Esta temporada marcou novamente alternância entre as campeãs de Grand Slam, ainda que tenham mantido Aryna Sabalenka no topo do ranking. Para Patrícia Medrado e Paulo Cleto, os convidados do Podcast de TenisBrasil desta semana, essa tendência deveria seguir em 2026, porque todas estão procurando aperfeiçoamento.
Os dois analistas falam também da expectativa de recuperação de Beatriz Haddad Maia, que deve retornar com menor pressão, e se dizem animados com a nova geração do tênis feminino brasileiro, com Ana Candiotto, Victoria Barros e Naná Silva.
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Feminino acho que teremos um “big 5”, talvez “big 4”, entre: Sabalenka, Swiatek, Rybakina, Anisimova e Gauff. O “big 4” com as 4 primeiras, pois vejo que Gauff estaria em 5º lugar nessa lista, provavelmente não ganha um grand slam esse ano, mas vai incomodar essas outras. Percebo que Anisimova tem mais ferramentas no jogo do que Gauff, principalmente contra Sabalenka e Swiatek. Acredito que Anisimova pode ganhar um grand slam em 2026. Já Rybakina, se estiver numa semana confiante, pode derrotar qualquer uma no circuito, então é provável que entre já no Australian Open perigosa, com chances de levar o título. Swiatek pode retornar ao número 1, pois Sabalenka já mostrou muitos altos e baixos, principalmente nas finais que disputou.