Novak Djokovic não ganha um set neste Australian Open desde a terceira rodada de sábado, mas ainda assim atingiu sua 13ª semifinal em Melbourne nesta quarta-feira, mais uma façanha de seus 38 anos. O sérvio parece contar com ajuda divina: não precisou se desgastar nas oitavas, quando sequer entrou em quadra para enfrentar Jakub Mensik, e vivia um dia de baixa qualidade e eficiência quando Lorenzo Musetti, dois sets à frente, não suportou uma contusão na coxa direita, abandonou melancolicamente a quadra e viu esvair a chance de atingir um dos maiores resultados de sua carreira.
E olha que não para por aí. Porque seu próximo adversário, o atual bicampeão Jannik Sinner, deu preocupantes sinais de algum problema físico ao longo de sua esperada vitória em cima de Ben Shelton. O italiano seguiu sem perder set para o canhoto norte-americano, mas por vezes mostrou alguma dificuldade para caminhar e apresentou um segundo saque muito abaixo do seu habitual. Vale destacar que Sinner ganhou os últimos cinco confrontos contra Nole desde o Finals de 2023 – inclui-se aí três diferentes semis de Grand Slam – e tem uma série de nove sets consecutivos.
Pouco depois de Djokovic pedir atendimento para uma bolha no pé, o que pode explicar sua atuação tão irregular, Musetti completou o segundo set e já pediu presença do fisio. Contou mais tarde que sentiu o adutor já no começo dessa série, mas foi levando. Após o atendimento, a dor piorou e ele, certo de que se trata de uma ruptura, viu que não adiantava mais o esforço. O italiano entrou para a história dos Slam como o primeiro a se retirar de umas quartas liderando por 2 a 0, mas convenhamos que o seu corpo nunca foi algo plenamente confiável, ainda que tenha melhorado desde aquele outro abandono contra Djokovic, em Roland Garros de 2021, quando também fez 2 a 0 e desistiu no quinto set.
O decacampeão agradeceu a chance que ganhou de seguir no torneio, reconhecendo que não merecia ter avançado. “Ele foi de longe o melhor em quadra e eu estava a caminho de casa. É muito pouca sorte sair assim, estando no total controle do jogo”, admitiu ele, que teve um lance de notável esportividade ao acusar o toque na bola em ponto muito importante. Ele é agora o tenista de maior idade a somar cinco semis seguidas de Slam e o quarto mais velho na penúltima rodada de um Slam, atrás de Ken Rosewall, Pancho Gonzalez e Jimmy Connors. Perdeu no entanto a paciência com uma pergunta mal colocada sobre estar correndo atrás de Sinner e Carlos Alcaraz: “Acho desrespeitoso que você ignore meu domínio nos Slam por 15 temporadas”.
Já na rodada noturna, Sinner teve pequenas oscilações para atingir a 19ª vitória seguida no torneio. Salvou break-point logo no game de abertura, o que poderia ter deixado Shelton mais confiante, e novamente na metade do segundo set, mas de forma geral correu poucos riscos, principalmente quando entrava nos ralis e tentava tirar sempre o tempo do instável backhand do adversário, a ponto de sair de quadra com apenas 16 erros não forçados, sendo duas duplas faltas. O saque deixou algumas dúvidas: 59% de acerto com média de 187 km/h e segundo serviço de 150 km/h. Opção tática ou desconforto?
Com os resultados desta quarta-feira, as semifinais do Australian Open serão disputadas pelos quatro atuais líderes do ranking, algo que não acontecia desde Roland Garros de 2019, então com o Big 3 e Dominic Thiem, e desde 2012 em Melbourne, com todo o Big 4.
Semifinalistas perfeitas
Elena Rybakina e Jessica Pegula completaram o quadro das semifinais femininas e as quatro postulantes ao título irão à quadra na rodada noturna local desta quinta-feira sem ter perdido um único set nesta edição. Embora exista empate por 3 entre a cazaque e a norte-americana, Rybakina venceu os dois jogos do ano passado. Já Aryna Sabalenka leva ampla vantagem de 5 a 1 sobre Elina Svitolina. O primeiro dos dois títulos de Sabalenka, em 2023, foi contra Rybakina e de virada.
A vitória de Rybakina sobre Iga Swiatek, a segunda na Austrália, mostrou uma cazaque extremamente afiada e confiante. Depois de um começo vacilante no saque, incluindo duas duplas faltas, Elena calibrou o golpe e daí em diante foi encurralando a polonesa, com direito a um domínio absoluto no segundo set. Faz assim sua primeira semi de Slam desde Wimbledon de 2024 e segue num momento notavelmente positivo, tendo vencido 18 jogos desde outubro, oito deles em cima de top 10.
“Sou também muito calma fora da quadra”, brincou Rybakina na entrevista em quadra, questionada por sua postura um tanto gélida. “Também consigo ser engraçada com pessoas mais próximas. Na verdade, tento não mostrar frustrações quando as coisas não estão indo bem”. Elena é a única tenista a ter vencido Sabalenka e Swiatek no mesmo torneio por duas vezes (Indian Wells de 2023 e Finals do ano passado).
Já a vitória de Pegula sobre Amanda Anisimova foi um repeteco, ainda que em dose menor, do que aconteceu com Coco Gauff diante de Svitolina na véspera, o que não tira os méritos de Jessica de se manter mentalmente firme em momentos delicados, como na hora de Anisimova sacar para levar o segundo set. O dado mais impressionante é que 44 dos 77 pontos marcados na partida por Pegula vieram de erros não forçados da compatriota, incluindo sete duplas faltas e alguns golpes muito ruins.
Pegula faz assim sua segunda semi seguida de Slam e tem a chance de atingir a segunda decisão, como fez no US Open de 2024. O duelo também coloca as duas na luta pelo número 3 do ranking, que será garantido para a cazaque em caso de vitória, mas ainda dependerá de título no caso de Pegula.
