Newport (EUA) – Dono de 20 títulos de Grand Slam, o suíço Roger Federer foi escolhido para receber a maior honraria do tênis: a inclusão no Hall da Fama Internacional do Tênis na categoria Jogador. Ele conquistou 103 títulos de nível ATP, ficando atrás apenas de Jimmy Connors (109), sendo que 28 destes foram de Masters 1000.
“É uma enorme honra ser introduzido no Hall da Fama Internacional do Tênis e estar ao lado de tantos grandes campeões do esporte. Ao longo da minha carreira, sempre valorizei a história do tênis e o exemplo daqueles que vieram antes de mim”, disse Federer, um dos apenas oito homens na história do tênis a conquistar o Grand Slam de carreira em simples e o primeiro a alcançar os 20 títulos deste nível.
Num momento especial de fechamento de ciclo, Federer recebeu a notícia de outros membros do Hall da Fama enquanto estava rodeado pela próxima geração de campeões no Swiss Tennis Club, onde começou sua carreira. Os membros do Hall da Fama Stefan Edberg e Boris Becker, duas das inspirações de Federer na infância, juntaram-se a mais de 20 outros membros do Hall da Fama para parabenizá-lo.
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“Foi muito especial receber a notícia na Swiss Tennis, cercado pela próxima geração de jogadores, o lugar onde minha própria jornada começou. Ser reconhecido desta forma pelo esporte e pelos meus colegas é profundamente gratificante. Estou ansioso para visitar Newport em agosto do ano que vem para celebrar este momento especial com a comunidade do tênis”, destacou o suíço.
Recordista com o maior número de semanas consecutivas como número 1 do mundo, com 237 entre fevereiro de 2004 e agosto de 2008, Federer terminou a temporada como número 1 do mundo cinco vezes, recebeu o Prêmio Stefan Edberg de Espírito Esportivo por 13 temporadas e foi eleito o favorito dos fãs da ATP por um recorde de 19 anos consecutivos, de 2003 a 2021.












Imagina se o melhor de todos não figuraria no Hall da Fama.
Djokovic, só daqui a alguns anos.kkkkkk
Até poderia concordar com vc mas aí seríamos 2 falando asneira. Segue o jogo.
Foi um bom jogador, tinha uma estética de jogo muito agradável. Foi mais popular do que bom. Hoje fica em 3º no pódio dos melhores, mas deverá cair pra 5º ao fim da geração Sinner / Alcaraz. Não que isso seja demérito, pois ficar entre os 10 maiores de todos os tempos é um grande feito e merece o hall da fama.
“Foi mais popular que bom”. É verdade. O jogo de Federer era só “popular” e “bonito”. Por isso ele venceu 20 Slams: só pela beleza do seu jogo.
É cada uma que tem que se ler…
Uma pena não conseguir entender uma frase tão simples, mas tudo bem, faz parte.
Quem vai entender o ” foi mais popular que bom ” , com 20 Slam e 103 ATPs ???. Já passou da hora de rever teus conceitos, meu caro …Abs !
20 slam e 103 atp < 24 slam e 101 atp
Rafale Lucena gosta de brincar, colega Marcus. Em geral ele tem otimos comentarios. Claro que, mesmo que Federer fosse o 3° maior, seria excelente. Qualquer um dos 10 mais da historia só pode ser otimo / excelente. Particularmente acho o suíço empatado com Nadal e Laver em 2°. Brincadeiras para ver a reação do pessoal faz parte do blog tb e eu nao spu imune às vezes. Sem desrespeitar, claro.
Exato. Como conhecedor do Esporte, nosso amigo é um grande comediante… rsrs. Abs !
Falou o Jimmy Connors da internet….Calado es um poeta!!!
Foi um bom jogador?
Michael Jackson foi um bom cantor?
Federer, Senna, MJ, Jordan, Seles, Maradona, Elvis, Beatles, Lenglen…enfim. São fenómenos que estão acima dos números. A história não vai falar deles comparativamente a qualquer estereótipo, mas como personagens não convencionais que reinventaram as suas áreas de intervenção no mundo.
Defenda pontos neste maravilhoso Esporte, durante 237 Semanas Consecutivas, com Touro Miúra como N 2 desde 2005 , e depois volte pra chamar Craque Suíço de ” bom jogador” …kkkkkkkkkkkk. Abs !
