Nova York (EUA) – As comparações entre gerações ganharam mais um capítulo com a declaração do alemão Alexander Zverev para o podcast Nothing Major, em que afirmou que o circuito atualmente tem uma diferença muito menor entre os 30 melhores do mundo do que na época do Big 3 e por isso as chances de surpresas aumentaram.
“A maior diferença é que o tênis mudou. Todo mundo bate na bola com muita força. Hoje em dia, todo mundo tem um estilo de jogo parecido. Não existe mais a finesse do Roger (Federer), nem os topspins do Rafa (Nadal). O Carlos (Alcaraz) tem um pouco disso, mas todo mundo joga mais ou menos da mesma forma”, falou Zverev.
“Sinner joga muito rápido, batendo forte na bola. Fritz bate forte na bola. Quando eu jogo bem, eu bato forte na bola. Draper bate forte na bola, Rublev bate forte na bola. Todo mundo meio que bate na bola com toda a força que consegue”, comentou o germânico.
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Para ele, atualmente é muito mais fácil perder para um top 30 do que era na época de David Ferrer, Tomas Berdych, Stan Wawrinka e Juan Martín del Potro. “Esses eram nomes muito importantes, mas em termos de tênis, com certeza melhorou. Acho que os jogadores entre número 15 e 30, esses caras melhoraram”, opinou.
Zverev deixou o contraste explícito ao mencionar como esses resultados eram incomuns antigamente. “Antes, era muito raro ver um Ferrer perder para alguém entre os 30 melhores do mundo em um Grand Slam. Isso simplesmente não acontecia”, comentou o alemão.
“Agora é diferente, (Andrey) Rublev pode perder para Cerúndolo em Roland Garros. Tommy Paul pode vencer Casper Ruud. Não existe mais uma diferença tão grande para os 10 melhores como antigamente”, acrescentou o atual número 3 do mundo.













Um tenista sem slams como o Zverev, vai sempre considerar o seu período mais forte.
Não é que ficou mais forte, é que nivelou por baixo. Sinner e Alcaraz bem acima dos demais e os outros são mais ou menos o mesmo nivel.
Concordo plenamente.
Nessa frase dele: “Agora é diferente, (Andrey) Rublev pode perder para Cerúndolo em Roland Garros. Tommy Paul pode vencer Casper Ruud. Não existe mais uma diferença tão grande para os 10 melhores como antigamente”, acrescentou o atual número 3 do mundo.
podemos dizer que o nivelamento é abaixo do que foi outrora. Aí sim, qualquer um ganha de qualquer um, exceto o top2.
Não é a toa que somente os dois ganharam GS desde o primeiro de 2024 para cá.
O Zerev em parte está certo, vou mais além, o top 5 de hoje caso perca para o top 40 não seria nada surpreendente, os jogadores atuais estão praticamente no mesmo nível e o tour está mais competitivo. Alcaraz e Sinner é outra realidade bem distante, para não dizer um abismo na atualidade.
Alemão falou uma grande bobagem. Atualmente, tirando os 2 primeiros e as cinzas que restam de Djokovic, os demais são todos iguais e muito comuns.
Não digo o top 30 mas o top 10 da era Guga era muito mais forte. Guga reinou entre Agassi, Sampras, Rafter, Kafelnikov, Ferrero, Henman, Rodick, Safin, Moyá e Federer no início de carreira. Grupo muito mais forte.
O Alemão falou exatamente isso: “tirando os 2 primeiros e as cinzas que restam de Djokovic, os demais são todos iguais e muito comuns”. Exceto por Sinner, Alcaraz e Djoko, todo o resto do top 30 é muito semelhante, o número 5 do mundo (Musetti) pode perfeitamente perder para o número 30 (Griekspoor), sem nenhuma surpresa.
Eu vejo dessa forma também, o top mais antigos eram mais fortes e vem ficando mais fraco conforme os anos e décadas passam. O que contribui para isso provavelmente é a padronização de velocidades que foram fazendo e que foi concluída em 2008 com mudancas no Australian open.
Aí vc me quebra, Zverev. Faça uma comparação do Top 10, por exemplo. É capaz de hoje o Zverev perder um duelo para o Stan Wravrinka.
Antes ainda acontecia de um tenista fora do top 2 vencer um Grand Slam. Hoje isso é praticamente impossível. E o único que chega mais perto de mudar isso é um cara com 40 anos. Isso mostra muito da incompetência do próprio Zverev.
Djokovic idoso e semi aposentado só perde nos Grand Slam pra Sinner/Alcaraz e o Zverev me manda uma dessas?
