Melbourne (Austrália) – No jogo que encerrou a terceira rodada da chave feminina no Australian Open, Elena Rybakina confirmou seu favoritismo diante da jovem tcheca Tereza Valentova, de 18 anos e 54ª do ranking, e marcou as parciais de 6/2 e 6/3 para chegar sem perder sets às oitavas.
“Sinto que, por enquanto, ainda não estou jogando meu melhor tênis. Espero poder mostrar isso em cada partida”, disse Rybakina durante a entrevista em quadra. “Estou trabalhando aos poucos em alguns aspectos. Nem todos os dias são iguais, mas espero ganhar mais confiança durante os jogos. Por enquanto, muitas coisas estão funcionando bem”.
Rybakina liderou a estatística de winners por 19 a 15 e cometeu 21 erros não-forçados contra 32 de Valentova. A cazaque enfrentou nove break-points e perdeu dois games de saque, mas conseguiu quebrar cinco vezes o serviço da jovem tcheca, que cometeu oito duplas faltas na partida de 1h22.
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Número 5 do mundo e finalista em 2023, Rybakina faz sua sétima participação no Australian Open aos 26 anos e chega pela terceira vez às oitavas, repetindo a campanha da última temporada. A cazaque ainda busca seu segundo título de Grand Slam, depois de ser campeã de Wimbledon em 2022. No fim da última temporada, conquistou também o WTA Finals.
A próxima adversária de Rybakina será a belga Elise Mertens, 21ª do ranking, que mais cedo derrotou outra jovem tcheca e fez 6/0 e 6/4 contra Nikola Bartunkova, de 19 anos e 126ª colocada. A cazaque lidera com folga o histórico de confrontos com Mertens por 6 a 1.
A rodada de sábado não foi boa para a nova geração tcheca. Linda Noskova, de 21 anos e 13ª do ranking, perdeu da chinesa Xinyu Wang, 46ª colocada, por 7/5 e 6/4. Aos 24 anos, Wang chega às oitavas de um Grand Slam pela terceira vez. Ela agora desafia a norte-americana Amanda Anisimova, número 4 do mundo, em confronto inédito.










Rybakina vai indo, sem muito alarde, mas na hora da verdade, ela trava. Vamos ver se dessa vez vai ser diferente.
Ela é a rainha do gelo, super controlada, e silenciosa,é de fato uma Leyde do tênis.
Torcendo demais por ela.
Fortíssima candidata ao título!!
Por cá nos últimos anos ja diversas vezes eu tenho elogiado a doce elegancia da Wang Xinyu, como mulher e como atleta. Uma técnica precisa que mistura velocidade com cautela.
Falta constancia e consistência, regularidade. Ela é do tipo “um dia chove e outro bate sol” (Chico Buarque) … RSRS
24 anos
Foi finalista Berlim _2026, Auckland 2026
Em duplas: campeã Roland Garros 2023; Medalha prata Olimpiada 2024 e finalista em: Nanchang (2019), Courmayeur (2021), Mérida (2023), Hua Hin (2023), Guadalajara (2022) e Singapura (2025).
Aconmtece que em Ocidente não prestávamos muita atenção para as chinesas
correção:
… finalista Berlim 2025
https://www.youtube.com/watch?v=Xj60Ijf1GTQ