Stefani e Dabrowski são cabeças 5 e encaram australianas em Dubai

Luisa Stefani e Gabriela Dabrowski (Foto: Jimmie48/WTA)

Dubai (Emirados Árabes) – Semifinalistas no Australian Open e em Doha, a paulista Luisa Stefani e a canadense Gabriela Dabrowski voltam a atuar como cabeças 5 em um grande torneio, desta vez no WTA 1000 de Dubai, que tem início já neste domingo.

A estreia de Stefani e Dabrowski será diante das australianas Kimberly Birrell e Maya Joint, que ocupam a 111ª e 37ª posições no ranking de duplas, respectivamente. Se confirmarem o favoritismo, a brasileira e a canadense encaram Ulrikke Eikeri/Xinyu Jiang ou Marie Bouzkova/Janice Tjen.

As cabeças de chave mais próximas são a belga Elise Mertens e a chinesa Shuai Zhang, que ocupam a posição de segundas principais favoritas e entraram direto nas oitavas de final, podendo cruzar com o time de Luisa nas quartas.

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Curiosamente, Stefani e Dabrowski podem cruzar pela terceira vez na temporada com a dupla de Anna Danilina e Aleksandra Krunic. Algozes da brasileira e da canadense nas semifinais em Melbourne e Doha, a cazaque e a sérvia são as cabeças 4 e fortes candidatas para um novo duelo na penúltima fase da competição.

Já na parte de cima da chave, a parceria mais bem ranqueada é formada pelas italianas Sara Errani e Jasmine Paolini, que aguardam por Laura Siegemund/Vera Zvonareva ou Elisabetta Cocciaretto/Leylah Fernandez. Também deste lado está a parceria cabeça 3 formada por Su-Wei Hsieh e Jelena Ostapenko.

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Nelson Shinobu
Nelson Shinobu
12 horas atrás

A Danilina tá jogando muito, mas tá entalada na garganta da Stefani. Vamo que vamos!

Renato dos santos Pachecocong
Renato dos santos Pachecocong
6 horas atrás
Responder para  Nelson Shinobu

Agora tem dá bom! Chega de perder. Luíza tem totais condições!

Aurelio
Aurelio
12 horas atrás

Tem que fazer o scout! Não adianta entrar em quadra e tentar impor o seu próprio jogo de forma sistemática; em um certo ponto, as jogadas e o posicionamento ficam muito “manjados”.

Joint é (como o seu ranking indica) extremamente veloz, bom saque, golpes potentes – mas pouca experiencia como duplista; Birrel é o oposto: bem menos qualidade individual, mas uma boa visão de jogo e mais experiencia. No conjunto, podem incomodar. Nunca é demais lembrar que Birrel, jogando com outra jogadora fundamentalmente inexperiente e pra lá do top-100 (Gibson) eliminou Errani/Paolini no AO.

Quanto a Krunic/Danilina, se chegarem lá, francamente tem de jogar diferente e, principalmente, conscientizar que a chave é explorar ao máximo a Danilina (até porque a gente sabe que ela entra em espiral quando começa a errar demais). Na final de hoje o que mais se repetia era “lá vai a Krunic salvando o dia de novo”.

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