Nalbandin
Davydenko
Só um tenista medíocre, no sentido comparativo a outros, e que nunca ganhou sequer um nível 2.000, tem base para chegar à conclusão de que o “top 30 hoje é melhor do que na época do Big 3”. O careta em questão atuou em parte da época da santíssima trindade do tênis masculino, sem conquistar um mísero “grão” slam, assim como é um dos nomes dos 30 mais atualmente. No entanto, mesmo com Novak, Roger e Rafael fazendo por eles e pelos outros 27 Zverevs anteriormente, o tal gênio da raça ousou afirmar que Ali Babá e os 29 ladrões vigentes são superiores. Mas claro, Alexander foi até coerente em sua verborragia, afinal de contas, se ele foi parte integrante do top 30 no passado e também o é agora, o nó cego só podia mesmo enaltecer os 30 mais de abril de 2026. A propósito, se já é ridículo salientar a ideia em si acerca dos 30 mais, que dirá fazê-lo comparando com os 30 da época do reizinho dos Bálcãs, do Armani suíço e do fera top spinhento espanhol. Juntando os cacos do discursinho infame do alemão amarelão, minha avaliação é que ele perdeu uma oportunidade primorosa de se limitar à quietude. A bem da verdade, o alemão amarelão é uma versão raqueteira do Palmeiras sem mundial, já que o tedesco, aos quase 30 anos, nunca foi capaz de conquistar 2.000 pontos num dos quatro principais torneios da ATP. Até os meia-boca Michael Stich, Iva Majoli, Gastón Gaudio, Marion Bartoli, Sebastian Korda, Flavia Pennetta, Richard Krajicek, Sofia Kenin, Andy Roddick e Emma Raducanu têm um nível 2.000 pra chamar de seu, enquanto o 11° elemento tem apenas complexo de inferioridade e a língua solta, ou seja, fala muita arenga, ao invés de jogar mais bola…
Uma coisa que não mudou zverev é que vc continua sendo surrado em grandes partidas, pelos tops de ambas as épocas.
Putz Alexander, unanimidade nos comentários até agora. Raridade aqui.
Mandaste mal nessa!
A grande sorte do Big 3 foi que Sinner e Alcaraz não eram do tempo do auge deles. Federer e Djokovic não teriam 15 Slams, só o Nadal, por causa do saibro, iria ganhar muito. A minha previsão é que no período de 12 anos Sinner e Alcaraz só deixem escapar uns 4 Slams. Até os Masters só irão ganhar se o Big 2 deixar, quem ganhou alguma coisa valorize muito, por que daqui pra frente vai ser uma avalanche dos futuros maiores de todos os tempos. É claro que Sinner em 1 e o Alcaraz em 2.
A sorte de Sinner e Alcaraz foi terem nascido na geração seguinte ao Big3. Não seriam dominantes como são agora. Nem a pau.
Alias, isso não é sorte nem azar. É o que é.
Mesmo com todo o domínio do big 3, eu discordo do alemão!
Essa geração atual é um pouco inferior a da época do Big 3. Agora eu acredito numa geração muito forte daqui a 4, 5 anos, Fonseca se tiver mais dedicação como o físico, o Engel é uma jovem muito promissor, acredito no Italiano Cinna tbm, o Jórdar é um fenômeno tbm, o Kouamé e o Teen eu ainda tenho ressalvas, mas pode acontecer de brilharem. Eu não sou hater do Fonseca, pelo contrário, só que ele que têm cuidar muito mais do físico para começar a incomodar de verdade Sinner e Alcaraz e começar a ganhar Slams que não é nada fácil. Desses que citei acredito mais no Fonseca e no Cinna, mas só o tempo dirá, tem o Mensik tbm que acho que daqui a dois anos começara à incomodar muito, mesmo com tantos talentos acho muito difícil Sinner e Alcaraz caírem, Alcaraz que é um gênio, mas precisa de motivação extra que se chama Sinner. Sinner é um jogador que se aperfeiçoa a cada torneio e têm uma mentalidade que só vi o Nole até hoje, e o fundo de quadra dele? É impressionante. E agora virou um sacador de elite, isso é muito treinamento, dedicação, renúncias. O tenis não morreu como muitos diziam nas redes sociais após o Big 3, pelo contrário está emocionante e vivicimo. Só é vê no crescimento da audiência e comentários que aumentaram significamente e pessoa que são fãs de outros esportes estão começando a amar esse esporte fantástico que é o tenis, jogo tenis de mesa e modéstia parte muito bem para um amador, mas o esporte que amo é o tenis e depois o futebol por causa do palmeiras que é uma paixão de família, raízes italianas.