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Sabalenka se vê mais confiante em todas as superfícies

Foto: Brisbane International

Indian Wells (EUA) – Atual número 2 do mundo e bicampeã do Australian Open, a bielorrussa Aryna Sabalenka chega confiante para a disputa do WTA 1000 de Indian Wells, onde foi finalista no ano passado. Depois de bater na trave em grandes competições nos últimos anos, a jogadora de 25 anos enfim se consolidou como um dos principais nomes do circuito feminino desde a última temporada e agora acredita que não há mais obstáculos para alcançar novos objetivos.

Segundo ela, até mesmo os diferentes pisos do calendário deixaram de ser um problema na adaptação para cada torneio. “A verdade é que neste momento já não existe nenhuma superfície que tenha um grande segredo para mim. Foram muitos anos competindo e melhorando em cada uma delas, então sei perfeitamente o que devo fazer em todas elas e como preparar meu corpo”, disse em sua primeira entrevista coletiva na Califórnia.

A bielorrussa ainda destaca como exatamente ela mudou essa abordagem ao longo dos últimos anos. “Tudo se baseia em fazer essa preparação com tempo suficiente, administrando bem esses blocos de treinamento prévios a cada gira, com calma e sem pressa, principalmente quando chegam as temporadas de saibro ou grama. Pessoalmente, muitas vezes o que me ajudou foi pular um torneio para ter certeza de que chegaria em 100% no próximo, então tudo que você precisa fazer é entrar na quadra e lutar”, explica.

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Dito isso, Sabalenka espera agora iniciar bem sua campanha em Indian Wells, sem pensar muito no que vem pela frente. “Tenho ótimas lembranças deste lugar e no momento só penso em começar o torneio da melhor forma possível, melhor ainda do que fiz no ano passado. Não gosto de focar muito nos meus objetivos, em tudo que posso alcançar a longo prazo, prefiro focar no que está mais próximo, avançar passo a passo e ficar no básico. Neste momento, a minha intenção é estar pronta para o próximo jogo, nada mais”, frisou.

Por fim, a vice-líder do ranking ainda comentou sobre o apertado calendário de 2024, citando os desafios de um ano olímpico. “Há uma situação interessante nesta temporada, como se todos os torneios estivessem colados uns nos outros. É uma loucura ver como vamos passar do saibro para a grama e depois retornar ao saibro. Não sei até que ponto isso é positivo para o corpo. Estou super feliz por disputar mais uma Olimpíada, só espero chegar ao evento preparada mental e fisicamente, pois quero muito competir lá”, enfatizou.

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Flávio
Flávio
1 mês atrás

Ata em todas as quadras kkk, avisem a Sabalenka que na grama é meio complicada ganhar só na pancadaria grossa, pior ainda para a Iga que tem menos recursos técnicos do que a Sabalenka.

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