Se a chave masculina já inicia com total expectativa para outro duelo entre Carlos Alcaraz e Jannik Sinner, o torneio feminino está bem mais aberto a especulações. Tudo isso graças a Madison Keys, que mostrou às concorrentes de Aryna Sabalenka, um ano atrás, que é possível parar a bielorrussa no piso sintético mais veloz.
Claro que a líder do ranking sai como favorita, ainda mais depois da atuação tão firme em Brisbane. Mas ela deve ser testada logo cedo, principalmente se cruzar com as ascendentes Victoria Mboko e Clara Tauson já nas oitavas de final. Aliás, outra jovem em evolução pode cruzar seu caminho, Iva Jovic, ainda que a norte-americana tenha as experientes Jasmine Paolini e Ekaterina Alexandrova no caminho.
O segundo quadrante é liderado por Coco Gauff, cujo maior resultado em Melbourne foram as semifinais de 2024. Numa dura chave, onde pode pegar Marketa Vondrousova já na terceira fase e depois encarar Emma Navarro ou Karolina Muchova, ficam dúvidas sobre sua consistência irregular de momento. Mas seria muito interessante ver Gauff cruzar com Mirra Andreeva nas quartas, já que a russa acaba de ganhar Adelaide com atuação bem superior à de Brisbane.
O outro extremo tem como destaque Iga Swiatek, que oscilou demais na United Cup em cima de muitos erros não forçados e um saque vacilante. Ela pode ter uma sempre perigosa Marie Bouzkova na segunda fase, porém tende a seguir como favorita até cruzar com Naomi Osaka ou Liudmila Samsonova nas oitavas.
Esse é de longe o quadrante mais equilibrado e interessante, uma vez que se prevê duelo entre Elena Rybakina e Belinda Bencic nas quartas. A suíça foi a grande sensação da United Cup, incluindo grande virada em cima de Swiatek.
Amanda Anisimova também ficou do fortíssimo lado inferior da chave. A menos que tenha um dia muito ruim, deve seguir firme até Linda Noskova nas oitavas e então encarar um duelo nacional contra Jessica Pegula ou Keys. E aí qualquer coisa pode acontecer.
Bia Haddad volta ao Australian Open, onde chegou na terceira rodada nas duas últimas edições, e tem boa chance de superar a estreia desta noite contra a cazaque Yulia Putintseva, a quem venceu duas vezes em 2023. Bia se mostrou mais solta na derrota de virada para Mboko em Adelaide e todo mundo sabe o quanto o saque faz diferença no seu plano de jogo. Se confirmar, deve encarar a solidez de Marta Kostyuk. Chegar em Alexandrova na terceira rodada já seria uma campanha animadora para o restante da temporada.
E mais
– A chave masculina dá a largada com Alcaraz, Zverev e Bublik como atrações. O espanhol, que nunca perdeu uma estreia de Slam, deve ter pouca dificuldade contra o local Walton
– Já o alemão pega o saque poderoso de Diallo, 41º do ranking. e Bublik tem pela frente o experiente Brooksby, que voltou depois de dois anos e já reaparece no top 50. Dois jogos interessantes de se assistir.
– Sabalenka abre a rodada noturna local às 5h de domingo contra a 118ª do ranking e Venus enfrenta a jovem Olga Danilovic em seu 95º Slam.
– Com a classificação de Stephens no qualificatório, a chave feminina reúne 13 campeãs de Slam.
– Federer retornou a Melbourne e tem sido uma grande estrela. Fez exibição na arena Rod Laver e ganhou um tiebreak de Ruud com belas jogadas e nesta madrugada participou da cerimônia de abertura jogando dupla com Agassi e Barty contra Hewitt e Rafter.
– Fonseca só jogará no terceiro dia de Australian Open, ou seja, na noite de segunda ou manhã de terça. Ganhou o máximo de tempo possível para se recuperar.











Ausopen seja talvez o GS mais difícil considetando as dificuldes de adaptação.devido ao fuso.
Assisti ao tie-break do Federer, onde ele apresentou um jogo já aposentado:
O saque continua afiado, mas seus golpes já não apresentam a mesma potencia nem precisão. Contou com o “espírito de festa” de C. Ruud, que fez uma leitura acertadíssima daquilo que o público queria ver…
Paea Federer, além se voltar aos holofotes, não deve ser fácil ficar ao lado da esposa 24 horas (para a esposa, obviamente) – sua presença deve ter lhe rendido um bom $$$, Rotalmente justificável, pois é um excelente teaser para o AusOpen, sendo exibido/repetido no mundo inteiro e deve ter trazido o retorno esperado.
Discordo. Os mais difíceis são os 3 slams mais importantes.
Wimbledon precisa de mais adaptação, há poucos torneios na grama e é um piso onde você está sempre pressionado a fazer seu ponto de saque pq pra quebrar alguem vai ser muito dificil.
Us open também tem a questão do calor e muitos dos postulantes ao título já estão bastante desgastados, o que deixa mais dificil de performar bem.
Roland Garros poderia estar junto ao segundo lugar quando existia o Rafael Nadal, mas ainda é muito dificil pois hoje em dia todo mundo sabe jogar no saibro.
Australian open só tem a questão do calor… e tem a facilidade de ser começo de temporada e os postulantes ao título, estarão bem descansados.
Tudo isso para desvalorizar os títulos do Djoko no AO kkkk
Falei alguma mentira?
Só li verdades.
Sim.
Como O US Open pode ser mais quente se na Austrália tem como regra parar o jogo se o clima atingir o pico?
E quem não falou mentira foi o Guilherme.
Se o placar fosse inverso em 10 x 6 para o outro, AusOpen não seria tão sem importância.