A um passo de fazer história
Luísa Stefani e a canadense Gabriela Dabrowski voltaram a fazer uma exibição sólida e agressiva, tiraram as finalistas do ano passado Su-Wei Hsien e Jelena Ostapenko e estão a uma vitória da final do Australian Open. Caso dê esse novo passo na carreira, Stefani se tornará apenas a terceira brasileira a decidir duplas femininas num Slam, depois de Maria Esther Bueno e Bia Haddad Maia. Em mistas, ela já divide tal glória com Estherzinha e Cláudia Monteiro.
Em sua terceira semi de Slam nessa especialidade – as duas anteriores foram também no piso duro, mas no US Open de 2021 e de 2023 -, as adversárias serão as cabeças 7 Anna Danilina e Aleksandra Krunic nesta madrugada e na Laver. Curiosamente, Danilina foi a parceria de Bia na decisão que fez em 2022. O eventual título recolocará a paulistana de 28 anos no top 10 do ranking de duplas.
Pouco depois, Stefani e Marcelo Arévalo perderam no detalhe para os franceses Kristina Mladenovic e Manuel Guinard, incluindo lance polêmico no importante sexto ponto do match-tiebreak, e assim pararam na semifinal.
Os gaúchos Rafael Matos e Orlando Luz, por sua vez, foram eliminados em sets diretos pelos experientes Marcel Granollers e Horacio Zeballos, atuais campeões de Roland Garros e do US Open. A parceria brasileira segue agora para o saibro sul-americano muito bem cotada.
E mais
– Sinner se torna o sexto profissional a fazer seis semis consecutivas de Slam, junto ao Big 3 e Ivan Lendl. Excelente companhia.
– Swiatek adiou o sonho do Career Slam e atravessa uma fase de evidente queda técnica. Perdeu os dois últimos confrontos contra Rybakina, Sabalenka, Pegula, Anisimova e Andreeva, os quatro mais recentes para Gauff e também um para Paolini e outro para Bencic.
– Na segunda-feira, as seis líderes do ranking feminino somarão pelo menos 6 mil pontos!
– “Vou ficar chateada por 48 horas… Treinar tão duro para jogar assim… Essas coisas que fazem a vida do tenista tão dura”. A decepção de Anisimova é grande.
– Zverev lançou campanha de doação para sua fundação de ajuda a crianças com diabetes. E com um prêmio e tanto: passagem com acompanhante para ver Roland Garros, ingressos para dois dias, quatro noites de hotel e raquete autografada. Vale muito: viprize.org/zverev
– Guto Miguel e o parceiro esloveno Ziga Sesko levaram apenas 40 minutos para avançar às quartas de final da chave juvenil do Australian Open. Enfrentam o britânico Mark Ceban e o russo Kirill Filaretov no final do dia. E antes Guto disputa oitavas de simples.










“Perdeu no entanto a paciência com uma pergunta mal colocada sobre estar correndo atrás de Sinner e Carlos Alcaraz: ‘Acho desrespeitoso que você ignore meu domínio nos Slam por 15 temporadas’.”
Aqui caiu a máscara e surgiu o Djokovic verdadeiro: um homem mal educado, estourado (especialmente com mulheres), frustrado, que acha que o mundo deve amor e admiração a ele porque ele teve um “domínio nos Slam por 15 temporadas” (informação que eu não sei de onde ele tirou).
Quem parece ser frustrado é o senhor, que está interpretando ao seu modo a ridícula pergunta do enviesado jornalista.
Foi de 2011 a 2023. Ele errou.
4 < 6 < 24. Quem está correndo atrás de quem, garato?
Né? Nem discuto
Não disse, prezado Julio Marinho?
Pause. Qual o contexto mesmo? São muitos embates ao longo dos anos para saber exatamente de qual. Mas vou me adiantar sobre o comentário do Gilvan. Não iria a tanto em termos de deselegância e mau-caratismo, mas achei meio despropositada a reação dele, o que reforça aquela questão de ele ter a necessidade de ser reconhecido (ele já é). O que você achou da forma como ele respondeu? Porque ele fez parecer que foi colocada de forma desrespeitosa, mas em nenhum momento o repórter disse que ele não foi dominante ou sugeriu isso. Só perguntou como ele se sentia vindo como uma terceira força no início e agora tentando chegar no nível do big2 para tentar ir ao 25° Eu achei a pergunta ótima por sinal, que no meio da raiva que ficou, nem respondeu direito. Ninguém, em nenhum planeta, acha que Sinner ou Alcaraz são comparáveis hoje com os números e domínio do sérvio. Isso nem é assunto. Ele fez parecer que esse era o assunto (que ele não foi dominante) O Djokovic quer mostrar para o repórter que dominou o circuito e tem os melhores números que Alcaraz e Sinner? Porque eu não vejo muito sentido de ele começar a pergunta assim: “considerando que você dominou o tênis por tanto tempo e ninguém tem os seus números, como você está se sentindo agora, em outra fase da carreira competindo com os dois líderes? Considerando ainda que você dominou o tênis por tanto tempo e ninguém tem seus números, você acha que essa situação te relembra quando você entrou no circuito e havia dois jogadores que dominavam o circuito? Acho que isso é meio dado e, por isso, a reação de constranger o repórter a bit too much (nada tb de outro mundo). Abraço!
O contexto de outro post, onde falávamos sobre os que aqui transformam coisas ditas ou não ditas por Djokovic em uma catástrofe e ao ler esse comentário:
“Aqui caiu a máscara e surgiu o Djokovic verdadeiro: um homem mal educado, estourado (especialmente com mulheres), frustrado, que acha que o mundo deve amor e admiração a ele porque ele teve um “domínio nos Slam por 15 temporadas” (informação que eu não sei de onde ele tirou).” me aludi a ele para você.
