PLACAR

Pegula lamenta que rival não estava bem fisicamente

Foto: Mathieu Belanger/Tennis Canada

Montréal (Canadá) – A final do WTA 1000 de Montréal durou apenas 49 minutos e terminou com uma vitória arrasadora da norte-americana Jessica Pegula sobre a russa Liudmila Samsonova, que chegou para o jogo desgastada por uma rodada dupla, batendo mais cedo a cazaque Elena Rybakina de virada na semi.

“Eu me sinto ótima. Sei que fisicamente ela não estava muito bem, mas do meu lado fiz uma partida muito limpa e quase não cometi erros não forçados. Joguei a partida perfeita”, analisou a campeã Pegula, que perdeu apenas um game na decisão e venceu com o placar final de 6/1 e 6/0.

A norte-americana lamentou a situação, com a rival não chegando em sua melhor condição para a final. “Ela encarou uma agenda maluca, teve que jogar duas vezes no mesmo dia e enfrentou muitas partidas em curto espaço de tempo. Não é o ideal, mas não podíamos fazer muito por causa do clima”, comentou.

O clima realmente foi um problema durante a semana em Montréal, com diversas paralisações e mudanças na programação por causa da chuva. “É difícil quando você sabe que não está em uma situação muito justa. Especialmente em comparação com ela, que é uma grande jogadora” observou Pegula.

“De qualquer forma, ela teve uma semana muito boa, tenho certeza que ela ainda está feliz (com sua campanha no torneio). Mas não é agradável enfrentar alguém nessas circunstâncias”, complementou a número 3 do mundo.

A conquista foi apenas a terceira de sua carreira e a primeira do ano. “É uma sensação ótima. Tive resultados muito consistentes o ano todo, com uma final em Doha, a semifinal na semana passada em Washington e algumas quartas de final. Estamos no circuito para ganhar torneios e títulos todas as semanas, mas às vezes o tênis pode ser difícil”.

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