver, colabora para essa inesperada reação do número 1 do mundo: a repentina separação de seu então treinador, Juan Carlos Ferrero. Mais do que técnico e pupilo, pareciam se entrosar muito bem, com um aliviando a pressão do outro. Mas, sei lá, o que levou a família do jogador a tomar uma decisão dessas.
Alcaraz chegou a 2026 de forma fulminante. Ganhou Doha e logo depois o Aberto da Austrália. E dentro dessa rotina vencedora parece que encontrou alguns momentos de descontração, quando, por exemplo, reuniu os colegas para uma partida de golfe num dos paraísos desse esporte, que é a região de Indian Wells.
Os programas de preparação de um atleta de alto nível são muitos exigentes, mas devem incluir também momentos de relaxamento. Lembro do tempo em que trabalhei com alguns dos melhores triatletas do Brasil. Eles sempre tiravam alguns momentos para dar um cochilo depois do almoço e um deles definiu com sabedoria: “descansar também é treino”.
Ao contrário do que Andres Gomez manifestou, a história do tênis tem um outro jogador que parecia gostar dos sacrifícios e grandes desafios: Ivan Lendl. O tcheco naturalizado norte-americano, não hesitava em buscar os limites no anseio das vitórias e da liderança do ranking. Para conquistar Wimbledon (troféu que faltou na sua repleta prateleira), Lendl construiu uma quadra de grama com tecnologia super arrojada para a época. O piso acusava e registrava onde e como cada bolinha caia durante os treinamentos. O tcheco tinha fama de mau, a ponto de, quando trabalhou com Andy Murray, esboçar um leve sorriso ao comemorar uma conquista do escocês.
Contrariado ou feliz, Alcaraz vai mesmo para casa. Irá se preparar para a charmosa e exigente temporada europeia das quadras de saibro. É claro que segue como favorito para levantar troféus nos mais importantes torneios dessa etapa, mas talvez volte com mais uma nova lição aprendida, tão bem definida pelos triatletas.











Alcaraz está muito novo para ter esse sentimento de querer voltar para casa e/ou curtir a vida.
A continuar dessa forma, creio que não pegará nem o terceiro dos Big 3.
A continuar com 17 x 2 em vitórias na Temporada? . Não sei quanto tempo acompanhas o Esporte, mas essa explosão é mais do que normal. Quando ” goat ” fazia e faz coisas bem piores , onde estava Sr Joselito???. Se acompanhastes Sérvio de 2007 a 2011 , sem conseguir sair do TOP 3 , deve ter dito o mesmo em relação ao cara …rs. Abs !
Tudo pra ti é: “Não seim quanto acompanhas o Esporte….”, muda o disco Sergio, olha o que cara escreveu moço.
Ele não reconhece nem quando estou dando um apoio moral. kkkkk
Para mim, ninguém chega a 24GS ou 428 semanas como número 1 sem deixar de fazer coisas importantes a nível pessoal. E para essa geração será pior ainda. Olhe o tanto de dinheiro que ele já amealhou em sua curta carreira.
Daria para se aposentar 20 vezes.
O GOAT tem direito de perder na primeira rodada e até parar de jogar de vez.
Já Alcaraz precisa de pelo menos uns 6 anos para superar o GOAT (ganhando 3 por ano) e se tornar o GOAT. Força na peruca.
” goat ” na idade de Alcaraz , somente tinha um Slam. E era o Rei dos abandonos, cheio de pitis em quadra . Carlos Alcaraz tem apenas 7 Slam e 8 Masters 1000 , antes dos 23 . Pode extravasar quando quiser , não é imbatível, e não será Sr Joselito com sua ” vasta” experiência, que irá dizer o que pode e o que não pode . ” goat ” também longe de ser imbatível, perdeu 14 Finais de Slam. Sei que é difícil para ti entender…rs. Abs !
Pois é, vimos um registro de 16,9,1 se transformar em 20,22,24. Agora temos um 24,7,4. Há muita coisa para rolar.
Garoto mudou treinador, foi criticado, foi la e ganhou o AO e mais um ATP500 e assumiu liderança com folga.
Agora começa onde ele mais gosta, saibro…. vai legar RG e calar a boca de todo mundo novamente
O topo hj é muito exigente. Acho que o Andrés Gomez está com a razão.
Os caras ganham uma grana alta por estar no topo, com prêmios e patrocínios milionários. Tão chorando de barriga cheia.
Desde IW, eu tô achando ele meio esquisito em quadra, menos feliz, reclamando mais, com menos tesão de jogar. Ele não funciona bem assim. Me pergunto se tem algum problema na vida pessoal dele que está afetando seu desempenho em quadra.
Hummm…será que esta sentido falta do antigo treinador o “mosquito”…rsrsrsrsr
Não sentiu falta no AO nem em Doha, onde conquistou dois títulos inéditos; por que sentiria em IW e Miami, onde já foi campeão? Kkkkkkk
Remorso pela trairagem pelo que ele e o pai fizeram com o Ferrero. Vão demorar 07 anos pra essa fase acabar…..
…exatamente os 07 anos em que comeram no prato do Ferrero, e depois o chutaram como a um cachorro leproso….
Claro, faz total sentido: ele venceu AO e Doha, dois títulos inéditos em sequência, jogando super bem, e do nada, em dois torneios que já foi campeão, bateu remorso? Além disso, por que ele deveria sentir remorso? Ele é obrigado a ficar com o mesmo treinador pro resto da vida, por acaso? Se nem o Big 3 fez isso, por que ele deveria? Vai caçar um trabalho, mente vazia é oficina do diabo.