Na minha visão, como aqui, há uns repórteres que tentam sempre uma alfinetada e achei a resposta boa e normal. Ele não o destratou, emitindo a opinião de que achou a pergunta um tanto quanto desrespeitosa, afinal, como poderia ele estar “correndo” atrás dos dois, tendo já construído tudo o que construiu? Mesmo porque, ele sempre afirma o quão excelentes são ambos e o objetivo dele é vencer o maior número de jogos, não alcança-los. É exatamente o contrário.
Talvez ele queira simplesmente manter a distância.
Depois li lá e entendi a referência. O que pegou foi o “chase” na pergunta. Há uma tentativa de competir no mesmo nível, mas chase não existe mais para Djok, nem proteção de recordes. Está muito distante para pensar nisso. Mesmo assim, ele teria outras formas de sair. Criou algo um pouco maior que estava. Mas enfim, são nesses pontos que a gente concorda em discordar! Abraços!
Peraí que a conta não bate! 15 x 4 slam no ano = 60… Mas o sérvio tem 24 títulos… 15 anos de domínio!? Esse cara só fala M… abobrinha
Quem ganhou mais que ele nesse período?
Nunca ouviu falar de aproximação, arredondamento?
Gilvan,
Assisti a entrevista e tive a mesma impressão que vocé teve.
Obviamente os fanáticos – como o colega que lhe respondeu – jamais conseguiria perceber.
OK, Carlo VW.
Federer e Nadal correram atrás do Djokovic e nunca alcançaram. Isso é verdade ou é derespeitoso?
Na verdade, Djokovic foi quem sempre correu atrás de Federer e Nadal. Ambos já se aposentaram, mas ele continua correndo atrás deles até hoje. São seus grandes moinhos de vento, suas quimeras mal resolvidas.
Só se for na sua cabeça. O cara nem enxerga mais a dupla no retrovisor.
Será? Veja que na entrevista coletiva de hoje ele fez questão de, novamente, citar os 2, Federer e Nadal, em mais de uma oportunidade. Eu acho que tem coisa muito mal resolvida naquela cabecinha.
O que Djoko ainda persegue – sem sucesso – é ser mais amado que Nadal e Federer.
Mas concordo que está difícil…
OK, Carlos VW.
Por qual(is) motivo(s) você acha isso?
“mas ele continua correndo atrás deles até hoje. São seus grandes moinhos de vento, suas quimeras mal resolvidas.”
Gilvan que vc não gosta do maior jogador de tênis de todos os tempos isso ficou claro aqui no seu comentário, agora lá vai um pouco de aula pra vc. O que vc chama de falta de respeito e de falta de educação do servio eu chamo de personalidade!! Pra não babar ovo de ninguém eu chamo de cunhudo!! Termo gaúcho que vc não conhece e nem vai conhecer porque vc não é óbvio, Djokovic! Não precisa medir palavras pra ninguém!! Meu querido ele é o maior jogador de tênis que existe ele tem sim!! Que ser ovacionado e respeitado pelo circuito inteiro, outra coisa o Alcaras e o sinner eles ainda tem que amarrar as chuteiras do servio sim!! até porque, são dois excelentes tenistas mais!! Muito mais!! Muito longe ainda de se compararem ao fenomenal Novak Djokovic!! Poderia dormir sem essa Gilvan. Abs!!
Como bom “cunhudo” eu não me ajoelho nem abro exceções para ninguém. O mesmo respeito e educação que eu espero do garçom que me serve eu espero daqueles a quem eu sirvo. Não dou tratamento especial aos “escolhidos”, que acham que estão acima das convenções sociais só pelo tanto de dinheiro, fama, poder, títulos, medalhas que acumularam. E eu espero que os demais adotem a mesma postura frente a mim. Isso sim é ser “cunhudo”. Como disse um certo presidente, “a minha mãe ensinou que a gente não pode baixar a cabeça”. Quem baixa a cabeça para os “Djokovics” da vida termina com o chapéu arrastando no chão, meu amigo.
Mas veja, Valdemar, essas são questões de diferentes visões de mundo. Se você acha que tem que engolir as grosserias, as idiossincrasias, aguentar os caprichos daqueles que você supõe estarem acima de você, tudo bem também. Cada um leva a vida como achar melhor.
Agora gostei do que vc falou vi outra perpesquetiva nas suas palavras, diferentes visões de mundo concordo totalmente nesse ponto por isso peguei pesado nas palavras com vc justamente por isso respeito é também aceitar não só a opinião de outra pessoa como também as visões que ela possui assim como vc acha o Djokovic arrogante eu acho que ele tem o direito de ser assim independente dos que os outros pensam, é só isso ele tem o direito de ser como ele quiser ser aí óbvio que tudo tem um preço e ele sabe disso um deles é não ser adorado por muitos torcedores de outros tenistas mais a vida é assim não fazer média no mundo de hoje tem preços cada vez mais alto infelizmente. Abs
A expressão gaúcha é culhudo.
Obrigado! Paulo.
Quanto fel hein, Gilvan?
Quem te lê, pensa que o Federer é um monge budista ou franciscano.
Onde entra o Federer nessa discussão mesmo?
De quem tu é fã mesmo?
Putz!
Olha a mentalidade desse ser.
Vou desenhar para ti: vocês que criticam o Djokovic, criticam como se os preferidos de vocês não tivessem defeitos.
Ainda mais tu, Rodrigo S. Chilique, que admira o Kyrgios, um “ser de luz” não?
O mal do fanático é esse, Paulo F.:
– Sempre achar que quem não torce para o seu ídolo, é porque torce contra.
Não vou perder meu tempo explicando para você que não carrego tenista de estimação no bolso (nenhum deles), embora tivesse uma grande admiração pelo Guga… que já pendurou as raquetes há quase 15 anos atrás.
