Indian Wells (EUA) – Um dos destaques do primeiro semestre de 2025, o britânico Jack Draper praticamente não jogou depois de Wimbledon, teve uma contusão óssea no cotovelo e passou meses sem competir. “Foi extremamente exaustivo, a dor é debilitante”, disse ele em entrevista ao The Athletic.
Draper revelou que o processo de recuperação durou mais do que o esperado, mas agora ele transmite a sensação de ter deixado esse sofrimento para trás, olhando tudo o que passou de uma outra perspectiva. “Muita coisa aconteceu na minha vida desde então”, falou o britânico de 24 anos.
“Você se acostuma com a adrenalina de jogar diante de pessoas e de repente isso desaparece. Você passa de 90 km/h para 20 km/h, é uma adaptação que pode ser bem solitária. No meu período de afastamento, essa foi provavelmente a coisa mais difícil: me acostumar a ficar mais isolado e pensar além da minha vida como tenista”, comentou.
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O britânico aproveitou a pausa não só para se recuperar fisicamente, mas também para se desenvolver técnica e taticamente. “Trabalhei muito no meu jogo de transição, nos meus voleios. E saquei mais do que nunca, porque estava sacando a 20%, 30%, 40% da minha capacidade”, falou Draper.
“Trabalhei na precisão e na mudança de postura no saque para ajudar meu braço a se desenvolver. Tudo isso exige tempo, mas você consegue mais repetições porque pratica mais”, comentou o britânico, destacando a importância de ter mais tempo para focar nos ajustes necessários.














Drape se tiver bem e evoluindo pode ser o terceiro jogador!