São Petersburgo (EUA) – Fazendo um grande começo de temporada, a ucraniana Elina Svitolina conquistou no último sábado o título do WTA 1000 de Roma e com isso alcançou sua melhor marca no ranking em mais de quatro anos e meio. Nesta segunda-feira, ela subiu do décimo para o sétimo lugar.
Svitolina não ficava tão bem colocada no ranking desde o fim de outubro de 2021, quando era a então número 6 do mundo. Desde então, ela teve altos e baixos, inclusive uma pausa na carreira para ser mãe pela primeira vez, chegando a figurar abaixo da 1.000ª posição.
Desde 2024, a ucraniana tem sido frequente presença no top 30, passando apenas três semanas fora desta faixa neste período. Svitolina começou 2026 na 13ª colocação e vem escalando o ranking com seus bons resultados. Ela é a terceira na corrida para o WTA Finals, que leva em consideração só os resultados do ano.
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A semana também teve o retorno da tcheca Karolina Muchova (10ª) ao top 10, se aproveitando da queda da italiana Jasmine Paolini, que não defendeu o título em Roma e com isso deixou a lista das 10 melhores da WTA, caindo da oitava colocação para a 13ª.
Sabalenka segue na ponta
A bielorrussa Aryna Sabalenka continua comandando o circuito com sua 83ª semana consecutiva como número 1 do mundo, décima maior sequência da história e precisando de apenas mais quatro para igualar a nona, da alemã Steffi Graf.
No total, ela tem 91 semanas no topo e está cada vez mais perto do top 10. Sabalenka precisa de mais sete semanas para igualar as 98 da norte-americana Lindsay Davenport. A bielorrussa ainda está distante das 125 semanas que a polonesa Iga Swiatek já somou, figurando como a sétima maior líder da WTA.