Eu admiro o jogo do Kyrgios, “Finícius”. Como qualquer um que gosta do espetáculo no tênis.
O que não quer dizer que eu aprove os maus comportamentos dele.
Atualmente do Alcaraz. Também já gostei muito do Federer, do Thiem, do Guga, do Sampras, mas e daí? Nenhum deles deu entrevista essa semana sendo mal educado com o jornalista.
Leia a resposta acima do Luiz Fabriciano, se tiver um pouco de boa vontade.
Maior sei lá o que.. mas que nao detém a maioria dos recordes do tênis, que pertencem a duplas ou ao feminino.
Que recordista é esse???
rs
OK, Lupin.
Lupin e suas inúmeras personalidades. Só espero que não desperte a personalidade “The Beast”.
Pois é. Você tem que estudar para aprender a fazer as comparações da forma correta. Homem compara com homem, mulher compara com mulher, dupla feminina compara com dupla feminina, dupla masculina compara com dupla masculina e dupla mista compara com dupla mista. Nos esportes de luta, por exemplo, é o mesmo critério: peso-pesado homem compara com peso-pesado homem, peso-galo mulher compara com peso-galo mulher, peso-pena homem compara com peso-pena homem, peso-palha mulher compara com peso-palha mulher e assim por diante.
Para de pegar no pé do cara, ele é o melhor de todos os tempos e perguntam se ele está correndo atrás do Alcaraz e do Sinner… Eu nem sou Djokovic, sempre torci pro Federer, mas curto o Nadal e o Djoko. Ele foi o melhor dos big 3 e obviamente hoje em dia o físico não é mais o mesmo, e os dois estão voando.
Será que os Deuses vão ajudar colocando o jogo no calor escaldante ? Djokovic se vira melhor que ovSinner no calor ?
A meu ver sinner 3 a 0 na semi, 6×4 6×2 6×3. Não vai dar jogo não.
Se o pecador amarelar como cenoura
Pode tomar uma piaba
Nao se iluda tanto meu amigo
Tudo pode acontecer
Ta em aberto a disputa tudo pode acontecer
Caro Luis,
Djokovic ja nem deveria mais estar no torneio, palavras do próprio da entrevista pos jogo.
Nao ha nada de aberto, mas sim um favoritismo estarrecedor do Sinner.
O GOAT terá que encarar Sinner e depois Alcaraz com aquele velho olhar e a gana do Lobo dos Balcãs se quiser ter uma mínima chance para erguer mais um caneco na Austrália, merecia ter perdido e externou justamente isso na entrevista de quadra.
Para os que tentarem citar o Sobrenatural de Almeida, vale refrescar a memória dos antis que fato similar aconteceu o mesmo com Sinner na edição passada de Wimbledon.
Musetti? Continua tendo o físico como o grande rival da carreira, parece ser de vidro tipo o Delpo.
No confronto Rybakina x Pegula, não torcerei.
Admiro as duas por motivos distintos.
Ryakina além do tênis de pesadíssimos golpes, acho-a linda, maravilhosa e encantadora, poderia estar desfilando para grandes grifes ao invés de ser desportista.
Já Pegula, poderia ter uma tranquila e confortável vida de patricinha instagramável e influencer, ser uma outra Paris Hilton ou Khardashians por ser também ser uma bilionária herdeira. Ao invés disso, trilha seu próprio belo caminho, sendo uma das melhores atletas num disputado e desgastante esporte como o tênis.
Tae… finalmente um comentário onde a beleza da tenista é apenas parte do contexto.
O comentário é um tapa na cara daqueles no blog que “classificam” as mulheres segundo seus próprios critérios numa escala entre “bonitinha e feiosinha”, sem lembrar que a beleza é algo extremamente subjetivo e particular de cada um e que beleza nao tem não tem cor, nem medidas no corpo.
Pode crê
O pecador do cenoura deu sorte nessa tbm , se não ja tinha embarcado para casa
O Djokovic precisa se aposentar logo. Está apenas aumentando mais paginas triste da sua carreira, que vem desde 2023 sem títulos acima de 250 no circuito. E agora jogando uma semifinal sem qualquer mérito.
Djokovic virou o palhaço de rodeio no tenis. Desperta grande atenção, mas a grande atração seria os Cowboys Sinner e Alcaraz.
Esqueceu convenientemente do título olímpico (2024), que foi em cima de Alcaraz, logo depois de derrotar o medalhista de bronze Musetti.
Quem levou as medalhas de ouro anteriores? Zverev (2020), Murray (2016 e 2012) e Nadal (2008). Como se vê pelos campeões, está longe de ser um torneio para pangarés e é considerado Big Title pela ATP.
Concordo, mas hoje em dia não tem chance de ganhar Slam, só se for na sorte, ganhou de WO do Mensik, e era pra ter perdido do Musetti. Pegar Sinner e Alcaraz é uma missão quase impossivel pra ele hoje, principalmente em um jogo melhor de 5 sets. Ele quer continuar jogando pra ver se tem uma brecha ou jogar torneios 250 aonde tem mais chance de passar o Federer em números de títulos. Sim ele é o melhor de todos e não precisa disso pra provar nada.
Olá, João, as chances são realmente muito baixas, mas não inexistentes. Essa partida com Musetti vejo como um caso à parte. Coincidiu um excelente dia do italiano com um péssimo do sérvio. Em 2025 ele só foi superado em Slam por Sinner e Alcaraz, mesmo lesionado em 3 dos 4 Slams
Se Sinner tiver câimbras como teve com Spizzirri e Zverev derrotar Alcaraz, ele tem uma boa chance de título. Porém, realmente é muito improvável que as estrelas se alinhem assim.
e o numero 4
Quanto será que custou colocar o sérvio na semi-final?
