Última semana de challengers terá brasileiros no Chile e Colômbia

Pedro Boscardin (Foto: Lima Challenger)

Temuco (Chile) – A última semana de torneios de nível challenger na temporada terá brasileiros em quadra em dois torneios na América do Sul, nas quadras duras de Temuco, no Chile, e no saibro de Bogotá, na Colômbia.

O challenger de Temuco vale 100 pontos na ATP e tem seis brasileiros na chave principal. Um deles é o pernambucano João Lucas Reis, cabeça 3 na semana e semifinalista da edição passada. Reis estreia já nesta segunda-feira contra o argentino Carlos Zarate. E se vencer, pode ter um duelo nacional contra o paranaense João Schiessl ou enfrentar um tenista do quali.

O quadrante ainda tem o paulista Matheus Pucinelli, que estreia contra o argentino Gonzalo Villanueva e pode enfrentar o boliviano Juan Carlos Prado Angelo, cabeça 5, nas oitavas.

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Do mesmo lado da chave, o paulista Daniel Dutra da Silva estreia contra o norte-americano Strong Kirchheimer. Já do outro lado, o catarinense Pedro Boscardin é o cabeça 8 e enfrenta o argentino Federico Gomez, enquanto o gaúcho Eduardo Ribeiro enfrenta o norte-americano Daniel Milavsky. No quali, o carioca Wilson Leite enfrenta Justin Roberts, das Bahamas.

Alves desafia o cabeça 1 em Bogotá

Já no challenger de Bogotá, que vale 75 pontos, o paulista Mateus Alves estreia nesta segunda-feira contra o argentino Juan Pablo Ficovich, principal cabeça de chave. O vencedor pode enfrentar o colombiano Salvador Price ou o norte-americano Tristan McCormick.

O paulista Gustavo Heide, vindo de título em Florianópolis, estreia contra um tenista do quali. Se vencer, pode enfrentar o boliviano Murkel Dellien ou o canadense Dan Martin. Já o brasiliense Paulo Saraiva também enfrenta um tenista do quali. Se vencer, pode desafiar o norte-americano Garrett Johns, cabeça 7, que estreia contra o mexicano Alex Hernandez.

O catarinense Bruno Fernandez estreia nesta segunda-feira no quali contra o argentino Franco Ribero. Se vencer, joga no mesmo dia contra o norte-americano Ryan Dickerson.

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PRGF
PRGF
1 mês atrás

Qual a ideia de no último challengers do ano os brasileiros mudarem para quadra rápida??? Com uma mudança repentina depois de varias semanas no saibro sem qualquer transição?!?!

Ja seria uma preparação para a gira da oceania?

Refaelov
Refaelov
1 mês atrás
Responder para  PRGF

Nessa eu vou defender os tenistas BR.. a outra opção de torneio equivalente na América do Sul seria Bogotá, que apesar de ser disputado no saibro, tem uma altitude de mais de 2.600m, que muda completamente a dinâmica do jogo.. eh um ajuste tao ou até mais complicado para se fazer de uma semana pra outra doq a mudança de piso.. logo, imagino q a escolha de cada um nessa situação leve em conta seu próprio histórico de desempenho em quadras hard e em torneios com grande altitude(por exemplo: Heide e Mateus Alves tem histórico de boas campanhas na altitude e optaram por Bogotá.. )

Última edição 1 mês atrás by Refaelov
PRGF
PRGF
1 mês atrás
Responder para  Refaelov

É… Faz bastante sentido… Deve ser isso mesmo…
Cheguei a pensar que era pelo fato do challenger no piso duro valer mais pontos e de premiação maior…
Mas sua explicação faz bem mais sentido…
Brigadão

Paulo A.
Paulo A.
1 mês atrás
Responder para  PRGF

De fato, bem difícil de compreender.

Thiago
Thiago
1 mês atrás

Heide podendo entrar na faixa dos qualificados para o Qualy do AO sem precisar usar o ranking protegido. Vem muito embalado. Vamos ver se o físico aguenta

Rogério
Rogério
1 mês atrás

A altitude de Bogotá pode beneficiar o Heide, em função do peso da bola dele, já que com menos pressão do ar o jogo se torna mais rápido.

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