Apesar da frase polemica, faz todo sentido, vou além, se o Federer que ao meu ver foi o mais talentoso de todos tivesse a determinação de um CR7 ou Rogério Ceni, certamente ele teria chegado em uns 30 Slans com facilidade, mas, como todo gênio, a visão é de que poderia virar o jogo a qualquer instante, porém, Nadal e Dojko estavam lá para mostrar o contrário.
É melhor introduzir o Hall da Fama ao Federer.
O tenista que tinha o jogo de tênis mais bonito de se assistir. Era só colocar o terno e ir pra quadra.
O Maior de todos. Só faltava esta honraria
Esse é um dos 3 que sempre fiz questão de acompanhar quando possível (Bjorn Borg, Ivan Lendl, e, claro, pra mim, o maior de todos: Federer). Jogo sólido, de fundo de quadra. Pete Sampra, um gigante sem dúvida, muita eficiência, mas o tênis ali era saque e voleio, saque e voleio…não tinha jogo, era um “massacre”.
No Hall da Fama de perder “todas” as finais de Wimbledon contra o GOAT Djokovic, o Freguêser já estava inserido há muito tempo… Kkkkkkkkkkkkk
Esse Profissional do Tenis, merece todas as honras, com certeza me ez muito assistir jogos que ele estava nas quadras, juntamente com seus Amigos Rafael Nadal e sua Amiga Serena Willians, boa homenagem ao Roger Federer.
Disparado, o maior e melhor tenista da história. Ao lado de Nadal, Alcaraz e Sinner forma o verdadeiro Big Four da história do tênis masculino! Parabéns Maestro!!!
ignorou simplesmente o maior vencedor de todos os tempos, Djokovic!
Nascestes no século XXI, Caro Rodrigo Enzo?
Desconheces Rod Laver, Bjon Borg, Jimmy Connors e demais lendas do esporte?
OBS: O GOAT Dourado segue amealhando recordes. Use gelol que dói menos.
O jogador mais importante da história do tênis…
Roger Federer.
Depois dele o tênis decaiu tanto que está cada vez mais batendo recordes. Oh babação.
Errado: A melhora foi tão grande com Federer presidindo o Conselho, que ninguém conseguiu atrapalhar. O Embaixador do Esporte, levou o Tênis a um nível sem volta. Somente quebra recordes, a tal PTPA, não saiu do papel, a ponto de “jenio” que a inventou , saiu de fininho…Abs !
“Você colocou o tênis em um mapa diferente. Quando começou a vencer, pessoas que não tinham nada a ver com o tênis passaram a gostar [da modalidade] por causa de você. Então você é não só um dos melhores jogadores de todos os tempos, mas o esportista mais importante de todos os tempos.”
Acredito que o Boris Becker sintetizou bem toda essa discussão infrutífera sobre quem é mais melhor do mundo. Existe o tênis antes de Federer e depois de Federer. Simplesmente o jogador mais importante da história desse esporte.
Olá Gilvan
Eu vi hoje o depoimento do Becker, o interessante é que o alemão coloca o suíço como o mais importante do esporte, não apenas do tênis.
Foi o jogador que me fez acompanhar mais o esporte, depois da lacuna deixada por Sampras e Guga, que já não tinha mais físico para performar em alto nível.
Federer foi um gênio, talvez o jogador mais intuitivo que já existiu. Uma pena para ele ter sido superado tão cedo logo por dois contemporâneos e rivais diretos.
Agora, com tudo que conquistou é quase que uma obrigação o colocarem nessa posição e ele com certeza merece.
Na verdade não foi superado cedo. Reinou com louvor durante seu auge que foi entre 2003 e 2009, e depois fez participações decentes nos auges do Nadal e do Djokovic.
Em 2009 Federer bateu os 14 títulos de Slam de Sampras…
Ficou com a marca até 2022, quando Nadal venceu o Austrália Open e conquistou o 21° Slam, ultrapassando os 20 títulos do suíço.
Um reinado longo de 13 anos
Tanto Nadal, como Djokovic, passaram a maior parte de suas carreiras como “segundo”.
Interessante. Venceu apenas 4 slam desde o final de 2010. Chegou a ter 16 a 1 de vantagem e hoje perde de 20 a 24
Quando Federer passou Sampras, e se tornou o líder de Slam, o americano nem jogar jogava.
Vc está parecendo o Rolando Lero, escrevemos algo e vc responde algo que não tem relação.
Pensei que vc viria com raciocínio sobre aquilo que foi colocado (Djokovic e Nadal passaram a maior parte da carreira como “segundos”).
Gostaria de tentar de novo?