E quem será que pagou a conta??
Afinal de contas com o superbig Sinner oscilando fisicamente, era necessário encontrar alternativas com nomes de peso para uma eventual final, caso Sinner não se recupere a tempo.
OK, Lupin.
Kkkkkkk
Dalcim,
60 a 40 para Alcaraz?
70 a 30 para Sinner?
Acho bons palpites, Paulo.
Muita sorte mesmo. Vai precisar agora que o Sinner e o Alcaraz se lesionem. Talvez ele só consiga ganhar do Sasha numa hipotética final pq o alemão sente bastante pressão.
Só na base de lesão mesmo. Sinner e Alcaraz não perdem mais para o Djokovic em slam mesmo jogando mal.
Eu acho que não é ajuda dos Céus não. Acho que a ajuda vem lá de baixo….
Cuidado para onde apontas ou o que desejas, poderá ter um efeito que tu não curtirás domingo pela manhã…
Dalcim na entrevista Djoko disse que já aconteceu com ele essa situação do Musetti (abandonar vencendo a partida). Sinceramente eu não me recordo…lembro dele no começo da carreira abandonando vários jogos quando estava perdendo…Você se lembra ?
Djokovic tem um total de 15 partidas em que ele abandonou por algum motivo. Dessas, a única em que estava com 2 a 0 na frente foi diante do Nikolai Davydenko na Davis de 2008. Em Grand Slam, por três vezes ele ganhou o primeiro set ainda de desistir (Australia de 2009, Wimbledon de 2007 e Roland Garros de 2005).
E tudo coisa bem velha.
Não poderia haver foto mais emblemática para encimar esse post.
Obviamente a vitória foi do Musetti, e foi uma baita surra. Pela primeira vez na história dos slam teremos um jogador sendo surrado mas avançando para ser surrado de novo. Pode isso!? Se Sinner estiver 100 ou 80% sem chances para o milongueiro. Mas basta o Jannik jogar o que jogou hoje(mesmo sem potência no saque) que o que vier do goat do Paraguai pouco importa! 3 x 0 tranquilo!
PS: Novak não depende mais de si mesmo para vencer slam ou algo importante. Depende de se o rival vai estar machucado. No 100% x 100% ele já não é páreo para alguns… Para os dois primeiros do ranking chances zero!
Djokovic e rodada diurna não combinam. Quase sempre ele joga mal e hoje não foi diferente. Cometeu 32 erros não forçados em 2 sets. A critério de comparação, na final de 2019 contra o Nadal ele cometeu 9 erros apenas (rodada noturna).
Quanto ao Musetti, mais do mesmo… é um jogador muito bom tecnicamente, mas o físico é uma porcaria para um cara de apenas 23 anos. Ano passado aconteceu a mesma coisa contra o Alcaraz e em 2021 a mesma coisa contra o Djoko. Trágico.
Obviamente o sérvio não vai ser favorito aos 38 anos contra Sinner ou Alcaraz, mas para ter alguma chance precisa apresentar o mesmo nível de movimentação das rodadas iniciais. Não vejo outra forma.
Safin esses dias foi perguntado sobre a busca do 25º Slam “Eu diria que não. Sendo sincero, ficaria surpreso se conseguisse. Teria que rejuvenescer dez anos para conseguir”.
Esse tipo de declaração mostra como o Big 3 foi impressionante após os 30 anos. Não vejo um Sinner jogando nesse padrão com mais de 35 anos, um cara que sofre tanto fisicamente igual ele. Alcaraz, que também tem grande imposição física, já deu declarações no sentido de parar cedo. Fisicamente é um esporte cruel. Só nesse AO: Fonseca, Musetti, Mensik etc, fora os “baixados” Rune, Fils e Draper.
Pois é, logo depois da vitória em cinco sets do Musetti sobre o Machac naquela sexta-feira de calor extremo (e com o teto aberto), expressei aqui a minha satisfação por ele ter aguentado firme sem sentir uma cãibra sequer. Mas infelizmente a sua resistência não durou mais duas rodadas à frente.
Sobre a longevidade do atual big 2, ninguém pode antever o que irá acontecer. A imposição física pode ter aumentado, mas ao mesmo tempo a medicina esportiva não para de avançar e um calendário menos exigente também pode aos poucos se impor.
Lembro que muitos diziam que o Nadal pararia antes dos 30 anos, em face do seu jogo demasiadamente físico.
O Nadal foi um ponto fora da curva, como imagino que Alcaraz possa ser. Rafa aguentou até 2022 (36 anos) performando em alto nível, mesmo com vasto histórico de lesões. A diferença, talvez, é que Alcaraz não pretende ficar mais tempo e aí entra uma questão mental/motivacional dele mesmo.
Sobre o final de seu comentário, diziam isso sobre Nadal e Djokovic, mas o sérvio aguentou ainda mais, finalizou mais uma temporada no topo do ranking (36 anos), ganhou enfim seu Ouro aos 37 anos e segue no top 5 do ranking. São dois fenômenos.
Isso do Alcaraz dizer que não pretende jogar por muito tempo nem ele escreve.
A verdade é que a adrenalina da competição é um vício, o qual é potencializado com a atmosfera dos grandes palcos frequentados pelos extraclasse.
Basta ver o empenho do Big 3 em esticar ao máximo a carreira. Para não dizer de outros e outras que se aposentam e voltam. Serena já dá sinais…
Acho que a competição é um vício, mas a preparação/rotina de um atleta, viagens etc costumam cansar até demais. E, de fato, o Big 3 esticou a corda ao máximo, veremos se eles são exceção.
A rotina é inerente a qualquer atividade profissional, em umas mais, em outras menos. O que faz uma pessoa adorar a sua profissão, a ponto de exercê-la se possível até a morte é a compensação dos estímulos proporcionados por ela. Uma espécie de fonte de prazer. E no caso de atletas, esse prazer é orgânico, posto que há estímulo hormonal envolvido.
