Londres (Inglaterra) – Novak Djokovic aproveitou o término de Wimbledon para divulgar nesta terça-feira o trailer do documentário “The Wolf in Winter” (O Lobo no Inverno, em tradução livre), trabalho que aborda sua vida e carreira. O lançamento está agendado para o dia 20 de agosto na plataforma Prime Video.
Dirigida por Jason Hehir, responsável pela aclamada minissérie “The Last Dance”, a produção acompanha a trajetória do sérvio desde a infância, marcada pelos conflitos nos Bálcãs, até se tornar o maior vencedor de títulos de Grand Slam do tênis masculino, com 24 troféus deste porte.
Embora relembre os inúmeros recordes alcançados por “Nole” ao longo de mais de duas décadas de carreira, a obra se aprofunda em outros aspectos da trajetória do ex-líder do ranking.
A produção mostra sua rotina de preparação, a convivência com a família, os sacrifícios exigidos para permanecer no topo e as dúvidas que persistem mesmo após conquistar praticamente tudo no esporte.
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Com narração do próprio Djokovic, o trailer ressalta elementos mais íntimos do atleta de 39 anos. “Há dias em que sinto que sou o melhor. Há dias em que duvido muito de mim mesmo”, revela o multicampeão.
Em outra cena, ele questiona se compensa prosseguir tentando superar as próprias marcas. “Por quanto tempo devo continuar fazendo isso? Por que estou submetendo a mim e à minha família a tudo isso repetidas vezes? Você precisa literalmente transformar cada aspecto da sua vida fora da quadra para servir ao tênis. E isso tem consequências”, filosofa o sérvio.
A obra reúne depoimentos de Rafael Nadal, Andre Agassi, Pete Sampras, Boris Becker, Jim Courier e da esposa do tenista de Belgrado, Jelena Djokovic. O lançamento acontece poucas semanas depois de a Netflix disponibilizar “Rafa”, docussérie sobre Nadal.
Ao contrário de outros documentários e séries do gênero, que retratam atletas após a aposentadoria, “The Wolf in Winter” se diferencia por acompanhar Djokovic enquanto segue competitivo e figura no top 10 da ATP. Em Wimbledon, torneio do qual é heptacampeão, o sérvio caiu nas semifinais diante do eventual campeão Jannik Sinner, por triplo 6/4.










Meu cotovelo dói por tabela só de ler alguns dos comentários aqui, rs. Haja ressentimento daqueles que torciam por Federer ou Nadal e, como crianças birrentas e mimadas, não se conformam que seus prediletos ficaram longe de poderem disputar o posto de maior e melhor de todos os tempos.
Chega a ser bem divertido. E olha que são crianças com 40, 50, 60 anos, rs.
Na verdade fico extremamente feliz de Nadal ter encerrado sua monumental carreira de forma limpa: sem quebrar raquetes, sem acertar os (as) coitados (as) dos (as) boleiros, sem desrespeitar as leis de nenhum país, etc. Mil vezes ser um simples – e correto – tenista do que ganhar inúmeros títulos e cometer os absurdos que o Sr Djokovic cometeu até hoje.
Quanta solidariedade com os coitados dos boleiros, não?
O que falta é compromisso com a verdade.
São Nadal não quebrou raquetes, mas usar de seu nome para dar gancho em um juiz de cadeira, deve ser nobre.
Tirar sangue do próprio dedo em um acesso de fúria, em sua própria raquete, foi uma cena linda de se ver.
Eu gosto muito de ler as reportagens, mas realmente eu me divirto com os comentários. Sempre tendo os amantes de Federer de Nadal de Djokovic e de tantos outros.
Indiferente quem é o melhor ou foi o melhor. Mas sempre é bonito de ver as histórias de superação de cada um tanto do Agassi, Guga, Federer, Nadal e agora Djokovic.
Uma coisa é certa, nenhum deles fez o que fez com apenas um mínimo esforço.
São anos de dedicação talento disciplina muito treino e esforço.
Pessoal acha e continua achando que ser famoso em qualquer carreira, basta ter talento apenas….
No pain no gain….
Imaginava que o Djokovic faria um documentário mais autoral, mas, pelo trailer, parece ser a coisa mais genérica possível. Aqueles documentários chapa-branca que saem toda semana nos EUA.
Mal posso aguardar. A maior carreira de um atleta em toda a história.
Maior que a do Pelé? Kkkkkkk
Maior que a do Jordan? Kkkkkkk
Menos rapaz, bem menos ….
Muito maior. Só discuto com atleta de esporte individual, que só depende de si para vencer.
Mais, muito mais!
Aí são esportes coletivos. Tênis é esporte individual.
Sim, maior.
Com um pequeno detalhe: em atividade.