Não precisa ser ríspido. Fique calmo. O fato é que foi superado pelos principais rivais depois de uma longa batalha pela liderança dos slam. Teve sorte de ter adversários como Baghdatis, Gonzales, Philippousis em finais de slam. Caso contrário, teria desvantagem de uns 8 majors, pelo menos.
Um homem tão culto não precisa ser agressivo ao dialogar com seus oponentes rs.
Minha intenção jamais foi ser ríspido…ainda mais com vc, um “Lord de Belgrado”, um verdadeiro cavalheiro (exagerei).
Dito isso, a questão dos adversários pouco importa, porque é algo subjetivo, a mãe do Baghdatis acha que o filho é o melhor tenista do mundo (espero que vc não visite o Chipre, dizem, desfazer de um filho cipriota é pena capital).
Passaram a carreira como “segundos”, mas o que importa é o final. E o mais importante é que reverteram uma diferença gigantesca batendo no próprio Federer. Sampras foi superado apenas pelo tempo e não pelos rivais.
E volto a afirmar: fique calmo. Agressividade não combina com um homem tão culto.
Isso talvez se aplique mais o Nadal, considerando que o colega está falando sobre ranking.
O Djokovic tem os principais recordes como top 1 (semanais totais e temporadas) e ainda é o tenista mais velho a encerrar uma temporada como número 1.
No mais, não considero um demérito qualquer tenista ser número 2, 3 ou 4 do mundo por bastante tempo. O problema é quando o cara estaciona ali (caso eterno do Zverev).
Caro Paulinho (Sérgio)…
Vc se superou…olha a frase…
” mas o que importa é o final”.
O tênis, como esporte, como um jogo, jamais acaba, não tem linha de chegada, recordes serão quebrados, qualquer um deles, em qualquer época.
Acontece muito por aqui, vcs tratam o jogo como algo secundário, valorizam a persona do seu ídolo.
Considero Federer o tenista mais importante que o tênis teve, mas não considero ele maior que o jogo.
Quando olhamos a história do tenis, percebemos a dimensão do jogo.
Tilden, Budge, von Cramm, Pancho Gonzalez, Laver, Pilic, Connors, Borg, Ashe, Sampras, Federer, Nadal, Djokovic, Lendl, Alcaraz, Althea, as irmãs Williams, Graff, Court, Navratilova, Evert, Billy Jean, Maria Esther…
Cada um dos nomes, tem uma história importante para o tênis e para sua comunidade, não são ou serão lembrados por vitórias (planilhas) apenas, serão lembrados pela contribuição ao jogo.
Chamamos de contexto histórico.
O “final” diz respeito a disputa entre os integrantes do Big 3 e não do esporte. O tênis é eterno.
Entendeu errado, colega. Não me refiro a recordes que vieram a cair depois, grande maioria para o Djokovic…
Estou falando sobre ser superado em quadra por rivais diretos, a deixar de ser a principal força do circuito. E 2008, 2010 e 2011 não me deixam mentir… afinal ele tinha menos de 30 anos na época e já não era o melhor tenista.
E sobre Djokovic, ele assumiu a ponta em 2011 e seguiu como principal tenista do circuito até 2023, com raros momentos de baixa técnica ou física (2017-2018). No período citado acumulou 428 semanas no topo do ranking, encerrou 8 temporadas como número 1 e venceu 24 Grand Slams. Uma era.
Federer esteve lá… superado também a partir de 2011, ele ficou ativo até 2021. Enfrentou Djokovic 31 vezes, venceu apenas 10…
De todo modo, não é errado dizer que ele foi superado em quadra e também nos recordes, o que muda é o período em que isso ocorreu, abs.
Olá Jonas…
Acho que vc é que não entendeu, a resposta foi para o raciocínio do Realista, sobre o tempo, na parte onde ele escreve…
“Não foi superado cedo, reinou com louvor durante seu auge”
Apenas dei mais “musculatura” para um pensamento correto e pouco usado por aqui.
Todas as vezes que precisamos explicar aquilo que postamos, temos um problema…
Não é sobre mim…
Abs
Fala, meu caro. Entendi, estou pelo celular e aqui aparece sendo uma resposta a meu comentário.
De todo modo, o raciocínio dele é correto, se ele considerar que o recorde de 310 semanas do Federer levou um bom tempo para ser superado, o caso aqui é que eu não me referia a essa marca, abs!
Olá, JClaudio!
A questão de ter que se explicar pode ser problema de comunicação. Se um comentário não foi entendido, talvez seja porque o autor do comentário não conseguiu se comunicar de forma clara.