O ex-jogador de futebol Falcão cunhou uma frase que traduz bem esse fato: “o atleta morre duas vezes e a primeira é quando se aposenta”.
Ao contrário do que dizes, o Big 3 não é exceção ao esticar a corda ao máximo. Estão aí Agassi, Serena, Murray, Fognini, Gasquet, Feliciano Lopez, Verdasco, Venus, Cilic, Nishikori, Wawrinka, Monfils, Mannarino, Bautista Agut, Goffin e tantos outros aproveitando ao máximo o que a medicina esportiva pôde e pode lhes oferecer para que continuassem ou ainda continuem. As exceções são justamente os que param cedo por motivos outros que não sejam lesões incapacitantes.
Portanto, acho improvável que Alcaraz e Sinner, se saudáveis, também não estiquem a corda. Até porque no caso deles haverá ainda um segundo e poderoso estímulo, a saber, a competição por recordes.
Você me entendeu mal, exceção no sentido do altíssimo nível de tênis.
Exemplo: Cilic e Wawrinka ainda estão aí, mas não fazem metade do que o Djokovic já fez após os 30 anos. Seguem jogando, isso é bem possível.
Nadal, Djoko e Federer venceram Slams com mais de 35 anos. O sérvio venceu 12 Slams após os 30, fechou temporada no top 1 aos 36.
Meu ponto é simples: Alcaraz e Sinner estarão dominando o circuito e vencendo Slams após os 35 anos, algo perto do que Djokovic fez em 2023 (36 anos), Federer em 2017 (35-36), Nadal em 2022?
Hoje eu acredito que não. Muita coisa muda: adversários surgem no caminho, o próprio físico deles muda, a motivação muda. Eu não acho que eles estarão dominando o circuito com essa idade, fechando temporada no topo do ranking. Agora, podem jogar um grande tênis, evidente.
Desculpe, mas parece-me que você muda o foco da discussão para não dar o braço a torcer. Diz agora que o ponto é se Sincaraz vai jogar em alto nível até 35 anos ou mais, quando antes o ponto era duvidar que a dupla venha a esticar a corda, independentemente do nível competitivo, por razões relacionadas à queda de motivação.
Mas qualquer que seja o ponto, é puro achismo dizer que não serão longevos em alto nível. Achismo porque não encontra sustentação na realidade. Antes pelo contrário. Os dois estão aí já quebrando recordes. Surgir adversários no caminho é um postulado acaciano. Pode surgir ou não. Mas o físico mudar para pior é bastante improvável (exceto por lesão séria), pela, repito, evolução constante da medicina esportiva, fato que você parece ignorar.
Imagino que lá atrás você também tenha pensado que o Big 3 não chegaria onde chegou porque iriam surgir adversários mais fortes, a motivação iria soçobrar e o físico os deixaria na mão a partir dos 30 anos.
Não, André, é um tanto óbvio que tenistas desse porte podem jogar um grande tênis em idade avançada. Se Wawrinka gordinho e aos 40 anos consegue, por que não um Alcaraz?
Mas jogar bem é uma coisa, o Djoko por vezes ainda faz isso, mas o cenário atual se repetir, ou seja, os dois dominando o circuito com sobras é improvável. Alcaraz aos 22 anos está virtualmente com mais de 12 mil pontos na ATP, Djoko em 2016 chegou a quase 17 mil. Veja a pontuação do sérvio hoje, ele não consegue mais acompanhar aquele ritmo de 10 anos atrás.
“Mas o físico mudar para pior é bastante improvável (exceto por lesão séria), pela, repito, evolução constante da medicina esportiva, fato que você parece ignorar.”
Se isso fosse verdade, o físico do Djokovic seria melhor hoje do que no auge dele (2015), mas o que se vê é um sérvio sofrendo absurdamente com essa parte. De onde você tirou que o físico de Sinner e Alcaraz estará melhor aos 38 anos, acha mesmo isso?
Olhe para o Big 3: Federer em 2021, Nadal em 2023-2024, Djoko hoje, ou até o Murray. Acha que o físico desses caras mudou para melhor?
Sinner saudável – resultado 3 x 0. Dúvida? Saber quantos games Djokovic consegue ganhar.
Sempre consciente de seu nível, uma característica marcante dele, Nole reconheceu o mérito de Musetti e sentiu-se mal pelo garoto. E é justamente essa questão física que sempre o diferenciou, ele sempre soube dosar a energia nos Slams, aumentando o nível somente quando o necessário. O cuidado extremo com o corpo minimizou as lesões que o esporte de alto nível sempre traz.
Uma pena pro Musetti, mas para o entretenimento ter Djoko para enfrentar Sinner é muito mais interessante. Ainda que pareça um desafio instransponível, já que Jannik é de fato uma versão melhorada do sérvio, a experiência e a técnica estão do lado de Nole. Pensando no jogo de hoje, somente um problema físico impede o triunfo do italiano. Mas como disse, é na hora que a onça bebe água que vemos o melhor de Djoko. Chega inteiro pro jogo.
Claro que mesmo vencendo o Sinner, a chance de Carlitos ser o adversário é tremenda, e mesmo já tendo superado o espanhol no AO, a cada confronto Djoko vê uma versão melhorada do garoto. Alcaraz me lembra um jogo de videogame do Batman, em que não bastasse o herói já ser quase invencível, a cada fase ele vai incoporando mais armas ao seu vasto arsenal. No caso de Carlitos, já veio com quase todos os “acessórios” na largada, e ganhando mais alguns, vai ficando cada vez difícil ganhar dele.
Chegam os 4 melhores do ranking, e fico feliz de ver Nole entre eles ainda. Calendário reduzido, contusões pelo caminho, idade chegando e o homem continua firme alcançando as semi-finais de Slam. Sorte? Com certeza, aquela mesma que acompanha todo mundo que sempre acredita em si mesmo.