Pois é..ele tá um pouco entusiasmado…kkk
Infelizmente os ventos não sopram mais a favor, com todo este período turbulento do Sinner e Alcaraz, não raiou o 25GS, então creio que agora em diante as recordações serão cada vez mais a pauta deste fenomenal jogador mantendo-se no top10 praticamente por mais de duas décadas!
Incrível que o sérvio não tenha arrumado um amigo, uma pessoa importante sequer para ser o “narrador” do seu documentário. Convenhamos que narrar a própria vida soa um tanto egocêntrico, o que é condizente com o sérvio.
Como te incomoda, hein?
Delete a Prime Video da sua Smart TV para não ter que resistir à tentação de assistir.
E esse texto… já primeira frase essa coisa piegas e ressentida de que “todos duvidavam de mim, mas eu fui lá e mostrei pra todo mundo!”
Que falta que faz um divã na vida do sérvio. Será um eterno frustrado, sempre insatisfeito e pensando que o mundo lhe deve algo.
Como toda pessoa que faz suposições sem ter um mínimo de informações, você deve estar bastante errado nas suas deduções, faz essas deduções conforme a sua conveniência e mostra cada vez mais o quanto você é ressentido pelo fato do Djokovic ter superado o seu ídolo.
Boa. Kkk.
Bacana, não perco por nada.
Não tem depoimento do Federer?
Como cantava o saudoso Chacrinha: “Cafoooona!”
Será que vai mostrar o lamentável episódio da deportação de Djokovic da Austrália? Esse episódio marcou o mundo dos esportes na época. Saiu até no Jornal Nacional, Jornal da Band, etc.
Sério? Fale mais a respeito!
A deportação do Djokovic da Austrália em 2022 ter marcado o mundo do esportes é uma declaração bastante exgerada não é mesmo? No final das contas, acabou ficando boa a situação para muita gente, o Nadal ganhou o seu segundo título no AO, depois ganhou Roland Garros, o Nole ainda conseguiu ganhar o torneio de Wimbledon e Carlos Alcaraz ganhou o seu primeiro grand slam no US Open. Acho que a deportação do Djokovic da Austrália marcou o mundo dos esportes apenas para os anti-Djokovic, mas esses nunca incomodaram o Nole e até serviram de motivação pra ele conquistar o que conquistou.
Sem contar que, aos olhos dos que apenas leem o que está escrito pelo Sérgio, Djokovic invadiu a Austrália e foi jogar e logo que a imigração o descobriu lá, o deportou.
Não foi bem assim.
Djokovic foi garantido pelo diretor do torneio, Mr. Crag Tilley que jogaria. Um juiz ainda o autorizou a treinar dias antes, mas, depois tudo foi revertido em proibição e deportação.
E o melhor, mostrou ao mundo que era o tenista a ser batido, pois voltou no ano seguinte, sem melindres e faturou mais um troféu, lá mesmo, no palco de sua outrora deportação.
Exato. Ele só foi até a Austrália porque o diretor do AO garantiu que ele poderia jogar. E chegando lá, constatou-se que esse Mr. Crag Tilley não tinha os poderes que pensava ter, não conseguiu garantir a permanência do Djokovic na Austrália e ele teve que sair do país. Mas apenas os anti-Djokovic costumam lembrar desse acontecimento e interpretar os fatos conforme as suas conveniências.
Tem vários episódios interessantes a serem trabalhados. A recusa às vacinas, a deportação da Austrália, a bolada na juíza, a entrevista falando que foi envenenado na Austrália, as propagandas de inúmeras garrafadas e produtos enganosos, as fotos com criminosos de guerra, a suspeita de traição com uma atriz indiana quando a mulher estava grávida do 2o filho, a tentativa de criação de uma ATP “do B” (PTPA), a defesa de que as tenistas mulheres deveriam ganhar menos do que os homens, a organização da Adria Tour no meio da pandemia de Covid… é uma figura complicada, pra dizer o mínimo.
Mas é mais interessante mostrar todos os 24 GS, os 7 Finals, as 27 vitórias sobre Mr. Federer, os match-points dos 40 M1000 e como construiu uma carreira que chegou a 428 semanas no topo do ranking, feito jamais imaginado por qualquer outro tenista.
Sampras era o que mais detinha semanas na liderança e até ser batido por Federer, levou alguns anos, causando dúvidas nos fãs se realmente alguém teria essa capacidade.
Ademais, produzir um documentário para só mostrar as coisas descritas por você acima, mesmo sendo a maioria recheada de exageros se sem compromisso com a verdade, deveria ser por uma entidade policial ou no mínimo, por uma ONG em defesa dos tenistas menos vitoriosos, não pelo protagonista da história do tênis.
Desfrute ou ignore.
Como o documentário claramente foi financiado, idealizado e realizado pelo Djokovic, acho muito difícil de explorar os aspectos mais polêmicos da carreira dele.