Londres (Inglaterra) – A temporada mal começou para a britânica Emma Raducanu e ela já irá trocar de técnico mais uma vez. Ela rompeu com Francis Roig após sua eliminação na segunda rodada do Australian Open, superada pela austríaca Anastasia Potapova em sets diretos.
Raducanu e Roig, que esteve ao lado do espanhol Rafael Nadal na conquista de 16 dos seus 22 títulos de Grand Slam, começaram a trabalhar juntos em agosto, numa parceria que durou apenas seis meses.
“Obrigado pelo tempo que passamos juntos. Você foi mais do que um treinador para mim e guardarei com carinho os muitos bons momentos que passamos juntos dentro e fora da quadra”, escreveu a britânica de 23 anos nas redes sociais.
+ Clique aqui e siga o Canal do TenisBrasil no WhatsApp
“Embora tenhamos chegado juntos à conclusão de que não devemos prosseguir, saiba que sou muito grata por tudo o que você me ensinou e guardo com carinho o tempo que passamos juntos”, acrescentou Raducanu.
A saída de Roig significa que a campeã do US Open de 2021 está em busca do décimo treinador de sua carreira. O próximo compromisso de Raducanu é o WTA de Cluj-Napoca, que acontece já na próxima semana.
Depois de sua eliminação em Melbourne, a britânica disse que gostaria de jogar de uma maneira diferente. “Quero apenas bater na bola nos cantos e com força. Sinto que estou experimentando muita variedade, mas não está dando o resultado que eu quero”, analisou.
Questionada na época se estava em sintonia com Roig, Raducanu respondeu: “Não joguei como queria porque não estava acertando nenhum golpe particularmente bem. É difícil fazer uma avaliação quando você está completamente fora de ritmo”.










Uma enganadora. Vai viver o resto da vida de um momento de sorte
Maria Alice, com certeza Emma é “Uma enganadora”, já que seu último( único? ) torneio vencido foi o US Open/2021, ou seja, são quase cinco anos sem colocar um mísero troféu de nível 250 em sua estante, aliás, creio que até vendeu ou fez uma fogueira com a estante…
Exatamente, e ainda ganhou o US Open sem uma vitória sobre top 10, o jogo mais difícil foi a Bencic nas quartas. Ademais, em toda a carreira dela só venceu jogadoras top 10 em apenas 3 ocasiões. É uma bela de uma azarona…
Exatamente, e ainda ganhou o US Open sem uma vitória sobre top 10, o jogo mais difícil foi a Bencic nas quartas. Ademais, em toda a carreira dela só venceu jogadoras top 10 em apenas 2 ocasiões, sendo uma contra a fúnebre Sakkari. É uma bela de uma azarona…
Mas ela enganou quem Maria Alice?
Amado Renildo, seu parecer não vale, pois você a ama…
Concordo. Aquele usopen não foi normal. Não é tudo isso.
Foi uma zebra com “Z” maiúsculo…
Ela está tentando resgatar o grande tênis que jogou aos 18 anos naquelas 3 semanas do qualificatório do US Open ao título do torneio. Só fico imaginando a cabeça do próximo técnico: “Quantos dias eu vou durar!”.
Se Emma jogou bem pra caramba durante as “3 semanas do qualificatório do US Open ao título do torneio”, ou seja, em setembro de 2021, é sinal de que ela não joga nada há quase cinco anos. A propósito, Emma sequer conquistou um mísero campeonato nível 250 de lá para cá, o que me faz crer que a bela modelo nascida no Canadá não passou de um agradável balão de ensaio. Na condição de eterno apaixonado, só mesmo alguém como você, amado Ronildo, para ter tamanha paciência com a tal miss WTA…
Valmir, o US Open vencido em 2021 foi algo real. Se Emma conseguiu uma vez, pode conseguir novamente.
Não pode não. Raducanu é mais uma modelo que uma tenista: seu semblante é muito frágil, seu jogo não tem força e nem golpes definidores.
Emma Raducanu vive mais de shipada do público, que de resultados. Seu jogo hoje é de top 30, no máximo.
Acredito que o lado mental tem pesado muito contra ela. Se ela vencer esta barreira pode ser campeã de slam novamente. Mas a melhor parceria para ela no meu entender seria o Murray.
“…o lado mental tem pesado” quase cinco anos após Emma ter zebrado no US Open 2021? Neste período, a modelo em questão não amealhou sequer um troféu de latão. Portanto, ô conversinha fiada essa sua, amado Renildo…
Se o namoro da Emma com Carlos tivesse vingado, como queriam os selfie-maníacos, ela poderia aproveitar o ensejo, para aprender a jogar tênis com ele. Por certo, ele teria muito trabalho, para ensiná-la a jogar bola…
Kkkk
Se enveredarmos pela sua lógica, é capaz até de Beatriz chegar à semifinal em Roland Garros novamente, e isto quem sabe já na edição de 2026…
Amado Ronildo, minha avaliação é que o próximo técnico da Emma poderia ser você, já que tem saco de ouro e, assim sendo, teria lastro para aguentar os chiliques da pobre menina rica…
Verdade. A culpa é do técnico !
Há um clássico aforismo jornalístico que diz: notícia não é quando um cachorro morde um homem e sim o contrário.
Notícia não é quando Raducanu demite o seu técnico em menos de um ano e sim quando Raducanu mantém o mesmo técnico por um ano.
Próxima notícia da Raducanu.
“Raducanu rompe consigo e a demite e já não vai jogar com ela mesma”
Todo mundo tá vendo q o problema é ela msm. Vai passar mil técnicos ali. Sem contar q ela deve ser um saco
Quando digo que grand slam não é o único parâmetro pra definir carreira peguem esse exemplo ,ganhou,mas não joga mais que uma top 50
Eu acho que ela tem tennis para 3ª e 4ª rodada de Slams tranquilamente, com algumas esporádicas boas campanhas em alguns M1000, ela devia focar o tennis dela nos 500 e ser cativa no top 30 (nível realista dela). Agora sonhar em ganhar Slams e Masters, é utópico, ela devia ter caído em si que ela não tem constância e bola para ser top8.
O título do US Open 2021 foi uma aberração… Ocorreu apenas porque a maioria das atletas ainda não tinha recuperado a forma completamente, ou adquirido ritmo após retomada dos treinamentos no período pós-pandemia. Houve quem optasse por aguardar um pouco mais após o arrefecimento da Covid-19.
Não fosse aquele período tenebroso, Raducanu e Leilah nunca teriam atingido uma final de slam. É claro que houve méritos, mas é preciso relativizar a grandiosidade dessa conquista.
Não adianta, o tecnico querer chegar e falar de tênis vai rodar. Raducanu precisa contratar um Bob Iger da vida como ténico, aí sim a parceria deslancha.
Dez técnicos?! Ou seja, trata-se de uma criança mimada que não joga nada há quase cinco anos, o que me faz crer que ela não passou de um agradável meteoro, um balão de ensaio, naquele final de verão americano. Pobre menina rica, achou que jogava bola como gente grande…
Até hoje náo deu para entender aquela final do US Open contra a Leila Fernandez: foi o sumo do chorumê. Coisa medonha!