Números 1 atacam, Bia tenta mas se perde

A necessidade de fazer um jogo agressivo foi a tônica desta abertura do Australian Open 2026. Funcionou muito bem para os excepcionais líderes do ranking e para alguns pretendentes de peso, mas não deu certo para Beatriz Haddad Maia, que se perdeu em seus próprios vacilos e deixou escapar uma vitória importante neste recomeço de caminhada.

Não se pode dizer que Bia jogou taticamente mal. Foi para a bola o tempo todo, o que rendeu 41 winners e 45 erros, uma necessidade diante do jogo mais sólido de base da ‘baixinha’ Yulia Putintseva. A cazaque se empenhou em buscar contragolpes e forçar o máximo possível o backhand da brasileira, porém ainda assim foi dominada e permitiu que Bia abrisse quebras de vantagem em todos os sets.

E aí veio o problema maior de Bia: o saque. Ela começou com boa velocidade e índice de acerto, até que a estatística baixou à medida que o jogo se alongou e vieram também os momentos de pressão, a ponto de passar games inteiros quase sem colocar o primeiro serviço. A média de 161 km/h do primeiro set despencou para 141 km/h no terceiro e aí Putintseva se deu ao luxo de atacar a devolução, ao mesmo tempo que preferiu fazer a canhota cobrir mais a quadra.

Bia não deveria ter caído, ainda mais com 3/1 no terceiro set. Perdeu portanto cinco games seguidos e tomou a errada decisão de não entrar na chave de duplas, o que significa que já é hora de voltar para a casa e se preparar para os torneios de alto nível do Oriente Médio. Para mim, outra escolha falha de calendário, como fez em Adelaide. Me parece a hora de buscar torneios com nível técnico mais compatível com sua necessidade de vitórias.

A alegre volta da bicampeã

Aryna Sabalenka encarou um primeiro set até bem disputado contra a francesa Tiantsoa Rajaonah, a campeã do SP Open, e depois se mostrou radiante por ver Rod Laver e Roger Federer na tribuna, a ponto de pedir para tirar uma foto com eles. A número 1 não encaixou tão bem o saque, com 62%, mas disparou 23 winners contra apenas 9. Não deve levar susto contra a chinesa Zhuoxuan Bai.

E as surpresas não demoraram a aparecer. A maior delas certamente foi a queda da russa e cabeça 11 Ekaterina Alexandrova para o tênis regular da turca Zeynep Sonmez, enquanto Elena Ruse tirou Dayana Yastremska. Tranquilas foram as partidas de Jasmine Paoline e Elina Svitolina.

E a jogada do dia – e quem sabe da primeira semana – saiu da raquete da grega Maria Sakkari:

Alcaraz reaparece agressivo

Os 38 winners, oito deles de aces, mostram o quão o espanhol Carlos Alcaraz optou por uma estreia bem agressiva no Australian Open. Até levou pequeno susto no segundo set, quando foi quebrado pelo local Adam Walton, muito disso porque também cometeu 36 erros em sua tentativa de atacar o tempo todo.

Foi uma apresentação firme para quem duvidava de sua capacidade sem Juan Carlos Ferrero. Ele, a propósito, pediu mais crédito a Samuel López na entrevista oficial. A média de primeiro saque ficou em 191 km/h e o mais veloz viajou a 210. Ou seja, segue na tendência de forçar o serviço, que vinha desde o ano passado. Yannick Hanfmann vem agora e é bem mais experiente.

Ótima estreia também de Alexander Bublik, sua primeira desde 2022 no torneio. Ele precisa bater Marton Fucsovics para enfim chegar na terceira rodada do torneio. Seu setor ficou sem Flavio Cobolli, cabeça 20, que entrou em quadra com dores estomacais e foi dominado pelo quali britânico Arthur Fery.

Com a necessidade defender o vice e o terceiro lugar do ranking, Alexander Zverev sofreu com o saque de Gabriel Diallo. Achou o caminho quando cortou os erros e calibrou o forehand. Foi um teste respeitável e deve encher o alemão de confiança para encarar Alexei Popyrin ou Alexandre Muller. De quebra, recebeu pedido de casamento.