Bom, em 2009 Federer tinha 27-28 anos, muito novo não? Já havia perdido o posto de número 1 para o Nadal em 2008, algo que se repetiria em 2010. Por isso eu digo cedo.
Mas o problema mesmo veio em 2011, quando ele ainda tinha seus 29 anos. Aqui ele é superado por Djokovic e novamente pelo Nadal. A partir dessa época ficou quase que impraticável para ele vencer Grand Slams ou encerrar temporadas no topo.
Veja que se tornou algo bem esporádico. Suíço venceu ‘apenas’ 4 Slams de 2011 pra cá, muito pouco quando comparado ao que fizeram Nadal e Djokovic no período. O sérvio venceu 23…
A diferença entre os dois é que Djokovic perde de vez o domínio do circuito em 2024, já com seus 37 anos. Esse cenário aconteceu de vez ao Federer com 29 anos, lá em 2011, abs.
Veja bem, o auge do Djokovic foi entre 2011 e 2016. Nesse ultimo ano, ele também tinha 29 anos e perdeu a liderança do ranking e caiu mais, o que indica o término do seu auge. Resgatou a liderança apenas no fim de 2018 e ganhou slams nos anos seguintes devido a entressafra que só durou até a maturação do Sinner e Alcaraz.
Sobre meu comentário inicial, Federer foi rei soberano em seu auge e conseguiu incomodar os auges do Nadal e do Djokovic.
Djokovic foi rei apenas no auge dele, um pouco dividido com o Nadal.
Putz… 2016 não é o término do auge do Djokovic, ele venceu 2 Slams e chegou a quase 17 mil pontos no ranking da ATP. Uma temporada parecida com a de Sinner ou Alcaraz em 2025, rs…
O sérvio teve uma queda maior técnica e física na temporada seguinte, o que não é incomum. Nadal (2015) e Federer (2013) estão aí para provar.
Fato é que o sérvio continuou sendo absurdo de 2018 a 2023, com direito a duas temporadas de gênio (3 Slams em cada) e já com idade avançada. Inclusive venceu Slams no período em cima de Nadal/Thiem ou tendo que enfrentar Sinner ou Alcaraz no caminho (Wimbledon 2022 e Roland Garros 2023).
Voltando ao Federer, seu melhor momento em termos de conquistas e ranking foi entre 2004-2007, boa parte dos números dele foram obtidos nesses 4 anos.
Quando digo que ele foi superado novo, estou me referindo a rivais: Nadal sendo um problema definitivo no ranking (2008 e 2010) e Djokovic a partir de 2011.
Em 2009 o Federer ainda deu uma volta por cima, mas em 2011 foi algo irreversível por um motivo simples… auge do Djokovic estava apenas começando e só se encerrou de vez mesmo em 2024, já com 37 anos.
O auge dele acabou aos 27-28 anos? Isso diz muito sobre ele.
O verdadeiro GOAT reinou até os 36 anos e 6 meses, quando chegou na final de todos os Slams e do ATP Finals, vencendo quase todas, exceto uma.
O problema do Federer não foi queda de rendimento, tanto que continuou fazendo finais de Slams (2014-2015) ou vencendo (2017-2018), além de manter um ranking altíssimo. Mas a partir de 2011 surgiu uma espécie de Big 1 no circuito, o Djokovic… poucos analistas imaginavam que o sérvio teria um desempenho tão absurdo dos 23 aos 36 anos, sendo que ele tem praticamente a mesma idade de Nadal e Murray.
Eu estava ironizando o argumento do Realista, para ver se ele caía na real sobre o papo furado dele de que o auge do suíço acabou em 2009, rs.
Você está inteiramente certo, caro Jonas. Eu lembro bem disso, pois comecei acompanhar o circuito um pouco antes de 2011, lá em 2008 ou 2009.
Sim, sim, apenas complementei, caro José, abs!
Tão cedo ? . Conta outra que pelo jeito nem acompanhavas o Esporte. Pela milésima vez , Federer atingiu N 1 em 2004. ” goat ” somente em 2011 . Um N 3 que não conseguiu superar o N 2 ( Rafa Nadal ) de 2007 a 2011 , sendo apenas um ano mais novo que Touro Miura. Não cansas mesmo das lorotas Mestrinho Jonas…rsrs. Abs !