Huahuahuahuahuahua…. ganhou Doha e AO pois os anticorpos, os ensinamentos do FERRERO ainda estavam na cabeça do risadinha…. agora, sem o FERRERO, será ladeira abaixo… huahuahuahuahua
Estás se especializando em pagar micos , por alienação, Sr M A . Impressionante que a preguiça não o fez procurar a versão de Ferrero num Esporte totalmente profissional. Mesmo assim o lado Pai de Juan Carlos, foi dito em alto e bom som ” somente guardo coisas boas , e dizer não numa possível chamada de Carlos no futuro, é impossível” . E outra , Samuel Lopez, mais de 15 anos na Academia de Ferrero, e contratado para o Staff a seu pedido. Vamos combinar que fanatismo pelo seu novo ” goat ” , demonstra apenas que do Tênis mesmo não gostas . Vá se informar melhor, criatura!!!. Abs !
A meu ver, o maior desafio do nº1 do ranking é administrar a tendência de se acomodar por ter atingido o ápice do seu objetivo. Quem chega nesta posição pensa que vai poder descansar um pouco do esforço de ter conseguido o objetivo, porém a manutenção da posição é sempre mais difícil. Os adversários entram mais motivados para vencer o melhor e os concorrentes mais atentos e determinados estudam as qualidades e defeitos do principal jogador para tentar copiar as qualidades e explorar os pontos fracos. Daí a necessidade de se manter sempre atento e disposto a se reinventar e evoluir e ainda ter disposição para treinar. Essas exigências sempre trazem um desgaste, mas acredito que após um período de descanso, a motivação e disposição voltam.
Ninguém conseguiu na Era Profissional atingir 7 Slam e 8 Masters 1000 antes dos 23 anos . No ano são 17 vitórias em 19 . Carlos Alcaraz é um fenômeno, em Miami 2025 caiu na primeira rodada para Goffin. Daí fez 4 Finais em sequência: Monte Carlo, Barcelona, Roma e RG . Nas duas últimas bateu exatamente Jannik Sinner. Já está bastante escolado mesmo com pouca idade , meu caro. PS : Os números de Bjorn Borg antes dos 23 , pareciam inigualáveis. Abs !
O cara completou o carrer slam como mais novo de todos os tempos, ja esta no top 20 masculino com o mesmo numer ode John McEnroe e a um GS do Agassi, aos 22 anos. Normal o cara dar uma relaxada apos isso.
Isso é fato. Mas daí a dizer que por isso ele passará um Djokovic da vida em número de slams vai uma distância de 17 conquistas e muitos anos de dedicação, sem contar que novos talentos surgirão. Essa última parte eu quero ver se ele vai aguentar como o Djokovic ainda aguenta.
O Ferrero tem a experiência de quem já viveu o circuito, foi número 1, sabe como conviver com isso. Alcaraz e sua equipe jogaram tudo isso fora. A escolha já tá começando a pesar.
Pagou o preço e levou um chute no traseiro! Em plena terceira rodada, para melhorar.
Vamos ver agora como se sai na temporada de saibro.
Estavas aonde quando Alcaraz caiu na primeira rodada em Miami 2025 , Sr José Afonso ??? . Demonstras a mesma alienação do Sr MA …rs.Abs !
Até então, ele estava num momento de oscilação, caro SR. Ele justamente pegou embalo após Monte Carlo, onde foi campeão aos trancos e barrancos e recuperou a confiança.
Antes disso, estava abalado e com o mental em pedaços pelas derrotas para o GOAT no AO 2025 e na final olímpica. Rsrs, abs!
Dois torneios onde o Alcaraz perdeu contra dois ótimos jogadores que jogaram excepcionalmente bem e o povo já começa questionar motivação, treinador, problema pessoal, etc, etc.
Perder uns jogos aqui outros ali faz parte da vida até dos melhores tenistas do mundo. Agora se o Alcaraz passar um ano sem ganhar um torneio, aí já é outra estória.
Para estes lunáticos,meu caro , Big 3 venceu todos os Masters 1000 e Slam . Somente Djokovic, perdeu 14 Finais de Slam. É mole ou quer mais …? rs. Abs !
Para perder 14 finais teve que chegar nelas. E ainda fala que os outros desmerecem esse ou aquele, affe….Não muda nunca. Só desce a lenha em quem não gosta e passa pano para quem gosta. Isso é gostar de tênis ou de jogadores? Que piada.
Obs: Perdeu 14 finais e é o jogador mais eficiente da história do esporte…. Imagina se tivesse ganhado, kkkkkk
Concordo e sei que ele ainda vai levantar muitos troféus….mais uma coisa digo não é a primeira vez que vejo atletas de alto nível irem pro buraco por intervenção de familiares que buscam interesses próprios…acorda Alcaraz vc nasceu prá ser campeã não deixe te estragarem isso
Super interessante o texto, Chiquinho. Não sabia dessa tal “explosão” do Alcaraz nem da quadra de grama que o Lendl mandou construir… pra nada. Ficou sem o trofeu de Wimbledon.
É que o Lendl dava a impressão de não se sentir à vontade junto à rede, e no centenário torneio londrino isto é essencial.
Ele ganhou Austrália e só depois Doha.