Paris (França) – Semifinalista no ano passado, a francesa Lois Boisson chega a Roland Garros com resultados pouco inspiradores, mas continua acreditando na sua sorte e nas suas habilidades. Depois de despontar para o circuito na temporada passada em Paris, ela até venceu um título logo em seguida, mas depois os resultados não viera,
Após duas semanas encantadoras e seu primeiro título de WTA em Hamburgo, Boisson desapareceu dos holofotes por sete meses. Uma lesão mal diagnosticada, um conflito crescente com a Federação Francesa de Tênis (FFT) e a sensação de que o conto de fadas havia chegado ao fim.
Porém, ela ainda confia na volta por cima no saibro parisiense. “Fisicamente, estou bem. Recentemente, alcancei os 100%. Já estou incrivelmente feliz com isso, por ter chegado aqui nesta condição”, disse a francesa, que nesta semana parou na segunda rodada em Estrasburgo, superada pela cabeça de chave 1 Victoria Mboko.
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“A partida contra Mboko, meus dois jogos, me permitiram jogar mais algumas partidas, para recuperar o ritmo na quadra. Estou feliz por ter conseguido jogar essas partidas para ganhar confiança no meu jogo, no meu ritmo, na minha maneira de jogar”, afirmou Boisson, que enfrenta a russa Anna Kalinskaya na estreia.
Francesas decepcionam no quali
O quali para Roland Garros 2026 começou com 14 tenistas da casa na disputa, mas nenhuma delas se classificou. A derrota de Harmony Tan (227ª), única das anfitriãs a alcançar a terceira rodada, para Linda Fruhvirtova, com parciais de 6/3 e 7/6 (7-4) acabou com as últimas esperanças francesas na chave feminina.
As francesas não vivem bom momento no circuito da WTA. Seis das oito participantes da casa precisaram de convites para entrar no torneio, sendo as duas únicas que se classificaram com base no ranking Lois Boisson (50ª), semifinalista no ano passado, e Elsa Jacquemot (63ª).