Já que você insiste no tema idade, lá vamos nós: Federer assumiu o posto de número 1 pela primeira vez aos 22 anos, Djokovic aos 24, Hewitt aos 20… quem ficou 428 semanas no topo, Hewitt ou Djokovic? Pois é…
Voltando ao nosso produtivo debate: Federer em 2011 (29 anos) já era a terceira força do circuito. Desde então enfrentou Djokovic 31 vezes e venceu apenas 10… Conquistou ‘apenas’ 4 Slams no período. Como você explica isso?
Certamente que merece, a questão é ter chegado ao Hall da fama com as mãos vazias dos recordes importantes, isso ninguém esperava. Acho que Djokovic não corre esse risco.
O Federer abriu uma folga enorme nesse quesito entre 2003-2010. Salvo engano, tinha 16 Grand Slams na época… além dos recordes na ponta do ranking. Marcas como essa não caem da noite pro dia.
Merecido, o terceiro maior vencedor de Slam.
Grandes atletas vêm e vão em todos os esportes, poucos combinam talento e elegância com dedicação e resultados.
Poucas modalidades já viram um atleta assim.
Maradona, Ali, Pelé, Biles, Jordan, Riner, Tiger…são alguns dos poucos que transcendem as estatísticas, assumindo um lugar especial na memória afetiva dos espectadores e apaixonados pelo esporte.
A associação é imediata, quando lembramos de tênis, lembramos do suíço.
Certa vez um ex tenista disse:
“Federer joga como um deus”
Outro vaticinou…
“Federer é o próprio tênis”.
É o que fica, o tal legado, que não é para todos.
Melhor comentário de todos. Alguns poucos atletas vão além das estatísticas, considerando que mesmo não tendo alguns recordes, ganharam muito – Federer é absoluto quando se fala em tênis: beleza, elegância, estética, arrojo, técnica, carisma … e, além disso, ganhou MUITO também. Já o Djoko ganhou um pouquinho mais, mas não tem todas estas características. Não dá para comparar. E digo mais, o Federer foi Federer e o Djoko quis ganhar mais que o Federer – seguidor.
A supremacia do Federer era sempre justificada pelo recorde de Slams e de semanas como número 1 (totais e consecutivas).
Depois que os principais recordes foram quebrados, começou a essa balela de Miss Simpatia. Contem outra, que essa nem os ingênuos caem, rs.
Olá Afonsinho.
Vamos pegar 2015, que foi o melhor ano de Novak Djokovic no tênis.
Em 2015, Djokovic tinha 8 Slam contra 17 de Federer e 14 do Nadal, Djokovic era terceiro (o sérvio tinha 28 anos).
Em 2019, o sérvio tinha 16 slam, Federer 20, Nadal 19, Djokovic era o terceiro (o sérvio tinha 32 anos).
A maior parte da carreira do sérvio (o sérvio conquistou seu 23° Slam em 2023, tinha 36 anos), mesmo tendo anos espetaculares, esteve sempre abaixo de seus adversários (aqui usando os números que vcs gostam).
Muitas pessoas percebem o ressentimento do sérvio com a falta de reconhecimento, ele lutou e foi buscar, é um lutador.
Fica difícil, para uma geração (torcedores, profissionais da imprensa, promotores) que acompanhou o circuito de perto, durante anos, colocar o sérvio na condição de “melhor”, sendo que passou, praticanente a carreira toda como o “terceiro” melhor (sabemos que teve grandes conquistas).
O auge do Federer ( entre 2004 e 2010) colocou o suíço durante 13 anos numa posição de o maior jogador de tênis do mundo (ganhou 16 slam no período, nunca antes algo assim aconteceu), mesmo não tendo o domínio do jogo como antes.
Djokovic acompanhou cada ano, de perto, todas as vezes que conquistava algo grande, alguém lembrava dos números de seus adversários.
Para alguém como ele, foi frustrante, acabou moldando sua personalidade e alguns ressentimentos que não foram bem trabalhados, afloraram, comprometendo seu legado.
Djokovic foi um grande tenista, assim como Nadal e o maior de todos Roger Federer, foi bom acompanhar a carreira dos três.
Correção: auge do Federer acabou em 2008, quando apanhou do Djoko no AO e depois do Nadal em 3 finais seguidas em 3 diferentes pisos até 2009. Teve sorte com a lesão do espanhol nesse ano para retomar o número 1 com mais 2 Slams (São Soderling e Nadal fora de Wimbledon). Em 2010, foi empurrado pro segundo lugar de novo.
