Oncins: “Era um confronto duro, mas saímos de cabeça erguida”

Jaime Oncins (Foto: André Gemmer/CBT)

Vancouver (Canadá) – Apesar da frustração pela derrota no confronto contra o Canadá pela Copa Davis, o capitão brasileiro Jaime Oncins vê boas perspectivas para o futuro da equipe. Ele destacou o bom desempenho que os jogadores tiveram nas rápidas condições de Vancouver, em quadra dura e coberta.

“É duro sofrer uma derrota onde a gente ficou muito próximo de conseguir vencer, mas temos que sair de cabeça erguida. Era um confronto duro, numa quadra rápida, e eles conseguiram se adaptar e lutar do começo ao fim”, disse Oncins após o confronto, vencido pelo Canadá por 3 a 2.

“É um gosto bem amargo, que todos estamos sentindo. Mas isso é um bom sinal, de que todos eles se importam em jogar uma Copa Davis. Eu sinto orgulho desses jogadores que estão aqui”, acrescentou o capitão, que contou com Gustavo Heide, João Lucas Reis e Matheus Pucinelli em simples, além da parceria formada por Orlando Luz e Rafael Matos.

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Heide conseguiu uma grande vitória sobre Gabriel Diallo, número 39 do mundo, na última sexta-feira. Já no sábado à noite, Pucinelli levou o principal jogador canadense ao limite, em jogo definido no tiebreak do terceiro set. Nas duplas, Luz e Matos venceram seu jogo de virada, enquanto o canadense Liam Draxl conseguiu duas vitórias em simples, diante de Reis na abertura do confronto e Heide no quinto jogo.

O Canadá avança para enfrentar França ou Eslováquia na próxima rodada, enquanto o Brasil volta à quadra em setembro para tentar a permanência na divisão de elite da Davis.

 

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Leonel
Leonel
1 dia atrás

Pena que a Davis está em baixa. Ninguém tá mandando os principais jogadores. Virou um confronto de amistosos entre jogadores com piores ranking. Mas aínda dá pra curtir pq eu curti a vitória dos nossos.. lógico que queria o João, o wild, o monteiro mas vamos com o que é possível. Quem sabe João não traz o troféu de.Buenos Aires de novo. Bora lá

Tom França
Tom França
1 dia atrás

O discurso submisso de sempre! Todos esses jogadores que foram, fora a dupla, sabiam que seriam “livres atiradores”, e que poderiam dando tudo de si, aproveitarem a oportunidade, e jogarem com “sangue nos olhos”! Por outro lado, sabemos que são atletas limitados, e que não têm nenhum apoio do governo federal. Se assim o tivessem, João Fonseca certamente estaria lá, pois daria tempo de ele disputar a Davis, e viajar pra Buenos Aires. São atletas(tirando a dupla), que só conseguem no máximo jogar bem em uma partida. Quem aqui se lembra do entusiasmo que foi, quando o Brasil eliminou a Grécia? Com João derrotando o Tsitsipas, e vibrando com o otimismo de esperar o próximo adversário? Tudo “fogo de palha”!

Marcelo Ikeda
Marcelo Ikeda
1 dia atrás

O marrento Draxl fez a diferença. Diallo foi muito mal.
Os brasileiros todos estão de parabéns!!!

Cristian
Cristian
21 horas atrás

Ahhhh vai vamos lá pra mais panos quentes justificando a perda brasileira. Brasil não tem por enquanto jogador capaz de jogar a nível dos outros hoje que o jovem de 19 anos João F.
Wild está banido foi dispensado algum tempo quando jogava alguma coisa, basta ver as notícias anteriores. Infelizmente Monteiro estão numa fase muito ruim. Davis é representar seu País. É como se fosse uma pequena Olimpíada e ponto final.
Os treinadores como Oncins é que devem sofrer de partir o coração vendo essa falta de comprometimento. Porque também dava para o João jogar. Então chega de desculpinhas… Que jogamos bem, mereciamos, falta de apoio que nunca se teve como patrocínio como hoje e vamos enfrentar que nosso tênis ainda está engatinhando.
Parar de ficar indo atrás de mídia, comentaristas, achismos e ir dia a dia. E se, e se, e vai e vai uma hora cansa.
Porque falta pra brasileiro quando tem alguém em destaque é reconhecer e aplaudir esses méritos e não desmerecer esses jogadores. Achando que os seus são os que serão capazes de destronar imediatamente e arrancar os seus feitos. A mesma coisa quando o Monteiro, Wild, Bia estavam jogando alguma coisa e disputavam contra os Top 10, como se não fizesse parte da chave do torneiro e sim exclusividade, mérito deles. E eram exaltados, ovacionados pela mídia e o povo brasileiro nos comentários.

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