E mais

– Venus Williams chegou a ter 4/0 no terceiro set e aí perder seis games consecutivos, sendo eliminada pela boa sérvia Olga Danilovic.
– Sonmez marcou a primeira vitória do tênis turco na história do torneio, ao tirar a cabeça 11 Alexandrova. A russa estava no caminho de Bia em eventual terceira rodada.
– A inesperada vitória de Elsa Jacquemot sobre Marta Kostyuk foi em três tiebreaks, algo que aconteceu apenas pela quinta vez na soma dos quatro Grand Slam.
– Fato curioso, Tomas Etcheverry ganhou todos os pontos de serviço no quinto set contra Miormir Kecmanovic.
– Aliás, três dos quatro argentinos que foram à quadra venceram, incluindo-se aí o cabeça Francisco Cerúndolo e Francisco Comesana.
– E o Australian Open já começou com recorde: pela primeira vez, uma jornada superou a casa dos 100 mil ingressos vendidos: 100.763.
– Frances Tiafoe surgiu com um uniforme no mínimo inusitado, mas ele explicou que é uma homenagem a Serra Leoa, a terra de seus pais.
– A noite de domingo terá a perigosa estreia de Aliassime diante de Borges, Medvedev contra De Jong e possível longa partida de Rublev diante de Arnaldi. Djokovic volta à arena Rod Laver por volta de 6h30 para jogar seu 81º Slam e igualar Federer e Feli López.
– O forte trio norte-americano formado por Gauff, Anisimova e Pegula jogam na noite deste domingo. Na manhã de segunda, Swiatek e Andreeva devem ter estreias tranquilas.
– Fonseca treinou com Paul neste domingo e foi escalado para jogar na virada de segunda para terça-feira, no horário brasileiro, contra Spizzirri.

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Paulo A.
Paulo A.
1 mês atrás

Incrível os erros da equipe da Bia na definição do calendário de torneios dela nesse seu retorno após 4 meses de ausência no circuito. Parece muito amadorismo. Uma pena. Ano se anuncia decepcionante…

Realista
Realista
1 mês atrás
Responder para  Paulo A.

Pois é! e digo mais, agora que seria bem útil jogar duplas, ela não joga…

Marquinhos
Marquinhos
1 mês atrás

Pelo porte físico e altura que tem, acho pouco a brasileira sacar na média de 161km/h no primeiro serviço.

As irmãs Willians chegam/chegavam a superar os 200km/h…

Vicenzo Dollores
Vicenzo Dollores
1 mês atrás

E Federer aguarda sua anunciada exibição contra Nadal:】

– Seus aposentados forehand e backhand devem fazer estrago neste nível “Master” pelo que mostrou tlcontra Ruud – mesmo que nao possa fazer frente a um Top200 do ranking atual.

Federer jogou com categoria – mas nào passaria de um Top300 hoje, aos 44 anos.

Enquanto isso sua “notória” torcida sonha com uma volta. Ela me lembra muito a torcida da Ponte Preta, que nos anos 90 gritava da aquibancada “Volta Dicáááá”, pedindo a volta do seu grande ídolo, já aos 45 anos de idade, mas que em sua “loucura” recusava-se a entender que ele aposentara 10 anos e mostrando aos “Nolistas” como é duro compreender que seu caquético ídolo envelheceu e não consegue mais render o mesmo de outrora.

Aliás, falando de AusOpen, Sinner segue favoritivíssimo rumo ao Tri. Basta agora esperar sua estréia para sabermos se seu favoritismo ira se confirmar.

E ainda quanto a Federer, este deu um verdadeiro show de marketing nas ações do Ausopen das quais participou mostrando a jogadores como Djokovic a verdadeira força de uma imagem e um nome em detrimento da imbecibilidade dos números, que só cativa mesmo os imbecis.

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
1 mês atrás
Responder para  Vicenzo Dollores

Dar valor ao talento/legado x dar valor aos números. É tudo uma questão de ponto-de-vista. Como sempre, cada um puxa a sardinha pro seu lado.
Quem pensa diferente de você não é imbecil.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  Vicenzo Dollores

Grande Lupin,

Critica os números, mas escreve utilizando o computador ou a tela de um celular sem saber que essas coisas não existiriam sem o cálculo diferencial. Perdoem-nos, Leibniz e Newton.

