“Realmente admiro a Osaka”, diz Sabalenka sobre a próxima rival

Aryna Sabalenka (Foto: BNP Paribas Open)

Indian Wells (EUA) – Ainda sem ter enfrentado grandes dificuldades na campanha em Indian Wells, a bielorrussa Aryna Sabalenka sabe que terá um grande desafio pela frente para avançar às quartas de final do WTA 1000 californiano. A número 1 encara a japonesa Naomi Osaka, a quem considera uma oponente perigosa.

Ex-líder do ranking mundial, a nipônica oscilou bastante diante da colombiana Camila Osorio, ao precisar de três  sets para seguir em frente. No retrospecto direto, Osaka levou a melhor sobre Sabalenka em confronto válido pelas oitavas do US Open de 2018. Na sequência, a atual 16ª colocada arrancou para ganhar seu primeiro título em Nova York, no mesmo ano em que faturou seu único troféu em Indian Wells.

A bielorrussa, que despachou a romena Jaqueline Cristian por 6/4 e 6/1, destacou o potencial da japonesa. “Ela é uma grande jogadora. Voltou depois da gravidez e está em uma forma incrível”, elogiou a número 1 do ranking.

A tenista de Minsk ainda salientou como acompanha de perto Osaka e até demonstrou certo espanto por só tê-la enfrentado uma vez pelo circuito profissional. “Tenho assistido aos jogos dela e realmente a admiro. Acho que jogamos só uma vez, talvez eu tenha a chance de buscar uma revanche”, pontuou.

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Sabalenka também analisou como algumas adversárias sentem muita pressão quando a enfrentam, especialmente por ser a número 1, além de adotar um estilo de jogo bastante agressivo. “Algumas tenistas podem jogar alguns games realmente incríveis, talvez em momentos cruciais, especialmente no início das partidas. Porém, quando chega o momento de ganhar um set ou a partida, elas começam a pensar demais e isso cria uma tensão extra”, afirmou.

Novamente, Sabalenka enfatizou a importância de contar com um time forte para seguir ganhando torneios importantes e se manter ponta do ranking. “Sinto que sou a última a votar em qualquer coisa. Eles tomam as decisões e eu basicamente sigo as ordens deles”, brincou.

Sempre carismática, a atleta de 27 anos endossou a importância do trabalho coletivo em busca de resultados relevantes. “Somos um time. É muito importante contar com pessoas boas ao seu redor, que estejam ali por você para tomarmos decisões essenciais juntos”, concluiu. A bielorrussa ainda busca seu primeiro título em Indian Wells, sendo que foi vice em 2025 e 2023.

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Ramiro
Ramiro
1 mês atrás

“…a nipônica oscilou bastante diante da colombiana Camila Osorio, ao precisar de três disputados sets para seguir em frente. “… peraí…. ganhar dois set por 6-1 é “bastante disputado”…???. Quem redigiu esta nota deve ser tbm quem na nota anterior falou da “inconsitência” da Naomi… AI cabe destacar/lembrar duas coisas:
1 A Camila Osorio tem um excelente tênis (então não é fácil ganhar dela)
2 Ou seja, nem sempre que vc perde é só pelas suas falhas (ou “inconsistências”)… tbm é consequência das virtudes/destrezas da adversária.

Última edição 1 mês atrás by Ramiro

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