O Dalcin poderia sortear alguma coisa para quem acertar quantos games o sérvio ganha.
Como previsto, Jannik Sinner surrou Ben Shelton.
Shelton beeeem longe dos 30% de chances dados por alguém daqui que se acha o maior conhecedor de tênis do mundo.
Conferido!
Rsrssrsrs Abs!
Título perfeito para a campanha de Djokovic, embora alguns também podem achar que foi com a ajuda dos infernos kkkkk. Conforme minha previsão precisa, Musetti venceu. Tendo apenas o detalhe que não ganhou. Isso parece muito estranho de se falar. Porém é um exemplo do quanto é difícil vencer Djokovic por causa desta “aura” de que lhe proporciona proteção de origem desconhecida. Mesmo o melhor tenista da história tendo 40-15 e saque não conseguiu fechar certa partida. Musetti precisaria ter 100 vezes ou mais 40-15 para vencer Djokovic.
” Musetti venceu. Tendo apenas o detalhe que não ganhou.” – Ronildo, ele pode não ter ganhado, mas você ganhou a “taça”.
“- Não acho que quem ganhar ou quem perder, nem quem ganhar nem perder, vai ganhar ou perder. Vai todo mundo perder! ” – Isto me lembra alguém… … …
Coitado do Musetti, Maurício
Talvez a última alternativa seria ele criar uma máquina do tempo para ficar tentando vencer e ganhar do Djokovic kkkkkk
Daria uma boa série de loop temporal da Netflix, Ronildo. O único problema é que a série nao iria terminar.
Abs
Verdade kkkkk
Ia parecer aquele filme do Tom Cruise, No Limite do Amanhã.
O melhor da história que por várias vezes não soube fechar um jogo “ganho”?
Me explique melhor, Bial.
Não meu caro, Musetti não venceu nem ganhou. Ele simplesmente deixou de estar apto a continuar o jogo, que tinha minha coisa a acontecer ainda.
Na verdade o Djokovic não mentiu sobre seu domínio de mais de uma década, apenas deu uma arredondada. Na prática ele venceu 23 Grand Slams dentro de 13 anos ou temporadas, como queiram. Começou a dominar nos Slams aos 23 anos e parou aos 36, é um domínio sem precedentes.
Nesse período a concorrência dele foi com Nadal, Murray, Federer, Wawrinka, Zverev, Thiem, Medvedev, Del Potro, Berdych e por aí vai, incluindo o Big 2 atual.
Djoko passou, sorte é pra quem tem, mas basta ler sobre a partida pra ver que as coisas não estavam favoráveis p ele. Até quando está sorte vai durar? Provavelmente até sexta! É claro que ninguém é insano pra descartar um craque como ele de nada, mas tudo aponta para ele ter chances parcas contra o italiano…
Mestre Dalcim, mas wue texto denso, informativo e saboroso é esse, meu!!!!
Para mexer com alguns coleguinhas Djokovic, sem a menor dúvida, é o eterno GOAT !!!
Obrigado, Marco Aurélio.
O Sinner não tem fãs no blog. Aqui tem haters sem argumento, mas uns 90% são/ou eram fãs do Federer, que além de ser dominado pelo sérvio por 10 temporadas seguidas, perdeu uma porrada de recorde pra ele. Nem o Alcaraz, que é um boa praça, tem fã aqui direito.
E de onde você tirou isso? Porque não dá pra contar quantos fãs tem este ou aquele tenista.
Estou falando sobre o ‘universo’ do blog, quem torce efetivamente para o Sinner aqui?
Ué, normal. Ambos estão no começo da carreira.
Em 2012 ou 2013 (início de domínio do sérvio) já havia vários fãs do Djoko aqui no blog. Se for comparar as torcidas de Sinner ou Alcaraz mundo afora, imagino que a do espanhol tenha mais peso, no entanto aqui no blog tem apenas dois fãs dele que postam aqui, fã do Sinner ainda não vi.
Aí não.
No começo das suas carreiras, o Big3 tinha vários fãs declarados aqui.
Federer que chegou para destronar Pete Sampras, Nadal, com 15 anos venceu seu primeiro jogo profissional e tinha uma aura de guerreiro, com cabelos compridos e usando calças para jogar e Djokovic zoando todo mundo.
Eu me tornei fã dele desde o primeiro grande torneio que ele fez, em Miami de 2007.
Eu, serve?
Não, você mal posta aqui com frequência. Deve ser seu primeiro comentário. O blog é composto em sua maioria por fãs do Djoko ou haters do Djoko/fãs do Federer.
Sinner e Alcaraz tem poucos fãs aqui no Blog, pois a grande maioria já passou dos 40, e boa parte destes tem mais de 50 ou 60 e até mesmo o Editor já beira os 70 anos (essa apresentação onde ele tem 63 já tá ae tem “uns bons pares” de anos).
Esse povo ainda acha o Opala um bom carro e tomou seu primeiro porre com Cuba Livre ou Menta.
Não acordaram ainda para a força dos superbigs sinner e Alcaraz.
OK, Carlo VW.
Não, Carlo, basta lembrar dos anos de 2011 ou 2012, Djoko já tinha fãs aqui mesmo, nesse espaço.
O maior problema dos dois, especialmente o italiano, para mim, falta aquela identificação do público com ele. Totalmente sem sal. Alcaraz é bem diferente. A cada jogada de efeito, quando ganha um ponto bonito e até mesmo quando perde um, sorri para o público.
Vai ser um massacre do sinner pra cima do djoko!
Musetti deveria ser investigado por match fixing. Não tem como um jogador abandonar desse jeito.