Paulo F.
Paulo F.
1 mês atrás
Responder para  Vicenzo Dollores

Se números não importassem, a humanidade ainda seria um bando de coletadores nômades, Carlo VW.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Vicenzo Dollores

Seu comentário caminhava bem, até você taxar todo o resto do mundo de imbecil.
Se o número não tivesse toda grandeza que tem, o tênis seria contado por tempo e ao final, um juiz ( um ) ou aplausos do público (quem faria mais barulho seria o bloco com maior número de pessoas) determinaria o vencedor, sendo o escolhido, aquele tenista que fez a jogada ou o jogo mais bonito.
Ahh, mais uma coisa: idolatrar um aposentado do quilate de Mr. Federer é muito mais confortável que perceber a grandeza de quem ainda dá a cara à tapas dentro de uma quadra.

Fabio
Fabio
1 mês atrás

Dalcim, eu acho que esse lance da Sakkari vai ser o lance do AO 2026. Acho difícil outro lance assim. Veremos.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Fabio

Ela mesma disse que golpe foi mistura de Roger com Carlos , daí… rsrs. Abs !

Guilherme do E.S. Ribeiro
Guilherme do E.S. Ribeiro
1 mês atrás

E a derrota da Bia fica ainda mais amarga ao vermos Kostyuk e Alexandrova serem eliminadas. Perdeu uma grande oportunidade.

André Aguiar
André Aguiar
1 mês atrás

Exato. Chamamos atenção para esse ponto simultaneamente.
Essas oportunidades não devem ser desperdiçadas, pois podem definir o desempenho nos meses subsequentes. Se ela tivesse ganhado, ficaria confiante para superar as próximas duas adversárias, teoricamente inferiores. Vencendo-as, aumentaria ainda mais a confiança para o confronto das oitavas, provavelmente contra a Paolini. Mesmo se perdesse para a top 10 italiana, sairia de Melbourne satisfeita e confiante para encarar os torneios seguintes. Como nada disso aconteceu, o sentimento é oposto: dúvida e apreensão, apesar do discurso automotivador.
Mas minha torcida por melhores dias nunca irá faltar.

Guilherme do E.S. Ribeiro
Guilherme do E.S. Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  André Aguiar

Concordo plenamente

André Aguiar
André Aguiar
1 mês atrás

Bia desperdiçou uma boa oportunidade de chegar às oitavas, já que as duas cabeças de chave do caminho (Kostyuk e Alexandrova) perderam.

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
1 mês atrás

“Sei que quando estou saudável, quando consigo encaixar todas as peças do quebra-cabeça em um determinado dia, posso vencer qualquer um” (Novak Djokovic)
Pois é, senhor Novak. Só que encaixar todas as peças do quebra-cabeça não é tão simples. Do outro lado da quadra, tem adversário tentando embaralhar as suas peças.
Aguardemos.

Marquinhos
Marquinhos
1 mês atrás
Responder para  Maurício Sabbag

O quebra-cabeça dele deve ter 1 milhão de peças, pois faz tempo que não faz cócegas e não tira um set do Sinner.

Nina Gouveia
Nina Gouveia
1 mês atrás
Responder para  Maurício Sabbag

Oi Mauricio!

Na verdade não pode mais:

– Nole “viajou”, pois atualmente ele só bateria em Sinner ou Alcaraz num mal dia destes dois.

Já não depende mais dele.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Nina Gouveia

Ele somente faz se contradizer há muito. Pós USOPEN, cravou que em 5 Sets , não tem mais gasolina no tanque para bater estes dois . Que em 3 Sets ainda achava possível. Seria mais fácil dizer que ” contratempos existem ” , ou seja , eliminações precoces e lesões sempre aconteceram nos Slam . Djokovic sempre se perdeu nas entrevistas…Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Sempre se perdeu nas entrevistas. Nossa, vou rir.
E o assunto é Pedro Martinez.
Jannick Sinner é assunto para o futuro e se o italiano mantiver os 3×0, nas faz mais que sua obrigação.
Sinner tem 24 anos de idade enquanto o sérvio, fará esse ano, 23 apenas como tenista profissional.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Bastou ” goat ” vencer uma partida , para LF 2 vir despejar as costumeiras groselhas .O assunto nada tem a ver com o Espanhol. E sim as imensas contradições de Djokovic. Isso explica o porquê de ser mais ” amado ” que os outros do Big 3 …. Rsrsrs, Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Para quem se diz saber tudo, sabes nada.
“Sei que quando estou saudável, quando consigo encaixar todas as peças do quebra-cabeça em um determinado dia, posso vencer qualquer um” (Novak Djokovic)
Esse foi o início da conversa, trazido por Maurício Sabbag, numa entrevista do Pedro Martinez, com essa ponta da fala de Novak Djokovic.
E Jannick Sinner, é outro assunto.