Kkkkkkkkkkkkkkkk. Federer chorou que nem criança quando perdeu a final do AO 2009 contra Nadal
Totalmente sem importância aquele choro, em um torneio menos importante ainda.
Rsss
Acho que o cara não desmereceria os 6 títulos vencidos pelo goat Federer lá, incluindo o de 2017.
Sim. O Austrália Open, apesar de moderno e etc, é o “patinho feio” dos slam. Nunca li ou ouvi um tenista dizer que sonha em vencer o slam oceânico.
Em primeiro lugar, em grandeza e dificuldade, vem Wimbledon. Depois u. s Open, RG e etc.
Australian Open é tão “sem importância” que Federer ganhou “apenas” 6 por lá e chorou igual uma criança mimada ao levar um coro do Nadal na final de 2009.
Mas claro, ele só ia para lá para cumprir agenda da Rolex e para fazer média alimentando coalas né?
Outra coisa: Australian Open é tão pouco importante, que nota-se o tédio e ódio no rosto do Federer em voltar pra lá…
Federer chorou feito criança em vitórias e derrotas em TODOS os SLAM . Sem essa de importância de AOPEN. Na partida considerada entre as 3 maiores da história em Wimbledon 2008 ( quebraria o recorde de 5 Consecutivos junto a Borg ) , foi uma cachoeira. Nada a ver para variar Sr P.F. rsrs. Abs !
Sim, essa foi maior doutrinada que Federer levou de seu mestre Nadal.
Na boa , meu caro ? . Chamas esta autêntica exibição de jogo ? . Aposentado está o Sr que caminha para 45 anos . Aguarde as que estão sendo acordadas contra Touro Miura. Aquele tie-break de JF e Carlitos aí sim . Foi jogado a vera com direito a mísseis de ambos jogadores…rs. Abs !
Vc. é melhor que.isso, coleguinha! Releia e reflita sonre o eentido da palavra “jogo” no meu texto.
Saudações!
” Não tem mais potência e precisão” sem jogar desde 2021 ? . Me poupe. Isso é comentário de quem não conhece o Esporte. Mesmo aos 44, se treinar a fundo para os duelos programados contra Nadal , verás o Forehand funcionar, botando a bolinha para andar. O coleguinha de acordo com o nick escolhido, fica totalmente sem noção rs … Abs !
Em jogo de dois aposentados, a disputa é realmente parelha.
E isso é análise de quem conhece o esporte?
Único post correto do Carlo VW nos últimos 6 anos.
Sim, o Australian Open é o Slam mais difícil e mais importante de todos de forma disparada. Federer chorou muito em 2009 e foi o título mais difícil e improvável do Nadal em 2022.
O fato de Djokovic ter uma dezena de títulos desse certame corrobora ainda mais sua posição de maior atleta já visto.
Nem vc acredita no que vc está dizendo
Nada a acrescentar no Post , muito completo. Sabalenka é uma N 1 com muitos méritos e merece favoritismo. Mas a competitividade da WTA bota todos com as barbas de molho …Treze Campeãs de Slam presentes fala por si só. Craque Suíço levanta multidões por onde passa. Segundo Kombistas, extremamente arrogante…rsrs. Quem ri atoa além de Rod Laver, são os Japas da Uniqlo. Pagaram 300 milhões de dólares ( por 10 anos ) , quando a Lenda já tinha 36 anos . Substituiu exatamente” goat ” na Época…rs. Abs !
Após a contratação de RF, a Uniqlo tornou-se conhecida no mundo todo, enquanto a Lacoste – como consequência de suas escolhas – e hoje nao passa de um jacaré na camiseta.
No mundo todo, exceto Brasil. Mas acho que o Brasil não faz parte do mundo, pois, a Lacoste está na vitrine de qualquer loja de grife em qualquer shopping.
Sem as interferências do maior e do menor.
Torcida contra: ninguém.
Torcida a favor: Aryna, Amanda, Elena, Elise e Anastácia.
Dalcim, quem te chama mais atenção como jogadora: Andreeva ou Mboko? Acho que das duas deve sair uma futuro número um do mundo, considero-as sensacionais.
Mirra tem mais bola, mas claro mais anos de estrada, porém emocionalmente permanece instável. Mboko pode crescer muito e acho que, pelo perfil do circuito feminino, pode ir até mais longe que a Mirra.
Em tese, análise precisa e interessante como sempre. Mas particularmente torço pra que haja uma grande revelação/surpresa.
Curiosidades relativas às últimas 10 edições do AO:
– A cabeça de chave n° 1 sagrou-se campeã somente uma vez (Barty – 2022)
– Em 6 edições, a campeã foi uma das 4 primeiras cabeças de chave.
– As maiores surpresas foram Kenin (cc 14) em 2020 e Keys (cc 19) em 2025.
– Em 5 edições, a campeã não possuía título de GS.
A ESPN está fazendo de tudo para não citar Novak Djokovic.
Mas não adianta: Aberto da Austrália está para Nole quanto Roland Garros está para Rafa e Wimbledon está para Roger.
Não. Wimbledon não está para Federer como RG para Rafa, assim como AO não está para Novak como Paris para o espanhol! O que Nadal consegui por lá é algo único e provavelmente inigualável.
Sim, certo.
Nenhum GS está para um tenista, como RG para Nadal.
Mas veja, que na Austrália ele tem dois, enquanto Djokovic tem 10.
E Wimbledon está para três: Federer, Djokovic e Sampras, considerando que o sérvio ainda é tenista, temos um empate técnico, pois, Mr. Federer é tri-vice desse limitado sérvio.
Mais um que entra pro meu rol de cartas fora do baralho pra incomodar os favoritos: Ben Shelton. Perdeu pro Sebastian Baez.
Com todo respeito ao argentino, mas ele é saibrista.