Respeite o Musetti e não seja mesquinho ao cogitar este tipo de coisa…
O acaso tem estado a favor do Djokovic, pois é a 1ª vez que alguém ganha dois jogos por “W.O.” na 2ª semana de um GS. Eu acreditava que ele chegaria nas semis, de toda forma. Se não tiverem contusões, creio que Sinner irá aumentar a sequência de vitórias. Mas a vida, o tempo e o esporte nos ensinam que tudo pode ocorrer. Inclusive nada.
Djoko se irritou com a pergunta do repórter, o que é natural. Entendi o ponto que ele queria abordar, comparando o sentimento do início da carreira, quando inha dois rivais consolidados e era movido pelo desafio de vencê-los, e agora, quando outros dois adversários dominam o circuito, se buscar superá-los é a mesma coisa. Faltou, obviamente, acrescentar que ele teve êxito não apenas em alcançar, mas em superar Federar e Nadal. Teria vontade de superar Sinner e Alcaraz?
Djoko foi franco em dizer que a dupla Fedal era rival, e fazia sentido, eles fizeram ele evoluir e nesse processo eles também evoluiram. Ali estava em disputa o topo do tênis.
Com os garotos é diferente, mesmo eles estando num nível superior atualmente, eles precisam ainda trilhar uma longa jornada para alcancarem os feitos de Djoko, na verdade são eles a persegui-lo, e não o contrário. Ela já atingiu o patamar que almejava, qualquer coisa que vier para ele é lucro. Não faz sentido ele pensar neles como rivais, assim como tanto para Murray quanto para Wawrinka o mesmo Djoko deixou de ser o adversário pelos títulos. Eles jogavam pelo prazer de estar em quadra (Stan ainda está jogando sua derradeira temporada). Pela sua impressionante capacidade de competir, Nole consegue se colocar nas fases finais de Slam e desafiar Sinner e Alcaraz. Por mais que alguns duvidem, ele pode surpreender e vencê-los. Mas perder não é nenhuma vergonha, eles estão vencendo a todos, não é Djoko que tem a obrigação de ganhar e sim o contrário.
E outra: dou um desconto para ele. Também tô ficando velho e sem paciência…rs. Nessa altura da carreira, ele se dá ao luxo de fazer o que gosta e ir longe mesmo assim. Um gênio.
Assinado.
E o Musetti mais uma vez esculhambando o Golden Swing.
A atitude do Musetti lembrou um pouco a do Barrichello, que foi até próximo a linha de chegada e depois deixou passar, abrindo 0x2 e.abandonando…
Acredito que os “Deuses” qie o editor menciona possam ter nome e ter também sobrenome e ser os mesmos que abrandaram a pena por doping do Sinner.
E por que ainda acompanhas um esporte com essas características?
Porque sou fanático pelo ténis mesmo tênis nâo sendo meu primeiro esporte (mas deixando bem claro não o sou por nenhu. tenista em particular)
Não falei de tenista.
Falei que acompanhas um esporte em que não confias em sua idoneidade.
Eu, não estaria mais nele.
Dalcim, confesso certa frustração pela falta de competitividade ( não sei se essa seria a palavra mais correta) nos principais jogos, o que má causa até estranheza, já que tivemos rankings altos na segunda semana. Fiquei frustrado também com o jogo de Djoko e musetti (estava torcendo para o italiano, mas tive de torcer para Djoko reagir, pois poderia ser um novo passeio nas quartas). Os jogos que mais me alegraram foram os de Wawrinka, que apesar da idade, fez muito bonito novamente. Espero que as semi compensem em termos de paridade entre os jogadores. Abraço!
Dalcim, Sinner foi ajudado pela organização ou teve o respeito ao protocolo?
Claro que houve respeito ao protocolo, mas aconteceu num momento muito inapropriado. Deveriam pelo menos esperar a virada de lado ou o fim do set.
Não sei… existem situações que podem causar até desmaio. Calor extremo é algo que precisa evitar.
Com respeito a sua opinião, discordo Dalcim. Se tivessem esperado a virada de lado ou o fim do set, o Sinner poderia alegar desfavorecimento em relação a ele, visto que todas as partidas foram paralisadas naquele momento. Ele deu sorte de ser paralisado naquele momento. Segundo a narração onde eu estava assistindo, foi isso que disseram, que todas as partidas foram paralisadas naquele momento.
A unica chance do Djokovic contra o Sinner é o italiano não está fisicamente bem. Em condições normais, 3 x 0 tranquilo para Sinner. O grande teste será do Zverev… ele é o único que ainda pode mostrar que o abismo do top 2 não é tão grande. Pois todos os demais do circuito estão ano luz de Carlitos e Sinner.
Dalcim,
Achei estranho que voce nem sequer mencionou a atuação soberba de Musetti nos dois primeiros sets, e preferiu atribuir o atropelo à uma suposta atuação irregular do servio.
Voce nao apreciou a atuação do italiano?
Abraços
Hendrix
Fez um belo primeiro set, sem dúvida. Gostei de sua postura determinada em quadra e estava com golpes bem afiados, mexendo-se muito bem. Mas é preciso olhar para o outro lado da quadra e ver Djoko cometendo 18 erros não forçados num único set, o que está longe de ser seu padrão, ao menos tempo que ganhou apenas 52% dos pontos em que acertou o primeiro saque.
Conforme amplamente mencionafo na postagem, Djokovic “supostamente” perdeu para ele mesmo.
Parece que “essa história” primeiro serviço, porcentagem baixa de acertos alto número de ENF é “mei que” conhecido como “atuação irregular.
Ou em resumo, “o ídolo não jogou p. nenhuma”.
OK, Lupin
Aryna acaba de vencer sem sustos, creio que o mesmo deve ocorrer com Rybakina. Sábado deveremos ter um jogo equilibrado…
E Djokovic mantem sua poupança de energia nesse AO.
Mais um jogo em apenas 3 sets.