Fernando Brack
Fernando Brack
1 mês atrás
Responder para  Maurício Sabbag

Na vdd, ele espera o alinhamento dos planetas do sistema solar. Um dia talvez chegue.

Sergio
Sergio
1 mês atrás
Responder para  Maurício Sabbag

Djokovic é o campeão das entrevistas sem pé e nem cabeça.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Maurício Sabbag

Dito isso, que achaste do aguerrido e nada “bobinho” Pedro Martinez hoje?
E essa fala de Djokovic foi bem na notícia que o espanhol disse esperar uma oportunidade contra o melhor de todos.

Jmsa
Jmsa
1 mês atrás

O jogo da bia não evoluiu com o circuito e parece que ficou para trás ,o adversário já sabe que precisa apenas alongar as trocas que ela vai errar ,falta a bia leitura de jogo

Walter
Walter
1 mês atrás

Ficou parada 4 meses e só quer jogar torneio grande. Aí é só R1 mesmo

Berg
Berg
1 mês atrás

Bia jogando como sempre e perdendo do mesmo jeito. Incrivel como não sai do canto essa brasileira de tanto potencial.

Victório Benatti
Victório Benatti
1 mês atrás

A Bia ficou nervosa, perdeu a concentração, e o jogo…

Roberto Rocha
Roberto Rocha
1 mês atrás

Bia + Bellucci = Bialucci

Fernando Brack
Fernando Brack
1 mês atrás

A pior constatação de todas, no meu entender, é que ela parou 4 meses e muito evidentemente não trabalhou em qualquer de suas deficiências, em particular o saque. Como se diz no mundo administrativo: não se pode esperar resultados diferentes se seguimos fazendo tudo do mesmo jeito. Parece que ela parou apenas para descansar o físico e a mente. E mais nada.

Fernando Brack
Fernando Brack
1 mês atrás

Sobre o saque da Bia, desde sempre aquele movimento de braço dela faz com que eu pense que ela nunca teve um instrutor inicial decente. É muito ineficiente e inseguro. O curioso e estranho é que sabemos ser algo possível de corrigir, mas, ao menos aparentemente, não vemos ela tentar melhorar. Ou talvez até tente, mas não consegue.

Realista
Realista
1 mês atrás
Responder para  Fernando Brack

É realmente curioso… me parece que ela é demasiadamente avessa à mudanças. Conseguiu bons resultados, sendo uma das maiores tenistas do Brasil, ainda que sem vencer torneios 1000 e slam. Mas creio que poderia mais sem a teimosia.

Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 mês atrás

Bia perdeu, nenhuma novidade! Perdeu na rodada inicial, nenhuma novidade…

Alexandre costa
Alexandre costa
1 mês atrás

Boa noite
Acompanho a muito tempo o tênis Brasil
Sou fã do Federer
Mas tô cansado dessas bobagens de torcida e discussões tipo futebol
Tênis é elite e respeito
Daqui a 30 anos quando entrar na Wikipedia ou algo parecido vai ter os números do Nole, não tem como contestar
Continuo dizendo , fã do Federer mas infelizmente sucumbiu no mental para o Nadal e para o Nole infelizmente
E se não passarem nos recordes , Nole vai aparecer como maior recordista , simples assim
Boa noite novamente

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Alexandre costa

Parei de ler no surrado ” sou fã do Federer” . Mas reconheço que também não gosto do Djokovic e da Wikpedia. Se liga , cara !!!! kkkkkkkkkkk. Abs !

Vinicius
Vinicius
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Exige que leiamos os teus comentários mas não lê todos kkkk

Realista
Realista
1 mês atrás
Responder para  Alexandre costa

Alguns adendos importantes a relembrar:
– quem vivenciou o tenis e a época, sabe que o maior é o Federer. Quem for simplista e não tiver acompanhou o tenis na epoca, vai considerar os números.
– não sucumbiu no mental. Sucumbiu no físico. Surgiram tenistas mais novos de qualidade que o brecou. É o ciclo natural da vida… e sucumbiu também pela mudança estrutural do circuito com padronização para velocidades mais lentas, o que matou quase 99% dos tenistas que jogavam com estilo semelhante ao do Federer. Ele ainda conseguiu sobreviver a isso…

Última edição 1 mês atrás by Realista
Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  Realista

“Sucumbiu no físico”.