Pois é, Djokovic tanto martelou que ultrapassou seus dois rivais e se tornou o GOAT. Ainda colocou quatro Slams de frente, mais de 2 anos como número 1, 3 temporadas, 12 Masters, 1 Finals, 1 ouro, 3 Slams de carreira, fechou 2 vezes a série Masters, maior pontuação da história e por temporada, Nole Slam, número 1 mais velho, entre outros. A surra é muito grande, Claudinho.
Desde 2021 ou no máximo janeiro de 2023, é o cara a ser batido. Todo mundo tem ele como referência, inclusive o Alcaraz, vice do Finals em sets diretos. “Melhor jogador já produzido”, rs.
Olá Paulinho…
Em 2009 Federer voltou a liderar o ranking, em 2010 foi o último ano de seu auge, ganhou o Austrália Open.
Quando falamos do auge de um tenista nos referimos ao período de conquistas, que encerrou em 2010.
Foram 16 títulos de Slam, maior sequência de semanas como número um do mundo (consecutivas), um domínio avassalador, Federer viveu seu auge, citar Djokovic num período tão intenso de Federer e do Nadal é algo que “abala” o raciocínio “paulíniano” (Djokovic no período ganhou um USOpen, não foram dez, foi um).
O restante do raciocínio é mais do mesmo, como pode notar, foi reconhecido as conquistas do sérvio, um “trabalhador” do esporte.
O cerne da publicação continua sem resposta, o texto diz de forma cristalina:
Novak Djokovic passou a maior parte de sua carreira como o terceiro do Big 3, o que é algo duro para alguém tão competitivo como o sérvio.
Vc escreveu, escreveu e não contraditou aquilo publicado.
Antes de 2023, quando foi que Novak Djokovic liderou as conquistas de Slam em número absolutos?
Aguardo a pesquisa…
Ele veio depois e saiu vencedor no final (o que importa é a reta de chegada), disputando diretamente com seus rivais. Em julho de 2021, após Wimbledon, empatou com os rivais e já era líder em semanas #1, ou seja, era o GOAT desde então. Nadal o ultrapassou por um breve tempo, Federer nunca mais.
Enfim, liderar uma maratona a maior parte do tempo e no final cair pra terceiro é bastante dolorido. GOAT Djoko chegou na linha de chegada em primeiro mesmo.
Abs!
Trabalhador do esporte, kkkkk.
É simplesmente o atleta mais completo técnica, tática, física e mentalmente já produzido. E por isso engoliu o suíço por 10 anos seguidos.
Olá, Claudinho. A explicação pra isso é simples: Federer é o mais velho dos três e Djokovic o mais jovem. Natural, portanto, que ele ficasse atrás nos números totais, mas ele era disparado o primeiro nos números presentes.
Pela sua lógica, enquanto Djokovic não se aposentar, Sinner e Alcaraz estarão abaixo dele, pois seus números totais são amplamente superiores — enquanto os números presentes são completamente inferiores.
Olá Afonsinho…
Apelar para a diferença de idade é algo contraditório, o que leio mais por aqui é que a diferença de idade não criou uma diferença técnica, geralmente os nolista dizem que Novak Djokovic venceu Federer e Nadal na mesma geração (o que é uma meia verdade).
Estamos falando de um período de 13 anos (2009 até 2022), foi o tempo em que o sérvio ficou atras de seus concorrentes (nunca esqueça, Djokovic ganhou seu primeiro Slam em 2008).
O problema do raciocínio do sérvio contra Alcaraz e Sinner, Djokovic não estará participando (fisicamente) da disputa, onde será um líder aposentado, assim como foi Sampras com Federer e Nadal.
Nadal é realmente da mesma geração do sérvio (1 ano de diferença, menor que os 2 anos entre Alcaraz e Sinner), o suíço não é da mesma geração.
Não sou especialista no tema, mas me parece que no tênis consideram uma geração a cada 5 ou 7 anos. Federer tem quase 5 anos e meio de diferença para o sérvio, o que não impediu muitos confrontos no auge dos dois.
Primeiro o suíço aproveitou o próprio auge e ainda a baixa maturidade mental, física e técnica de Djokovic, Murray e Nadal (este último bem menos, devido a sua maior precocidade).
Já no final da carreira, Federer não estava mais no auge e Djokovic e Nadal estavam, então ele esteve em desvantagem neste momento e em vantagem nos anos 2000.
Entende, agora, por que tenho razão quanto a ele ter sido o primeiro por muito tempo e superado de forma justa?
