Com vitória de Zverev e virada nas duplas, Alemanha vai à semi na Davis

Kevin Krawietz e Tim Puetz (Foto: ITF)

Bolonha (Itália) – A Alemanha é o último país a se classificar para as semifinais da Copa Davis, depois de vencer um confronto equilibrado contra a Argentina, que invadiu a madrugada de sexta-feira em Bolonha. Os alemães fizeram 2 a 1 na série e vão enfrentar a Espanha na semifinal do próximo sábado.

A série começou com uma vitória em dois tiebreaks de Tomas Etcheverry, 60º do ranking, sobre Jan-Lennard Struff, 84º colocado, com parciais de 7/6 (7-3) e 7/6 (9-7). Aos 26 anos, Etcheverry marca sua sexta vitória em oito jogos de simples pela Copa Davis. O experiente Struff, de 35 anos, tem agora 16 vitórias e 11 derrotas na competição.

Em desvantagem no placar, a equipe alemã contou com Alexander Zverev para igualar o confronto. O número 3 do mundo superou Francisco Cerúndolo, 21º do ranking, por 6/4 e 7/6 (7-3). Foi a segunda vitória de Zverev em cinco jogos contra Cerúndolo no circuito. O alemão de 28 anos chega a 10 vitórias e cinco derrotas na Davis.

A definição ficou para uma dramática partida de duplas, com duas parcerias experientes. Kevin Krawietz e Tim Puetz venceram Andres Molteni e Horacio Zeballos por 4/6, 6/4 e 7/6 (12-10). O último set da partida foi todo sem quebras, mas com várias trocas de liderança durante o tiebreak. Os alemães salvaram três match-points e só confirmaram a vitória na quinta oportunidade.

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Tricampeã da Davis em 1988, 1989 e 1993, a Alemanha repete a semifinal do ano passado, quando foi superada pela Holanda. O histórico contra a Espanha é positivo, dez vitórias e sete derrotas. A primeira semifinal será nesta sexta-feira, em que a anfitriã Itália enfrenta a Bélgica.

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Fernando
Fernando
3 meses atrás

Sabe quando o Brasil vai ganhar uma Davis ? Nunca, não que não tenha bons tenistas, já tivemos Koch, Mandarino, Barnes, Fernandes, Guga, Oncins, Belucci, mas é que não temos investimento na base, esperamos por ” Heróis” como foram Koch, Mandarino e Guga para jogar toda responsabilidade de decidir os confrontos, não temos um segundo jogador. coitado do Fonseca vai carregar o time nas costas como fez o Guga, Oncins e Mattar. Davis é equipe e não temos uma desde 1975 quando Mandarino jogou seu último confronto.

André Aguiar
André Aguiar
3 meses atrás
Responder para  Fernando

Depois de 1975, o Brasil foi semifinalista da Davis por duas vezes, a saber, em 1992 (Luiz Mattar, Jaime Oncins, Cássio Motta e Fernando Roese) e 2000 (Gustavo Kuerten, Fernando Meligeni, Jaime Oncins, Francisco Costa e André Sá).

Dito isso, a Davis reflete o poder econômico das federações de tênis dos países, as quais são financiadas em grande parte pela renda propiciada pelos grandes torneios, notadamente os imensamente lucrativos Grand Slams. Quanto mais ricas as federações maior o investimento no esporte.
Sugiro que você pesquise quais os 4 países que mais saladeiras conquistaram ao longo dos 125 anos de história da competição.

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