Pigossi é finalista de duplas em Bogotá e tenta chegar ao top 100

Foto: Copa Colsanitas Zurich

Bogotá (Colômbia) – Três anos depois de ter disputado a final de simples no WTA 250 de Bogotá, Laura Pigossi terá a oportunidade de decidir também o título de duplas nas quadras de saibro da capital colombiana. Pigossi e a romena Irina Bara venceram a semifinal desta sexta-feira contra a britânica Emily Appleton e a norte-americana Quinn Gleason, cabeças 2 do torneio, por 6/4 e 6/2 em 1h20 de partida.

Esta será a primeira final de duplas para Pigossi em um WTA 250. Ela ganhou um título de nível 125 no fim do ano passado em Florianópolis, ao lado da polonesa Maja Chwalinska. Mas sua maior conquista nas duplas é a medalha olímpica de bronze nos Jogos de Tóquio, ao lado de Luísa Stefani, em 2021.

A campanha até a final de duplas em Bogotá também rende um salto no ranking para Pigossi, que soma 163 pontos. Ela sai do 137º para o 109º lugar. E se for campeã, recebe 250 pontos e entra no top 100 pela primeira vez. Em simples, a paulistana de 30 anos caiu na segunda rodada, repetindo o desempenho do ano passado. Com isso, defendeu 30 pontos no ranking. Ex-top 100, ela aparece na 180ª posição.

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O primeiro set da semifinal teve cinco quebras de serviço. Pigossi e Bara saíram perdendo por 2/0, viraram para 3/2, cederam o empate, mas voltaram a quebrar. No fim da parcial, confirmaram os dois últimos games de serviço sem maiores riscos. Já no segundo set, a brasileira e a romena foram dominantes e conseguiram três novas quebras contra as adversárias para chegar à vitória.

Ingrid disputa as quartas ainda nesta sexta-feira

A final de duplas em Bogotá será no fim da tarde de sábado. E ainda precisam ser disputados os outros dois confrontos das quartas, nesta sexta-feira, além de uma semifinal no sábado. Há chance de outra brasileira chegar à final. A carioca Ingrid Martins e a argentina Julia Riera enfrentam a norte-americana Emina Bektas e a sérvia Aleksandra Krunic. Já as espanholas Cristina Bucsa e Sara Sorribes, principais cabeças de chave, jogam contra as colombianas Valentina Arias e Maria Paulina Perez.

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Luciano
Luciano
8 horas atrás

Talvez focar nas duplas seja um bom caminho pois já mostrou bons resultados por aí…

Paulo A.
Paulo A.
8 horas atrás
Responder para  Luciano

Laura tem minha admiração! Nem todas são Serena ou Sabalenka mas o importante é fazer o seu melhor.
Como já disse, se conseguiu top 100 em simples porque não conseguiria também em duplas. Avante, guerreira.

Luciano
Luciano
5 horas atrás
Responder para  Paulo A.

Perfeito, Paulo! Parabéns pelo texto sobre nossa medalhista olímpica

jhonny
jhonny
3 horas atrás
Responder para  Paulo A.

Top 100 pra ela em duplas e muito pouco, ela em duplas pode ser top 50 facil.

Fernando S P
Fernando S P
3 horas atrás
Responder para  Luciano

No caso da Laura, acho que faz sentido sim. Hoje ela não tá ganhando mais que a Luisa, então vale pensar em acumular as duas modalidades.

Sidney
Sidney
6 horas atrás

Ganhou da xará Laura em simples e foi engrenar nas duplas, foi isso??

jhonny
jhonny
3 horas atrás

Sinceramente NA MINHA OPINIÃO se ela tivesse focado apenas em duplas ao inves de ter arriscado 3 a 4 anos direto na carreira individual,
E ela ate conseguiu razoaveis feitos no indivudual dentro do possivel mais acredito que bateu seu teto e focar de novo na dupla pode fazer ela ter uma carreira de destaque.
Agora uma pergunta a galera que entende dos meandros do tenis na parte financeira, sei que as duplas pagam muito menos mais hipoteticamente se ela tivesse nao aberto mao de duplas e tivesse focado quase nela e terminasse 1 a 2 anos como top 50 financeiramente seria mais ou menos vantajoso que estes 3 e 4 anos que ela focou em simples?

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