O que diferencia Roger Federer de todos os outros tenistas, é que ele quando entrava na quadra, não jogava apenas tênis, ele simplesmente transformava seu jogo em obra de arte, técnica refinada e elegância dos movimentos. Este são apenas alguns dos motivos que o fizeram passar 21 anos como o mais querido e respeitado tenista do circuito. Entrar agora para o hall da fama nesse momento, é algo natural e justíssimo para Federer. Além disso, fora das quadras, é uma figura humana absolutamente solidária. Haja vista o que tem feito sua Fundação. Meus parabéns, Roger Federer!!!
Acredito que grande parte do publico passou a revenciar e acompanhar tenis com mais frequencia por conta do magnetismo e apuro tecnico do Federer. Certamente foi uma honraria muito justa e merecida para este verdadeiro gigante das quadras. Creio tabm que Federer indiretamente forcou tanto Nadal quanto Djokovic ao longo das suas bem sucedidas carreiras a se superarem enquanto tenistas. Muito provavelmente tanto o espanhol quanto o servio nao chegariam ao topo da modalidade sem ter o genial suico como referencia. Enfim resumindo Nadal nem Djokovic nao existiriam sem o Federer!!!
Ironicamente achava que o Federer pelo seu gigantismo e atemporal legado ja fazia parte ha muito tempo do Hall Of Fame!!!
Como previsto, esse é o tipo de matéria que atrai alguns torcedores recalcados do sérvio antivax, que só tem números e mais nada e continua sendo muito menos admirado que o maior Craque da história do Tênis. Não vou cair na armadilha de discutir com essa turma que não acompanha muito tênis e apenas faz questão de dizer que torce para o jogador que mais tem títulos para se auto afirmar.
Mas esse reconhecimento tava demorando. O suíço é a figura mais importante da história do tênis. Comportamento exemplar dentro e fora das quadras (para muitos isso não importa se vc for muito bem sucedido), e um tênis genial que impulsionou a popularidade do esporte. E ainda assim conseguiu ser competitivo com incríveis 20 GS e muitos outros recordes. Só não ganhou mais por alguns vacilos em partidas importantes e uma certa teimosia em fazer mudanças de equipamento e tática, fruto da teimosia dos grandes gênios. E também foi superado por conta de gerações fraquíssimas que vieram após o seu auge, facilitando muito a vida do sérvio a chegar nos seus números. O Federer tinha tênis pra ter pelo menos 8-10 GS a mais que seus rivais, mas quis o destino que não fosse assim, o que nos ensina a importante lição que números não são tudo.
Não é bem uma armadilha, caro Daniel C (gostei do novo nick)… é que você não tem argumentos, apenas isso. O ‘problema’ do Federer é fácil de visualizar, se estiver disposto a olhar para os fatos. E tem nome… Nadal ou Djokovic, fique à vontade para escolher.
Não sei a quem vc está se referindo mas tudo bem…
Sobre não ter argumentos, quem não tem são em geral os fãs fanáticos do sérvio, que a única coisa que sabem fazer é ficar repetindo exaustivamente os números dele. Análises óbvias de algum número ser maior que outro é fácil, até criança faz. Mas em discussões mais complexas que vão alem da página 1 da comparação dos números, essa turma começa a demonstrar que não entende muito e já apela para a repetição dos números ou acusações do tipo “é recalque das derrotas que o Federer sofreu para fulano…”. Muito previsível e que demonstra falta de conteúdo.
E tem algo que nunca falha: fãs do sérvio invadindo notícias e vídeos do Federer para sempre soltar um recadinho de quem foi melhor. É muita insegurança (que dá pra entender: acharam que o Djokovic seria unanimidade como GOAT ao bater os recordes… mas tá longe disso)
Então, Daniel C, os argumentos no tênis em regra passam sim por marcas e recordes (números). O esporte não se resume a eles, mas evidente que tem enorme relevância.
Infelizmente para alguns, isso não deixou de ter peso mesmo após Federer ter sido superado, já que obviamente o esporte não gira em torno do suíço ou qualquer outro atleta.
Tem algo que nunca falha também… fãs do Federer (ou terceirizados) invadindo notícias do Djokovic para o criticar. Se acompanhasse mais o blog ou a página de notícias perceberia…
“E ainda assim conseguiu ser competitivo com incríveis 20 GS e muitos outros recordes. Só não ganhou mais por alguns vacilos em partidas importantes e uma certa teimosia em fazer mudanças de equipamento e tática, fruto da teimosia dos grandes gênios. E também foi superado por conta de gerações fraquíssimas que vieram após o seu auge, facilitando muito a vida do sérvio a chegar nos seus números. O Federer tinha tênis pra ter pelo menos 8-10 GS a mais que seus rivais, mas quis o destino que não fosse assim”
Ué, Daniel, você acaba de desprezar os números… mas fez um textão citando os de Federer… reclamando do fato dele não ter conquistado mais. Incoerência? Qual o nome disso? Abs.