Checando fatos:

Ganhou 16 slam até os 28 anos e somente 4 após os 30 anos;

Djoko venceu 12 slam e 2 atp finals após os 30 anos. Enfim, Federer sempre dependeu mais do físico e Djoko mais da técnica para ganhar majors. Esses são os fatos.

Última edição 1 mês atrás by Paulo Sérgio
Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Realista

Quem vivenciou o tênis de época que ele era o maior, sabia que ele era o maior.
Essa época, passou.
O tênis não mudou para enterrar Mr. Federer. A mudança foi natural e será novamente, mais adiante. Aliás, como em qualquer esporte.
O fato, único e que ninguém mudará é que Mr. Federer foi ultrapassado.
Chore ou ria, não mudará.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Alexandre costa

Lucidez, ainda temos aqui.
O mundo é movido por números e não tem como ser diferente.
Eu como fã de Novak Djokovic, que daqui três meses fará 19 (número) anos que isso começou, me incomodava demais olhar o placar de GS entre eles e ver 10 x 1.
Hoje, quando vejo 24 x 20 vou cometer a hipocrisia e dizer que o que vale é a elegância, de jogar 4 horas e não suar, ao contrário de como acontece com Nadal?
De jeito nenhum.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Sempre a mesma ladainha rsrs. Saberias responder quem é o único OctaCampeao de Wimbledon? Pentacampeão Consecutivo do USOPEN ? 237 Semanas Consecutivas no topo ???. Quem possui 14 RG ???. Ia me esquecendo, na mesma idade de Djokovic ( Craque é de 08/08/81) , fez Semi no AOPEN 2020 . Acredito que ” goat ” conseguirá o mesmo nesta edição 2026 ….rs. Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Sei todas as respostas: Roger Federer, Roger Federer, Roger Federer, Rafael Nadal e Roger Federer.
Tu sabes me responder apenas uma?
O que tem a ver isso com o que escrevi?
Claro que nada.
Para variar, seu intuito não é contribuir com nada por aqui. É apenas achincalhar qualquer um.
Ultimamente, mesmo o que dizem a mesma coisa, concordando com sua opinião sãos alvos de sua arrogância, simplesmente porque permaneces sem saber interpretar o que lê. Se esforce um pouco mais, pois, acredito que tenhas capacidade para isso.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 mês atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Ele esqueceu dos recordes de slam, masters 1000, atp finals, etc.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 mês atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Claramente o SR estava falando de números mais acima . Esqueces até dos teus próprios comentários kkkk. E repetes o Papinho de arrogância do Sr LF 1 , todos os dois farinha …Se acalme meu caro. Hoje ainda é segunda feira. Lá no Site estão todos ensandecidos com a vitória 400 . Ainda atrás do Craque Suíço kkkkkkkk. Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

A arrogância deixará de ser papinho a partir do momento que ela deixar de se manifestar, em qualquer comentário.
E foi sobre números que o tema começou.

Guilherme
Guilherme
1 mês atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Qdo é o Djoko que detém os recordes, vc diz que números
São subjetivos e o q importa é o legado

José Yoh
José Yoh
1 mês atrás
Responder para  Alexandre costa

e vc acaba de iniciar mais uma interminável discussao de torcidas…

30 anos?? Se estivermos aqui sequer lembraremos quem é Novak Djokovic. O Alzheimer nao vai deixar.

E Nole já terá perdido seus recordes para alguém…
Abs

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás

Dalcim, de acordo com sua descrição sobre o saque de Bia Maia, nesse jogo, o problema não está relacionado especificamente à uma má condição física?
Veja, primeiro set, normal, a depender da adversária, vitória tranquila. Segundo set, uma virada. Terceiro set, a derrocada. Sempre esse enredo.
A confiança vai embora a partir do momento que o corpo não consegue mais sacar? Ou outra questão?
Lembrando que ela já operou ombro e sem ombros, não há saques.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 mês atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

De fato, de longe é difícil, mas, vencer sempre o primeiro set não deveria ser motivo de maior controle emocional e ganho de confiança?

Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br
Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: joni@tenisbrasil.com.br

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