“Só tem números e mais nada”
Algum tempo depois: “E ainda conseguiu ser competitivo com incríveis 20 GS e muitos outros recordes”.
Um dos grandes erros do suiço foi não trocar logo de configurações de raquete. Ficou muito tempo com a raquete pesada de cabeça 90, durante um período que o tenis virou muito fisico.
Mas por outro lado, seu reinado foi feito com essas configurações, então seria muito dificil considerar cedo uma mudança.
Parabéns ao Federer por sua inclusão no Hall da Fama Internacional do Tênis. Sem dúvidas foi uma indicação merecida, pois foi um dos maiores da modalidade. O reconhecimento, reverência e honraria são muito justos.
Que emoção maravilhosa! Merecido!
Que vergonha ler alguns comentários aqui. Vergonha alheia gigante…
Ui, olha ele com vergonha alheia. Ui, ui.
É cada um… kkkkkkk.
Roger não é introduzido ao Hall da Fama, o Hall da Fama é que é introduzido ao Roger.
Chegou “El Fanático”.
Para mim Federer, é o maior tenista que já existiu, quando se fala de tênis, é impossível não lembrar dele primeiramente; existem atletas de qualquer modalidade, mas existem lendas que perpetuam sua imagem, e federer proporcionou isso ao tenis e aos amantes do jogo bem jogado , e principalmente para seus fãs.
Sua contribuição para o esporte, e o exemplo como cidadão, tb, é algo que transcede qualquer barreira,além de sua brilhante carreira, OBRIGADO ROGER FEDERER.
Na notícia aqui da Tênis Brasil que Del Potro e outra tenista foram recusados, constava a informação que é necessário de pelo menos 75% dos votos para ser aprovado.
Quantos Roger Federer recebeu? Penso ser uma informação relevante e interessante.
Alguém sabe dizer por que Del Potro foi indicado e Nadal não?
O terceiro da história indiscutivelmente teve uma boa carreira. A nação nolista já falou mais do que o suficiente. Nem preciso completar.
Esse nunca cansa de passar vergonha…KKKKKKKKKKKK
“Nação Nolista” = Turminha da Kombi!!!
Nação goatista pra você, grande freguês terceirete.
Você tem 500 reais para assistir a um jogo e 500 reais para apostar no vencedor de um torneio (Indiam Wells) no auge de cada tenista. As opções são Federer, Djokovic, Nadal, Murray e Wawrinka.
Qual sua ordem de preferência em cada situação?
A minha….
Assistir ao jogo:
1. Federer
2. Wawrinka
3. Djokovic
4. Nadal
5. Murray
Palpite para o vencedor
1. Djokovic
2. Federer
3. Nadal
4. Murray
5. Wawrinka
Onde quero chegar?
A velha discussão do Goat.
Se for levado em consideração números, títulos, confrontos diretos, recordes…Djokovic é o goat e continuará sendo por muito tempo e Federer em segundo.
Se for levado em consideração magia, encanto, plasticidade, beleza na forma de jogar….Federer é insuperável.
Se for no saibro, Nadal derrota federer com os pés nas costas, Djokovic é o unico adversário que Nadal teve certo respeito neste piso ,sem contar que Nadal já derrotou federer em finais de slams nos três pisos e tem h2h favorável.
A briga é boa entre Nadal e Federer, levando em conta o critério numérico citado por você.
Esses palpites de vencedor também vai depender do ano em questão. Se fosse , por exemplo o Federer de 2003 a 2007 e o Federer de 2017, apostariamos na vitória dele. Se fosse o Djokovic de 2011 a 2015, apostariamos na vitória do sérvio.
Ele escreveu “no auge”, ou seja, apenas o melhor momento da carreira.
Comparar o ano de 2003 com o ano de 2017 ou posteriores, resulta em uma defasagem enorme.
Por exemplo, é inconcebível querer que alguém de 2003 seja minimamente competitivo contra alguém de 2020.
Goat. Entendo que muitos elejam Djokovic, que é o maior ganhador de todos os tempos, mas Federer é insuperável. Basta conferir os grandes pontos do suíço ao longo da carreira